Na manhã seguinte, após a tarde de sexo aventureiro na mata da fazenda, quase perdemos hora para a faculdade de Amanda. Se antes eu só a levava e buscava as vezes com ela indo a maioria de vezes com a Van, depois de assumirmos nossa nova relação e ela não ter se inibido me beijando na frente do portão principal da faculdade querendo induzir a que nos vissem como namorados, gostei da sensação e era um meio de evitar que fosse assediada.
Fui a levar e ganhei um beijo de lábios e um muito obrigado pela carona, me deixando bem o resto da manhã para fazer a parte burocrática de meu trabalho em casa em meu computador controlando produção, vendas e compras de insumos das fazendas de meus pais e outras propriedades que eu dava assessoria.
No horário que ela saiu lá estava eu de novo a esperando e ganhando beijos antes de a levar para casa.
– Papai, estou adorando você vir me trazer e me buscar como meu namorado. Amanhã você poderia me levar até a porta da classe como alguns namorados fazem?.
Eu queria muito mostrar que aquela garota já era comprometida, mas seria muito mais arriscado.
– Seria muito mais arriscado do que eu te deixar no portão.
– Só pouco mais. 98% dos universitários são de outras cidades e mesmo os daqui, não é que nos conheçam. Minhas amigas mesmo do colégio que babam por você estão todas estudando em outras Universidades porque aqui só tem cursos direcionados a produção agrícola.
– Está bem filha.
A tarde não fizemos amor porque fui visitar uma fazendo de um dos clientes, mas fizemos intensamente antes de dormirmos e como era bom fazer amor em nossa cama, já que nunca tive isso antes.
Na manhã seguinte fui a levar até a porta de sua classe de mãos dadas e muitos nos olhavam, principalmente as garotas a deixando enciumada o que a fez se pendurar em meu pescoço e me dar um beijo nos lábios, nada paternal.
A desculpa se alguém descobrisse seria aquela que combinamos de que ela me pediu para se passar por seu namorado para que não fosse assediada pelos universitários homens de seu curso que eram muitos.
Além do medo me excitei com aquela exposição discreta de nossa relação e decidi que vez ou outra iria repetir porque não queria ninguém xavecando minha filha, minha esposa.
Nos dias seguintes uma deliciosa rotina se formou, não de horários, mas de fazermos amor pelo menos 2 vezes por dia e uma delas era sempre pela manhã porque Amanda gostava de ir para a faculdade cheia de meu esperma a estimulando a estudar, segundo ela.
Como assistente ela ia comigo as visitas as fazendas sempre que podia, mesmo para aquelas que não eram nossas, devagar fazendo com que todos se acostumassem de estarmos sempre juntos e quando ela não podia ir por estar estudando me cobravam do porque a “Dona” Amanda não tinha ido, a deixando feliz de saber disso quando contava a ela.
Durante nossos momentos de sexo, sabia que ela ansiava pelo que faltava, mas eu estava a enrolando porque tinha tido uma ideia deliciosa para a sexta-feira da semana seguinte e quando chegou a quinta-feira, aliviei sua ansiedade após fazermos amor antes de dormirmos.
– Filha, teremos um final de semana agitado. Combinei com seus avós que no sábado e domingo passaremos com eles na Sede da Fazenda 1 já aproveitando fazer o trabalho que temos que fazer lá, só que amanhã depois de suas aulas vamos para a Fazendo 2 porque temos que ver algumas coisas lá e já aproveitamos dormir na sede para sábado pela manhã irmos encontrar seus avós.
Seu sorriso foi de felicidade pois Amanda sempre gostou desse programa da Fazenda 1 e pegar um sol na piscina da sede, mas sabia que em sua mente sua alegria ia muito além.
– Vamos dormir sozinhos na sede 2 amanhã, perguntou excitada.
– Espero que não só dormir, mas só iremos se não tiver trabalhos da faculdade importantes.
– Nada que não possa deixar para a semana que vem e mesmo que tivesse levaria e faria lá ao tempo livre, se tivermos tempo livre, me provocou.
– Durante o dia talvez tenhamos, mas a noite não porque estou com algumas ideias.
– Quais papai? Me conta.
– Surpresa meu amor, mas você vai adorar.
– O chato só será que não poderemos fazer amor na sede 2 com a vovó e o vovô lá, se lamentou.
– Quem disse que não faremos? Como vou te ver de biquini na piscina e depois não fazer nada? Impossível. Vamos dormir juntos e a desculpa para sua vó será que não queremos bagunçar 2 quartos e ela vai até gostar.
– Vamos fazer amor com meus avós dormindo ao lado?
– Sim, mas em silencio. Bom que aquelas camas são de madeira maciça e não rangem, brinquei.
– Vou ficar tão excitada de fazer amor no quarto ao lado do deles. Vai parecer que somos um casal de verdade e somos aceitos por eles, mesmo se não vão saber.
– Somos um casal. Você é de verdade minha esposa, vai me dar filhos e formarmos uma família.
Com lágrimas nos olhos, Amanda me montou com meu pau duro por aquela conversa e tivemos outro orgasmo enorme. Com minha filha eu caminhava rápido para recuperar toda a abstinência de sexo por ter me dedicado exclusivamente a ela.
Em casa peguei nossas malas arrumadas na noite anterior e quando a peguei na faculdade na hora do almoço da sexta-feira, outro beijo dubio a quem visse sendo um pouco exagerado se fosse um beijo no pai e um pouco morno demais se fosse namorado, mas servia a nosso proposito e era uma delícia a beijar em frente aos outros.
Almoçamos em um restaurante da estrada e ao chegarmos à fazenda 2, primeiro deixamos nossas coisas na sede arrumada por uma das funcionárias e fomos trabalhar duro. Todos já sabiam que Amanda não era mais apenas minha filha, mas minha assistente e a reconheciam como tal.
O jantar foram alguns sanduíches feitos com pães, frios e queijos que levamos também para o café da manhã e após termos jantado era evidente a ansiedade de Amanda e não poderia a fazer esperar mais.
– Vamos tomar um banho antes filha. Tenho muito planos para essa noite. Vai ser a noite do 4?
– Do 4, perguntou curiosa.
– Sim, já, já você vai descobrir do que se trata.
Fomos rápido para o banho naquele box apertado e simples da pequena casa da fazenda, mas por ser em um lugar inédito foi delicioso com muitas pegações enquanto ela tentava descobrir o que era a noite do 4.
Evidentemente ela sabia que eu a comeria de 4 pela primeira vez, mas não tudo o que eu faria. Quando terminamos e nos enxugamos decidi a deixar ainda mais excitada.
– Obedeça ao papai, vá para a cama e fique de 4 no sentido que você quiser.
Amanda correu para o quarto e quando cheguei na porta a safadinha tinha escolhido ficar de costas para ela para eu ter aquela visão impressionante quando entrei. Tenho que confessar que mesmo com todo meu poder sobre ela, tinha evitado a ver nua de 4 com medo de não resistir e não conseguir realizar aquela surpresa que estava realizando, então aquela era a primeira vez que a via daquela jeito.
Fui me aproximando babando de vontade e por sua beleza sem igual ainda mais em evidencia. Suas curvas já sinuosas estavam mais sinuosas, seu bumbum como um círculo perfeito fluindo para as coxas torneadas. No centro dele sua bucetinha fechada em um risco e acima sua pequena estrelinha. Mais ao alto seu rosto lindo me fitando por cima dos ombros sorrindo feliz.
Pela curvatura de suas costas ainda não via sua cintura fina que devia estar mais fininha naquela posição, mas antes de me deliciar a pegando por trás fui me chegando até seu lado sob seu olhar surpreso não entendendo nada.
Me deitei ao contrário e com a ajuda de uma de minhas mãos levantei primeiro uma perna dela me encaixando entre as duas e depois um braço fazendo o mesmo e quando ela percebeu estávamos em um 69 com ela de cara para meu pau e eu para sua bucetinha melada. Na hora ela soltou uma das mãos do apoio e pegou meu pau o deixando na vertical.
– Que safado papai. Nunca fizemos assim. Já estou quase gozando imaginando fazermos ao mesmo tempo.
– Novidade filha e como eu disse, você está de 4 e todas as outras novidades que eu fizer com você essa noite, estará de 4.
Excitada demais Amanda nem respondeu e engoliu meu pau esfomeada. Fui com mais calma e curtindo abri seus lábios com os polegares e comecei a lamber seu delicioso mel sem tocar em seu clitóris, mas ainda assim ela gozou tremendo toda e gemendo abafada com meu pau em sua boquinha temporariamente imóvel enquanto gozava.
Quando seu primeiro orgasmo terminou minha linda filha mostrou o quanto tinha evoluído em seus boquetes naqueles dias. Tudo o que fazia era com mais intensidade e fervor mostrando que realmente amava me dar aquele prazer.
Como ela já tinha se aliviado um pouco com o primeiro orgasmo, decidi ser ousado e já começar a preparar para comer seu cuzinho logo mais. Comecei a melar os dedos em sua fenda em conjunto com minha língua e levar aquela lubrificação até seu furinho a fazendo tremer a cada toque.
Excitada com o que eu fazia, Amanda ficou mais fogosa e eu já tinha que segurar meu gozo porque queria meu dedos lá dentro quando gozasse para que a fizesse gozar comigo.
Com paciência fui enfiando um dedo com seu corpo tremendo cada vez mais forte e seus murmúrios ficando mais altos enquanto me lambia ou me chupava. Para que pressa se estava tão delicioso dando a minha filha safadinha um sexo que ela nunca teve. Demorou e consegui enfiar o segundo dedo e até estranhei que ela não tivesse gozado de novo, mas presumi que ela se segurou para sentir por mais tempo aquelas novas sensações e gozar comigo quando eu gozasse.
Seu rabinho era tão apertado que fazia meus dedos se encavalarem e doer, mas quando a senti se soltar, comecei os abrir dentro para ir alargando suas preguinhas as preparando. Eu me segurava no limite de minha resistência só para ter mais tempo de preparar seu cuzinho até que não resisti mais e não tive com avisar Amanda de que gozaria, mas ela deve ter percebido porque comecei um vai e vem com meus dedos e levei minha língua lambendo seu clitóris com muita pressão.
Ela explodiu comigo em um orgasmo colossal e eu ia injetando em sua boca um rio de meu esperma enquanto seu pocinho generoso transbordava seus fluidos. Foi um orgasmo tão forte que Amanda foi perdendo as forças nas pernas e nos braços e foi se deitando sobre meu corpo, mas sem largar meu pau engolindo todo o esperma que eu jorrava.
Também não parei e fui atrás de seu grelinho continuando a lamber e prolongando seu orgasmo cheio de energia por muito mais tempo do que o meu. Do que meu orgasmo físico, porque meu orgasmo emocional era imenso e também longo sentindo o tesão imenso de dar aquele prazer a minha filha e estarmos tão ligados.
Com aquele ato, um lambendo o sexo do outro e sorvendo seus líquidos íntimos, nunca estivemos tão ligados e era maravilhosa aquela sensação.
Quando seu orgasmo terminou, Amanda rolou de cima de mim e invertendo o corpo se deitou em meu peito olhando para mim exausta e satisfeita. Descansamos um pouco até que conseguíssemos falar.
– Meu deus papai. Nunca imaginei que um orgasmo oral poderia ser tão poderoso. Foi muito, muito forte porque tive 2 prazeres ao mesmo tempo. De você me fazendo gozar e eu sentindo seu gozo que eu proporcionei.
– O mesmo filha. O mais forte que já tive desse jeito.
– Me conta como vai ser a seguir com essa história de noite do 4.
– Está bem. Prefiro fazer amor com nossos corpos se tocando o máximo possível, mas é inegável que fazendo amor com você de 4 vai ter uma apelo imenso por poder te admirar, ver o que está acontecendo e poder segurar em sua cintura, então na próxima vou comer sua bucetinha de 4 pela primeira vez e depois de descansarmos bem, também vamos estrear seu bumbum nessa posição.
Seu corpo tremeu todo e ao invés de ter receio, me surpreendeu.
– Que legal que tudo isso está acontecendo aqui na fazenda. Vão ser memórias maravilhosas dessas primeiras vezes como foram as outras primeiras vezes lá na mata. Em casa perdi minha virgindade e também foi a primeira vez de me fazer gozar só me mandando gozar. Minha vida sexual está maravilhosa papai. Nunca imaginei que mesmo se conseguisse te convencer a fazer amor comigo, iria ser assim tão intensa e deliciosa essa vida, sorriu.
– Se você não fosse tão safadinha, linda, gostosa e que adora novidades não seria. Quem foi que pediu para que eu mandasse você fazer coisas sujas comigo, a provoquei.
Amanda sorriu envergonhada.
– Culpa minha porque eu te amo tanto. Não ficaria satisfeita só com o básico.
– Nem eu filha. Culpa nossa, na verdade.
Só trocando carinhos minhas mãos não conseguiam resistir a seu corpo delicioso e o percorriam o acariciando e o apalpando e devagar isso foi nos deixando excitados novamente. Vendo meu pau duro, Amanda o pegou e começou a fazer pela primeira vez uma leve masturbação, mais para saber como era.
– É assim que os homens fazem papai?
– É sim, mas só quando não tem um corpo delicioso como esse à disposição como eu tenho. Nunca mais vou fazer isso, falei apalpando seu bumbum.
– Isso mesmo papai. Sempre que precisar me use e compense todas as vezes que você teve que fazer isso pois não estava com uma mulher porque estava cuidando de mim. Você não precisava evitar ter tido uns casos, mas confesso que se soubesse teria ficado com muito ciúme.
Sua mão gostosa ia e vinha em meu pau, mas o destino daquela ereção era sua bucetinha com ela de 4 em nossa noite do 4.
– Primeiro o trauma do que aconteceu com sua mãe, depois ter que cuidar de você pequena e mais tarde com seu problema, não me deu nenhum animo de gastar energia tendo que conquistar garotas e quando eu vi você estava sentada em meu colo querendo fazer amor comigo, sorri.
– Você estava me esperando, né papai?
– Pelo jeito sim e a recompensa está sendo gigantesca.
– Talvez eu tenha vindo assim safadinha e querendo fazer tudo com você, para te recompensar da forma que merece. Eu não consigo dizer o quanto eu te quero de verdade.
– Você sabe que isso de recompensa é só brincadeira, né? Fiz tudo pelo amor imenso que sinto por você.
– Para mim não é brincadeira papai. Sei que você fez por amor e não precisa de nada em troca, mas eu te amo e quero dar o mesmo que você deu para mim, mesmo que de outra forma. Não se preocupe porque não sou tão pura assim e tem a minha parte de egoísmo ter para mim essas maravilhosas recompensas que estou te dando, falou sorrindo.
– Se é assim, vamos para uma das melhores recompensas. Fique de 4 para o papai, filha.
Quando Amanda tirou a mão de meu pau para se colocar de 4, tive uma ideia safada.
– Qualquer hora o papai vai mandar você se masturbar para que eu assista até você gozar, mesmo que você nem precise se tocar para gozar quando eu mando, falei bem safado.
Enquanto se posicionava, Amanda pareceu inibida.
– Vou ficar com tanta vergonha papai.
Eu ri já me colocado ajoelhado atrás dela olhando para aquele corpo escultural exibido sem pudores para mim.
– Ficar assim para o papai você não tem nenhuma vergonha, mas vai ter se tocando.
– Sei lá. É algo que se faz escondido e sozinha, mas sei que vou me excitar muito e você terá que mandar eu não gozar rápido demais.
– Até na vergonha é safadinha. Sabe amor, você nessa posição é quem poderia me mandar fazer qualquer coisa que eu faria. É muito melhor do que imaginei a parece que estou no céu admirando sua perfeição e como é gostosa. Cada curva maravilhosa chega na outra em perfeita sincronia.
Amanda me olhava por cima dos ombros sorrindo.
– Te ver olhar assim para mim com tanto desejo, me faz saber que estou te recompensando direitinho, falou provocativa.
Não conseguindo mais resistir, me aproximei e corri minha glande por sua fenda rosada melada de nossos fluidos até que encaixei e comecei a enfiar devagarinho poque seria um dos melhores momentos de minha vida.
– Ohhh deus filha, não consigo descrever o quanto te desejo, mas vou devagar para curtir a vista.
– Ahhhhuuuuu papai, eu também gostaria de ver. Um dia você filma e me mostra? Depois pode apagar.
Como poderia recusar um pedido desses de minha filha sabendo que ela iria ficar muito excitada. Eu poderia até a mandar gozar assistindo depois, se é que precisaria mandar.
– Claro meu amor. Você tem todo o direito de ver também já que é quem está me proporcionando essa vista que me dá tanto tesão, falei observando meu pau grosso ir esticando cada vez mais aqueles lábios fininhos em torno dele enquanto seu canal apertado parecia o sugar para dentro querendo o massagear.
– Ahhhuuuuuu, que delicia papai. Já estou me segurando só para gozar com você.
Minhas mãos em sua cinturinha tocando as pontas dos dedos da outra mão a seguravam firme no lugar para que não fosse para frente com minha invasão. Eu tinha comido sua deliciosa mãe naquela posição, mas nada se compara a olhar para o rosto que me fitava ser de minha filha amada.
– Já que está sendo a boa garotinha do papai, vou fazer algo que nunca fiz antes por você ser uma filha maravilhosa, mas safadinha como é sei que vai gostar. Ohhhhuuuu, que coisinha mais quente e apertadinha.
– Ahhmmmm. O que papai?
– Espere até eu colocar tudo.
Nos próximos 2 minutos eu curti aquela penetração lenta sem deixar de também observar aquela estrelinha rosa acima que logo teria sua vez. Gemíamos sentindo as pulsações e contrações do outro sem falar nada em um momento quase sobrenatural de beleza e prazer com a pessoa amada. Quando cheguei ao fundo, Amanda sentiu o aperto em seu colo do útero.
– Papaiiiiiiiiii. Assim entra ainda mais.
Conforme ela falou, fui puxando para fora até quase sair revendo meu pau e logo o vi desaparecer novamente. A segurando pela cintura percebi que ela logo gozaria e querendo que durasse uma pouco mais, tive que a impedir.
– Você desta vez não pode gozar antes do que eu. Se segure que vai gostar da novidade.
– Ahhhhhhh papaiiiii, estou tão excitada.
Por uns 2 minutos a estoquei virilmente a fazendo gritar literalmente de prazer e sorte que aquela casa era longe das casas dos funcionários. Pela intensidade sabia que a deixaria esfolada e também comendo seu rabinho logo mais, sabia que ela não conseguiria andar a cavalo na manhã seguinte na outra fazenda. Eu daria um jeito porque por nada interromperia os planos daquela noite a não ser ela pedir, e Amanda certamente nunca pediria.
Era hora de gozarmos, então soltei uma das mão de sua cintura e dei um tapa ardido em seu bumbum generoso e redondo.
Pá.
– Papaiiii. Ahhhhhiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii.
– Sua safadinha. Você nunca mereceu uns tapas, nem agora, mas sei que safadinha como é vai adorar.
Pá.
– Papaiiiiiii. Você tem razão, adoreeeeei. Bate mais, mas goza logo porque não estou me aguentando. Ohhhhhuuuuuuuuuuuuuuu.
Pá.
Pá.
Pá.
Eu dava tapas marcando sua pele clara e a cada um deles Amanda gritava de prazer. Meu pau entrava e saia velozmente perdendo um pouco a sensação de compressão de seu canal, mas ganhando a de o abrir a cada penetração. Não aguentei e após mais um tapa gozei.
Pá.
– Estou gozando filhaaaaaaaaaa. Tão forteeeeeeeeee.
Na mesma hora Amanda gozou comigo em um orgasmo muito ruidoso e cheio de energia.
– Aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhuuuuuuuuuuuuuuuuuu, estou goEla nem conseguiu terminar mostrando estar tendo um de seus maiores orgasmos. Minhas mãos já a seguravam novamente pela cintura fininha em um ato de dominação não intencional.
Meus prazeres fisco e emocional se somavam me levando a um nível muito além do que apenas um gozo forte. Infelizmente, nós homens temos gozos muito rápidos, mas mesmo terminado eu sentia o prazer de manter o gozo de Amanda acontecendo por muito mais tempo do que o meu.
Quando terminou ela foi se deitando de bruços e fui junto encaixado com meu corpo grande esparramado sobre o seu, mas me apoiei nos cotovelos para não a pressionar demais. Nossas respirações estavam aceleradas sentindo aquela languidez pós orgasmo.
Recuperado antes, a enchi de beijinhos nos cabelo, na parte de trás do pescoço e ombros até que ela estivesse recuperada e me deitei a seu lado, sem que ela se movesse daquela posição, no entanto girou seu rosto apoiando no colchão para olhar para mim de lado a seu lado a admirando orgulhoso. Eu a provoquei.
– Essa posição de bruços também é muito boa e vendo como seu bumbum fica empinado, não vamos demorar para fazer assim.
– Ahhmmmmm papai. Se dizem que não está certo, não deveria ser tão maravilhoso fazer amor com o próprio pai, falou com um sorrisinho.
– Eu pensava assim, mas mudei de ideia na primeira vez que fizemos amor, falei sorrindo.
– Como eu te queria tive mais tempo para me acostumar e me convencer. Se somos adultos e não fazemos mal a ninguém, de forma alguma é errado. O que acontece com essa proibição é só deixar mais intenso quando se atravessa essa barreira. Com quem mais eu poderia ter essa ligação perfeita que temos? Impossível.
– Concordo filha. Mesmo pensando assim não podemos deixar ser público.
– Por mim, não precisaria ser escondido se todos aceitassem. Se só a vovó e o vovô aceitassem, já seria maravilhoso não precisar esconder deles, mas sei que é impossível por terem a visão que todos tem.
– Seria mesmo bom, mas como você disse seria difícil. Ele não são religiosos, mas mesmo assim tem neles em como a sociedade vê isso.
– Bom, teremos que fazer amor quietinhos ao lado deles amanhã, falou sorrindo lembrando de minha promessa de fazer amor com ela na casa da outra fazenda ao lado do quarto de meus pais.
Ficamos quietos por um tempo pensado no que falamos e pelo dia longo, pela viagem, pelo trabalho e pelo sexo antes cochilamos lado a lado, talvez por uns 30 ou 40 minutos, quando a sinto pegar em meu pau e de novo me masturbar de levinho me acordando.
– Nós dormimos papai, mas por nada quero estragar nossa noite do 4. Tenho ainda um 4 para fazer com você, me provocou safadinha.
Como não se excitar com uma mulher linda daquelas esperando que eu tirasse sua virgindade anal, então ela sentiu minha excitação crescendo em sua mão.
– Não está com medo não?
– Deveria, pois sei que o seu é bem maior do que a média pelas pesquisas que fiz, mas um dia vai ter que acontecer e vai doer. Melhor resolver isso logo, falou sorrindo.
– Então andou pesquisando, é? Como, se não tem minhas medidas?
– Nos vídeos dá para ter ideia pela proporção com as mãos, mas também medi minha mão e tive como saber, falou mostrando sua mãozinha envolvendo meu pau.
– Se eu tenho você e não preciso mais me masturbar, você não precisa ver mais esses vídeos.
– Que delicia de ciúme de meu homem. Na verdade, nunca fui de assistir e só assisti alguns para ter a noção de quanto você é maior que os outros, porque sou eu quem o aguenta e adoro o tamanho.
– Vamos ver se vai continuar adorando o tamanho nesse bumbum apertadinho. Sorte que sou prevenido e comprei um gel para facilitar, fora ter brincado com meus dedos nele.
Amanda me olhou excitada e surpresa enquanto eu me levantava e ia buscar o gel em minhas coisas e quando voltei a surpresa foi minha a encontrando de 4 no exato lugar que estava antes de se deitar de bruços. Foi só ela se apoiar nos braços e mãos novamente sem sair do lugar e estava como precisava.
– Sabe papai, você tem razão quando disse que assim nossos corpos não se tocam muito e como você, gosto deles se tocando ao máximo, mas a excitação de estar aqui entregue para que faça o que quiser comigo, compensa em parte. Talvez não fosse assim tão delicioso se só você gozasse, mas como me dá orgasmos enormes, adoro me sentir toda submissa nessa posição.
Eu já estava de joelhos atrás daquele monumento no exato lugar que tinha comido sua bucetinha pouco antes. Enchi minha mão de gel e levei a seu rego o espalhando.
– Ahhhi que gelado papai.
– Sabe que nunca gostei dessa palavra submissa por causa de seu transtorno.
– Você não gosta por medo de alguém abusar dessa minha condição, mas use a palavra que use é no que meu transtorno me transforma, só que tenho a sorte de o ter como pai, meu protetor e meu homem e para você não há nenhum problema de admitir que sou o que sou – submissa de nascença. Não se aflija papai. Adoro ser assim para você. Fala sério, você não acha excitante sua filhinha ser assim só para você?
Com o gel espalhado por seu rego, enchi de mais gel os dois dedos que tinha enfiado em seu cuzinho mais cedo e devagar os fui penetrando um por vez. Não tinha como mentir porque mesmo com minhas preocupações era muito excitante ter aquele poder sobre ela.
– Como não me excitaria com uma mulher perfeita, linda, gostosa como você a quem amo, sendo minha. Claro que sim, mas ainda assim me aflijo. Nada que atrapalhe, pois veja o que estou fazendo, falei começando a girar meus dois dedos já enterrados até o fundo.
A conversa terminou porque Amanda só conseguia gemer daí em diante com meus dedos a preparando.
– Ahhhmmm. Hummmmm. Mammmm.
Quando senti que seu anelzinho estava devidamente esticado com meus dedos se abrindo dentro dele, os tirei e encostei meu pau. Sabia que por nada ela me faria parar, mas fiz minha obrigação de pai.
– Se doer me avisa, que eu paro.
– Hammm, ham.
Por já ter laceado suas preguinhas e estar muito lubrificado a glande foi escorregando para dentro naquele canalzinho apertado até que um escorregão maior a fez se encaixar totalmente.
– Aaahhhhhhhhhmmmmm papai. Isso é bom, muito bom. Não sei porque algumas dizem que dói tanto. Talvez porque seus namorados foram muitos apressados e não as preparam antes. Ohhhhh. Pode continuar.
Meu pau parecia estar sendo esmagado por seu anelzinho poderoso e se não doía tanto para ela, para mim doía, mas por nada eu pararia vendo aquele espetáculo de meu pau penetrando no cuzinho virgem de minha filha gostosa.
– Uhhhhhhhiiii. É tão apertado amor.
Desta vez não segurava em sua cinturinha, mas em suas ancas redondas como um pêssego perfeito. Como antes em sua bucetinha eu ia devagar me deliciando com a visão daquela nossa primeira vez comendo seu cuzinho.
Amanda as vezes se empurrava para trás querendo mais, mas eu a segurava a dominando como queria. Em seu estado de excitação máxima tinha quase a certeza que conseguiria gozar só pelo rabinho como sua mãe as vezes tinha conseguido e esperaria que gozasse enquanto sentisse meu esperma, mas caso não acontecesse eu daria a ordem para que gozasse comigo.
– Ohhhhhuuuuu filha, estou adorando essa nossa noite do 4. Com 3 novidades e a última virgindade conquistada, nunca fiquei tão tarado por tanto tempo, falei já com mais da metade enterrado em seu bumbum gostoso.
– Ahhhhh. Você não imagina eu, papai. Já era para ter gozado, mas estou me segurando para gozar junto com você.
– E eu que pensei que você poderia nem conseguir gozar sem se tocar. Pode gozar quando e quanto quiser amor. Já te disse que só quando eu mandar você não gozar que é para me esperar. Agora você me deixou mais tarado ainda.
– Papaiiiiiiiiiiiiii. Estou gozandooooooooo.
Bem que eu estava pronto, mas não queria gozar e terminar tão rápido nossa primeira vez daquele jeito. A deixei gozando enquanto continuava meu caminho conquistando aquele rabinho delicioso.
Claro que não era um simples gozo anal, extremamente difícil, mas o resultado de tudo o que tinha acontecido antes, o que acontecia naquele momento além do fato de sermos pai e filha, o combustível explosivo do nosso prazer.
– Aaaaaahnnnnnnn. É diferente, mas tão bommmmmmm papai.
Minha jovem filha era uma mulher em formação e naqueles poucos dias tinha deixado de ser virgem para ter feito tudo o que se pode fazer entre um casal dentro dos limites de um sexo intenso, mas sem situações estranhas. Se não havia nada estranho, havia de diferente e safadinho tendo feito sexo em lugares bem diferentes e gostosos e na noite seguinte faríamos amor no quarto ao lado do de seus avós em um momento que prometia muito tesão.
Seu orgasmo começou a diminuir no exato momento que consegui encaixar inteiro meu pau naquele bumbum delicioso e não o conseguir ver por estar inteiro dentro dele me deixou ainda mais tarado.
– Pronto, inteirinho dentro filha. Suas virgindades são todas minhas.
– Ahhhh. Não fala assim ou gozo de novo. Estou me sentindo tão, tão cheia, mas é delicioso. Você está gostando?
– Não tem nada que eu faça com você que não seja o mais gostoso de minha vida e seu bumbum lindo é mais um de tudo que adoro fazer com você amor.
– Ahhhhh papaiiiiiii. Acho que mereço mais tapas, me provocou excitada.
– Porque filha?
– É tão errado fazer sexo com o próprio pai e ainda mais errado e sujo fazer anal, mas eu estou nos céus de tanto que estou gostando. Sou muito safadinha, não sou? E por isso mereço uns tapas.
– Não mais do que eu porque também estou nos céus, mas merece uns tapas por tentar me induzir a fazer algo sabendo que sou eu quem mando.
Pá. Dei o tapa enquanto puxava meu pau totalmente para fora.
– Ahhhhhh papai. Me perdoa. Volta. Volta, por favor.
Minha intenção era só o lubrificar inteiro novamente para poder ser mais intenso sem a machucar, mas sem ser minha intenção Amanda pensou ser uma punição e aproveitei só para a excitar mais. Voltei a penetrar seu furinho com meu pau besuntado de gel escorregadio.
– Está perdoada, mas agora vai me obedecer e só gozar quando eu gozar dentro desse cuzinho gostoso.
Pá.
– Está bem papai. Adoro esses tapas, mas vou me segurar.
Dando mais tapas comecei a estocar aquele cuzinho fundo cada vez mais intensamente entrando cada vez mais escorregadio, mas sempre apertadíssimo. Sabia que ela ficaria esfolada também no bumbum, mas minha intenção era não a machucar para quem sabe, repetir a dose por trás lá na outra fazenda também sabendo por antecipação que iria ficar com um tesão gigantesco a observando de biquini na piscina.
Por minutos aproveitei ao máximo seu bumbum e sua visão maravilhosa de 4, até que minha resistência acabou.
– Vou gozaaaar filha. Goza comigo....
– Estou gozaaaaaaaaandoooooo.
Gozamos juntos muito forte, mas claro que não tão poderoso quando eram em sua bucetinha. Seu orgasmo também não foi longo, mas estávamos juntos em um mundo só nosso de prazer incestuoso e pecaminoso, não para nós evidentemente.
Desta vez, quando acabamos deitamos lado a lado e nos demos as mãos quietos descansando sabendo que teríamos que tomar banhos separados porque aquele banheiro era minúsculo. Fui eu quem puxou assunto quando me recuperei.
– Pronto, acho que você não precisa mais ficar pensando se as garotas da faculdade fizeram algo que você não fez. Entre um casal considerado normal, fizemos tudo.
– Tenho certeza que agora a maioria não fez o que fiz. Principalmente em lugares e situações diferentes. Aquela lá na mata foi tão safada, tão intensa e tão arriscada. A noite do 4 também foi inesquecível papai. Muito obrigado por fazer isso por mim. Sei que é mais por minha causa que você se apressou.
– Preferiria ter tido um namoro padrão e as coisas irem acontecendo, mas como se você é minha esposinha e não tinha feito nada. Agora não tem mais pressão, brinquei sorrindo.
– Mais ou menos papai. Como adorei tudo o que fizemos, quero repetir, me provocou.
– E vamos repetir, vamos fazer o que falta em variações e criar situações como aquela da mata. Você me inspira, mas também pode dar ideias sujas, como me falou naquela primeira vez.
Amanda sorriu.
– Para alguém virgem, tudo o que fizemos eu já via como algo sujo, mas sei que você vai se superar em suas ideias.
– Talvez quando estivermos na piscina amanhã eu te mande gozar com seus avós nos observando lá da varanda.
Amanda se virou na cama ficando de frente para mim com os olhos arregalados.
– Você faria mesmo isso papai?
– Já fiz o teste quando estávamos a sós, agora falta fazer com alguém próximo.
– Mas meus avós?
– Seria na frente de quem você se inibiria mais em me obedecer e gozar, então se me obedecer na frente deles, posso fazer isso na frente de qualquer um.
– E porque você me faria gozar na frente de qualquer um?
Na hora soube que não era preocupação, mas excitação o motivo de sua pergunta.
– Só porque adoro te dar prazer e pode acontecer de eu ter vontade de fazer isso quando não estejamos sós. Você fica tão linda quando goza, mas vai ter que disfarçar, sorri.
– Nem posso contestar já que é você quem manda, provocou.
– Como se você não tivesse se excitado, sua safadinha.
Amanda sorriu envergonhada e terminamos aquela conversa com ela indo tomar banho. Depois do meu, fomos dormir cedo porque na manhã seguinte iriamos para a Fazenda principal onde já estavam meu pai e minha mãe, nos esperando, os avós que criaram minha filha por um bom tempo até que eu tivesse terminado meus estudos, ainda que eu tivesse muitas funções de pai mesmo muito jovem.
Dormimos abraçados naquela cama longe de ser boa, mas com a deliciosa companhia não nos incomodamos com ela. Na manhã seguinte, nada de fazer amor. Tomamos café na padaria da cidade e depois passamos parte da viagem falando de nossa noite do 4. Amanda tinha ficado empolgada.
– Teremos outra noite do 4 papai? Adorei tudo o que aconteceu.
– Melhor não repetir do mesmo jeito porque nunca mais será igual, mas claro que terão dias que repetiremos quase ou tudo dessa noite, mas em outra situação e local.
– Você tem razão. Nunca haverá outra como a primeira, mas podemos fazer parecido como aquela da mata.
– Faremos filha, mas sem exagerar para que os funcionários não desconfiem.
– Papai, como conversamos antes, em qualquer lugar do mundo que fizermos amor, vou adorar. Não se preocupe.