O sol da manhã batia forte na praça de Serra Verde, fazendo a grama brilhar e o ar quente subir em ondas suaves. O cheiro de pão fresco da padaria próxima misturava-se ao perfume doce das flores que adornavam a praça.
Kenji praticava seu Tai chi com movimentos leves e confiantes. Seu corpo magro, mas bem definido pelos treinos, permitiam precisão e flexibilidade aos movimentos, o Kimono leve marcava os músculos do peito e o abdômen sutil. Ao ver Luiz Felipe sentado sozinho no banco, ombros caídos e olhar perdido no horizonte, algo quente se acendeu dentro do peito dele, uma mistura perigosa de pena e desejo.
Kenji se aproximou devagar, sentando-se bem perto, o suficiente para que suas coxas quase se tocassem. A mão de Kenji pousou nas costas largas e musculosas de Luiz Felipe, traçando movimentos circulares lentos, firmes e carinhosos.
— Bom dia… — a voz calma e grave de Kenji cortou o ar trazendo o rapaz de volta de seu transe solitário. — Tudo bem com você, Luiz Felipe?
Luiz Felipe ergueu o rosto. Seus olhos mel estavam avermelhados, inchados de preocupação e lágrimas contidas. A mandíbula travada mostrava a irritação e o medo que ele tentava segurar.
— Bom dia, Kenji… sinceramente? Não. Não tô nada bem.
— O que houve? — Kenji inclinou o corpo, o rosto próximo, os olhos escuros fixos nos dele. — Desde ontem no Tobasbar você tá assim… aflito, perdido. Fala comigo.
Luiz Felipe passou as mãos pelo rosto, respirando fundo, a voz rouca:
— Desde ontem não consigo falar com o Gustavo. Avisei a mãe dele que ia esperar lo no bar… ele nunca apareceu. Hoje cedo fui na casa dele e a mãe disse que ele já tinha saído com o irmão. Eu… eu não entendo porra nenhuma. A gente estava tão bem…
A voz dele falhou. Vergonha e medo apertavam seu peito. Kenji deslizou a mão mais para cima, apertando o ombro forte, os dedos pressionando a carne quente através da camiseta.
— Calma… respira. Deve ter uma explicação. Vocês estavam bem antes disso tudo, né?
Luiz Felipe apenas assentiu, cabisbaixo, deixando a mão de Kenji continuar o carinho reconfortante, um toque que, mesmo inocente, carregava uma eletricidade sutil.
Do outro lado da praça, Brian e Miguel corriam sem camisa. Seus corpos suados reluziam sob o sol: Brian com seu peitoral coberto por pelos loiros, o tanquinho marcado e braços definidos, Miguel com o peito largo e a pele morena brilhando. Miguel parou de repente, puxando Brian pelo braço.
— Olha lá, Brian. Depois você diz que eu tô imaginando coisas. Os dois juntinhos de novo no banco.
— Relax, baby… they’re only friends — respondeu Brian, o sotaque inglês misturado ao português soando sexy e despreocupado.
— Only friends o caralho! — Miguel bufou, irritado, o maxilar travado. — Tá na cara que nosso japinha tá louco pra dar pro bombadinho. Aquele frango do namorado dele que abra os olhos logo.
_ Miguel angry.
_ Sim Brian, estou nervoso, chateado e quer saber de uma coisa? Estou decidido também. Chega de Brasil. Vamos voltar para Inglaterra, está com saudades da sua terra?
_ Se my love querer ir…l go!
_ Ótimo! Liga para seus contatos já tenta arrumar empregos, aluguel para nós dois, vou falar com o Kenji, mas algo me diz que ele não vai com a gente dessa vez.
Brian sorriu, puxando Miguel pela cintura suada, colando os corpos e dando um beijo na bochecha do marido.
Alguns quilômetros dali, Marilda parou o carro de luxo num beco discreto. Gurizão, loiro, corpo másculo e marcado de chupões recentes, se espreguiçou no banco. O volume grosso entre as pernas ainda estava semi-duro, marcando a calça. Ele bocejou, ajeitou o pau com a mão sem vergonha e deu um sorriso safado antes de descer. Com fome, Gurizão foi direto para a padaria.
— Fala, seu Zé! Meu irmão Luiz passou por aqui hoje?
O padeiro sorriu, apontando com o queixo para fora da padaria.
— Não, Felipe o Luiz não passou por aqui hoje não, nem sua mãe, mas dá uma olhadinha quem apareceu…
_ Quem seu Zé?
Pergunta Felipe Luiz olhando em volta e vendo apenas um homem tomando café da manhã em uma das mesas do lado de fora da padaria.
_ Não está reconhecendo?
Questiona o padeiro.
Enquanto isso no estúdio da amiga de Milena, o ar estava pesado, quente, com cheiro de sexo, perfume e tensão. A luz era baixa, avermelhada. Gustavo estava amarrado na cadeira, o peito definido subindo e descendo rápido. Seus olhos estavam cheios de raiva, medo e vergonha. O rosto vermelho, veias do pescoço saltadas.
— Eduardo, seu idiota! Eu não fiquei excitado porque gosto de mulher! Meu pau endureceu porque me tocaram, porra! Eu amo o Luiz Felipe… eu amo meu namorado! Você não entende isso?!
Eduardo se aproximou devagar, sorriso cruel nos lábios. Segurou o queixo do irmão com força, obrigando-o a olhar para Mel, que estava seminua na frente dele. E livrando a mão e o braço esquerdo do irmão Eduardo diz:
— Sente essa pele macia, mano… — murmurou Eduardo, guiando a mão livre de Gustavo até a barriga lisa e quente de Mel. — sente esses seios…
Mel tirou o sutiã devagar. Seios grandes, firmes, bicos rosados e duros apontando para cima. Gustavo tentou puxar a mão, mas Eduardo forçou.
— Toca, porra. Chupa esses melões gostosos, vai. Você acha que gosta do Luiz Felipe, mas isso porque você nunca provou mulher. Agora sim você vai provar o que é bom.
— Não! Eu não quero! — A voz de Gustavo saiu rouca, desesperada. — Mel, você é linda, mas eu sou gay… tenho namorado. Por favor…
Eduardo perdeu a paciência e deu um tapa forte no rosto do irmão, o som ecoando no quarto.
— Cala a boca com essa merda de viadinho!
Mel, nervosa mas excitada com a situação, tirou a calcinha. A boceta depilada, inchada e brilhando de tesão, ficou exposta. Eduardo agarrou os cabelos de Gustavo e esfregou o rosto dele com força contra a buceta quente e molhada da garota.
— Chupa, caralho! Chupa essa buceta!
— Não! Tira essa buceta da minha cara! Eu não consigo respirar! — Gustavo gritava, virando o rosto, saliva e lubrificação misturando no queixo. Medo, nojo e vergonha queimavam em seu peito.
Romário se aproximou, voz mais calma mas firme:
— Não mano, não é assim. Vai traumatizar o garoto e queremos justamente o contrário. Olha só Gustavinho. A gente sabe o que Luiz Felipe fez com você e você pode ter gostado, mas olha só já pensou que você pode gostar disso aqui também? Hem? O que você acha de experimentar? Só uma vez, certo?
Gustavo chorava, implorando:
— Romário… me ajuda, por favor. Me deixa ir embora…
Ana revirou os olhos:
— Não vai rolar gente, Olha pra isso, parece que o garoto é viado mesmo.
Eduardo explodiu, agarrou Ana pelos cabelos com força, puxando o rosto dela para perto do dele:
— Olha aqui sua piranha meu irmão não é viado porra nenhuma ouviu, ele foi enganado por um viado. Eu te paguei, paguei vocês duas e vocês vão fazer o serviço!
Milena segurou o braço de Eduardo, assustada:
— Edu, solta ela! Para Edu! Ela não falou por mal, solta ela.
Diz Milena pegando na mão de Eduardo pedindo para ele soltar a amiga que pedia para Eduardo soltar seu cabelo.
Assustada, Mel diz para Eduardo não se preocupar que ela sabia o que fazer.
Eduardo soltou os cabelos de Ana e mandou ela tirar o body. Ana agachou na frente de Gustavo entre suas pernas e enquanto Milena puxava Eduardo para a cama, Ana sussurrou a Gustavo.
_ Colabora garoto, se quiser sair daqui colabora!
Ana puxou a cueca de Gustavo para baixo. O pau dele, grosso e bonito, estava semi-duro. Ela o tomou na boca quente, chupando com vontade, língua girando na cabeça rosada, sugando as bolas. Romário, ao lado, devorava a boceta de Mel com fome, fazendo ela gemer alto e rebolar contra o rosto dele.
Gustavo tentava resistir, mas o corpo traía: o pau inchava na boca habilidosa de Ana apesar da vergonha que queimava seu rosto. Ele gemia baixo, misturando raiva, medo e um tesão involuntário e humilhante.
— Tá vendo, mano? — Eduardo ria, acariciando os cabelos do irmão. — Isso é bom pra caralho, não é… Duvido aquele bostinha ter essa habilidade.
_ Olha aqui Gustavo como faz , não é difícil e te garanto que é muito gostoso.
Romário ao lado da cadeira de Gustavo chupava a buceta de Mel. Milena contestou
_ Ei você não está com a Pamela?
_ Não está vendo que estou ensinando o garoto Milena? Fica na sua garota!
Romário voltou a chupar Mel que gemia e forçava a cabeça do garoto contra sua buceta.
Ana tentava manter a ereção de Gustavo, mas aos poucos o pau do garoto ia murchando cada vez mais.
Longe dali, Gurizão voltava com o pão quentinho quando avistou o irmão na praça.
_ Luiz você não vai acreditar quem está lá na padaria…
Luiz Felipe levanta do banco como um raio passando a mão nos olhos chorosos limpando as lágrimas rapidamente, o coração acelerado.
Autor: Mrpr2