Olá!
Eu sou o Marcelo. Eu namoro (praticamente casado) com Daniela. Eu, magro, 29 anos, 1,73 de altura, branco, cabelo loiro escuro, uso óculos (o que me confere uma cara meio nerd). Super tranquilo e com a cabeça cheia de perversões.
Daniela, 22 aninhos, rosto bonito, branca, 1,65 de altura, cabelo castanho liso/ondulado com mechas loiras, um corpo massivo, gostosa pra um caralho: coxas grossas, seios fartos, uma bunda grande, redonda, empinada e durinha. O tipo de mulher que eu penso: essa foi feita pro sexo. E não era só um corpo absurdamente gostoso, sabia usar muito bem, tive uma quantidade razoável de mulheres, poucas sabiam meter no mesmo nível. Em alguns aspectos, superava todas. É muito safada, mas tímida, sempre esperava uma motivação ou uma iniciativa para mostrar seu lado piranha.
Essa história se passa numa época em que estávamos morando numa cidade do interior de Minas Gerais, uma cidade muito pequena chamada Conceição do Pará. Era um lugar cercado por fazendas e vegetação. A maioria dos poucos moradores do lugar precisava ir para as cidades vizinhas ou para as fazendas trabalhar, pois ali quase não havia emprego.
Essa característica de cidade-dormitório acabou nos obrigando a pensar em várias alternativas pra ter uma renda, como tínhamos uma moto e Daniela gostava bastante de pilotar, resolveu que começaria a trabalhar com moto-táxi, já que o serviço era comum por ali e havia muita demanda pra levar o pessoal pra trabalhar.
Quando ela voltou do primeiro dia de trabalho me deu seu depoimento. Disse que valeu muito a pena, que no primeiro dia já tinha tido um bom retorno de grana, mas tinha uns poréns. Perguntei quais:
Daniela: –Ah, muito homem safado.
Eu: –Sério? Conte-me mais.
Daniela: –É, então. A grande maioria dos passageiros são homens, e eles aproveitam, né.
Eu: –Como exatamente.
Daniela: –Levei várias encoxadas na moto. Os macho não tão nem aí. Ainda mais nesse lugar que só tem homem chucro.
Eu: –Eita, mas teve algum mais descarado? Já perguntei, ficando excitado com a história.
Daniela: –Já vem você com seus pensamentos pervertidos. (risos)
Eu: –Ué, parece divertido. - Falei com um sorriso malicioso.
–Conta aí com mais detalhes.
Daniela: –Já que você insiste... - Disse com uma cara de putinha.
Daniela: –Não vou generalizar, alguns caras eram respeitosos e talz, mas tinha uns outros que putz… já subiam na moto me encoxando, o cara montava atrás de mim, eu já sentia aquela atoxada na minha bunda.
Eu: –Vamos combinar que, com uma raba desse tamanho, é até difícil não dar uma roçada, nem que seja sem querer.
Daniela: –É, tem isso. (risos) Então, tinha uns que não sabiam andar de garupa, daí seguravam na minha cintura e aproveitavam pra pressionar mais o corpo deles contra o meu. Sentia o pau deles duro roçando na minha bunda.
Eu: –E você gostou, né, vadia?
Daniela: –Ah, é gostosinho até.
Eu: –Mas é uma cadela mesmo.
Daniela: –Sou sim, do jeito que você gosta.
Nessa hora comecei a dar uns amassos na vadia, joguei ela de bruços na cama, arranquei de uma vez o short e calcinha que ela estava usando deixando-a somente com a blusinha. Saquei meu pau, me debruçando sobre ela, comecei a meter na buceta da minha putinha e mandei que continuasse a contar.
Daniela: –Não resistiu, né, safado… - Disse sob gemidos.
Eu: –Você sabe que eu adoro ver você sendo uma piranha.
Daniela: –Então, vai adorar saber que um dos passageiros me apertou com força e roçou seu pau enorme da minha raba, era bem grande e grosso, eu conseguia sentir perfeitamente aquele membro monstruoso pressionando minha bunda, louco pra me arromb….aahh….aahh…
Eu metia tudo até o talo na minha piranha enquanto ela reunia fôlego pra continuar..
Daniela: –E não foi só isso. Ele que estava segurando na minha cintura “disfarçadamente” foi subindo as mãos grosseiras e calejadas até minhas costelas pra sentir a parte de baixo dos meus peitões pesando e roçando nos dedos dele.
Eu: –Caralho, que safado!
Daniela: –Pensei que ele ia parar por aí, já estava ficando muito na cara a intenção dele, mas não, o tarado começou a acariciar meus peitos!!
Eu: –E você deixou, sua vadia?!
Daniela: –Eu estava pilotando, não tinha o que faz…aahh…aahh…de repente, estavam aquelas mãos rústicas cobrindo e apalpando meus peitos…aahh…ele já estava bastante à vontade, mas estávamos saindo da estrada e chegando na área onde ele trabalhava, era uma fazenda de cana, e como já tinha gente na rua, ele parou e tirou as mãos dos meus seios. Desceu da moto, pagou e foi trabalhar como se nada tivesse acontecido.
Mal minha namorada terminou enchi sua buceta de leite enquanto ela gemia alto, excitadíssimo com a história e só imaginando os causos que surgiram em decorrência desse trabalho que ela arrumou.
PS: vote, comente, dê sugestões, me ajude a melhorar! :)
