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Fodi o CU VIRGEM do FILHO de minha esposa. E registrei tudo. Veja nos comentários.

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Um conto erótico de Kilaret
Categoria: Gay
Contém 2179 palavras
Data: 19/06/2026 19:14:26

Eu sou Beto, 42 anos, casado com a Sandra há seis anos. Desde o primeiro dia em que coloquei os olhos no filho dela, Felipe, eu soube que estava fodido. Ele tem 21 anos, universitário, pele branquinha, quase sem pelos no corpo, cabelos lisinhos e longos que caem no rosto de um jeito delicado, feminino. O corpo dele é magro mas com curvas suaves: bundinha redonda, empinada, que balança sutilmente quando ele anda. Ele tem namorada, a Larissa, e vive declarando o quanto é apaixonado por ela. Mas eu... eu já observava tudo há muito tempo. Quer ver todo registro em fotos e videos? Vou deixar a[i embaixo, nos COMENTÁRIOS.

Tudo começou nas férias. Eu de short de banho, meu pau grande — 22 centímetros de rola grossa, veiada, quando fica duro — marcando o tecido. Felipe não conseguia disfarçar. Ele ficava olhando fixo, olhos castanhos grandes vidrados no volume. Na piscina de casa era pior. Eu saía da água com o short molhado colado, e ele disfarçava virando o rosto, mas eu via o pauzinho dele marcando o shortinho. Aquela bundinha branca, redonda, me deixava louco de tesão. Eu imaginava abrindo aquelas nádegas macias e enfiando minha pica bem fundo, fazendo ele gemer como uma vadia.

A mãe dele, minha esposa, estava de plantão naquele sábado. Larissa só chegaria depois do meio-dia. Eram nove e meia da manhã. Eu e Felipe preparando o churrasco no quintal, tomando cervejinha gelada. Ele vestia um shortinho preto justo que marcava a bundinha perfeitamente, regata branca fina. Eu de bermudão folgado, sem cueca, deixando o volume balançar livre.

— Essa cerveja tá descendo bem, hein padrasto — disse ele, rindo, já na segunda lata.

Conversamos sobre faculdade, futebol, mas o álcool soltou minha língua. Meu pau já estava semi-duro só de olhar pra ele mexendo na churrasqueira, rebolando de leve.

— Felipe... eu preciso te falar uma coisa séria. Já faz tempo que eu te pego olhando pro meu caralho. Na praia, na piscina, aqui em casa. Toda vez que eu tô de short. Tu fica encarando. É impressão minha?

Ele congelou. O rosto branquinho ficou vermelho na hora. — Quê? Não... deve ser impressão sua, eu não...

— Abre o jogo, porra. Eu vi várias vezes. Tu olha com cara de quem quer ver de perto. Tá curioso pra caralho, né?

Ele baixou a cabeça, mexendo nervoso na latinha. Silêncio pesado. Eu me aproximei, o volume na bermuda evidente.

— Quer ver ele de verdade? — perguntei direto.

Ele não respondeu, mas não saiu do lugar. Baixei a bermuda devagar. Meu pau saiu pesado, mole ainda, mas enorme, balançando grosso entre as pernas. Cabeça rosada, veias marcadas. Felipe olhou fixo, boca entreaberta, admirado.

— Puta merda... é enorme... — murmurou baixinho.

— Vem aqui, Felipe. Pega nele. Vai ficar só entre nós dois. Ninguém vai saber, nem tua mãe, nem a Larissa. Tu tá curioso, eu sei.

Ele hesitou, mão tremendo, mas deu um passo à frente. Eu segurei a mão dele e coloquei direto na minha rola. No instante em que os dedinhos quentes tocaram, meu pau inchou, engrossou, subiu duro como pedra, latejando na palma dele.

— Caralho, padrasto... é tão grosso... tão pesado... — sussurrou ele, apertando devagar, explorando o comprimento.

Eu puxei ele pela nuca e dei um beijo molhado, profundo. Língua invadindo a boca dele com fome. Ele correspondeu na hora, gemendo baixinho, se apertando contra meu corpo. As mãos subiram pros meus ombros, me abraçando apertado.

— Eu tô com tesão no senhor há tanto tempo... — confessou, voz rouca. — Sempre que via esse pau marcando o short... eu ficava duro escondido, pensando em como seria grande.

— Eu tô louco pra comer essa bundinha branca, Felipe. Desde que te vi. Tu vai ser minha putinha particular agora.

Ele tremeu inteiro, mas o pauzinho dele marcava forte o shortinho. — Eu sou virgem... nunca fiz nada com homem. Tento enfiar dedo no cu quando bato punheta pensando em um pau grande como o seu... dói pra caralho, mas eu gozo pensando nisso mesmo.

— Relaxa, filhinho. Vou ser carinhoso. Vou te comer devagar, te fazer minha mulherzinha de bunda. Essa bundinha vai engolir meu caralho todinho hoje.

Levei ele pra dentro de casa, direto pro quarto grande. Tirei a regata dele, beijei o pescoço branquinho, mordi de leve a pele macia. Baixei o shortinho e a cueca de uma vez. A bundinha apareceu perfeita: dois globos brancos, redondos, firmes, com um cuzinho rosado, pequeno, piscando no meio.

— Que bundinha gostosa... cheirosa pra caralho — rosnei, ajoelhando e cheirando fundo entre as nádegas.

Felipe gemeu alto, empinando pra trás instintivamente. — Ai, padrasto... sempre quis isso... sua boca no meu cu... por favor, me lambe...

Passei a língua devagar pela fenda toda, circulando o anel apertado, enfiando a ponta dentro. Ele rebolava contra minha cara, gemendo como uma vadia no cio.

— Isso... come meu cuzinho... me faz sua putinha... sua língua tá me deixando louco...

Lambia com fome, chupando o buraco, molhando tudo. Ele tremia, pernas fracas. Fui na cozinha rapidinho, peguei um pote de manteiga. Voltei, passei bastante na minha rola latejante e bastante no cuzinho dele, abrindo as nádegas com as duas mãos.

— Vai devagar no começo, por favor... — pediu, voz tremendo de medo e tesão, mas empinando mais a bundinha.

Deitei por cima dele na cama, peito contra as costas macias. Posicionei a cabeça grossa contra o anel rosado e pressionei. Ele respirou fundo.

— Tá doendo... mas continua... quero sentir o caralho do meu macho dentro de mim...

Empurrei devagar. A cabeça entrou com um plop molhado. Felipe soltou um grito misturado de dor e prazer. — Ai, porra! Tá rasgando meu cu... mas é tão grosso... tão quente... não para...

— Calma, minha putinha. Relaxa esse buraquinho guloso. Ele tá engolindo meu pau tão gostoso...

Fiquei parado um pouco, só a cabeça dentro, sentindo o calor apertado pulsar ao redor. Depois, centímetro por centímetro, fui atolando mais fundo. O cuzinho virgem cedia aos poucos, apertando minha rola como uma luva quente e molhada.

— Tá todo dentro? — perguntou ele, voz manhosa, quase chorando de tesão.

— Quase, filhinho. Sente isso? Meu caralho tá abrindo teu cu todinho. Tu é minha mulher agora.

Quando bati fundo, bolas encostando nas dele, ele soltou um gemido longo e rouco. — Puta que pariu... tô cheio de pau... seu macho me arrombou inteiro...

Comecei a estocar devagar, saindo quase tudo e voltando com calma. O barulho molhado enchia o quarto. Felipe se masturbava devagar, mão no pauzinho duro.

— Socou mais forte, padrasto... me fode como uma putinha... esse cu é todo seu...

— Isso, vadia. Rebola nessa rola grande do teu macho. Olha como teu cuzinho rosado tá engolindo tudo. Tá virando uma boquinha gulosa pra mim.

Aumentei o ritmo aos poucos. Socava mais fundo, batendo na próstata dele a cada estocada. Felipe gritava de prazer. — Ai, meu Deus! Tá batendo lá dentro... tô virando putinha do padrasto... me fode, macho! Me enche com essa rola grossa!

Beijava a boca dele por cima do ombro, mordia o pescoço, chupava a nuca enquanto metia sem parar. O corpo dele tremia embaixo do meu, suor misturado, bundinha quicando contra minha virilha peluda.

— Tu é minha putinha secreta agora. Toda vez que tua mãe sair de plantão, vou te comer nessa bundinha branca e macia.

— Sim... sou tua putinha... só tua... a Larissa nunca vai saber como eu adoro dar o cu pro meu padrasto gostoso...

Meti mais forte, segurando os quadris dele com firmeza. O quarto cheirava a sexo, suor, cerveja e manteiga. Ele gemia sem parar: “Mais fundo”, “Rasga meu cu”, “Sou tua vadia de bunda”, “Me usa como quiser”.

Eu sentia o orgasmo se aproximando. — Tô quase, filhinho... vou gozar dentro desse buraquinho gostoso.

— Goza, macho! Enche meu cu de porra quente... quero sentir o jato bem fundo dentro de mim...

Com um rugido grave, eu explodi. Jatos grossos, quentes e abundantes jorraram direto no intestino dele. Felipe gozou junto, esperma branco espirrando na barriga e nos lençóis.

— Ai, caralho! Sinto o jato... tá jorrando forte dentro do meu buraquinho gostoso... tão quente... tô gozando com o pau do meu macho me enchendo...

Ficamos ofegantes, meu pau ainda pulsando dentro dele, soltando as últimas gotas. Ele virou o rosto, olhos brilhando de tesão satisfeito.

— Registrei tudo no celular, padrasto... gravei enquanto o senhor me comia. Quero ver depois... e tem muito mais ainda. Pode aguardar. Quero repetir toda semana.

Eu sorri, beijando ele bem profundo, língua dançando com a dele. — Boa garota. Essa bundinha agora é minha propriedade exclusiva.

Não saí de dentro dele. Fiquei ali, semi-duro, sentindo o cuzinho pulsar ao redor da minha rola, como se não quisesse soltar nunca mais. Felipe respirava pesado, corpo mole na cama, mas o pauzinho dele já começava a endurecer de novo.

— Padrasto... nunca imaginei que ia ser tão bom... ainda dói um pouco, mas o prazer... puta merda, eu quero mais. Quero tudo.

— Quer mais, né, sua putinha insaciável? — ri baixinho, mexendo os quadris devagar, girando meu pau dentro do cu dele. — Olha como teu buraquinho tá viciado já. Tá apertando meu caralho como se pedisse mais porra.

Ele gemeu, empinando a bundinha contra mim. — Sim... sou tua putinha gulosa... fode esse cu branco mais... me faz sentir o macho de verdade que você é.

Comecei a meter de novo, agora com mais confiança. Estocadas longas, profundas, saindo até a cabeça grossa e enfiando tudo de uma vez. O som de pele contra pele ecoava alto: plap, plap, plap. Cada vez que eu batia fundo, ele soltava um gritinho manhoso e deliciado.

— Isso... soca forte... rasga a bundinha da tua mulher... eu nasci pra dar esse cu pro senhor...

— Caralho, Felipe... tua bunda é perfeita. Branca, redonda, apertada pra caralho. Olha como ela engole minha rola grossa. Tu tá virando uma vadia completa pra mim.

Beijei as costas dele, lambi a espinha toda, mordi a orelha. — Diz que tu é minha putinha.

— Eu sou tua putinha, Beto... tua vadia secreta... só quero leite do teu pau grande no meu cu virgem...

Aumentei o ritmo. Metia como um animal no cio, segurando os cabelos lisinhos dele como rédea. Ele rebolava perfeito, encontrando cada estocada minha.

— Mais... mais fundo... quero sentir tuas bolas batendo no meu cu... ai, que delícia... meu macho me arrombando...

Viramos ele de lado. Meti de conchinha, uma mão segurando a perna dele levantada, a outra apertando o pauzinho dele enquanto socava. Depois de quatro, ele empinando alto, eu de pé atrás dele, metendo com força. Em cada posição ele pedia mais sacanagem.

— Olha pro espelho, putinha. Vê como teu cuzinho tá vermelho, inchado, aberto pro meu pau.

Ele olhou, olhos vidrados. — Tá aberto... parece uma bocetinha agora... só pra teu caralho grande...

— Isso mesmo. Essa boquinha de cu agora é só minha. Diz pra mim.

— Meu cu é só seu, padrasto... me fode sempre que quiser... me transforma na sua putinha de bunda...

Gozei pela segunda vez, enchendo ele mais uma vez. Porra escorrendo pelas coxas branquinhas quando eu saí devagar. Felipe gozou de novo, tremendo inteiro, gemendo meu nome.

— Senti o jato de novo... quente, grosso... enchendo meu buraquinho gostoso... tô viciado no seu pau, padrasto...

Tomamos banho juntos. Eu ensaboando aquela bundinha com cuidado, enfiando dois dedos devagar enquanto ele gemia contra o vidro do box, rebolando. — Me limpa e me suja de novo... quero mais...

Voltamos pra cama e repetimos mais suave. Ele cavalgando meu pau, sentando devagar, rebolando como se tivesse nascido pra isso.

— Olha como eu cavalgo teu caralho... sou tua putinha cavalgadora agora... me sinto tão cheio...

— Rebola mais, vadia. Mostra pro teu macho como tu gosta de dar o cu.

Ele acelerou, subindo e descendo, mão no próprio pau. — Eu adoro... adoro ser arrombado por você... me chama de putinha de novo...

— Minha putinha safada... minha vadia de bundinha branca...

Diálogos não paravam enquanto a gente transava. Ele confessava tudo: como se masturbava pensando em mim, como olhava meu pau escondido, como tinha medo mas tesão demais. Eu dizia o quanto queria usar ele toda semana, encher ele de porra, transformar ele na minha mulher secreta.

A terceira vez foi mais lenta, eu deitado, ele de costas em cima de mim, meu pau enterrado fundo. Eu masturbava ele enquanto ele rebolava devagar.

— Sente meu caralho pulsando dentro de você? Tá todo molhado da minha porra já.

— Sinto... tá me enchendo... quero que goze de novo... enche meu cu mais uma vez...

Quando Larissa ligou avisando que estava chegando, a gente já tinha transado três vezes completas. Ele com o cu arrombado, vermelho, inchado e cheio de porra minha, andando com dificuldade mas com um sorriso safado no rosto.

— Guarda esse vídeo pra gente assistir juntos, filhinho. E prepara essa bundinha... tem muito mais ainda pra acontecer.

Felipe piscou, lambendo os lábios. — Pode deixar, meu macho. Tua putinha tá sempre pronta pra receber esse caralho grande. Sempre que quiser, eu dou essa bundinha pra você.

A gente se arrumou rápido, mas o cheiro de sexo ainda pairava no ar. Eu sabia que aquilo era só o começo. Felipe agora era meu, e eu ia aproveitar cada oportunidade para foder aquela bundinha branca e deliciosa.

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Comentários

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Existem muitos contos de primeira vez nesse site, e como corno, bi, e frustrado por nunca ter sido iniciado por um cara mais velho e pauzudo, estes, incluindo os de corno-viados, como eu, são meus preferidos. Mas esse teu conto foi a narrativa mais perfeita e excitante que lí desde que descobri o site, lá pelos anos 2010. Parabéns, o melhor conto daqui (agora o "Calcinha Molhada" passou pra segundo lugar.

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mas que droga. ninguém pode ser putinha nessa relação. são dois homens, o máximo que pode se dizer é putinho.

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