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Capítulo II - Arrombando meu cuzinho

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Um conto erótico de Paola
Categoria: Lésbicas
Contém 3798 palavras
Data: 18/06/2026 19:56:00

Depois que a Taty foi embora, fiquei deitada na cama por um bom tempo, olhando para o teto, o corpo ainda quente e sensível. Meu grelo latejava de leve, minha buceta ainda melada, mas o que mais chamava atenção era a sensação no meu cuzinho.

O plug que ela tinha deixado comigo continuava ali, bem acomodado. Eu o sentia toda vez que mexia as pernas, era uma pressão constante, cheia, estranha… mas incrivelmente gostosa.

Sempre achei que sexo anal fosse algo ruim, que doía muito, que só servia pra agradar macho. Mas com a Taty tinha sido completamente diferente. A língua dela no meu cu, o dedo entrando devagar, o plug sendo colocado com carinho… eu tinha gozado de um jeito que nunca tinha sentido antes.

Peguei um outro plug que a Taty tinha deixado na mesinha de cabeceira e fiquei observando-o na mão, era um pouco maior daquele no meu cu. Era rosa, com a base em formato de coração. Sorri sozinha, ainda um pouco envergonhada.

“Eu quero mais disso”, pensei.

Levei o plug até a boca, lambi devagar, deixei ele bem babado com minha saliva e me virei de lado. Empinei um pouco a bunda, relaxei o anel, tirei o plug que estava no meu cu e fui empurrando devagar o novo plug. Ele entrou sem tanta dificuldade. Quando a base encostou, soltei um gemidinho manhoso.

Passei o resto do dia com ele. Cada movimento — andar pela casa, sentar no sofá, deitar na cama — fazia o plug pressionar lá dentro e mandava uma onda de tesão direto pro meu grelo. Fiquei várias vezes trancada no quarto, de pernas abertas, me masturbando enquanto socava o plug devagar no cuzinho.

Perdi as contas de quantas vezes gozei naquele dia. Na última, eu estava de quatro na cama, uma mão no grelo e a outra empurrando o plug pra dentro e pra fora. O orgasmo foi tão forte que eu tremi inteira, gemendo abafado no travesseiro, e acabei adormecendo peladinha, com o plug ainda atolado no meu cu.

Quando acordei no dia seguinte, a primeira coisa que senti foi o plug ainda bem acomodado no meu cuzinho. Ele tinha passado a noite toda lá e agora pressionava gostoso toda vez que eu mexia as pernas. Meu grelo estava sensível, minha bucetinha já começava a babar só de lembrar do que tinha acontecido com a Taty.

Sorri sozinha, sentindo aquela mistura gostosa de vergonha e tesão.

“Se ela consegue ir pra escola com plug… eu também consigo.”

Tirei o plug com cuidado para fazer minhas necessidades. Ele saiu um pouquinho sujo. Pesquisei rápido no celular como fazer uma ducha anal, enchi uma seringa com água morna e fiz o procedimento com calma até a água sair limpinha. Depois lubrifiquei o plug novamente, empinei a bunda no espelho do banheiro e encaixei ele de volta, sentindo o anel se abrir e engolir tudo até a base.

— Humm… tá dentro de novo… — sussurrei, mordendo o lábio.

Coloquei a roupa da escola (saia plissada azul, blusinha branca), peguei a mochila e saí de casa.

Achei que ia ser tranquilo.

Estava muito enganada.

Cada passo no ônibus fazia o plug pressionar mais fundo. Quando eu sentava, ele afundava ainda mais, roçando nas paredes sensíveis do meu reto. Minha bucetinha começou a babar devagar, o mel escorrendo pela coxa e molhando a calcinha. Cruzei as pernas várias vezes, apertando as coxas, mas isso só piorava as coisas.

Na sala de aula, sentei na carteira do fundo e tentei prestar atenção. Impossível. O plug mexia toda vez que eu mudava de posição, meu grelo latejava, e eu sentia a calcinha grudando na buceta encharcada. Mordia o lábio, olhava pro quadro sem ver nada, só pensando no plug me abrindo por dentro.

O tempo até o intervalo foi uma tortura lenta e deliciosa.

Assim que o sinal tocou, levantei rápido, sentindo o plug afundar mais uma vez, e fui direto procurar a Taty no refeitório. Meu coração batia forte, as pernas tremiam de tesão acumulado.

Quando a encontrei, segurei o braço dela e falei baixinho, quase implorando:

— Vem… eu preciso te mostrar uma coisa.

Não dei muitas explicações. A Taty me olhou com aquele sorrisinho safado que eu já conhecia e me seguiu sem perguntar.

Nos dirigimos ao banheiro do último andar, que quase sempre ficava vazio no intervalo. Entrei primeiro, conferi que não tinha ninguém e tranquei a porta atrás de nós.

Virei de costas pra ela, levantei a saia e baixei a calcinha até os joelhos, empinando a bunda.

— Taty… resolvi vir com o plug… e passei a manhã toda com um puta tesão… por favor, eu preciso de você.

A Taty soltou um gemidinho de aprovação.

— Nossa… a putinha tá toda encharcada… deixa que eu resolvo isso.

Ela se ajoelhou atrás de mim, tirou o plug devagar e imediatamente colou a boca no meu cuzinho. A língua quente e molhada me fez delirar. Enquanto ela me chupava com vontade, enfiou dois dedinhos na minha buceta melada e começou a me foder com eles.

— Aiii Taty… que delícia… sua língua no meu cu… — gemi, empinando mais a bunda contra o rosto dela.

Ela chupava, lambia, enfiava a língua fundo. Meus joelhos tremiam. Quando meu cuzinho já estava bem babado, ela tirou os dedos da buceta e socou os dois direto no meu cu.

— Aí Taty… que delícia… eu vou gozar… eu vou gozaaar… — avisei, a voz falhando.

Gozei copiosamente com os dedinhos dela dentro do meu cuzinho, o corpo tremendo inteiro, revirando os olhos, as pernas quase cedendo. Foi um orgasmo rápido, que aliviou toda a pressão acumulada pelo plug.

Aos poucos me recuperei, ainda ofegante. A Taty devolveu o plug para o meu cuzinho, sentindo ele entrar de novo com facilidade. A Taty tratou de limpar minha buceta com a língua antes de me arrumar a calcinha e a saia.

— Obrigada… eu tava precisando muito gozar — disse, meio envergonhada, enquanto a beijava, sentindo meu próprio gosto na boca dela.

A Taty sorriu, levantou a própria saia e abaixou a calcinha, mostrando que ela também estava usando um plug.

— Adoro vir pra escola com o plug atolado no meu cuzinho. Hoje eu também vim, olha.

Mas antes que eu pudesse fazer qualquer coisa, o sinal tocou, encerrando o intervalo.

Saímos do banheiro como se nada tivesse acontecido e voltamos para nossas salas.

Os dias seguintes foram uma descoberta constante.

Depois daquela primeira vez no banheiro da escola, eu e a Taty entramos numa rotina deliciosa. Quase toda manhã colocava o plug que a Taty tinha me dado. Sentia ele abrindo meu anel, acomodando-se lá dentro, e já saía de casa com a bucetinha molhada.

Na escola era uma tortura gostosa. Sentar na carteira fazia o plug pressionar fundo. Levantar, andar pelo corredor, subir escada… cada movimento mexia ele dentro de mim. Meu grelo ficava inchado o dia inteiro, a calcinha constantemente úmida. Às vezes eu apertava as coxas na aula só pra sentir mais pressão, mordendo o lábio pra não gemer.

No intervalo, quando dava, eu encontrava a Taty no banheiro do último andar. Ela fazia o mesmo: chegava com o plug dela, tirava pra me deixar chupar seu cuzinho ou enfiava os dedos no meu enquanto eu gemia baixinho contra a parede. Eram gozos rápidos, abafados com a mão na boca ou com o rosto enterrado no ombro uma da outra.

Em casa a coisa ficava mais intensa. Quando a Taty vinha, a gente começava trocando beijos, tirando a roupa devagar, mas logo o foco virava o cu. Ela me ensinava a relaxar, a respirar, a empurrar o plug sozinha. Começamos a usar plugs um pouco maiores.

Uma tarde, depois da escola, a gente estava no meu quarto. Eu de quatro na cama, a Taty atrás de mim. Ela tinha acabado de tirar meu plug e estava chupando meu cuzinho com calma, a língua entrando fundo.

— Tá ficando mais macio… mais guloso… — murmurou ela, dando um tapa leve na minha bunda.

Eu gemia contra o travesseiro.

— Coloca o maior hoje… quero sentir mais…

Ela lubrificou o plug médio-grande e foi empurrando devagar. Eu senti meu anel se abrir mais, a pressão aumentar, até a base encostar. Soltei um gemido longo e rouco.

— Aiii… tá mais grosso… tá me abrindo toda…

A Taty começou a mexer ele devagar, depois mais rápido, enquanto enfiava dois dedos na minha buceta. Eu rebolava contra a mão dela, gemendo cada vez mais alto. O orgasmo veio forte, fazendo meu cu apertar o plug ritmicamente.

Depois foi a vez dela. Eu fiz o mesmo, chupei seu cuzinho até ele ficar brilhando de saliva, lubrifiquei o plug maior e enfiei devagar enquanto ela gemia manhosa.

— Isso… me alarga… quero ficar bem arrombada…

Começamos a dormir com plug quase todas as noites. Às vezes eu acordava no meio da noite com tesão, mexia o plug devagar e me masturbava até gozar baixinho pra não acordar minha mãe.

A cada dia eu sentia meu cuzinho mudando, ficando mais guloso. E eu estava adorando cada segundo dessa transformação.

A Taty percebia e provocava:

— Tá virando uma putinha, né? Logo, logo vamos precisar de coisa maior que plug…

Eu só sorria, vermelha, mas já imaginando o que viria depois.

Meu cuzinho estava mais macio, mais elástico, mas a gente sentia que precisava de algo maior, mais grosso, que me enchesse de verdade.

Uma tarde, minha mãe saiu e só voltaria à noite. A casa estava só pra mim. A Taty tinha mandado mensagem dizendo que não ia conseguir vir, então eu fiquei sozinha com aquele tesão acumulado.

Abri o notebook e coloquei um pornô de anal. A mulher estava de quatro, gemendo enquanto enfiava um pau de borracha bem grosso no cu. Eu me excitei rápido. Tirei a roupa, fiquei de quatro na cama e comecei a me tocar.

Mas o plug que eu estava usando já não me preenchia como antes.

Levantei, fui até a cozinha e abri a geladeira. Peguei uma cenoura relativamente grossa e um pepino maior, daqueles bem firmes e lavei os dois com cuidado.

Voltei pro quarto, vesti a cenoura e o pepino com camisinhas que tinha guardado, deitei de costas e primeiro enfiei a cenoura na buceta. Estava tão molhada que deslizou fácil. Comecei a socar rápido, gemendo, sentindo ela me abrir por dentro. Não demorou muito e gozei forte, tremendo, apertando a cenoura com a buceta.

Ainda ofegante, peguei o pepino. Lambuzei ele inteiro na minha buceta melada, fiquei de joelhos na cama, segurei o pepino com os pés no chão e fui sentando devagar.

Meu cuzinho resistiu no começo. Era bem mais grosso que o plug. Doeu um pouco, uma ardência forte, mas eu respirei fundo, relaxei e forcei mais. Aos poucos meu anel cedeu e o pepino começou a entrar.

— Aiii… tá entrando… tá me abrindo toda… — gemi, mordendo o lábio.

Quando sentei um pouco mais, senti o pepino me preenchendo de um jeito que o plug nunca tinha feito. Era grosso, longo, pesado. Comecei a subir e descer devagar, depois mais rápido. A dor foi passando e só ficou o tesão.

Tirei a cenoura da buceta e me dediquei só ao pepino no cu. Socava cada vez mais fundo, mais rápido, o meu corpo suava e gemia sem parar.

Depois de uns 30 minutos socando sem parar, senti o orgasmo vindo forte.

— Ahhh… vou gozar… com o pepino no cu… ahhhhh!!!

Gozei deliciosamente, o corpo convulsionando, o cu apertando o pepino com força. Fiquei tremendo, ofegante, com ele ainda dentro de mim.

Depois do gozo, continuei com o pepino atolado. Peguei a cenoura novamente e enfiei na buceta. Deitei de bunda pra cima, os dois buracos preenchidos, e acabei cochilando assim, exausta e satisfeita.

Acordei com uma sensação estranha — o pepino mexendo no meu cu.

Pensei que estivesse saindo sozinho, mas logo senti ele entrando de novo, devagar. Abri os olhos assustada e vi a Taty atrás de mim, sorrindo.

— Calma… deixa eu brincar com seu cuzinho. E para de ser gulosa… me dá um desse aí — disse ela, tirando a roupa.

Tirei a cenoura da buceta e entreguei pra ela.

— A putinha adora um pepino no cu, né? — provocou a Taty, rindo.

Como a cenoura já estava toda babada, ela foi metendo sem dificuldade no próprio cuzinho.

— Olha só… entrou fácil assim? — disse a ela, rebolando de leve.

— Você não viu nada… cabe muito mais aí dentro — respondeu.

A Taty caiu de boca nos meus peitos, sugando os bicos com força, mordendo de leve. Depois subiu na cama, deitou sobre mim em 69 e começamos a brincar, eu chupava a buceta dela enquanto socava a cenoura no cu dela, e ela fazia o mesmo comigo, com o pepino ainda no meu cu.

Ficamos ali uns 20 minutos, chupando, socando, gemendo. Eu gozei na boca dela primeiro, depois ela gozou na minha.

Levantamos, nos beijamos com nossos gozos misturados e continuamos deitadas, com pepino e cenoura ainda atolados nos cuzinhos, socando os dedos uma na outra de vez em quando.

Depois de passar praticamente o dia inteiro com o pepino no cu, resolvi tirar. Quando tirei, meu cuzinho estava arrombado, vermelho e piscando sem conseguir fechar. A Taty veio imediatamente chupar, lambendo tudo enquanto eu batia uma siririca até gozar novamente.

Depois foi a vez dela. Tirei a cenoura do cu dela, que estava bem aberto, e chupei com vontade. Ela também gozou gostoso com minha língua lá dentro.

Cansadas, deitamos lado a lado, ainda com os buracos latejando.

— Nossa… nem ouvi você chegar — disse pra ela.

— Eu só vim te trazer umas coisinhas. Bati na porta, ninguém respondeu, testei a maçaneta e tava aberta — respondeu ela rindo.

— Ah sim… Então, o que você trouxe?

A Taty abriu a bolsa e me mostrou dois consolos (um de 25 cm e outro de 30 cm), dois vibradores e dois plugs bem mais grossos.

— Nossa… que lindos. Vou amar brincar com eles — falei, já sentindo o tesão voltar.

Infelizmente a Taty não pôde ficar mais tempo, tinha um compromisso à tarde. Mas deixou todos os brinquedos comigo. Guardei tudo bem escondido pra minha mãe não encontrar.

Depois daquele dia com pepino e cenoura, eu e a Taty entramos numa rotina ainda mais intensa. E, depois de semanas usando plugs maiores, tanto em casa quanto na escola, eu e a Taty já sentíamos que os brinquedos não eram mais suficientes. Precisávamos de algo realmente grande, que nos abrisse de verdade.

Um sábado à tarde, minha mãe viajou para visitar uma tia e só voltaria no domingo à noite. A casa era toda nossa.

A Taty chegou cedo, com um sorrisinho safado e uma sacola na mão. Nos beijamos demoradamente na porta, já tirando a roupa uma da outra enquanto íamos para o quarto.

— Hoje eu quero algo maior — falei, sem rodeios, já de quatro na cama, empinando a bunda.

A Taty riu, deu um tapa na minha bunda e foi até a cozinha. Voltou com duas latinhas de refrigerante geladas na mão.

— Que tal a gente testar se nossos cuzinhos aguentam isso? — disse ela, balançando as latas.

Eu senti um frio gostoso na barriga. Era grande, frio, pesado. Mas eu queria.

— Eu primeiro — respondi, a voz já manhosa.

A Taty me posicionou de quatro, bem na beirada da cama. Chupou meu cuzinho com vontade, deixando ele babado e relaxado. Depois esguichou bastante lubrificante no meu anel e na lata, e colocou a lata de cabeça pra baixo no chão.

— Vem, sua vadia… senta nessa lata. Quero ver se esse cu aguenta.

Eu me posicionei, uma perna de cada lado, alinhei a lata na entrada do meu cuzinho e comecei a descer devagar. Senti o metal frio pressionando, meu anel se abrindo lentamente. Doeu no começo — uma ardência forte, uma sensação de estar sendo rasgada. Parei, respirei fundo, forcei um pouco mais. O cuzinho cedeu aos poucos, engolindo a lata centímetro por centímetro.

— Aiii… que coisa enorme… tá me rasgando toda… ahhh… que delícia… — gemi, a voz tremendo, enquanto descia até minha bunda encostar no chão.

A lata estava toda dentro de mim. Meu cu estava completamente arrombado, esticado ao máximo ao redor do metal frio. A sensação era incrível: cheia, pesada, profunda. Eu tremia inteira.

Fiquei de quatro novamente, com a lata enterrada no rabo. A Taty foi pra trás de mim olhar.

— Nossa… entrou tudo mesmo… tá gostando, né, putinha? — disse ela, dando um tapa forte na minha bunda. — Olha como sua bucetinha tá pingando…

— Você precisa experimentar… é muuuuuito bom… meu cuzinho tá todo preenchido…

A Taty pegou a outra lata, lubrificou bem e também no próprio cu. Veio pro meu lado, colocou a lata no chão e começou a sentar, igual eu tinha feito. Ela precisou de algumas tentativas, mas depois de gemer e forçar, a lata deslizou toda pra dentro do seu rabinho.

— Ainnn… é uma delícia mesmo… tô sentindo meu cu todo arrombado…

Logo começamos a cavalgar e rebolar nas latas, devagar no começo, depois mais rápido. A sensação de ter algo tão grande e pesado dentro do cu era viciante. Gozamos várias vezes assim, gemendo alto, os corpos suados colados.

Depois deitamos na cama em 69, sem tirar as latas do cu, chupando a buceta uma da outra por mais de uma hora, gozando feito loucas.

Quando cansamos, tiramos as latas devagar. Meu cuzinho ficou aberto, vermelho, piscando sem conseguir fechar. A Taty olhou, lambeu os lábios e disse:

— Que cu mais lindo… todo arrombado… deixa ele abertinho pra mim.

Eu apoiei o rosto na cama e abri minha bunda com as mãos. A Taty começou a lamber e cuspir dentro do meu cu, depois pegou a lata novamente e brincou, enfiando e tirando enquanto eu gemia. Não aguentei e gozei mais uma vez, tremendo toda.

Depois foi a vez dela. Eu fiz o mesmo: chupei seu cuzinho arrombado, brinquei com a lata entrando e saindo, até ela gozar gostoso com minha língua lá dentro.

Ficamos deitadas na cama, exaustas, os cuzinhos latejando, nos curtindo e falando putarias baixinho.

Eu estava cada vez mais envolvida com a Taty… e cada vez mais viciada em ter o cu arrombado.

Nos dias seguintes, repetimos a brincadeira várias vezes. Sempre que a casa ficava só pra gente, ou quando minha mãe saía por algumas horas, a gente pegava as latas, lubrificava bastante e sentava devagar, uma de cada vez. No começo ainda doía um pouco no início, mas depois de algumas tentativas o cuzinho cedia mais fácil, engolia a lata quase até o fundo e a sensação de estar completamente cheia virava puro prazer.

A gente começou a combinar a lata com outros brinquedos. Enquanto uma estava sentada na lata, a outra chupava a buceta ou enfiava um vibrador. Gozávamos assim, tremendo, gemendo, com os corpos suados colados.

A Taty também me ensinava a relaxar mais. Um dia, depois de tirar a lata do meu cu, ela ficou olhando meu anel aberto, vermelho e pulsando.

— Tá ficando lindo… bem arrombado — disse ela, passando o dedo na borda. — Quer tentar minha mão?

Tínhamos assistido vários vídeos de fisting juntas e eu tinha confessado que queria sentir a mão dela dentro de mim.

— Quero… mas vai devagar — respondi, já de quatro, empinando a bunda.

A Taty passou bastante lubrificante no meu cuzinho e na própria mão. Começou com quatro dedos, mexendo, abrindo, acostumando meu anel. Depois dobrou o polegar e foi empurrando devagar.

— Relaxa… respira fundo… isso…

Senti uma pressão enorme, uma ardência forte. Meu cuzinho se esticou ao máximo. Parei, respirei, forcei um pouco mais. De repente, a mão dela deslizou pra dentro, até o pulso.

— Aiii caralho… tá toda dentro… — gemi, tremendo inteira.

A Taty ficou parada um tempo, deixando eu me acostumar. Depois começou a mexer devagar, girando a mão, fazendo um vai e vem curto. A sensação era indescritível. Meu grelo latejava sem ser tocado.

— Tá gostoso? — perguntou ela, voz rouca.

— Tá… muito… não para…

Ela acelerou um pouco. Eu gozei forte, o cu apertando a mão dela em espasmos, o corpo convulsionando. Quando tirou a mão, meu cuzinho ficou bem aberto, piscando, lutando pra fechar.

Depois foi a vez dela. Eu fiz o mesmo: lubrifiquei bastante, fui enfiando os dedos devagar até minha mão deslizar pra dentro do cu da Taty. Ela gemeu alto, rebolando contra minha mão, pedindo mais.

— Isso… me alarga… enfia mais fundo…

Nós duas gozamos várias vezes naquele dia, alternando mãos, línguas e plugs.

À noite, deitadas na cama, suadas e exaustas, conversamos baixinho.

— Taty… eu mudei tanto desde que você apareceu — confessei. — Antes eu tinha vergonha de tudo. Agora eu adoro sentir meu cu arrombado, adoro ser chamada de putinha, adoro quando você me usa.

Ela sorriu e me beijou.

— Eu sabia que você tinha isso dentro de você. Só precisava de alguém pra te ajudar a soltar. E eu adoro te ver assim… cada vez mais safada, mais gulosa.

Fiquei olhando para o teto e pensando em tudo que tinha acontecido desde aquele primeiro dia em que ela me chupou e colocou o plug pequeno.

Eu, que antes tinha vergonha só de admitir que me masturbava, agora passava dias com o cu cheio, ia pra escola plugada, gozava com pepino, cenoura e lata dentro de mim. Meu cuzinho não era mais o mesmo, e eu adorava isso. Adorava olhar no espelho de costas, abrir a bunda e ver meu anel vermelho e piscando, ainda lutando pra fechar depois de tanto uso.

A Taty virou de lado e passou o dedo de leve na minha bunda, traçando a marca dos tapas que ela tinha me dado mais cedo.

— Tá quieta… no que você tá pensando? — perguntou baixinho.

— Em como eu mudei — respondi, virando o rosto pra ela. — Antes eu tinha medo de tudo. Achava que anal era ruim, que doía, que só servia pra agradar os outros. Hoje eu acordo pensando em ter o cu cheio. Adoro sentir ele arrombado, latejando, pedindo mais. Adoro quando você me chama de putinha. Adoro gozar com coisas grandes dentro de mim.

Ela sorriu, orgulhosa, e me deu um beijo leve nos lábios.

— Você sempre teve isso dentro de você. Eu só te ajudei a soltar. E tô adorando ver você assim… cada vez mais livre e tarada.

Ficamos em silêncio por um tempo, só curtindo o calor uma da outra. Depois ela completou, com aquele tom safado que eu já conhecia bem:

— E agora que seu cu já aguenta a lata com mais facilidade… a gente pode chamar uns meninos. Quero ver você de quatro, com o cu bem arrombado, levando rola. Quero ver você gozando com dois paus ao mesmo tempo.

Eu senti um frio gostoso na barriga e meu grelo deu uma piscadinha só de imaginar.

— Tá… mas vai devagar.

— Pode deixar — disse ela, beijando meu pescoço.

Eu sorri, fechei os olhos e me aninhei mais contra ela.

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Comentários

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Q conto delicioso 😋 perfeito, já estou aguardando a continuação ❤️

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