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Parte 13, Salvador… Karen, meu pai e eu..

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Um conto erótico de Sidneylarissa
Categoria: Heterossexual
Contém 1799 palavras
Data: 19/06/2026 10:45:02

Dia seguinte deixamos a Lari em casa, ela tinha sido chamada para trabalhar e queria aproveitar o carnaval arranjado pelo namorado da mãe.

Aeroporto, e já estávamos em Salvador… meu pai queria um hotel, mas, Karen queria uma pousada mais próxima dos blocos, era a única coisa que ela realmente amava, Carnaval… fiquei sabendo depois que a mãe era passista, apesar do pai dela não gostar.

Chegamos na pousada, em pleno Pelourinho, era muita gente, muito barulho, e eu por incrível que poderia parecer, estava me divertindo, já meu pai.. com a cara fechada… ali a primeira leve discussão dos dois… argumentei que se era para ficarem assim, que me pagassem a passagem de volta… se calaram… subimos aos quartos, 1 deles e outro meu, um ao lado do outro.

Lugar legal, gente bonita, divertida, e beberronas… e como bebiam aquelas pessoas, nos trocamos, eu de pirata, um macacão azul de pano fino, uma camisa listrada azul e branca, um chapéu e um tapa olho, meu pai de bombeiro e a Karen de bailarina, estava vestindo um macacão de lycra colado no corpo da cor da pele dela, e uma saia de tule redonda… e juro que ali não vi marcas de sutian ou calcinha, parecia bem “à vontade”... Saímos nos blocos…

Ela na frente e meu pai atrás e eu atrás deles, no meio da pipoca, pulando, via os seios dela marcar a Lycra, alguns homens também repararam, e como marcava os mamilos dela .. lindos, comecei a ficar de pau duro… sem querer e evitando olhar tanto para ela quanto para meu pai.

Durante o trajeto, meu pai falou para que ficasse na frente dela, “por segurança”, o que fiz, um trenzinho, comigo na frente, ela no meio e meu pai atrás, mas, já na primeira esquina, meu pai não aguentou mais e falou que iria procurar algo para beber… neste momento, ele saiu de trás dela e se foi ..

Imagino eu que naquele vucovuco de Salvador, aquela mulher maravilhosa ali, quase pele com pele, só senti duas mãos em minha cintura, olhei para trás e vi um rosto atrás dela, estava cheirando o pescoço dela e ela mordendo os lábios, eu quis virar, mas os braços daquele homem não deixaram e ele falou não, vamos arranjar confusão, fica quieto que ele já pára, tá bêbado.

Mesmo assim não deixei quieto e saindo das aqueles mãos ásperas, fui atrás dela e tirei ele, mas, foi aí que começou os meus problemas, quando parecia que ele tinha saído, se encostou em mim, e segurou Karen pela cintura, e puxou, fazendo com que minha bunda encostasse no pau dele duro, senti meu cu contrair e meu pau endurecer, Karen sentiu e ela mesma se jogou mais para trás…

Senti as mãos dele descerem pela cintura dela e bolinar sua buceta por cima da Lycra, enquanto uma mão ia para cima e para baixo em toda a extensão da buceta dela, a outra ele colocou por dentro do meu macacão e primeiro apalpou meu pinto, fez uns movimento de punheta e depois foi para minha bunda e subiu minha cueca, enterrando ela dentro de mim…gozei, ele voltou a mexer no meu pau, pegou meu gozo e levou até minha boca…eu com a boca aberta recebi meu sabor… chupei os dedos dele e passei a mão na pica dele, foi involuntário, só o corpo que assumiu a vontade…. Virei de ladinho e dei um beijo nele, foi o momento que quando virei, ele saiu e sumiu no meio da multidão… Karen, que não tinha percebido, só falou, tá vendo ele se foi, meu herói…

Ficamos ali mais um tempo, até que meu pai retornou com duas latas de cerveja, falou que demorou para nós encontrar, falou que eu já poderia sair daquela posição e que tinha que respeitar a minha madrasta, Karen chorou, finalmente meu pai assumiu o namoro… e aí reparei que a Lycra dela estava molhada onde meu pau encostou assim como meu macacão.

Primeiro dia de Carnaval terminando, era o que eu esperava…. Tomamos um banho, podia ouvir meu pai e a Karen transando, parede finas, ela chamando ele de paizinho e ele chamando ela de filhinha… que hoje ele poderia meter no cuzinho dela…

Lá fora o carnaval ainda estava acontecendo, tentei dormir, imaginando que se eu estivesse ouvindo, toda a pensão também estaria, ou não, devido as festas?

Acordamos, fomos tomar café, reparei somente alguns ali na pousada, comentando e virando para olhar a Karen…

Dia inteiro novamente na folia, meu paí já sem aguentar, voltou para a pousada, Karen vestida desta vez com um shortinho de pano azul, que a princípio estava bem comportado, acho que a ausência do meu pai fez aflorar algo nela, que ela puxou o short mais para cima, fazendo a polpa da bunda aparecer e desceu a cintura, ficando bem menor, enrolou a camiseta com um nó na altura dos seios e assim ficou, pulando, agarrando e sendo agarrada por outros foliões.

Vi ela cercada por uns 4 caras na hora que foi cantada Coração, lembram da música?... E os caras fazendo coreografia em volta dela, fui e retire ela, eles não gostaram, e me encararam, me ameaçando, ela para apaziguar as coisas, se jogava neles no ritmo da música, e eles passavam a mão pelo corpo dela .. quando a música acabou, eles se foram.

Ei Sidney, você quer arranjar briga logo aqui - falou ela brigando comigo.

Não pô, mas, os caras estavam te assediando caramba

Até aquela hora tá tudo no meu controle, depois tive que apelar, isto é carnaval caramba, funciona assim.. se você não entende, melhor voltar e ficar com teu pai na pousada.

Não, tudo bem, me excedi, me desculpa, sei que se você quiser minha ajuda, me avisara, me perdoa… e obrigado, eles iam me quebrar na porrada.

Iam mesmo, tu viu o tamanho dos braços e das mãos?

É pelo visto você não só viu, como sentiu também né, arruma o short que tá enfiado na bunda rsrsrsrs.

Ah, verdade, tava preocupada contigo, dos caras não te batessem que deixei eles me bolinar um pouco… mas, tô bem - falava enquanto se arrumava.

Vamos para a pousada, almoçar e descansar, a noite tem baile de espuma, e ver como teu pai tá..

Seguimos em direção a pousada, passamos por um monte de gente se pegando, bocas beijando várias bocas, gente transando encostado em muro e becos, e com gente passando…

Chegamos, tomamos banho, almoçamos e passamos a ver o replay do desfile em SP, a noite fomos a um baile, famoso baile de espuma.. não sabia o que era.. Karen vestida de camiseta e de saia e short por baixo, por ordem do meu pai, eu e meu pai de bermuda florida.

Chegamos, lugar cheio, começou com marchinhas, ela falou que lembrava o pai dela, depois samba enredos, ritmos baianos, É o Tchan… e depois acabou no funk carioca… nessa hora, espuma..

Meu pai na mesa, encoberto por ela, Karen dançando, sumiu, luz apagada, com efeitos estranhos para mim, visão turva, bebida na cabeça, acho que vi a Karen tirar o short, sem calcinha e sentar em um cara numa cadeira distante, longe da visão do meu pai…. Pós as mãos no joelho e arriou a bunda, uma, duas, três… oitava, o cara segurou ela pela cintura e não deixou ela levantar…

Ela ficou se tremendo toda, pernas bambas, enfim o cara liberou a cintura dela, no ritmo da música, foi no cara do lado, e fez a mesma coisa, uma, duas, três sentadas… oito, nove e dez, o cara também a segurou pela cintura, ela tremendo e arfando, espuma na cara e no cabelo, camiseta semi transparente, short na mão, levantou, colocou o short e saiu rebolando….

Chegou no meu pai, falou algo no ouvido dele, sentou e foi beber uma cerveja… mais meia hora e fomos embora …. Reparei que ela andava se apoiando no meu pai, ele segurando ela pela cintura, falando que não deveria beber tanto .. mas, ela nem bebeu, pensei…

Subimos para os quartos, fui tomar um banho e eles não, ficaram por lá mesmo, ela suja de porra provavelmente, fizeram sexo… ela através das paredes podia ouvir, me chupa, chupa sua filhinha vai.. isto… vou gozar… enfia fode com sua língua, enfia bem fundo de mim…

Instantemente comecei a tocar uma punheta, quando tirei para fora, me lembrei do que aquela cara fez e puxei minha cueca, que não entrou na minha bunda, então com cada uma das mãos, puxei pela lateral colocando mais no meio e assim entrou, senti uma sensação estranha e prazerosa ao mesmo tempo, pau cresceu mais e assim comecei a me punhetar ..e pela 3 vez, senti o gosto da minha porra quando gozei, chupei minha mão e meus dedos, do jeito que eu estava fui tomar banho.. com um pensamento, será que sou viado?

Viajaremos no quarta de madrugada, e para aproveitar os últimos momentos, Karen e meu pai saíram sozinho, fiquei passeando por perto e tirando muita foto, quando olho para o lado, vejo Karen saindo de um hotel, acompanhada de 3 homens e meu pai logo depois … com uma câmera na mão e dando dinheiro para os 3, Karen sorrindo e feliz e meu pai, estranho, mas fez questão de dar um beijo na boca dela na frente daqueles homens, que a beijaram também.

Voltei à pousada, e aguardei o momento de ir embora, embarcamos e assim que chegou de manhã cedo fui ver a Lari.

Chegando na casa dela, estavam tomando café da manhã, muitas pessoas novas, inclusive uma mulata, grande, provavelmente sapatão, mas, bem gostosa, e ela tinha piercing nos mamilos, porque dava para ver pelo pano do biquíni.

Conversei com todos ali, alguns conhecidos como o do estacionamento que estava saindo quando eu estava entrando, algumas meninas novas e bonitas, inclusive uma estava usando um dos biquínis da Lari, mas, o que me chamou a atenção sem dúvida foi a que depois descobri o nome: Latoya ou Quiteria (nome verdadeiro).

Já na piscina, ficamos brincando de galo de briga, até às 17h, eu sempre perdendo para a Latoya, nós apostamos e eu perdia não importava quem ela carregava, as meninas já com os biquínis quase mostrando tudo, a que estava com o biquíni da Lari, Jéssica, expondo quase tudo, mas, como só tinham meninas e eu ali, estavam de boas, Lari não parecia estar com ciúmes… até que Latoya me deu um cuecão e eu fiquei assim, não conseguia me arrumar porque a Lari estava em cima de mim…

Novamente aquela sensação, pau cresceu.. buceta da Lari roçando no meu pescoço, segurei o gozo e cai para trás, saí da piscina e descarreguei no banheiro…

As meninas voltavam a brincadeira até a hora de irmos embora…

Vida continua…

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Comentários

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Mais uma vez no melhor acaba 🫩🫩,acho que a latoya pegou a lari bem facil.

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