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O outro lado (este sem I.A.) : alunas que me surpreendem - Ricarda, parte 2

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Categoria: Trans
Contém 1849 palavras
Data: 17/06/2026 01:14:52
Última revisão: 18/06/2026 17:35:36

Se não leu os três contos anteriores, recomendo ler todos - sobre a Ramona, partes 1 e 2; e com a Ricarda, parte 1 - para não ficar perdido aqui)...

Essa 'aula' continuava se desdobrando em putarias extremas mas me antecipa a pensar que chegava ao seu ápice (não sou - tão - ingênuo kkkkkk)...

Talvez a aula só estivesse cancelada para a mãe delas, para o pai, mas não para elas, que - certamente - haviam planejado aquilo, como já me era óbvio; e resolvi (agora eu) surpreender aquelas cadelinhas de pau grande e inverter tudo pra elas, como fazia nas aulas de Matemática, mostrando formas mais rápidas de resolver problemas (que as deixavam desnorteadas, e também me respeitando mais - algo de que gostava, e falarei mais sobre isso adiante)... agora iria surpreender a ambas, demonstrando que notei a armação e elas 'pagariam o pato' (e a aula) dobrado...

Toda aquela luxúria pervertida ainda não estava completa; e comecei a me lembrar da relação de Ricarda e Ramona, em que a "Ri" ficava constrangendo - e mesmo humilhando a irmã, que se aconchegava em mim, como que buscando proteção - e de como aquele lado dominante da Ricarda ia além... Ricarda voltou a comer a irmã, já meio exausta de tanto gozar, enquanto ela estava com a 'corda toda', dizendo "vai, vagabunda, aperta esse cú na minha rola", "me come a rola, puta" e "você é minha escrava e meu brinquedo e vou te usar como eu quiser" e fodia Ramona sem dó que gemia por prazer mas, por vezes, também de dor; e, nessas horas, Ricarda não queria nem saber e parecia gostar mais, mostramdo o lado sádica dela, algo de que eu já desconfiava...

Aquilo que, inicialmente, me dava prazer, começou a me fazer entender o que acontecia entre as duas... provavelmente, ambas tinham 'papéis' uma com a outra (ou Ricarda obrigava Ramona a assumir o papel que ela quisesse) e era claro que Ricarda agia como a 'domme' dela e, Ramona, apesar de na maior parte do tempo curtir, não parecia estar plena com isso... e fiquei imaginando como elas seriam quando eu não estava ali nas aulas com elas. Talvez nem os pais percebessem isso. Fiquei como seriam as duas quando "dormindo" em seu quarto e isso me atiçava (demais) - um tesão tão devasso quanto aquele incesto delas...

Lembrei que "Ra" dizia que Ricarda adorava treinar na academia (mas ela, Ramona, parecia não se importar tanto - numa de minhas aulas, sabendo que iriam malhar logo após o término, notei Ramona quase me dizendo com os olhos "preferia ficar contigo" após perguntar a ela se tinha algum treino que preferia, após uma cara de desânimo quando brinquei sobre termos acabado o treino dos neurônios para o treino dos músculos delas)... ou seja, Ricarda dizia o que a irmã deveria fazer, querer, responder, obedecer; ela mandava na irmã, talvez em quase tudo (até sobre namorados, era claro que "Ri" tinha seus rolos e "Ra", nenhum - será que Ricarda não deixava ela namorar, por ciúmes ou mesmo um sentimento de 'posse' sobre a irmã?)...

E então, após Ricarda gozar, mais uma vez no cú da irmã - e como gozou, não parava de encher o rabo da Ramona, que já deixava escapar leite entre seu anel e o pau da 'Ri' que ainda a fustigava no cú com o pau pulsando mais e mais porra, vi Ricarda quase desfalecer de tão intenso que foi pra ela... Ramona quase gozara e reclamou disso pra irmã que mandou ela calar a boca com um tapa na cara dela dizendo 'logo terá outra chance e você goza, minha sub'...

Meu lado dominante gostava de assistir aquilo mas também me fez odiar e essa raiva da "Ri" (e o carinho que tinha pela "Ra") me fez arquitetar a reviravolta da qual falei...

Com Ricarda meio zonza ainda da gozada intensa que deu, falei pra Ramona pegar um cinto de alguma calça dela; e, quanto ela voltou, AMBOS amarramos os braços e pernas da "Ri", que se pegou surpresa despertando da letargia que a dominava quando SE percebeu dominada (por nós) e nesse momento com ela olhando para mim como que dizendo "me solta e vamos fazer da Ramona nossa escrava comum" eu tomei o pensamento em palavras e disse pra Ricarda:

— Agora é sua vez, Ricarda, de virar A SUB na brincadeira...

E então Ricarda, esperta que era e rapidamente captando toda a situação, esbugalhou os olhos e retrucou que ela era a dominadora da irmã ali, onde fosse, quando fosse; e que não autorizava a irmã a deixar seu papel de escrava dela, ser escrava de outro (ela já percebia que Ramona se escondia dela em mim) ou mesmo ser uma domme; ao que respondi:

— ...era assim até hoje, Ricarda, sua cadela metida a domme. Você será minha escrava; isso mesmo, MINHA escrava, sua escrota; mas, mais que isso, será também a escrava da Ramona; e vocês duas serão minhas escravas, só que você uma sub da minha sub, sua cachorra rampeira...

Ramona então, com um sorriso maldoso no rosto, me contou algo que não sabia (e então me caí a pensar no quão longe toda aquela armação ia; ou mesmo se foi armado por ambas ou mesmo -bem mais- armado pela irmã para descontar na Ri tudo que ela já notava nela, Ra, e não queria na Ri)... me contou que poderíamos fazer isso por todo o fim de semana (aquela aula era numa sexta-feita) - explicando que os pais estavam fora do País e passariam uns dias fora - e que ela, Ra, estava cansada de Ri ser (ter ido ficando) má (demais) e cada vez menos carinhosa e cada vez mais estúpida com ela; e que concordava comigo e que ela, Ri, seria nossa escrava até decidirmos algo diferente pra ela..

Ricarda se surpreendeu e, consternada, começou a gritar que não, que não aceitava aquilo, que a irmã seria castigada por ela assim que a soltássemos e eu fôsse embora; ao que intervi que não, não seria assim, apontando pro meu celular que ficou sobre a mesa ligado, nos filmando e ficaria tudo registrado para que não só ela se lembrasse do ocorrido mas de que agora ela faria o que eu e Ramona quiséssemos...

O jogo se invertia, para todos nós...

Felizmente, algo me fez pensar em ligar a câmera do celular de forma discreta naquele dia (acho que, por notar que poderia ficar -totalmente- a sós com Ramona, achei por bem -e para O MEU bem- registrar; mas nem imaginaria que seria nesse sentido) e agora daria o (merecido) castigo em Ricarda...

Ricarda calada ainda demonstrava surpresa e, chegando do lado dela, ordenei "chupa" com meu pau já se chegando na boca da 'domme' e, quando ela foi balbuciar algo, já meti minha rola pra dentro da boca daquela escrotinha (gostosa, mas escrotinha) e, segurando-a pelos cabelos ordenava: "não é pra falar, cadela; é pra chupar... assiiiimmmm" e, enquanto comandava a chupada dela, Ramona se besuntava no pau -estalando de duro- e também o cú da Ricarda pra entrar no brioco daquela irmã, o que fez de uma vez falando "você vai me pagar quando me comia sem me preparar, safada; por muitas vezes, sim, eu gozei mas você poderia ter sido (um pouco) carinhosa que fosse"... e, quando Ricarda abriu a boca (com meu pau dentro) pra tentar gritar, eu me afundei a piroca toda goela adentro da Ri.

Ficamos eu e Ramona usando da Ricarda, Ra afundando todo seu picão duraço no cú da nossa puta; e eu afundando meu pau todo naquela garganta apertada me fazendo delirar e ver estrelas (lembra que falo dessa sensação noutro de meus contos?) enquanto eu e Ra nos beijávamos gulosos na boca degustando nossa bonequinha rs...

Notei que Ricarda resfolegava quase sem conseguir respirar e balançava o corpo todo entre nossos avanços e saídas de dentro dela em sua garganta e cuzinho e também notei que Ri demonstrava estar gostando daquilo, rapidamente deixando de resistir e passando a contribuir com aquela perversão enorme.

Enquanto Ramona dizia que ela sempre a comeu, dominou e abusava -em certa parte- dela, como eu (levemente) percebia quando Ricarda a constrangia em algumas de nossas aulas, ela também comentou que acha que Ricarda nunca tinha sido passiva (ao menos não com ela) e as peças iam se 'encaixando' - Ricarda era 'o macho' da relação incestuosa daquelas gêmeas mas Ramona agora se descobria ser também o macho e, pelo que parecia, Ricarda estava adorando ser a fêmea... tesão aquilo!

Meu pau não queria descer, aquela pirocão da Ramona também não; e nem o de Ricarda que, de quatro pra nós, tinha seu pauzão duraço pingando e babando porra num fio sem parar melando o colchão dos pais... era tesão demais.

Ramona notou e esculachou a irmã, mostrando notar o que eu também percebia...

— ah, sua cachorra... não era assim que me chamava, Ricarda?... está gozando de ser completamente abusada, é?

...e deu dois tapões naquela bunda arrebitada toda empinada enquanto recebia as fodidas da picona da Ramona.

Ricarda estremeceu e seu pau junto...

— ah, cachorra... tá gostando mesmo, né?

...e deu mais dois, três, quatro tapões naquela bunda enquanto Ramona passou a aumentar o ritmo no cú dela.

Ricarda se estremeceu de novo e seu pau junto... e de novo, e de novo... enquanto Ramona distribuía tapas e metidas... Eu entrei no 'clima' e a puxei pelos cabelos dizendo...

— ah, Ricarda... olha só. Achei que estava gostando mesmo; e agora tenho certeza. Você está curtindo ser nossa fêmea, né?

...enquanto puxando seus cabelos em direção às suas costas fazendo seu rosto levantar, passei a socar meu pau todo dentro da garganta profunda daquela gostosa...

— toma, Ricarda... agora toma mais piroca, cadela! - dando-lhe um tapa no rosto...

Ricarda estremeceu mais uma vez, seu pau já golfava mais daquele mel de prenúncio de gozo... Ramona notou e arqueou sobre a irmã, pegando o pauzão dela e masturbando-a gostoso, no mesmo ritmo que a sodomizava e também passei a ficar na mesma cadência fudendo sua boca... Ramona suava, estremecia, ora arqueava o corpo como se fosse vomitar, mas logo serpenteava e estávamos tarados naquilo quando Ramona diz:

— goza agora, Ricarda, goza, sua puta... goza bem forte e se assume o que você será: minha escrava, minha boneca, minha fêmea, minha sub... vai, safada. Mostra a fêmea que você me fez mas que, de fato, sempre quis ser...

E eu continuei

— isso, Ricarda... será minha escrava também. Vocês duas serão, putinhas. Minhas alunas pros outros, minhas putas quando estivermos sós...

Ricarda arqueou forte o corpo, Ramona também, eu também e ficou insustentável... Gozamos, gozamos, gozamos... Ramona enterrou todo o pau no rabo de Ricarda, o pau de Ricarda ganhou vida própria, pulsando fortemente entre os dedos de Ramona que o soltou para, agora livre, soltar um monte de golfadas de porra, na cama dos pais e em minhas pernas; e eu, sem aguentar, fiquei enchendo a boca de Ricarda que engolia tudo gulosa demais...

PQP! Que 'aula', que loucura...

E isso foi assim por toda aquela noite... uma aula de revelações e surpresas que nunca imaginaria acontecer.

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Foto de perfil de Loiro Safado RJLoiro Safado RJContos: 42Seguidores: 42Seguindo: 65Mensagem homem, hetero ativo, curioso, tarado, safado, ousado, com pegada... mente aberta, um tanto pervertido e dominador... os contos cujos títulos têm ⭐⭐⭐, ⭐⭐, ⭐ e * são os com maior quantidade de leitura - último levantamento em Fevereiro/2026

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