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Bar New York - os frutos da tentação

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Um conto erótico de Júnior Paulista
Categoria: Heterossexual
Contém 2044 palavras
Data: 19/06/2026 21:29:54

Olá, pessoal. Continuando nosso conto com Amanda.

Após o final de semana com Amanda, passei os dias sonhando com ela. Paixonite aguda, com certeza. Ela me mandava mensagens durante o dia, que eu só podia ver nos meus intervalos no trabalho, pois celular não era permitido no setor de manutenção. Eu ansiava por estes momentos, mas meu trabalho exigia concentração na tarefa. Distração é um erro grave na manutenção, sendo classificado entre os 12 erros da manutenção de aeronave.

Enfim chegou a sexta-feira. Mandei mensagem para Amanda no horário de almoço e ela não respondeu. Sugeri fazermos uma viagem para a Serra Gaúcha. No fim do expediente fui ao vestiário, peguei meu telefone no armário e abri o WhatsApp:

— Oi gostoso! Vem aqui em casa para a gente definir o que vamos fazer no final de semana. Tô em casa depois das 19:00.😘😘

— Oi Amanda. Tá, vou chegar aí mais tarde. Beijos!

Eu sabia que ela iria para a academia. Fui para casa, tomei um belo banho demorado, me arrumei, peguei algumas roupas e coloquei na mochila, me preparando para um final de semana de viagem. Peguei o carro e fui para Porto Alegre. Passei no Zaffari e comprei 500 gramas de carne moída, além de uma massa caseira, tomates e azeitona preta. Também comprei um tablete de chocolate 70%.

— Oi, já estou em casa.

— Tô saindo do Zaffari - respondi.

Ela me viu chegar e abriu o portão. Guardei o carro e subi com as compras.

— Oi, meu gato! - e me deu um selinho.

— Oi, minha loira!

— O que trouxestes aí?

— Carne moída para fazer uma macarronada. Posso?

— Estou morrendo de fome! Vou tomar banho enquanto você cozinha... - e se foi para o quarto.

Coloquei a carne na panela, fritei, coloquei os temperos, os tomates, as azeitonas, a massa que já estava cozida e pronto. Macarronada feita! Ela chegou na cozinha com o pijama florido, enxugando os cabelos.

— Uhn! O cheiro tá maravilhoso! Você gosta de macarronada hein!

— Gosto e é fácil de fazer. Mas preciso variar o cardápio, se não você vai enjoar... Rimos e nos sentamos à mesa.

Conversamos sobre a semana e terminamos o jantar. Lavamos as louças e fomos para o sofá. Abrimos o telefone e começamos a ver opções de passeios na Serra.

— Acho que como a temática é vinho, que tal irmos a Bento Gonçalves? - perguntou ela.

— Pode ser, não conheço nada por lá.

Passamos a ver hotéis. Escolhemos um. Agendamos o passeio na Maria Fumaça para o sábado de tarde, logo após o almoço, e programamos um passeio nas vinícolas domingo de manhã. Criamos expectativas vendo fotos e vídeos no Instagram e fomos deitar na cama conversando sobre o assunto. Por fim, adormecemos.

Na manhã de sábado levantamos às 6:00, tomamos café, e seguimos viagem para Bento Gonçalves no carro dela. A paisagem da cidade deu lugar para os banhados com lavouras de arroz ao lado da BR-448. Chegamos a São Leopoldo e ingressamos na BR-116 e por fim na RS-240 e posteriormente chegamos a Carlos Barbosa.

Entramos na cidade sede da Tramontina e fomos para a loja da marca, que fica próxima à antiga estação ferroviária, no centro da cidade. A loja é uma tentação. Excursões como turistas, estacionamento cheio. Por fim, não compramos nada, e seguimos nossa viagem, passando por Garibaldi e chegando em Bento próximo das 11 da manhã. Passeamos pelo centro. Tiramos foto na Catedral e na estação e depois no chafariz de vinho, em frente à prefeitura.

Encontramos um restaurante com buffet livre, e almoçamos tranquilos. Nos dirigimos à estação para o passeio de trem. Chegamos adiantados, e aproveitamos para tirar fotos com trajes típicos italianos, como se migrantes fôssemos. Por fim o embarque foi liberado e o passeio começou ,com a locomotiva apitando, soltando jatos de vapor e se deslocando. Nos vagões os turistas estavam sendo animados por um grupo de idosos, que passavam pelo corredor tocando gaita e dançando música tradicional. Um senhorinha simpática me puxou para dançar, e eu, envergonhado, levantei. Demos uns passos, ela me disse:

— Essa bela mulher ao seu lado precisa de um dançarino melhor... um homem conquista uma mulher pela dança! - disse, com um sorriso maroto, me soltando suavemente.

O trem parou na estação Garibaldi. Descemos, e na plataforma estavam servidos salgados, tortinhas doces, vinhos da região e espumantes, além de sucos de uva para crianças e para quem não bebe. Nos servimos de alguns tipos de vinho, em uma tacinha plástica que foi entregue a cada turista no trem. Ficamos por ali uns 40 minutos, talvez uma hora, naquela degustação gostosa. O frio de 12 °C nos deixava juntos, cachecóis pra lá e pra cá no vento, gorro de lã na cabeça. Por fim reembarcamos com destino a Carlos Barbosa, onde o passeio terminou. Retornamos para Bento Gonçalves em um ônibus fretado pela empresa.

Era final da tarde. Fomos para o hotel, uma pousada nos Caminhos de Pedra, zona rural de Bento. Um casario de tijolos à vista, aconchegante, moderno. A recepcionista nos acompanhou pessoalmente à suíte, um quarto grande, com uma cama queen size, vista para o riacho no fundo do pequeno vale e montanhas logo a frente, um banheiro grande, com uma ducha grande, banheira e aquecedor, que já estava ligado, deixando o ambiente agradável. Além disso, uma mesinha com duas cadeiras estofadas, e um espumante gelando numa jarra de gelo, com duas taças de cristal. Ela saiu e nos deixou, entregando um cartão de boas vindas, que continha instruções da hospedagem.

— Nossa, amor - eu disse — nunca estive em um lugar tão chique!

— E por isso me chamou de amor? - respondeu ela, sentando-se na cama e retirando o casaco, o cachecol e o gorro de lã. Eu também retirei os meus.

— Saiu naturalmente: amor - falei, sincero.

— Se sou seu amor então merece uma comemoração!

Não esperei, abri o espumante da casa e servi duas taças.

— Um brinde ao New York - disse eu.

— Um brinde ao cara tímido - disse ela.

Rimos, enroscamos os braços e tomamos um gole do espumante. A qualidade era superior.

— Tem uma banheira, vamos relaxar? - convidei.

Tiramos as roupas depressa. Enchi a banheira e adicionei os sais de banho disponíveis. Entramos, eu sentado do lado dela, as pernas dela por cima da minha. A água quente relaxante, aroma dos sais de banho enchendo o banheiro. Ficamos curtindo o momento, que parecia eterno. Por fim ela se encaixou por cima do meu pau duro, sentando-se de costas para mim e ficou mexendo gostoso. Uma sensação muito diferente de tudo o que eu tinha experimentado!

— Que gostoso, Amanda!!!

— Ai!! Ahhh!!! - gemeu ela, num entra e sai vagaroso, minha rola preenchendo a buceta dela.

Ela saiu de dentro e virou-se para mim, beijando-me gostoso. Sentou na minha rola e reiniciou o vai e vem, eu lambendo e chupando aqueles peitos maravilhosos! Ela gozou intensamente. Eu continuei bombando e antes que gozasse tirei meu pau e dei pra ela chupar. Ela recebeu a carga de porra e me beijou gostoso. Saboreei minha própria porra!

Tomamos um banho na ducha, nos vestimos e fomos para o jantar, servido na sala de jantar, onde a lareira já estava acesa. Cadeiras com peles de ovelha no encosto, mesas com poucos casais. Ambiente romântico, e claro, com vinhos maravilhosos da casa. O jantar foi um assado bovino, carne de cordeiro, entradas, salada. Após a sobremesa, retornamos à nossa suíte. Nos despimos e nos deitamos na cama para assistir TV.

As luzes em tom amarelado, leves, e de baixa intensidade deixavam o clima romântico. Ver Amanda ali, deitada ao meu lado, corpão definido, peitos maravilhosos, cabelos chanel, era tudo o que eu queria! Não resisti, e coloquei minha mão sobre a buceta dela. Ela me olhou.

— Já quer sexo de novo? - perguntou, com um olhar apaixonado.

— Não, meu amor. Só estou sentindo você. Ainda sem acreditar que estou vivendo isso, poder ter alguém pra chamar de meu amor.

Ela se virou e deitou sobre mim, alisando meus cabelos. Seu corpo nu transmitia uma energia vibrante para o meu.

— Também estou apaixonada. Você me faz sentir mulher, não no sentido do sexo, mas como ser humano: sou protegida, amada, sou sua companheira. Claro, no sexo você é um garanhão! - e riu, apertando meu pau duro.

Ficamos assim por um tempo. Eu virei ela de lado, ficamos de conchinha e eu apertei suavemente os mamilos dela. Desci minha mão para a buceta dela, que estava melada. Não resisti. Desci, abri as pernas dela e chupei. Chupei com vontade, arrancando gemidos e tremores de excitação! Ela gemeu alto e gozou, inundando minha boca com seus sucos e molhando o lençol.

— Caralho! Puta que pariu! Você é bom nisso!

— Hehehehe. Sou mesmo!

Ela não deu espaço para reação, caiu de boca no meu pau, chupando vigorosamente. Fez uma garganta profunda perfeita e depois voltou para a glande. Ela adorava provocar com a língua essa região sensível, arrancando gemidos meus. Eu senti que iria gozar.

— Para! Não quero gozar...

— Então enterra esse pau na minha boceta, que quero gozar. Tô muito excitada!

Enterrei gostoso. Profundamente. Lentamente saí e entrei. Ela suspirava, sua boceta pingava um mel viscoso. Aumentei o ritmo, velocidade média. Ela arqueou as costas, gemeu e travou as coxas em mim: estava gozando! Dessa vez mordeu o travesseiro para não ser ouvida nos outros quartos.

— Come meu cu! Quero ser empalada!

Admirei! Seria efeito do álcool?

— Trouxe gel? - perguntei

— Não... mas pega meu mel e lubrifica seu pau, e lambuza meu cu. Tô escorrendo!

Peguei meus dedos, molhei naquele pote de mel e lambuzei meu pau e o cu dela. Para testar introduzi um dedo. Entrou fácil e ela deu um gemido.

— Coloca dois!

Introduzi dois dedos, fiz um entra e sai suave, e ela deu uma rebolada. Era o sinal esperado! Ela estava deitada na posição de lado, na borda da cama. Dei uma chupada na buceta dela, depois chupei o cuzinho melado dela. Coloquei meu pau na buceta dela e bombei forte! Ela gemeu, surpresa!

— Come meu cu, amor! - pediu, dengosa.

Encostei a cabeça do meu pau no buraquinho rosa dela. Era lindo. Forcei um pouco e entrou a cabeça. Ela gemeu, de prazer. Continuei a forçar e meu pau escorregou para dentro, arrancando outro gemido. Ela abriu a perna e eu passei a introduzir meus dedos, enquanto introduzia e retirava meu pau até próximo da saída. Ela rebolava, gemia baixinho. Aumentei a velocidade, enquanto diminuía a amplitude. Ela reclamou:

— Quero mais fundo, e mais devagar. Dá mais prazer, amor!

Atendi ao desejo dela. Entrava fundo e saía até a porta. Lentamente. Suave. Massageava a bucetinha rosada dela, que suspirava. Isso demorou um tempo que não medimos. Era simplesmente o céu, o paraíso! Ela aumentou o rebolado no meu pau:

— Me fode com vontade! Goza no meu cú!

Aumentei o ritmo vigorosamente. Minhas bolas batiam na bunda dela. Eu apertava a bunda dela com a mão e massageava a buceta dela com a outra. Ela tremeu, apertou meu pau com o cu, seu corpo vibrava e ela agarrou meu corpo com as pernas dela. Ela havia gozado! Pelo cu! Eu não aguentei, e gozei forte, enchendo o cu dela de porra.

— Ah, caralho! Gozei! Toma leite no seu cu, sua puta! - gritei, esperando não ser ouvido fora do quarto.

Desabei sobre ela na cama. Ela chorava, mas era de felicidade, cheia de endorfinas e ocitocina. Ali acabou a paixão, e começou o amor.

Fomos para o banho, deitamos na banheira, ela sobre mim. A água quente relaxante nos envolvia, mas eu sentia seu calor. A porra escorria do seu cuzinho. Eu a abraçava, ela segurava meus braços. Eu a beijava, ela oferecia a face, apaixonada.

— Amor, quero me casar com você! - disse ela, me olhando, seu corpo levemente ao meu lado.

— Eu também, Amanda! Você mudou minha vida! - eu disse.

Ainda era cedo para nos casarmos, apenas 15 dias que nos conhecíamos. Mas o pacto estava selado.

Namoramos por três anos, incluindo o noivado. Por fim, nos casamos em uma cerimônia intimista em uma vinícola familiar artesanal. Nossa rotina, obviamente, não é só sexo. Valorizamos cada momento, nosso amor é que manda. Sexo é o de menos. Acontece naturalmente. O que define um casamento é o entrosamento, entender o outro, suas necessidades, o momento do outro.

FIM

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Foto de perfil genéricaJúnior Paulista Contos: 21Seguidores: 4Seguindo: 0Mensagem Um autor que escreve contos que representam desejos reprimidos, ou que questionam tabus, predefinições sexuais, psíquicas, etc. O objetivo do autor é levar o leitor a se deliciar mas também se questionar.

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