Amiguinho roludo

Um conto erótico de Soraya
Categoria: Heterossexual
Contém 1747 palavras
Data: 13/06/2026 03:21:00
Última revisão: 13/06/2026 04:42:33

Oieee gente, tudo bem com vocês?

Sou a soraya, sou divorciada, tenho 39 anos, e moro sozinha com meu filho Ravi de 18.

O que irei contar aqui aconteceu em dezembro do ano passado.

Era um sábado como outro qualquer, e Ravi chega até eu e pergunta se eu poderia leva-lo a uma festa da faculdade. Digo que sim, que levaria sem problemas.

Por volta das 17h vou até o outro lado da cidade, levo Ravi e volto pra casa.

Nesse dia, eu estava toda arrumada, pois tinha marcado de sair com um rapaz que tinha conhecido no tinder!

Deixo o Ravi e sigo para o restaurante onde iria encontrar aquele moço que estava falando a 1 mês quase pelo tinder.

Olha, naquela altura do campeonato, fazia meses que eu nem se quer me tocava, acredito que não transava desde abril, e já estávamos em dezembro rs.

Simmmmm, eu estava a flor da pele, louca pra sentar num cacete de preferência, cacetão!

Lá no restaurante o papo fluiu, acabamos nos beijando e mão aqui, mão ali, resolvemos ir para o carro dele. Assim que entrei no carro dele, lasquei um beijão e junto com ele grudei com a mão esquerda em seu pau. Queria muito que seja mamar aquele cara.

Acho estranho, pois ele tinha dito que estava com tesão, de pau duro, por isso fomos para o carro, mas quando coloquei a mão não achei quase nada.

Bom, resolvo desabotoar sua calça, desço o zíper e enfio minha mão por dentro da cueca. Sim, eu estava tarada, queria por que queria da ou no mínimo mamar num cacete aquele dia.

Só que tive uma surpresa que me broxou. Literalmente me amoleceu... ao pegar em seu pau, constatei que ele não tinha 11cm de rola. E eu não sentia prazer algum em pau pequeno. Nossa foi um banho de agua fria.

Pra não deixar na cara meu desanimo, invento que precisava ir devido meu filho, me despeço e vou pra casa. Sério, fui chorando dirigindo... tanta expectativa pra nada! E o pior? No tinder ele mandava fotos de umas posições que parecia ser até grande! Ele até mandava a foto com os dizeres, não vejo a hora de te arrebentar no meio. Aff, arrebentar? Com aquele pipizinho?

No meio do caminho, paro numa conveniência de um posto, paro ali sozinha mesmo. Pego uma cerveja e fico sozinha dentro do carro. Estava toda arrumada, cheirosa, com um conjuntinho de langerie vermelho novinho, bem safadinho. Nossa essa noite tinha sido uma das piores da minha vida.

Fico ali bebendo, acredito que tomei umas 8 longneck. Estava bem altinha por sinal. Nisso toca meu telefone, era ravi perguntando se eu poderia busca-lo. Digo que sim e vou...

Chegando na porta da festa, ligo para ravi dizendo que cheguei. Depois de alguns minutos vem ravi e seu melhor amigo, o Guilherme. Ambos bebinhos, um abraçado no outro. Saiu do carro e vou ajudar ravi entrar no carro. Deito ravi no banco de trás, assim que ele deita já capota de tão bêbado.

Guilherme abre a porta da frente do carro dizendo que iria dormir em minha casa, que tinha combinado com ravi. Digo que tudo bem, que ele poderia ir sim.

Entro no carro e vamos pra casa.

Guilherme estava muito bebado, eu estava bem altinha e ravi deu game over.

Eu estava com uma sainha muito curta, e conforme ia dirigindo ela ia subindo. Guilherme olha pro lado e diz, nossa tia, você ta tão linda! Tava em festa também? Dou uma risada sincera e digo, ai garoto, a tia ta puta da vida, mas deixa pra la. E ele me olhando, relevo afinal ele estava bebado.

Assim que chegamos em casa, peço para Guilherme me ajudar desembarcar o Ravi. Guilherme se abraça com ravi e vamos pra dentro de casa.

Peço para Guilherme me ajudar levar o ravi para dentro do box do meu banheiro, precisava dar um banho em ravi antes de coloca-lo na cama.

Eu e Guilherme bêbados, sofremos mais enfim conseguimos. Lá estava eu dando banho em ravi. Porém, devido a dificuldade, eu acabo me molhando inteira. Eu e Guilherme ficamos ensopados. Enquanto eu banhava meu filho, Guilherme sai do box e tira a blusa, tira a bermuda ficando apenas de cueca. Volta ao box para me ajudar.

Até ai tudo bem, ele ali de cuequinha, aquele volume absurdo em sua cueca. Era algo que me chamava muita atenção, aquele volume...

Meu blazer estava molhado, resolvo tirar e fico apenas de sutiã. A saia estava bem molhada e também resolvi tirar! Quando retirei a saia, olhei para Guilherme e ele estava parado, segurando ravi, com os olhos esbugalhados. Na hora nem pensei, só queria me livrar daquela roupa molhada, assim como Guilherme fez.

Eu finalizo o banho em ravi e vou junto com Guilherme coloca-lo na cama. Enfim ravi estava dormindo de banho tomado.

Nisso Guilherme faz uma brincadeira que me arrepiou inteira. Ele vira pra mim, ainda no quarto de ravi e diz, tia, bem que você podia me da banho também, né? Na hora digo, deixa de ser safadinho garoto. Você consegue tomar banho sozinho. Então ele vai até meu quarto, entra no box e toma banho.

Só que ao entrar no meu quarto, não esperava que ele estivesse tomando banho com a porta aberta. Meu box era transparente e quando o vi, peladinho de baixo do meu chuveiro, não acreditei na audácia.

Entro no banheiro e digo, bonito né mocinho? Tomando banho de porta aberta? Tu estava doido pra me mostrar essa rola né garoto? E Guilherme sorrindo tampando os olhos. Ali entendi a malícia daquele garoto.

Não sei o que me deu naquele momento, ao ver aquele homem novinho, enorme, quase 1,85 de altura, pelado no meu banheiro... enfim, quando dei por mim estava tirando o sutiã e minha calcinha.

Acesso o box e vou até o chuveiro, tomar banho com Guilherme.

Ele estava em estado de choque ao me ver entrar peladinha no box

Quando me aproximo, ele estava em pé, com as duas mãos tampando seu pau, chego bem próximo dele e digo sussurrando em seu ouvido, era isso que tu queria garoto? Ele me olhando assustado. Pego suas mãos e as afasto de seu pau. Olho para baixo e fico admirando aquele pau enorme molinho e branquinho.

Eu seguro em seu pau molinho, começo massagea-lo e com a voz soprosa digo, quer que eu te dê banho safadinho? E ele diz, uhum...

Eu chego no pé de seu ouvido e digo, hoje tu está fudido garoto!

Então me agacho e abocanho aquele pau ainda molinho.

Sinto aquele pau crescer em minha boquinha. Guilherme segura minha cabeça como se pedisse, vai tia engoli tudinho, e eu ali, engasgando tentando engolir aquele mastro rosadinho dele.

Enquanto mamava naquele pau eu dizia, garoto, esse pau não para de crescer não? Tu vai me aleijar assim... depois de alguns minutos pagando uma gulosa deliciosa pra guilherme, seu pau chega ao ápice do tesão. Vi que tinha crescido tudinho. Eu segurava com as duas mãos e ainda sobrava um bom espaço para chupar. Certeza que aquele garoto não tinha menos de 22 centimetro de rola.

Então me levanto, fico de 4 no box, empino meu rabao e digo, vai garoto, chupa essa buceta e esse cuzinho vai...

Então Guilherme senta no chão, abri minhas poupas da bunda e começa passar aquela língua quente e macia. Sentia aquela lingua me penetrar na buceta. Que sensação deliciosa! Guilherme estava na hora certa e no dia certo... me pegou cheia de vontade de da, louca pra fuder... e acabou que foi com ele mesmo.

Depois de alguns minutos me chupando digo, vai soca esse pauzao na minha bucetinha soca! E la vem guilherme, mirando seu pauzao na minha rachinha que já estava meladinha de prazer, toda lubrificada por sua lingua. Sinto aquela cabecinha me penetrando e foi uma sensação incrível. Aquele garoto tinha o pau que eu amava. Eu sentia muito tesão quando dava pra roludo. Afinal, eu adorava sentir dor, a dor de um pauzao me fazia sentir prazer.

Empino mais ainda meu bumbum recebendo toda aquela rola branquinha. Quando vi estava sentindo aquele pauzao todinho dentro de mim. Guilherme ali me comendo de 4, puxando meu cabelo e batendo em meu rabinho. Ai que delicia... sentia minha buceta dando choque!

A unica coisa que eu não estava gostando era que Guilherme metia no soca fofo e eu gosto de ser submissa, gosto de homem que soca sem dó, que bate, da tapa na minha cara, enfia os dedos na minha boquinha... ai eu amo homem assim e ele não tava ajudando.

Até que digo, me come igual homem garoto, pode me bater eu gosto.

Mostrei o caminho da minha felicidade pra ele e enfim ele me pegou de jeito. Socava como um animal. Ficou com tanta raiva que quis comer meu cuzinho. Eu deixei, afinal, estava com tesão num nível hard.

Foi pelo menos uns 40 a 50 minutos fodendo de baixo do chuveiro com aquele garoto. Meu corpo estava cheio de hematomas, suas costas toda arranhada... Seu pescoço com uns 3 chupao que eu dei bem gostoso.

Sério minha bunda estava preta de tanto tapa que levei daquele garoto. Na hora não senti dor, mas no outro dia, não tava dando pra sentar de tanta dor nas poupas do meu bumbum.

Só sei que gozei pelo menos 3 vezes dando para aquele garoto e acabamos dormindo juntos.

Quando acordei no outro dia estava agarrada com guilherme, ele completamente pelado, eu também e ali a ficha caiu... Fui a putinha daquele garoto.

Espero ele acordar e tenho uma conversa séria com ele, digo que foi bacana, que amei da pra ele, dormir com ele... mas que tinha que morrer ali, que não era pra ele contar pra ninguém que tinha me comido, pois eu era mãe de seu melhor amigo. Ali selamos nosso segredo e a vida seguiu.

Eu tinha jurado que não daria mais para Guilherme mais depois dessa noite, já saímos umas 3 vezes. Fomos para motel, transavamos e eu o deixava em casa. Mas não quero nada sério, só estou apaixonada naquele pau enorme rosinha.

Bom, esse foi meu relato, o dia que dei para o amiguinho roludo do meu filho. Beijinhos no coração de vocês!

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