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Capítulo III – Muita rola no meu cu e da minha amiguinha

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Um conto erótico de Paola
Categoria: Grupal
Contém 3925 palavras
Data: 19/06/2026 01:14:14

Em uma quinta-feira à noite, minha mãe viajou a trabalho e só voltaria no domingo. A casa era toda nossa por três dias inteiros.

A Taty chegou logo depois do jantar, com uma mochila cheia de roupas e um sorrisinho que já entregava que o fim de semana ia ser divertido. Ela se organizou no meu quarto, tomou um banho rápido e nós duas pedimos pizza, comemos assistindo um filme qualquer no sofá.

Dormimos juntas, peladas, abraçadas, o plug médio ainda no meu cuzinho porque eu não quis tirar. Acordamos por volta das 6h da manhã, ainda com tempo de nos arrumar para a escola.

A Taty acordou primeiro. Sem dizer nada, puxou meu pijama pra baixo e começou a chupar minha buceta com vontade. Eu já acordei gemendo. Em poucos minutos ela já estava toda babada, lambendo meu grelo e enfiando a língua fundo.

— De quatro — mandou ela.

Obedeci na hora. Empinei a bunda e ela passou um creme gelado no meu cuzinho. Logo senti algo frio e grosso pressionando — era um pepino que ela tinha pegado da geladeira. Ela foi empurrando devagar, girando um pouco, até boa parte dele entrar no meu cu.

— Aiii… tá gelado… mas tá bom… — gemi, rebolando de leve contra o pepino.

Ela socou por uns minutos, me fazendo gemer cada vez mais, mas parou porque já eram quase 6h20 e tínhamos que ir pra escola.

Ainda com o pepino atolado no cu, me vesti: calcinha, saia, blusinha. Fui até a Taty e vi que ela estava socando uma banana relativamente grande no próprio cuzinho, gemendo baixinho.

— Me ajuda — pediu ela.

Eu brinquei com a banana no cu dela por um tempo, enquanto também mexia na bucetinha dela, que já estava babando e pedindo atenção. Depois tirei o pepino do meu cu e soquei ele na buceta da Taty, fodendo ela devagar enquanto ela gemia.

Ficamos ali até umas 6h40, quase perdendo a hora da escola. Antes de sairmos, a Taty me fez gozar rapidinho, esfregando meu grelo por cima da calcinha. Depois tirou a banana do próprio cu e enfiou toda no meu.

— Não tira essa banana do cu. Se der vontade de fazer cocô, você vai segurar, ouviu? — ordenou ela, com aquele tom dominante que me deixava molhada na hora.

— Sim… — respondi toda submissa.

Saí de casa com a calcinha toda gozada e grudando na buceta, e aquela banana grossa enterrada no meu cuzinho. No ônibus e na escola, cada vez que eu sentava, a banana pressionava mais fundo. Meu tesão foi crescendo a manhã toda. Meus bicos dos peitos ficaram rígidos, marcados na blusinha. Não prestei atenção em nenhuma aula, só sentia aquela banana se mexendo dentro de mim a cada movimento.

Fiquei das 7h até as 12h com ela dentro, louca de tesão.

Quando finalmente cheguei em casa, ouvi gemidos vindos da sala.

Fui até lá e me deparei com a Taty de quatro no sofá, socando um consolo grosso no próprio cu enquanto assistia um filme pornô na televisão.

Eu estava querendo gozar desde cedo. Corri pro quarto, peguei o consolo de 30 cm, nem tirei a banana do cu, só lubrifiquei o consolo com o mel da minha buceta e comecei a sentar.

Sentia meu cu sendo arrombado de verdade. Era grosso, longo, pesado. A Taty veio pra perto de mim, pegou o vibrador e socou na minha buceta enquanto eu quicava no consolo. Eu peguei o outro vibrador e fiz o mesmo com ela.

Ficamos assim uns 20 minutos. A Taty começou a gozar primeiro, melando todo o vibrador. Depois que ela gozou, se deitou no sofá ainda com o consolo no cu. Eu continuei com o vibrador na buceta por mais uns 15 minutos até gozar forte, tremendo inteira.

A Taty estava cochilando com o consolo ainda enterrado. Eu a chamei baixinho:

— Desde quando você tá com isso no cu?

— Desde umas 10h. Um professor faltou e eu saí mais cedo — respondeu ela, ainda de olhos semi-fechados.

Ela tinha passado mais de duas horas com o consolo de 30 cm no cu. Quando tirou, o cuzinho dela ficou piscando, bem aberto. Eu tomei aquilo como um convite e fui chupar.

— Olha seu cu como tá… todo arrombado! — disse sorrindo.

— Tá rindo por quê, sua piranha? Logo, logo o seu vai ficar assim também — respondeu ela, rindo.

Depois que chupei seu cu com vontade, ela pegou o plug grande e enfiou nele. Em seguida, pegou um consolo grande e me mandou deitar no chão, com a bunda pra cima apoiada no sofá. Encaixou aquele consolo na entrada do meu cu e começou a socar.

— Soca vai… arromba sua amiguinha… soca tudo nesse cuzão… vai sua puta… Aiii delícia… Aiii, quero pica no cu… vai… — gemia implorando pra ela me arrombar mais.

A Taty socava cada vez mais fundo e mais rápido. Depois de uns 20 minutos castigando meu cu, senti que ia gozar. Comecei a gozar e a gemer mais alto. A Taty tapou minha boca porque eu berrava de tesão. Depois dos espasmos, fiquei deitada de bunda pra cima com aquela tora ainda no cu.

Já eram 2h da tarde. A Taty foi pegar um lanche pra gente. Quando voltou, eu ainda estava de bunda pra cima. Ela trouxe dois sanduíches com salame cortado e dois copos de leite. Lembrei que a banana ainda estava dentro do meu cu.

— Me dá esses copos aqui — pedi.

Bebi todo o leite, coloquei o copo no chão, tirei o consolo e comecei a fazer força para a banana sair. Ela saiu toda mole, amassada pelo consolo. Depois enfiei um plug maior no lugar.

Comemos os sanduíches com a banana amassada, e ficamos as duas com plugs no cu o resto do dia.

À noite, por volta das 22h, fui tomar banho. Tomei banho, me sequei e enfiei um plug novamente. Adormeci peladinha, com ele atolado no meu cuzinho.

No dia seguinte, sábado, acordei por volta das 9h. Estava completamente pelada, o corpo ainda marcado do dia anterior, o cuzinho latejando de leve. Aproveitei que estava sozinha no quarto e fui metendo a mão na minha buceta, brincando um pouco com o grelo inchado, mas não cheguei a gozar — queria guardar tesão para o que viria.

Me levantei, tirei o plug do meu cu com cuidado e fui ao banheiro esvaziar e lavar meu reto. Fiz a lavagem anal com calma até a água sair limpinha. Depois tomei um banho quente, me sequei e desci pelada mesmo pela casa, sabendo que só minha putinha estaria por lá.

A Taty estava sentada no sofá, também completamente pelada, assistindo um filme.

— Ué, combinamos de ficar peladinhas? — disse ela, sorrindo ao me ver.

Eu fui até ela, segurei seu rosto e dei um beijo longo e babado. Nossas línguas se enrolaram, a saliva escorrendo pelos cantos da boca e caindo nos peitos dela.

— Olha o que você fez… limpa meus peitos agora — mandou ela, com aquela voz dominante que me deixava molhada na hora.

Eu obedeci imediatamente. Lambi e chupei seus peitos, limpando a baba, depois continuei chupando os bicos com vontade, fazendo eles ficarem durinhos na minha boca. Quando olhei pra baixo, vi que ela estava com algo enorme no cu.

— O que tem nesse buraco negro, hein? — perguntei, curiosa.

Ela foi se levantando devagar e, pouco a pouco, revelou os 30 cm de um dos nossos consolos novos. Ela tinha enfiado ele todo dentro do cu, só ficando a base para fora, parecendo as bolas de um pau de verdade.

— Pronto… já ficou tempo demais fora da casinha — disse ela sorrindo, safada.

Depois de dizer isso, ela voltou a sentar no consolo até o talo, gemendo baixinho. Vendo aquilo, resolvi que iria fazer o mesmo. Fui até o quarto, peguei o outro consolo de 30 cm, desci para a sala, lubrifiquei bem e comecei a sentar devagar.

Parecia que não tinha mais fim. Eu sentia ele batendo fundo, quase no estômago. Quando finalmente sentei até o talo, um tesão absurdo tomou conta de mim. Comecei a quicar no consolo, subindo e descendo, rebolando no sofá.

A Taty, pelo jeito, já tinha gozado antes, porque ela só ficou lá sentada, me olhando com os olhos brilhando.

Depois de uns 20 minutos quicando sem parar, eu comecei a gozar forte, tremendo toda, gemendo alto enquanto o consolo me rasgava por dentro.

Ficamos um tempinho assistindo ao filme e conversando baixinho, ainda com os consolos enterrados nos cus. Depois eu me vesti: coloquei um top, uma calcinha fio-dental e um short curto só para segurar o plug que troquei pelo consolo.

— Mais tarde vai vir um pessoal pra cá e vamos gozar igual duas cadelas — comentou a Taty, com um sorrisinho excitado.

Meu sorriso foi de orelha a orelha. Fazia tempo que eu não sentia um pau de verdade me fodendo, e eu estava muito ansiosa.

Antes deles chegarem, fomos nos arrumar direito. A Taty vestiu uma meia-calça fina, uma calcinha de renda por baixo, um top justo e um shortinho. Eu coloquei uma camisa branca transparente que deixava minha barriga de fora, uma calcinha fio-dental, só para segurar o plug no meu cuzinho e uma sainha curta.

Por volta das 15h a campainha tocou.

A Taty foi atender e eu fiquei na sala, nervosa e excitada.

Ouvi a Taty gemendo logo na porta. Quando fui ver o que estava acontecendo, encontrei quatro caras do time de futebol da escola (outro turno) já bolinando ela: dois apertando os peitos por cima da camisa, outro enfiando a mão por dentro da calcinha dela, tocando sua bucetinha molhada.

Eles eram bonitos, atléticos, porte médio-alto, todos com aquele ar de quem sabia o que estava fazendo. A Taty tinha me garantido que eram de confiança e que já tinham brincado com ela antes.

Eles me viram e sorriram. Um deles se aproximou, segurou minha cintura e falou baixo:

— Caralho, não sabia que tu era tão puta… vai ser uma delícia te foder hoje.

Outro deu um tapa forte na minha bunda e completou:

— Que rabão gostoso…

Fiquei com um pouco de vergonha no começo, mas o tesão falou mais alto. Eles eram conhecidos de vista da educação física, e saber que a Taty já tinha ficado com eles me deixava mais à vontade.

Logo fiquei soltinha. Um deles levantou minha saia e colocou minha calcinha pro lado, e começou a brincar com minha bucetinha, passando os dedos entre os lábios melados. Outro levantou minha camisa transparente e começou a chupar meus peitos, mordendo os bicos com vontade.

Eles tiraram a roupa e eu pude ver as quatro rolas: todas grandes, grossas, veias saltadas, cabeças brilhando. Meu coração acelerou.

Eles nos pegaram pelos cabelos e colocaram aquelas toras nas nossas bocas. Eu me engasgava a cada bombada, baba escorrendo pelo queixo, mas não parava de chupar. Depois de deixarmos os paus totalmente duros e babados, eles nos viraram de quatro.

Um se deitou embaixo de mim e começou a chupar minha buceta, que já estava encharcada. Outro ficou atrás, tirou meu plug devagar e começou a chupar meu cuzinho, enfiando a língua fundo.

— Essas aqui tão prontinhas pra levar rola no cu — disse um deles, brincando com o plug da Taty.

Eles nos chuparam por uns bons minutos, línguas trabalhando na buceta e no cu ao mesmo tempo. Eu delirava, gemendo alto:

— Aiii… que delícia… as línguas nos dois buracos…

Não aguentei e gozei gostoso na boca do cara que chupava minha buceta, o corpo tremendo.

— Bora foder elas juntas, essas putas tão prontinhas — sugeriu um deles.

A Taty pegou o pote de lubrificante na mesa e entregou pra eles. Logo o que estava embaixo de mim socou aquela pica dura na minha buceta encharcada, e o que estava atrás enfiou no meu cu. Os mesmos fizeram com a Taty.

Começou a dupla penetração deliciosa.

O prazer foi imediato e avassalador. Quando um pau entrava fundo no meu cu, o outro saía da buceta, e vice-versa. Eles sincronizaram os movimentos e me foderam com força.

— Ahhhhhh… ohhhhhh… meteeee… meteee… soca tudo nesse cu… meteeeeee… bem fundoooo…! — gemia eu, quase sem voz.

A Taty gemia do meu lado, no mesmo ritmo. Enquanto éramos fodidas, ela segurou minha nuca, puxou meu rosto e me deu um beijo quente e babado. Nossas línguas se enrolavam molhadas, saliva escorrendo pelos cantos da boca, abafando os gemidos altos que escapavam toda vez que os paus socavam fundo.

Eles metiam com vontade, sem dó, os quadris batendo forte contra nossas bundas. Meu corpo balançava violentamente entre os dois paus — um entrando fundo no cu, esticando meu anel até arder, o outro saindo da buceta melada, só pra inverter o ritmo no segundo seguinte. Meus peitos sacudiam soltos a cada estocada. Os sons daquela sala eram uma delícia: pele contra pele molhada, o ploc-ploc-ploc ritmado, nossos gemidos abafados pelo beijo, com o cheiro forte de suor, buceta e porra enchendo a sala.

Eu já tinha perdido as contas de quantas vezes gozei só naquela posição. Cada orgasmo vinha mais intenso que o anterior, com o cu apertando um pau, a buceta contraindo no outro, o corpo inteiro tremendo e o mel escorrendo da minha buceta pelas coxas.

A sensação de fazer a primeira DP era incrível. Os dois paus se moviam dentro de mim como se quisessem se encontrar no meio, pressionando forte contra a parede fina que separava meu cu da buceta. Cada estocada fazia meu corpo inteiro balançar, meu cu ardia de tão esticado, a buceta pulsando e esguichando mel a cada vez que o pau batia fundo. Eu me sentia completamente cheia, dominada, usada… e tava adorando cada segundo.

— Mais forte… me fode como uma vadia… quero sentir os dois paus se batendo lá dentro… ai meu Deus… tô gozando de novo… ahhhhh!

Ficamos mais de meia hora de levando pau, então eles pararam de repente, com os paus enterrados até o talo, respirando pesado pra não gozar logo. Os que estavam nas nossas bucetas, gozaram, enchendo nossas bucetinhas de leite quente e saíram devagar, com as rolas brilhando de mel e porra, e foram pra cozinha pegar algo pra beber e recuperar o fôlego.

Os que estavam nos nossos cus nos colocaram de quatro no sofá, com bundas bem empinadas, e comecaram a socar em nossas bucetas, agora ainda mais rápido, mais fundo e forte.

Eu gemia feito uma cadela no cio, sem conseguir me controlar:

— Aiii… caralho… tá me rasgando toda… ahhh… meteee mais fundo… tá arrombando minha bucetinha… não para… soca tudo… ahhhhh!

Eles metiam com força, fazendo nossos peitos balançarem. Depois de mais uns 15 minutos socando, eles gozaram dentro das nossas bucetas (usávamos anticoncepcional, então a gente não se importava deles gozarem dentro de nossas bucetas). Ficaram com os paus dentro até amolecerem, depois tiraram e enfiaram os consolos em nossos cuzinhos, deixando eles bem preenchidos. Ficamos nessa posição aguardando os meninos voltarem da cozinha.

— Nossa… eu tô adorando, perdi as contas de quantas vezes gozei — disse.

— Minha bucetinha tá toda encharcada querendo mais — disse a Taty.

Os caras que estavam na cozinha voltaram com as picas já duras de novo.

— Caralho, que visão linda — disse um deles quando nos viu toda empinada com um pau de borracha no cu.

Eles se aproximaram de nós e começar alisar nossas bunda e brincar com o consolo, tirando e colocando de volta.

— Porra, essas putinhas são muito arrombadas… O cu delas nem fecha direito — comentou um deles, rindo, quando puxou o consolo do meu cu e viu o buraco vermelho e aberto, ainda pulsando, lutando pra se fechar.

Depois de brincar com o consolo, eles decidiram nos judiar, e começaram espancar nossas bundas, davam cada tapa e chineladas nas nossas bundas, gritávamos e eles batiam ainda mais forte. Ficaram uns 5 minutos só dando tapas em nossas rabas, elas estavam vermelhas e doloridas.

Meu cu latejava, pulsando em volta do consolo, minha buceta estava inchada e melada, escorrendo um fiozinho de porra e mel de buceta pela coxa. Eu nunca imaginei, mas estava adorando ser tratada daquela forma.

— Vamos brincar com essas putinhas — disse um deles, pegando um pote de pregadores de roupa que tinham achado na dispensa.

Eles mandaram ficar de joelhos no sofá e colocaram os pregadores nos nossos bicos dos peitos. Doeu pra caralho no começo, uma ardência forte que subia até a garganta, mas logo misturou com o tesão. Meus bicos ficaram roxos, latejando, e cada movimento fazia eles puxarem a pele.

Um deles sentou no sofá, com o pau duro e brilhando de lubrificante, e me mandou tirar o consolo. Eu obedeci, sentindo meu cu piscar aberto, vazio e guloso. Ele me puxou pelo quadril e mandou eu sentar de costas pra ele. Desci devagar, alinhando a cabeça grossa na entrada do meu cuzinho ainda arrombado, e fui sentando até engolir tudo. Soltei um gemido longo quando senti o pau dele me preenchendo novamente, quente, latejante, bem fundo.

— Isso… senta tudo no meu pau, sua vadia — disse ele, segurando minha cintura.

Mal me acomodei, o outro cara se posicionou na minha frente, abriu minhas pernas e enfiou o pau grosso na minha buceta melada de uma vez só.

A dupla penetração recomeçou. Eu gemia, sem controle, o corpo balançando entre os dois machos:

— Aiii caralho… dois paus ao mesmo tempo... tá me rasgando toda… ahhh… meteee mais fundo… fode meu buracos!

Cada estocada fazia meu corpo inteiro tremer. O pau no cu esticava meu anel ao limite, ardendo gostoso, enquanto o da buceta batia fundo, roçando contra o outro através da parede fina. Eu me sentia completamente cheia, esticada, dominada… e adorando cada segundo daquela sensação insana de estar sendo usada nos dois buracos ao mesmo tempo.

— Ahhhhhh… ohhhhhh… meteeee… soca tudo nesse cu… meteeeeee… bem fundoooo…! — gemi, a voz rouca, quase sem ar.

Eles metiam com força, sem dó, nossos corpos balançando violentamente. Os pregadores nos peitos puxavam a cada estocada, aumentando a dor e o prazer. A Taty gemia do meu lado, no mesmo ritmo, sendo fodida por dois caras também.

Eles não paravam. Os pregadores eram apertados e soltos, aumentando a dor nos bicos. Eu delirava, gozando sem parar, com meu corpo tremendo.

Depois de mais quase uma horas fodendo, eles anunciaram que iam gozar de novo. Ficamos de quatro no sofá, e um de cada vez encheu nossos cuzinhos, de porra quente, jato atrás de jato. Quando tiraram os paus, pedimos pra colocaram os plugs para segurar a porra lá dentro.

Nós duas estávamos destruídas, nossas bundas estavam vermelhas, peitos marcados e os buracos arrombados. Mas ainda tínhamos um sorrisinho safado no rosto.

Os caras se afastaram um pouco pra beber água e recuperar o fôlego.

Eu olhei pra Taty, ofegante, e sussurrei:

— Eu adorei… perdi as contas de quantas vezes gozei…

Ela sorriu, com o rosto melado:

— Minha bucetinha tá toda melada de porra…

Depois de quase duas horas sendo fodidas, estávamos completamente destruídas. Os caras foram embora logo em seguida, deixando a sala em completo caos, com cheiro forte de sexo, porra escorrendo pelo sofá e pelo chão, nossos corpos suados, vermelhos e marcados de tapas.

Eu e a Taty mal conseguíamos nos mexer. Caímos no tapete da sala, abraçadas, peladas e exaustas. Os plugs continuavam bem enfiados nos nossos cus, segurando toda a porra que eles tinham jorrado dentro de nós. Não demorou muito e acabamos cochilando ali mesmo, grudadas uma na outra, respirando pesado.

Acordei algum tempo depois, ainda com o corpo dolorido. Olhei pra Taty dormindo ao meu lado levantei devagar, me posicionei em pé sobre ela e abri bem minha bunda com as mãos. Fui me acocorando até encaixar meu cuzinho bem em cima da boca dela.

Sem acordá-la de vez, tirei o plug e comecei a fazer força. A porra grossa e quente que estava guardada no meu cu começou a escorrer direto na boca da Taty. Ela acordou assustada, mas logo segurou minha bunda com as duas mãos e colou a boca no meu cuzinho, chupando com vontade, sugando tudo que saía.

— Ainnn… bebe tudo… toma o leitinho que eles deixaram no meu cu… — gemi baixinho, rebolando de leve contra a boca dela.

A Taty lambeu e sugou meu cuzinho até não sobrar mais uma gota, a língua entrando fundo, limpando tudo. Quando terminou, os lábios dela estavam melados de porra.

— Nossa… não existe coisa mais gostosa que beber porra direto do teu cu arrombado — disse ela, lambendo os lábios, ainda com o gosto na boca.

Depois foi a vez dela. A Taty se posicionou em pé sobre mim, abriu a bunda, tirou o plug e se acocorou sobre minha boca. Eu abri bem e ela fez força. A porra quente escorreu direto na minha língua. Eu chupei seu cuzinho com fome, enfiando a língua fundo, sugando até a última gota, engolindo tudo enquanto ela gemia baixinho.

Quando terminamos, estávamos meladas, sujas e ainda com muito tesão.

A Taty me olhou, olhos brilhando:

— Fica de quatro e abre esse cu pra mim… quero testar uma coisa.

Eu obedeci na hora. Fiquei de quatro, apoiei o rosto no chão e abri minha bunda com as mãos. A Taty pegou o lubrificante, passou bastante na mão e no antebraço, e se aproximou.

Começou enfiando os dedos devagar. Um, dois, três, quatro… Depois dobrou o polegar e foi forçando. Senti uma pressão enorme, meu anel se esticando ao máximo. Doeu, ardeu, mas eu respirei fundo e relaxei. De repente, a mão dela escorregou pra dentro, até o pulso.

— Tatyyyy… ahhh… meu cu engoliu tua mão… — gemi, com o corpo tremendo.

— Que delícia… é tão quente aqui dentro… — murmurou ela, mexendo devagar.

Ela passou mais lubrificante no antebraço e começou a penetrar mais fundo, fazendo um vai e vem lento no começo, depois mais rápido. Eu levei os dedos ao meu grelo e comecei a me masturbar, gemendo alto:

— Ainnn… tá toda dentro… soca mais… ahhh… meu cu tá todo arrombado…

A Taty socava gostoso, tirando quase tudo e enfiando de novo, deixando meu buraco cada vez mais aberto. Eu delirava, gemendo sem parar, até que o orgasmo veio forte:

— Eu não vou aguentar… vou gozaaaaar… ahhhhh!

Gozei tremendo toda, o cu apertando a mão dela em espasmos, mel esguichando da buceta. Enquanto eu gozava, a Taty ainda mexia a mão lá dentro, prolongando o prazer.

— Isso, vagabunda… goza e morde minha mão com esse cu guloso…

Quando me acalmei, ela tirou a mão devagar. Meu cuzinho ficou bem aberto, vermelho, piscando sem conseguir fechar. A Taty pegou o celular e gravou um vídeo rápido, depois me mostrou.

— Olha só… tá lindo… todo arrombado pra mim.

Eu sorri, exausta e feliz.

— Foi incrível… eu amei sentir tua mão dentro de mim.

Depois foi a minha vez de fazer nela. A Taty ficou de quatro, empinou a bunda e eu lubrifiquei bem minha mão. O cu dela já estava bem mais arrombado que o meu, então deslizou mais fácil. Enfiei até o pulso e comecei a socar devagar, depois mais rápido, enquanto ela gemia como uma cadela:

— Caralho… que delícia… soca mais fundo… ahhh… quero gozar com tua mão no meu cu…

Ela gozou forte, o cu apertando minha mão, o corpo tremendo. Eu tirei devagar e chupei o cuzinho aberto dela, lambendo tudo.

Ficamos um tempinho deitadas no chão, nos beijando e acariciando, os corpos suados e os buracos latejando.

Depois daquele dia, fazer fisting anal virou algo recorrente entre nós. Era uma sensação viciante — sentir a mão quente e profunda da Taty dentro de mim, e depois colocar a minha mão dentro dela. Minha buceta ficava encharcada só de pensar.

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