A comemoração do empate ainda explodia na sala. Gritos, abraços, cervejas batendo umas nas outras. Eu mal conseguia fingir animação. Meu pau ainda estava meio duro dentro da bermuda, latejando a cada batida do coração. Olhei para o relógio: já haviam se passado quatro minutos desde que Sueli sussurrou no meu ouvido.
Peguei uma cerveja gelada só para ter algo nas mãos e saí discretamente pela porta dos fundos, fingindo que ia ao quintal fumar. O ar da noite estava mais fresco, mas meu corpo queimava. Contornei a casa devagar, o coração martelando no peito. Cada passo parecia perigoso. Se alguém olhasse pela janela da cozinha ou da sala...
A porta do quartinho de despejo, nos fundos da casa, estava entreaberta. Empurrei devagar. O cheiro de poeira, madeira velha e um leve mofo me acertou. A luz era mínima — só um fio de luar que entrava pela pequena janela gradeada no alto da parede. Caixas empilhadas, uma bicicleta velha, um sofá-cama antigo encostado na parede lateral. Perfeito. Isolado. Arriscado.
Fechei a porta atrás de mim e tranquei o ferrolho enferrujado. O clique soou alto no silêncio.
— Sueli? — chamei baixo.
Uma sombra se mexeu no canto. Ela estava lá, encostada na parede oposta, os braços cruzados sobre os seios, o short de malha preto ainda mais curto sob a luz fraca. O rosto dela estava corado, os olhos brilhando com uma mistura de medo e excitação.
— Você veio mesmo… — sussurrou ela, a voz trêmula. — Isso é loucura. Meu marido tá lá na sala, sua mulher também… qualquer um pode vir procurar a gente.
Eu me aproximei devagar, como quem se aproxima de um animal selvagem que pode fugir a qualquer momento. Parei a um palmo dela. O cheiro dela estava mais forte agora: suor leve do calor do dia, o perfume doce misturado com o aroma natural de excitação feminina que já começava a escapar.
— Então a gente tem que ser rápido… e silencioso — murmurei, segurando o queixo dela com dois dedos e levantando seu rosto.
O beijo veio violento. Línguas se enroscando, saliva trocada, respirações ofegantes. Minhas mãos desceram imediatamente para a bunda dela, apertando as nádegas macias por cima do short, puxando o corpo pequeno contra o meu. Meu pau, já completamente duro, pressionou forte contra a barriga dela. Sueli gemeu na minha boca, um som abafado e desesperado.
— Eu ainda tô molhada… — confessou ela entre beijos, a voz rouca. — Desde o quartinho de costura… não consigo parar de pensar na sua boca me chupando.
Essa confissão me deixou ainda mais louco. Eu a levantei no colo — ela era leve, encaixava perfeitamente nos meus braços. As pernas dela envolveram minha cintura. Carreguei-a até o sofá-cama velho e me sentei, mantendo ela por cima de mim, exatamente como você queria. O short dela subiu até o limite, a boceta quente pressionando diretamente contra o volume da minha bermuda.
Sueli começou a se mexer devagar no começo, rebolando, sentindo meu pau latejar contra o tecido fino do short dela. O atrito era delicioso. Eu podia sentir o calor úmido dela atravessando as duas camadas de roupa.
— Porra, Sueli… você tá encharcada — grunhi, apertando os quadris dela, guiando o movimento.
Ela mordeu o lábio inferior com força, tentando conter os gemidos, mas o corpo traía. Os movimentos foram ficando mais rápidos, mais urgentes. O short de malha dela deslizava contra minha bermuda, criando um atrito quente e molhado. Eu sentia o cheiro da excitação dela subindo forte agora — doce, almiscarado, viciante.
Minhas mãos subiram por baixo da camiseta verde do Brasil. Os seios dela cabiam perfeitamente nas minhas palmas. Mamilos duros como pedrinhas. Eu os apertei, puxei, rolei entre os dedos enquanto ela rebolava mais forte, quase cavalgando meu pau por cima da roupa.
— Ahh… devagar… — ela pediu, mas os quadris não obedeciam. O ritmo aumentava. O sofá rangia baixo, acompanhando o movimento.
Eu levantei a camiseta dela até o pescoço e ataquei um seio com a boca. Chupei forte, passando a língua no mamilo, mordiscando de leve. Sueli arqueou as costas, segurando minha cabeça contra o peito, os dedos cravados no meu cabelo.
— Isso… chupa mais forte… — gemeu ela, a voz falhando.
O risco tornava tudo mais intenso. De vez em quando ouvíamos explosões de riso ou gritos distantes da sala. Cada som nos fazia congelar por meio segundo, o coração disparado, antes de voltarmos com mais fome.
Eu desci uma mão e enfiei por dentro do short dela, por trás. Dois dedos deslizaram facilmente na boceta encharcada. Estava pingando. O som molhado dos meus dedos entrando e saindo preenchia o quartinho junto com a respiração pesada dela.
Sueli acelerou o rebolado, cavalgando meus dedos e esfregando a boceta inchada contra o meu pau ainda preso na bermuda. O tecido estava encharcado com o mel dela.
— Eu tô perto… — avisou ela, a voz rouca, quase desesperada. — Tão perto…
— Goza pra mim, Sueli. Goza no meu colo — ordenei baixo, mordendo o lóbulo da orelha dela.
Ela enterrou o rosto no meu pescoço para abafar o som. O corpo inteiro começou a tremer. Os quadris perderam o ritmo, virando espasmos fortes. A boceta apertou meus dedos em ondas, e um jorro quente escorreu pela minha mão e pela bermuda. Ela gozou forte, longo, tremendo inteira, gemendo abafado contra minha pele enquanto o orgasmo a atravessava como uma onda lenta e devastadora.
Fiquei segurando ela, sentindo cada contração, cada tremor, o cheiro de sexo preenchendo o ar do quartinho.
Quando o tremor diminuiu, ela levantou o rosto. Os olhos estavam vidrados, a boca entreaberta. Sem dizer nada, ela desceu do meu colo, ficou de joelhos no chão empoeirado e puxou minha bermuda para baixo junto com a cueca. Meu pau saltou livre, duro, latejando, a cabeça brilhando de pré-gozo.
Sueli olhou para ele por um segundo, como se estivesse decidindo, depois lambeu da base até a cabeça, devagar, saboreando. Depois abriu a boca e engoliu metade, quente, molhada, a língua trabalhando firme. A sensação era absurda. Eu segurei o cabelo dela, guiando o ritmo, mas sem forçar.
Ela chupava com vontade, olhos lacrimejando, saliva escorrendo pelos cantos da boca. O som obsceno de boquete preenchia o quartinho. Eu estava perto de gozar quando ela parou, levantou-se e tirou o short completamente, ficando só com a camiseta levantada.
Voltou para o meu colo, posicionou meu pau na entrada da boceta encharcada e desceu devagar, centímetro por centímetro.
— Porra… você é tão apertada… — grunhi, sentindo o calor úmido me engolir.
Sueli sentou completamente, me tomando inteiro. Ficamos parados por alguns segundos, sentindo a conexão profunda. Depois ela começou a cavalgar. Devagar no início, depois mais rápido, as coxas batendo contra as minhas, os seios pulando dentro da camiseta.
O som molhado da boceta dela subindo e descendo no meu pau era alto. Eu apertava a bunda dela, ajudando no movimento, subindo o quadril para encontrar as estocadas.
— Olha pra mim — pedi.
Ela obedeceu. Os olhos castanhos fixos nos meus enquanto cavalgava cada vez mais forte, o suor escorrendo entre os seios, o rabo de cavalo quase desfeito.
— Eu vou gozar de novo… — avisou ela, a voz falhando. — Junto com você…
Eu segurei os quadris dela com força e comecei a estocar de baixo para cima, rápido, profundo. O sofá rangia perigosamente. Os gemidos dela ficaram mais altos, menos controlados.
Quando senti o aperto da boceta dela me massageando, eu não aguentei mais. Gozei forte dentro dela, jatos quentes enchendo a boceta madura enquanto ela tremia no segundo orgasmo, mais intenso que o primeiro, mordendo meu ombro para não gritar.
Ficamos abraçados, ofegantes, suados, o pau ainda dentro dela, pulsando com os últimos espasmos. O cheiro de sexo estava forte no quartinho.
A realidade voltou rápido. O barulho da festa ainda estava alto, mas podíamos ser descobertos a qualquer momento.
— A gente tem que sair… separados — sussurrou ela, ainda recuperando o fôlego.
Ela se levantou devagar. Meu gozo escorreu pela coxa dela. Sueli pegou um pano velho que estava em cima de uma caixa, se limpou rapidamente, vestiu o short. Ajeitou o cabelo, a camiseta, tentou disfarçar o rubor do rosto.
Eu me limpei também, ajustei a bermuda. Olhamos um para o outro. Havia culpa, prazer, e um medo delicioso nos olhos dela.
— Vai você primeiro — eu disse. — Eu saio em uns três minutos.
Ela assentiu, me deu um beijo rápido nos lábios e saiu, fechando a porta devagar.
Esperei, o coração ainda acelerado. Quando saí, contornei a casa novamente e entrei pela varanda dos fundos. Peguei outra cerveja e me misturei à festa como se nada tivesse acontecido.
Sueli estava na sala, sentada ao lado do marido, rindo de algo que ele dizia. O rosto dela estava quase normal, só um leve brilho nos olhos quando nossos olhares se cruzaram por um segundo. Ninguém desconfiou. Nenhum vestígio. Só o calor entre as pernas dela, o meu gozo ainda escorrendo devagar, e a memória do corpo dela tremendo no meu colo.
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