Era uma manhã nublada e chuvosa. A chuva fina caía sobre o bairro de classe média em Belo Horizonte onde eu, Thiago, 34 anos, branco, 1,83 m, cabelos castanhos escuros e lisos, olhos pretos e corpo atlético — resultado de anos frequentando a academia, com ombros largos e definidos — morava com minha esposa.
O bairro era tranquilo. Muitas famílias moravam ali há mais de 10 anos, outras há mais de 20. Nossa casa era simples e aconchegante. A fachada era cuidada, com um pequeno jardim na entrada e um portão que dava acesso à garagem coberta, com espaço para o meu Chevrolet Onix. A casa tinha três quartos: o principal, onde eu e minha esposa dormíamos, com cama queen size, guarda-roupa grande, televisão e banheiro privativo; o quarto de hóspedes, que preparamos para receber pais, familiares e amigos, com cama de casal e guarda-roupa; e um terceiro quarto multifuncional, com equipamentos de ginástica e alguns objetos que não usávamos muito. Havia ainda uma área de tanque com máquina de lavar, armários de produtos de limpeza, varal e tanque. A sala era ampla e confortável, com sofá grande, televisão, painel decorativo e espaço para receber visitas. A copa e a cozinha eram integradas, com mesa para refeições, armários planejados, geladeira, fogão e bastante espaço para o dia a dia como casal.
Naquela manhã, eu estava no meu escritório — um ambiente com mesa ampla, cadeira ergonômica, dois monitores, notebook corporativo, impressora, notebook pessoal, estante de documentos e ar-condicionado —, o lugar onde passava a maior parte do tempo. De repente, ouvi um barulho. Minha esposa Thais estava brava, indo em direção ao banheiro ao lado da copa. Eu a segui.
O banheiro era grande, com bancada de granito, pia embutida, espelho grande, armário para itens pessoais, vaso sanitário e um box amplo ,onde nós dois já havíamos transado muitas vezes. Thais, 28 anos, branca, loira, olhos azuis, cabelos longos, lisos e bem cuidados, 1,69 m, seios médios, bunda empinada, cintura definida e pernas torneadas, olhava-se no espelho e disse irritada:
— Preciso de um banho. Vou me encontrar com a Sandra. Amor, você acredita que pararam um caminhão de mudança bem na nossa garagem?
Eu e Thais nos conhecemos há 8 anos. Eu sou técnico de software. Quando a conheci, ela era estagiária na mesma empresa. Não tive coragem de chegar nos primeiros meses, mas depois de uma festa de aniversário de um colega, nos tornamos amigos. Um ano depois, começamos a namorar. Ela foi promovida a secretária da nossa chefe, tornando-se seu braço direito. Foi então que decidi pedir sua mão em casamento. Ela aceitou.
Enquanto preparávamos o casamento, decidimos focar em conseguir nossa própria casa. Abrimos mão de muitas coisas. Após dois anos de noivado e preparativos, nos casamos em uma cerimônia linda. Nossa lua de mel foi em Cabo Frio, pois ainda estávamos economizando para comprar a casa. Com a venda da casa de praia dos meus pais e de um carro do meu sogro, conseguimos o dinheiro e compramos o imóvel.
Enquanto me dirigia ao portão da garagem, ouvi a voz de um homem comandando os carregadores que descarregavam o caminhão. Abri o portão e me deparei com o caminhão sendo descarregado por dois homens da empresa de mudanças. Então apareceu um homem que disse:
— Prazer, sou seu novo vizinho, Douglas.
— Prazer, sou o Thiago. Você vai demorar muito? Minha esposa vai sair com o carro.
Ele me olhou e respondeu:
— Claro, chefe. Nós já estamos terminando.
Enquanto via os móveis sendo descarregados, lembrei que, quando recém-casados, eu e Thais havíamos visitado duas casas antes de comprar a nossa. Tentamos comprar justamente a casa que nosso novo vizinho acabara de adquirir. Tinha o mesmo tamanho da nossa — três quartos ,um com suíte , escritório, copa e sala integradas, banheiro social amplo —, mas contava com uma garagem maior e uma área de piscina e churrasco. Thais ficou encantada, mas não tínhamos condições financeiras na época para arcar com a diferença de valor de uma para a outra , Voltei para dentro. Thais estava na sala, usando um vestido preto que valorizava seu corpo. Seu jeito de andar destacava cada curva. Seus cabelos loiros longos e lisos brilhavam. Ela me beijou e disse:
— Amor, tira o carro da garagem pra mim.
Peguei a chave do Chevrolet Onix, retirei o carro e Douglas reapareceu. Douglas tinha 28 anos, 1,90 m, negro, ombros largos, olhos pretos, rosto sério, postura firme, presença intimidadora, cabelo curto e corpo forte e bem estruturado. Ele me olhou e disse:
— Viu, chefe? Já tiramos o caminhão.
Então outro homem apareceu e Douglas falou:
— Thiago, esse é meu irmão Rômulo, ou Rominho.
Rômulo era negro, 26 anos, 1,84 m, olhos pretos, corpo forte, bem sorridente e olhar imponente. Ele se aproximou e disse:
— Essa vizinhança só tem branquelo, hein?
Eu apertei sua mão. Douglas, visivelmente envergonhado, completou:
— Esse daí fala demais. Me desculpa.
Nesse momento, Thais saiu de casa. Meu olhar seguiu a loira caminhando em direção ao Onix. Ela usava óculos escuros. Disse:
— Até mais tarde, amor. Te amo.
Notei os olhares dos meus novos vizinhos, que não tiraram os olhos da minha esposa em nenhum momento. Rômulo brincou:
— Que loira... que bela vista!
Eu o encarei. Ela saiu com o carro. Foi então que chegou uma jovem que se apresentou:
— Oi, meu nome é Pamela. Sou a irmã desses idiotas.
Pamela tinha 19 anos, morena clara, 1,65 m, seios médios, bunda média, unhas postiças, cílios postiços, um perfume marcante e usava uma roupa extremamente curta. Ela me abraçou e disse:
— É um prazer te conhecer. Qual é o seu nome?
Douglas e Rômulo fecharam a cara e falaram quase ao mesmo tempo:
— Pamela, deixa o Thiago em paz. Já vai agarrando o rapaz...
Eu passei aquela manhã trabalhando no meu escritório. Há dois anos eu havia recebido uma proposta de uma empresa em Brasília e desde então trabalho em home office para eles. Enquanto realizava minhas tarefas como técnico de software — naquele momento eu configurava um pipeline de integração contínua (CI/CD) para um cliente, ajustando scripts em Python e resolvendo conflitos de dependências no Git —, eu olhava de vez em quando para o meu notebook pessoal, onde mantinha aberta a imagem da câmera de segurança instalada no portão da garagem.
Pela tela, eu via o movimento na casa dos novos vizinhos. Eles ainda recebiam móveis que continuavam chegando. Depois de observar por alguns minutos, voltei minha atenção ao trabalho.
Cerca de uma hora depois, vi pelo mesmo notebook a Thais chegando. Porém, ela parou o carro no portão por alguns minutos. Desceu do Onix e abriu o portão manualmente. Foi então que notei os dois vizinhos, Douglas e Rômulo, caminhando em direção a ela e começando a conversar. Eu não conseguia ouvir a conversa, mas via claramente que a Thais sorria bastante. Os irmãos ficaram olhando na direção do portão por mais alguns minutos, depois se afastaram. Ela finalmente entrou com o carro.
Levantei-me e fui até minha esposa. Assim que a encontrei, ela disse:
— Amor, você não vai acreditar… o portão automático falhou. Dá pra acreditar?
Eu respondi:
— Vou chamar o moço da instalação para arrumar logo.
A noite chegou. Thais e eu preparamos um jantar a dois, algo simples e gostoso. Depois, ficamos juntos no sofá da sala, assistindo a um filme e tomando uma garrafa de vinho. Estávamos relaxados, curtindo o momento a dois.
Logo após o filme começar, um som alto de funk, pagode e samba invadiu a casa. O volume estava altíssimo e vinha da casa dos novos vizinhos. Fiquei imediatamente estressado com aquela barulheira.
Thais, percebendo meu incômodo, aproximou-se de mim com um olhar malicioso e disse:
— Vamos para o quarto, amor… lá eu te desestresso.
Ela falou com segundas intenções bem claras. Subimos as escadas e, assim que entramos no quarto, a volúpia tomou conta de nós. Começamos com beijos intensos, línguas se enroscando com urgência. Minhas mãos percorreram o corpo dela, apertando sua cintura definida, descendo para aquela bunda empinada que eu tanto amo. Thais gemeu baixinho contra minha boca enquanto tirava minha camisa.
Eu abaixei as alças do vestido dela, que escorregou pelo seu corpo loiro até o chão. Ela ficou completamente nua na minha frente. Seus seios médios estavam arrepiados, os bicos rosados endurecidos. Desci a boca até eles, chupando e mordiscando enquanto ela arqueava as costas e enfiava os dedos nos meus cabelos. Minha mão deslizou entre suas pernas, sentindo como ela já estava molhada e quente.
Thais me empurrou para a cama, tirou minha calça e cueca com um sorriso safado. Meu pau, com seus 18 cm, já estava bem duro e latejando. Ela subiu em cima de mim, esfregando sua boceta molhada ao longo do meu comprimento, me provocando. Depois, posicionou-se e desceu devagar, engolindo cada centímetro meu. O calor apertado dela me fez gemer alto. Começamos a foder com ritmo: ela cavalgando gostoso, os cabelos loiros longos balançando, os seios pulando a cada movimento enquanto eu segurava firme sua bunda e estocava para cima.
Estava delicioso. O quarto se enchia dos sons molhados dos nossos corpos se chocando e dos gemidos dela. Eu estava cada vez mais perto, sentindo o prazer subir...
Mas, no momento em que as coisas estavam esquentando de verdade, o som da casa dos vizinhos ficou ensurdecedor. O grave pesado vibrava nas paredes, fazendo o chão tremer. Tentei me concentrar na Thais, nas estocadas, no calor dela me apertando… mas a barulheira infernal era demais. Meu tesão despencou. Meu pau amoleceu dentro dela. Eu tinha broxado completamente.
Depois de broxar, pedi desculpas para a Thais e disse:
— Amor, me desculpa… Eu vou reclamar com esses novos vizinhos. Eles são muito folgados.
Desci as escadas irritado e bati com força na campainha da casa ao lado. Thais, só de roupão (por baixo estava completamente nua, pois tinha se vestido na pressa), veio atrás de mim e ficou ao meu lado. Douglas apareceu na porta, com aquela postura imponente.
Eu falei diretamente:
— Dá pra abaixar o som?
Douglas me olhou com um olhar intimidador e respondeu devagar:
— Dá sim… mas não gostei desse tom que você usou.
Thais interveio rapidamente:
— Desculpa por isso, mas o som está alto demais.
Douglas então desviou o olhar para ela, percorrendo seu corpo de cima a baixo, e disse com um tom mais suave:
— Claro, dona. Seu marido é que não pediu com educação.
Voltamos para dentro de casa. Assim que fechamos a porta, Thais me repreendeu:
— Isso é perigoso, Thiago. Você não pode falar daquele jeito com eles.
Eu suspirei e respondi:
— Você tem razão.
Fomos dormir sem dizer mais nada.
Na manhã seguinte, Thais acordou, me deu um beijo e disse:
— Amor, você se importa se a Sandra vier aqui hoje? Eu sei que você gosta de trabalhar no silêncio…
Eu respondi:
— Claro, gosto do silêncio, mas esses vizinhos são folgados.
Thais completou:
— Amor, obrigada. A Sandra está com problemas no casamento.
Eu estava no escritório trabalhando quando ouvi a campainha tocar. Era a Sandra, Sandra tem 28 anos, 1,70 m de altura, cabelos loiros lisos na altura dos ombros, olhos pretos, pele clara, seios médios e uma bunda média, mas que chamava bastante atenção. Tem piercing na orelha e no umbigo, corpo definido, uma tatuagem de leão nas costas e outra floral no braço direito.
Thais e Sandra se conhecem há 18 anos e são melhores amigas. Elas estudaram juntas até o fim do ensino médio.
Pela janela, notei que os vizinhos — Douglas e Rômulo — estavam lavando os carros , uma Hilux e uma moto e olharam para ela de cima a baixo. Sandra sorriu para eles. Thais abriu o portão e ela entrou. Os vizinhos riram entre si, trocando olhares.
Sandra entrou em casa. Eu estava na sala e a cumprimentei. Ela me deu um abraço forte e disse:
— Amiga, esse seu marido cada dia mais gato, hein?
Thais brincou:
— Ele é um gato mesmo.
Eu perguntei:
— Sandra, como vai o Hugo (marido dela)?
Ela respondeu:
— Thais não te contou? Estou me separando. Só moramos juntos até ele encontrar um lugar pra ficar. Ele não me come, não trabalhava e eu tinha que aguentar aquilo tudo. Agora eu sou solteira e fico com o homem que eu quiser.
Eu disse:
— Tudo de bom pra você. Ele era meio chato mesmo.
Saí e voltei para o trabalho. Mais tarde, notei que as duas saíram para dar uma volta. Os vizinhos novamente olharam as duas de cima a baixo. Fiquei ali, desconfiado deles… e, para minha surpresa, de pau duro por causa da Sandra. Eu amo a Thais, mas ela sempre me deixa de pau duro.
Após encerrar um trabalho, fui colocar o lixo na rua. Foi quando a Pamela apareceu, de roupa curta como sempre. Ela me olhou e disse:
— Oi, Thiago. Me desculpa pelo som alto. Meus irmãos são dois irresponsáveis.
Nesse momento, Douglas e Rômulo apareceram e me encararam de longe.
As duas retornaram da volta e ficaram ali na sala batendo papo. Sandra comentou que tinha perdido o emprego. Thais, que também estava desempregada há um ano — desde que a empresa onde nós dois nos conhecemos faliu e ela foi demitida —, disse:
— Minha tia pode te passar uns plantões. Eu e o Thiago damos conta de tudo com o salário dele.
Depois que ficou desempregada, a Thais passou a cobrir as folgas e substituir a tia no serviço de cuidadora de uma idosa com Alzheimer. Ela recebia 120 reais por dia. Às vezes trabalhava apenas quatro dias ou menos no mês, então o dinheiro não faria muita diferença, já que eu ganho 7.500 reais, fora os extras pelos trabalhos presenciais que sou obrigado a fazer trimestralmente.
Sandra respondeu:
— Não, tudo bem. Eu faço faxina para umas amigas da minha mãe e ganho um bom salário.
Thais então disse:
— Falando em trabalho, vou substituir minha tia essa semana.
As duas passaram o dia inteiro juntas, rindo e fofocando bastante, enquanto eu trabalhava no escritório. De vez em quando eu olhava pela janela e observava os novos vizinhos.
À noite, enquanto nos preparávamos para dormir, eu e Thais nos beijamos e ficamos juntos na cama conversando. Ela disse que a Sandra estava passando por um divórcio difícil, que o marido dela não aceitava a separação. Depois completou:
— Amanhã vou substituir minha tia. Tem como você me levar até o ponto de ônibus?
Eu respondi:
— Sim, claro.
Geralmente Thais precisa sair de casa às 5:40 para pegar o primeiro dos dois ônibus até a casa da idosa que ela cuida. Nós dormimos. Eu tentei algo a mais, mas ela negou:
— Estou cansada, amor… vou acordar cedo.
Na manhã seguinte nos levantamos cedo. Ela se arrumou para ir trabalhar e eu tomei um banho rápido para acompanhá-la até o ponto. Descemos e, caminhando pela rua, vimos Douglas e Rômulo sem camisa, correndo e se exercitando. Eles me encararam, mas cumprimentaram a Thais. Olhei para trás e os vi admirando minha esposa, acompanhando cada passo dela com o olhar.
A rotina nos dias em que Thais ia trabalhar era sempre a mesma. Acordávamos cedo, antes das cinco da manhã. As 5:40 eu a acompanhava , até o ponto de ônibus, esperava ela embarcar e voltava para casa para começar meu expediente de home office.
Aquela semana, porém, algo me incomodava. Todos os dias, invariavelmente, dávamos de cara com Douglas e Rômulo. Os dois estavam sem camisa, suados, correndo e se exercitando pela rua. Eles cumprimentavam Thais com um sorriso largo, olhares demorados e acenos exagerados, enquanto mal olhavam para mim. Eu notava como eles admiravam o corpo da minha esposa enquanto ela caminhava até o ponto, e isso me deixava cada vez mais incomodado.
No último dia em que Thais estava substituindo a tia, eu a levei até o ponto como de costume e voltei para casa. A manhã corria normalmente. Eu estava na cozinha preparando meu almoço quando a campainha tocou insistentemente. Olhei no monitor da câmera e vi Pamela de toalha, nervosa, tocando sem parar.
Desci rapidamente e abri a porta. Ela disse desesperada:
— Socorro, me ajuda!
E me puxou pelo braço em direção à casa dela. Entrei com ela. Pamela me levou até a área de piscina e apontou:
— Tem um rato ali!
Cheguei perto, olhei e brinquei:
— Um ratinho, né?
Quando me aproximei, o ratinho correu assustado. Pamela deu um pulo e se agarrou em mim, pulando nos meus braços. Ela estava só de biquíni por baixo da toalha, com um perfume suave e doce que invadiu meu nariz. Seu corpo quente e macio contra o meu me deixou arrepiado e extremamente excitado.
Eu a desci com cuidado, segui o rato, matei ele e me virei. Pamela se aproximou, me deu um beijo na bochecha e disse:
— Obrigada, Ti.
Saí dali o mais rápido possível, com o pau latejando de tão duro dentro da calça.
Após o chamado da Pamela para pegar o rato, voltei para o escritório e tentei trabalhar com mais atenção para esquecer o que tinha acabado de acontecer. Meu pau estava semi-duro e, a cada lembrança dela pulando nua de biquíni nos meus braços, eu ficava excitado de novo.
Depois de concluir mais um trabalho — finalizei a migração de um banco de dados para um novo servidor, otimizando as queries que estavam lentas —, notei um Uber parando no meu portão. Era a Sandra. Vi quando ela veio caminhando em direção à minha casa, mas o Douglas apareceu no portão e ela parou para conversar com ele. Logo em seguida o Rômulo apareceu e os três entraram juntos na casa dos vizinhos.
Como não tinha mais trabalho urgente, fiquei observando o movimento. A Sandra não saía de lá. Fiquei curioso sobre o que ela foi fazer lá. Quase 15 minutos depois ela saiu da casa deles e tocou minha campainha. Desci e abri a porta.
— Oi, Thiago. A Thais me mandou esperar ela aqui — disse ela.
Olhei o relógio e falei:
— São 16:40. Ela só sai às seis e chega por volta das oito.
Sandra respondeu:
— Thiago, ela vai sair mais cedo. Me mandou um áudio.
Ficamos na sala sem muita conversa. Ela no celular, sorrindo enquanto via algo, e eu assistindo uma série. Por volta das cinco e meia eu disse:
— Vou ao mercado comprar umas coisas pra fazer a janta.
Saí e voltei uns 30 minutos depois. Quando retornei, a Thais já estava em casa. O portão da garagem estava aberto e o Douglas consertava o portão automático. Dentro de casa, o Rômulo estava na cozinha ajudando a Thais, que estava só de pijama curto, a arrumar a pia porque a torneira tinha quebrado.
Ela me olhou e disse:
— Amor, você não vai acreditar… a torneira quebrou e jorrou água pra toda casa. A Sandra correu e chamou os vizinhos. Eles vieram me ajudar.
Eu respondi:
— Podia ter me ligado, eu vinha correndo.
Rômulo falou:
— Ia molhar mais, cara. Relaxa, já resolvemos.
Douglas completou:
— Já arrumei o portão também.
Eu retruquei:
— O moço que instalou vinha amanhã…
Thais interrompeu:
— Avisa que já arrumamos, senão ele vem à toa.
Ela continuou:
— Você está chateado com eles por causa do som, né amor?
Douglas e Rômulo disseram quase juntos:
— Já passou… mas eu não gostei de você chegar daquele jeito na minha casa — falou Douglas.
Eu respondi:
— Eu estava nervoso, mas nunca tivemos problema com nenhum vizinho aqui.
Douglas disse:
— Nós não vamos fazer isso de novo.
Thais então propôs:
— Vou fazer um jantar de paz, ok? Vocês dois aqui às 20 horas.
Eu concordei:
— Ok.
Thais completou:
— Então tá marcado.
Ela saiu andando e o pijama curto deixava seus atributos bem à mostra. Os dois estavam vidrados nela. Eles se despediram e saíram.
Entrei no banheiro e vi a Sandra nua, saindo do banho. Fiquei parado por um segundo e disse:
— Sandra, a porta estava aberta…
Ela me olhou sem pressa e respondeu:
— Desculpa, não fechei.
Saí dali de pau duro. No quarto, Thais me abraçou e disse:
— Que bom que você topou o jantar. Eles me ajudaram hoje. Vou vestir uma roupa decente… nem percebi que já tinha colocado o pijama a essa hora do dia.
O jantar já estava quase pronto. Fui receber os dois na entrada, levei Douglas e Rômulo até a sala e eles se sentaram. Perguntei o que eles trabalhavam. Eles responderam que são donos de quatro lojas de roupas masculinas em quatro bairros de Belo Horizonte. Disseram que têm roupas de todos os preços, que cabem no bolso de todo mundo, e me convidaram para ir comprar algumas peças lá.
Nesse momento, Sandra chegou da cozinha com um vestido deslumbrante. Thais estava ao lado dela. O jantar começou e Thais comentou:
— Eu vi uma menina no ônibus outro dia. Ela me disse que era irmã de vocês...
Douglas completou:
— A Pamela. Nossa, ela é a caçula. Fica em casa pela manhã e faz enfermagem à tarde. Deve estar com as amigas agora, ainda não chegou.
Thais completou:
— Bem bonita.
Sandra então falou:
— Amiga, você não vai acreditar… Eles me arrumaram um emprego de vendedora na loja deles. E tem vaga para você também.
Thais respondeu:
— Eu sou péssima de vendas.
Douglas interveio:
— Você vai ser gerente da minha loja principal aqui na região, a Loja 01, a primeira que abrimos. Como você era secretária de uma empresa bem conhecida, conversamos e achamos que seria a gerente perfeita. Já tem experiência de trabalhar em lugares que exigem inteligência e competência.
Thais perguntou surpresa:
— Sério? Gerente?
Rômulo completou:
— Dois mil reais e você manda nas funcionárias e funcionários. Nós só passamos lá de vez em quando pra ver como anda o negócio.
Thais me beijou animada e disse:
— Amor, é um ótimo emprego! Dois mil…
Ela me beijou novamente e completou:
— Aceito!
Douglas falou:
— Você começa na segunda-feira. Mas amanhã você, o Thiago e a Sandra, claro, vão ser meus convidados de honra na festa que vamos dar à noite em casa para comemorar a nossa mudança.
Rômulo brincou comigo:
— Pelo menos não vai reclamar do som, já que vai estar lá — disse sorrindo.
Eu retribuí o sorriso e respondi:
— Vai ser ótimo.
Após o jantar ficamos ali na sala batendo papo e bebendo vinho. Sandra colocou uma música de pagode e começou a sambar. Eu, Douglas e Rômulo acompanhávamos cada movimento dela, especialmente o rebolado daquele corpo. Thais já estava bem bêbada. Douglas a puxou para dançar. Eles dançavam colados e eu vi a mão dele descer até a bunda da minha esposa. Thais, completamente alcoolizada, se desvencilhou dele rindo, veio até mim e me abraçou. Subimos para o quarto.
Lá em cima, o tesão tomou conta. Thais estava safada por causa da bebida. Tirei o vestido dela rapidamente e ela me empurrou na cama. Começamos a nos beijar com fome, línguas se enrolando. Eu chupei seus seios enquanto enfiava dois dedos na boceta dela, que já estava encharcada. Thais gemia alto, rebolando na minha mão. Ela desceu, tirou minha calça e engoliu meu pau de 18 cm com vontade, chupando fundo enquanto me olhava com aqueles olhos azuis. Depois subiu, sentou em cima de mim e começou a cavalgar gostoso, os cabelos loiros balançando, a bunda empinada subindo e descendo com força.
Eu segurava firme aquela bunda e estocava para cima, metendo fundo. O quarto se enchia dos sons molhados da nossa foda e dos gemidos dela. Virei ela de quatro, segurei os cabelos loiros como rédea e meti com força, batendo fundo enquanto o grave do funk pesado lá embaixo fazia as paredes tremerem. Thais gozou gemendo alto, apertando meu pau. Eu não aguentei e gozei dentro dela, enchendo-a com porra quente. Caímos exaustos na cama.
Na manhã seguinte acordei, deixei Thais dormindo e entrei no meu escritório. Olhei as câmeras que eu havia instalado escondido em todos os cômodos ,Thais nunca soube disso e voltei a gravação da noite anterior. Depois que eu e Thais subimos, Sandra levou Douglas e Rômulo para o quarto de hóspedes.
Fiquei assistindo a filmagem. Sandra estava sendo comida pelos dois. Douglas tinha um pau enorme de 23 cm, bem grosso, e Rômulo um de 19 cm, ainda mais grosso. Eles revezavam: Douglas metia na boceta dela enquanto Rômulo enfiava na boca, depois trocaram. Sandra gemia como uma puta, de quatro, de lado, sentada nos dois. Eles a foderam com força, gozando nela várias vezes. O sexo foi bruto e longo.
Fiquei ali assistindo, desconfiado do jeito que eles se comportavam. Eu tenho péssimas impressões desses dois… e pior, hoje eu teria que ir na casa deles numa festa que eu tinha certeza que iria odiar.