Hoje irei contar algo que ocorreu em 2025 no aniversário da minha atual sogra e que esse ano, na mesma época me lembro com muito tesao.
Minha sogra faz aniversário no dia 21 de maio e no ano passado ela fez 58 anos, porém esse dia caiu no meio de semana e eu e a minha atual namorada marcamos de ir na casa da mãe dela no final de semana.
A minha sogra se chama Vera e mora em outra cidade do interior, a três horas da cidade onde eu e a minha namorada estamos. A minha atual por sua vez mora sozinha por conta dos estudos e trabalho.
Chegou o final de semana, passei no apartamento da minha namorada às 5h da manhã conforme combinado e chegamos na mãe dela às 08h30.
Vera é uma mulher de 1,70, branca, 90 quilos, cabelos pintados de loiro e curtos chegando no ombro, peitos grandes com pintinhas por cima e uma bunda grande também.
É gostosa apesar de estar acima do peso, mas o que sempre me chamou a atenção foram seus pés 36, branquinhos, sempre bem cuidados, largos, panturrilhas grossas, com unhas pintadas sempre em tons claros e dedos em escadinha.
Seus calçados em sua grande maioria sempre bateu com as minhas preferências e isso sempre me deixou mais louco ainda, além do chulé que sempre dominava o ambiente ao ponto das pessoas ao redor reclamarem, mas eu adorava.
Quando chegamos em sua casa, Vera estava toda largada, vestindo uma blusa de frio colorida larga, calça larga na cor beje, meias grossas e surradas nos pés e chinelo; além do cabelo bagunçado e cara de sono.
O humor não estava dos melhores ao ponto de eu não gostar de como ela estava me tratando no começo, mas depois as coisas foram voltando ao normal, principalmente depois de abrir o presente de alto valor que dei para ela.
Tomamos o café da manhã e à tarde, depois do almoço, fomos ao centro da cidade onde andamos bastante; posteriormente fomos ao shopping onde paguei uma massagem de 30 minutos para ela naquelas poltronas automáticas e voltamos só no finalzinho da tarde, já escurecendo.
Minha sogra tinha se arrumado um pouco para sair, arrumou o cabelo, colocou uma blusa de frio manga comprida preta, calça legging preta, meias brancas e um tênis preto com o solado branco; nas laterais detalhes em rosa.
Jantamos um beirute gigante e ficamos todos assistindo televisão na sala.
Quando a Vera decidiu colocar uma série a minha namorada não estava aguentando de sono e subiu para dormir no quarto de visitas e o meu sogro depois de dois episódios pegou no sono na poltrona.
A minha sogra ainda estava de tênis e eu comentei:
- A senhora andou bastante hoje, deve estar com os pés doendo, porque não tira o tênis?
- Ah querido, você sabe que se eu tirar o chulé vai estar insuportável, justamente porque andamos muito; depois eu coloco eles pra cima na cama.
- Imagina Vera, você acha que tenho nojo de você? Pode tirar, eu ainda lhe dou uma massagem neles se quiser.
- Sério?
- Sério? Porque não?
Minha sogra pensou um pouco, mas logo tirou o tênis com os pés e me entregou eles com as meias mesmo, encostando eles na minha perna esquerda.
O sofá da casa é grande, de quatro lugares, então ela ficou deitada de lado com a sola dos pés virada pra mim.
O chulé não estava insuportável, mas tomou conta do ambiente bem rápido e ela fingiu não sentir, principalmente quando comecei a massagem.
Depois de mais um episódio o meu sogro acordou engasgado com o próprio ronco e nos assustou.
Ele levantou sonolento e nem olhou para nós, começou a subir a escada dizendo que ia dormir, chamando a minha sogra pra ir junto.
Dona Vera estava presa na série e não queria parar de assistir e respondeu que logo iria.
Desliguei a luz da sala no interruptor ao meu lado e continuamos assistindo a série enquanto eu massageava os pés dela.
Minha tora já estava dura só de sentir o cheiro, levantei um pouco as pernas dela e me aproximei um pouco, ao ponto dos pés dela ficarem próximos ao meu pau.
Depois de um tempo massageando os pés dela, comecei a retirar as suas meias e tive que me segurar para não gozar, pois quando terminei de tirar ela ficou por um tempo abrindo e fechando os dedos.
Imaginem aquelas solas gostosas e com chulé viradas pra mim, bem próximas ao meu pau abrindo e fechando… fui ao delírio.
Continuei a massagem e depois de um tempo peguei as suas meias e comecei a cheirar, perdi a noção do tempo até escutar:
- Fernando, o que você está fazendo?
Meu coração foi parar na garganta, olhei para a minha sogra e lá estava ela me olhando com cara de incrédula de ter visto eu cheirando profundamente suas meias.
- Você está bem? Porque está cheirando as minhas meias?
- Desculpa Vera, você disse que estaria com um chulé insuportável, porém eu não estava sentindo, eu só estava verificando se eu estava com algum problema.
- Não vai me dizer que está com sintomas de Covid menino.
- Não! Estou não, é esse meu nariz que só tem tamanho, só serve para ficar tampado.
Larguei as meias dela ao meu lado e continuei a massagem como se nada tivesse acontecido enquanto ela me encarava por um tempo desconfiada; percebi que ela ficou um tempo vendo o meu pau duro que fazia uma marca em meu shorts jeans e tentou puxar de leve os pés, mas eu segurei eles e continuei massageando.
Passado um tempo comecei a revezar a massagem nos pés dela; o primeiro pé eu larguei bem em cima do meu pau e ela não fez nada.
Quando fui revezar novamente, o segundo pé larguei em cima do meu pau e comecei a pulsar ele de propósito e ela puxou e colocou sobre a minha perna.
Novamente no revezamento larguei o pé dela por cima do meu pau e dessa vez eu dei uma pressionada, ela puxou pro sofá se encolhendo e quando fui revezar novamente ela puxou antes mesmo que eu fizesse qualquer coisa.
Ela ficou encolhida no sofá, com as solas dos pés encostadas na minha perna esquerda.
Ficamos um tempo assim e eu comecei a fazer uma massagem por cima dos pés dela, daquele jeito mesmo e quando fui puxar eles novamente pra mim, ela disse:
- Querido, acho que tá bom… a massagem foi ótima.
- Jura dona Vera? Poxa eu estava gostando, seus pés são macios, bem cuidados e estou adorando fazer massagem neles enquanto assistimos a série.
Minha sogra ficou envergonhada com a situação e respondeu:
- Mas e o meu chulé? Não é possível que você não está sentindo, eu mesma estou quase levantando e indo lavar os pés.
- Estou sentindo sim, meu nariz desentupiu, mas é como eu disse, não tenho nojo de você, está gostoso… me devolve seus pés pra eu continuar a massagem.
Vera ficou em silêncio me olhando de forma confusa, até que me avisou que ficaria de bruços, para eu me afastar porque estava muito próximo a ela.
Porém usei da malícia e enquanto ela se ajeitava, continuei na mesma distância para que os pés dela continuassem próximos ao meu pau.
Agora eu estava no paraíso, aquelas solas gostosas exalando chulé viradas pra cima bem próximos a minha tora que queria rasgar o shorts.
Comecei uma massagem bem caprichada nas duas solas e depois coloquei os pés dela em cima do meu pau e comecei a pressionar as solas na massagem, isso fez ela levantar um dos pés e eu foquei a massagem somente nele e depois eu mesmo levantei o outro e foquei a massagem neste último.
Aproveitei os dois pés levantados para baixar meu shorts e ficar só de cueca branca no sofá.
Peguei os seus dois pés e baixei, um de cada lado do meu pau e comecei a fazer uma massagem forte; nesse momento o meu pau estava sendo pressionado por um “sanduíche” e o tesao tomou conta de mim, me deixando louco.
Ela levantou os pés novamente, só que dessa vez de forma brusca e sem pensar eu segurei eles e comecei a cheirar profundamente, não deu tempo de qualquer reação por parte dela.
Nesse momento a série ficou pausada em uma tela que perguntava se ainda tinha alguém assistindo, deixando a sala um ambiente silencioso, exceto pelo barulho das minhas cheiradas que eu não fazia questão de esconder enquanto ela escutava tudo paralisada com a situação.
Cheirei muito e depois de um tempo coloquei eles na boca e comecei a lamber com gosto; a minha sogra tentou puxar, mas eu não deixei e a respiração dela começou a ficar ofegante, além de eu notar as veias dos pés dela começarem a inchar, provavelmente a pressão aumentando por conta da adrenalina.
Enquanto eu chupava seus pés, aproveitei para baixar a cueca e o meu pau saltou duro igual uma pedra; não demorou muito para eu baixar os pés dela, um de cada lado, abraçando a tora para um delicioso solejob.
Segurando pelos calcanhar e pelo peitos do pés, comecei o movimento e quando deu a primeira subida ela travou aquelas belezuras chulezentas bem na cabeça do meu pau, fazendo uma pressão.
Ela estava com o tronco virado, me olhando assustada, me perguntando em voz elevada que putaria era aquela? Se eu não respeitava ela.
Lógico que fiquei com medo de toda aquela situação acordar alguém, mas me mantive calmo e simplesmente fiz: Shhhhiiii com um dos dedos da minha mão na boca.
Voltei a fazer os movimentos e ela ficou travada olhando com os olhos arregalados enquanto seus belos pezinhos subiam e desciam no meu pau.
- Você já masturbou alguém com seus pezinhos dona Vera?
Ela respondeu assustada com um “não”.
- Então hoje você vai aprender a tirar leite de macho com os pés.
Parei os movimentos com os pés dela suspensos, mas ainda abraçando o meu pau e comecei a mover meu quadril, fodendo literalmente os chulezinhos dela.
Ela ainda travada, olhando tudo assustada e eu fodendo os pezinhos dela, olhando para ela, com muito tesão.
Vera voltou a olhar para frente e eu comecei a movimentar os pés dela no meu pau em um delicioso Solejob.
Chegou uma hora que minha sogra disse para si mesma “não acredito que estou fazendo isso” e eu escutei e aumentei o ritmo.
Ela simplesmente enfiou a cara no sofá enquanto eu fazia questão de fazer o barulho dos pés dela batendo na minha virilha “ploc, ploc, ploc” e com muito tesao olhando aquela cena toda, o corpo dela balançando com os movimentos firmes que eu conduzia em seus pezinhos.
Quando eu ia gozar eu chegava a parar ou mantinha um ritmo lento, pegava uma meia dela e cheirava profundamente e fazia de propósito para ela escutar o barulho e saber tudo o que eu estava fazendo.
Depois eu ia aumentando o ritmo de forma firme até fazer barulho novamente.
As vezes eu parava os pés dela e fodia eles movimentando meus quadris.
Fiquei fazendo tudo isso por muito tempo, tanto que a série já tinha saído da TV por “ausência” e ficou em um papel de parede meio azulado.
Comentei baixinho:
- Aaa Dona Vera, você vai fazer seu genro muito feliz hoje, vou gozar tanto nos seus pés.
Ela levantou a cabeça rapidamente, ainda olhando pra frente e com as mãos pra cima disse:
- Não! Isso não! Vai no banheiro, sei lá, dá seu jeito.
Enquanto ela virou a cabeça e começou a me olhar pelos ombros, eu disse:
- Você é muito boazinha sogrinha, me entregando esses pezinhos que tanto desejei desde o começo. Não vou perder a oportunidade de gozar neles certo?
Falei isso olhando pra ela enquanto fazia o movimento com os pés dela, de forma meio lenta, porém firme.
A vontade de gozar veio e me levantei, prendi os pés dela no sofá com uma mão pelos tornozelos, mantendo as solas juntinhas e com a outra mão me masturbava com o pau apontado para as solas dela.
Minha sogra vendo a situação olhou para frente com as mãos tampando o rosto e só seu tempo dela falar “aiii” com um tom de nojinho que eu comecei a jorrar porra nas solas dela.
Esqueci completamente onde eu estava, urrava alto a cada jatada e até falei “isso, issooo” no meio das urradas.
As primeiras jatadas mais pastosas eu mirei nos calcanhares dela e vi meu gozo escorrendo lentamente pelas solas e depois ao perceber que alguns jatos com mais pressão saíram voando e acertaram as batatas das pernas dela com legging , mirei mais no centro das solas dela e nesse momento já estava saindo jatos mais líquidos.
O mais pastoso ficou acumulado nos dedos dela e o menos viscoso passou entre os dedos e começou a molhar o sofá.
Me afastei e fiquei um tempo observando a obra de arte, as solas da Vera brilhando com minha porra e a legging preta com jatos branco nas batatas das pernas; enquanto ela paralisada com a cara enterrada nas mãos.
Ela levantou as pernas, com as solas viradas pra cima e separadas e ficou assim uns dois minutos e depois tomou coragem de sentar no sofá.
Me certifiquei que ela viu meu pau meia bomba e coloquei a minha cueca e meu shorts novamente na frente dela, como se nada tivesse acontecido.
- Muito obrigado, você foi sensacional hoje. Tenha uma boa noite, até amanhã.
Disse isso subindo as escadas enquanto ela estava com cara de tentando processar tudo o que ocorreu.
Ao subir as escadas dei de cara com o quarto do meu sogro aberto e com ele deitado na cama de barriga para cima, roncando bastante.
No quarto de visitas que estava com a porta fechada, a minha namorada estava dormindo pesadamente e coberta.
No dia seguinte a minha sogra colocou a mesa do café da manhã e agimos normalmente.
Ela estava com a mesma roupa do dia anterior, porém reparei o seu cabelo bagunçado, caracterizando que acabou de acordar e os pés estavam com o tênis, porém sem meias.
Será que ela dormiu na sala? Pensei comigo.
O dia ocorreu normalmente, almoçamos todos juntos, tomamos café da tarde e depois eu e a minha namorada voltamos para a nossa cidade.