DIÁLOGO: - Tia, eu, eu... eu queria... tia, eu queria... (te comer?)

Um conto erótico de Mallu
Categoria: Heterossexual
Contém 1433 palavras
Data: 09/06/2026 10:15:48

Tia, eu, eu...eu queria...eu queria...

Estávamos eu e Rafael, sobrinho do Moacir, meu marido na varanda da nossa casa de praia. Moacir tinha saído cedo levando seus apetrechos de pesca. O garoto era o caçula da minha cunhada, no esplendor da juventude quando iniciou essa conversa paradoxal.

Ele estava mudado ultimamente. Várias vezes o flagrei me fitando de forma sorrateira e sei por experiência quando alguém está atraído por mim. Passado a surpresa, vendo seu jeito constrangido falei:

- Você queria o que, Rafa?

- Eu queria... Quer dizer, eu queria perguntar da senhora com o Julio.

- O que? O que tem com o Julio?

Julio é o irmão mais velho dele. Quem leu meus contos sabe quem é ele. Obviamente, era assunto de sexual. Ele estava na idade de molhar o biscoito e com certeza era sobre isso. Ele todo acanhado falou:

- Bem, é que eu ouvi um dia meu irmão conversando com um amigo. O cara disse que uma garota tinha dito que o Julio era muito gostoso. Meu irmão então falou que foi muito bem ensinado. O amigo perguntou quem tinha ensinado ele. O Julio contou que foi uma tia. E ainda acrescentou que perdeu o cabaço com ela.

- Ah é, o Julio falou isso?

- É, só não disse qual tia. Pensei que era a tia Rosinha. Ela fala muita besteira. Um dia tentei perguntar e vi que não foi ela. E daí, bem, pensei na senhora.

Um pouco pasma pelo inusitado da situação, na hora só veio na mente a vontade de negar tudo. Numa tentativa de auto defesa, disse:

- Que coisa mais doida, Rafa. Acho que o Julio inventou essa história. Talvez para aparecer pro amigo. Nem eu e nem a Rosinha iriamos fazer uma loucura dessas.

- Desculpe, tia. A senhora tem razão.

- Pois é. Além do mais, isso não é coisa que se fale, né? Ainda que tivesse acontecido de verdade, ele nunca poderia contar isso pra alguém.

Aquela conversa tinha me aborrecido. O resto do final de semana foi meio chato com o Rafa quieto e só falando comigo de forma monossilábica. Um clima esquisito e percebi que ele parecia estar arrependido. Aquele jeito de alguém envergonhado por algo que não devia fazer.

Pensei em conversar com Julio e passar uma reprimenda. Por outro lado, fiquei preocupada com o que ele faria com o irmãozinho. Além do mais, a coisa só aumentaria e o melhor era deixar de lado.

Por outro lado, o fato de mais um sobrinho virgem me desejando mexia com a libido desta insana. Durante alguns dias, isso mexia comigo. Quando dei por mim, já estava fantasiando iniciar o Rafa também. Mesmo que a sociedade cobrasse atitude retraída em nome da moral.

Minha mente procurava desculpas, tais como se já me entreguei para um, porque não para o outro? Era algo tentador. Coisa que toda mulher disponível ou liberada deveria fazer. Isso eleva nossa auto estima, ser possuída por um virgem para quem nessa hora, nos tornamos a mulher mais gostosa do mundo.

As coisas conspiram quando desejamos coisas ditas erradas. Moacir viajando e quem vejo no ponto de ônibus? Sim, isso mesmo. Ele, Rafael. Parei o carro e ele me viu. Acenei com a mão o chamando. Ele veio e perguntei:

- Para onde você está indo, Rafa?

- Eu vou no shopping.

- Entra aí que eu te levo.

No caminho, como ele estava em silêncio, para quebrar o gelo falei:

- Então, Rafa, sobre aquela história do Julio com uma tia, se tivesse acontecido mesmo com você, você contaria pra alguém?

Ele meio surpreso, pensou um pouco e finalmente disse:

- Claro que não, tia. O Julio é bem bobão para falar aquilo.

- Eu também acho. O que você vai comprar no shopping?

- Nada. Vou só dar uma giro pelas vitrines.

- Então está com tempo, né? Quer vir em casa me ajudar em tirar uns móveis do lugar?

- Claro, tia. É pra já!

Em casa ele pegou no pesado deslocando móveis enquanto eu limpava. Numa das pausas, peguei um suco e servi. Enquanto a gente bebia, resolvi voltar ao assunto:

- Então, Rafa, entre eu e a Rosinha, qual das duas você preferia?

- Ah, tia Mallu, é claro que seria a senhora.

Resposta óbvia tendo eu bem na sua frente. Aquilo deve ter mexido com seus desejos e percebi um olhar mais aceso na minha direção. Ele com certeza tentava processar o que acontecia. Resolvi apelar:

- E você já imaginou alguma vez como eu seria pelada?

- Eu, eu... não. Quer dizer, eu...

- Nem precisa falar, Rafa. É claro que sim, né? Você já masturbou por mim?

- Não, eu não.

- Acredito.

Falei rindo com ar de quem duvidava das suas respostas. Repeti o jogo de sedução que tinha feito com seu irmão anos atrás. Ousando, apesar do frio, tirei a blusa expondo o sutiã e falando:

- Deixa te mostrar.

O garoto arregalou os olhos, vendo meus seios opulentos. De pé, tirei o sapato abaixando a saia. Agora, só de calcinha com as coxas torneadas à mostra. Sei bem o impacto que meu corpo de mulher grandalhona causa nos homens. Apesar de tentarem impor a preferência por modelos magérrimas, na verdade, para transar todos preferem as cheinhas curvilíneas com muita massa para pegar e apalpar.

O garoto apalermado só olhava sem reação. Peguei em suas mãos e trouxe até os seios, deixando que ele sentisse o calor e a textura. Seu rosto compenetrado com expressão incrédula, os lábios movendo num tique que denotava toda sua expectativa. Acariciei sua face com as mãos, aproximei a cabeça e o beijei.

Rafa manteve a boca cerrada, mas, passado o turbilhão de sensações, passou a mover os lábios envolvido pelos meus movimentos, tornando o beijo molhado e cada vez mais libidinoso. Com a mão direita apalpei seu baixo ventre e satisfeita, senti no tato como seu bilau estava endurecido.

Nem precisei trabalhar para desnudá-lo. Ele mesmo ia se livrando das roupas, expondo o corpo juvenil, a pela lisa e clara que aumentou a lascívia desta tia madura. Quando a cueca se foi, apareceu um falo de bom tamanho, com espessura acima do comum. Vara grossa com ponta rombuda. Agachei e caí de boca iniciando um oral.

O rapaz reagiu como atingido por um choque elétrico. Tão intenso que suas pernas até dobraram desequilibrando seu corpo. Sem demora o conduzi até o quarto, deitei na cama, abri as pernas e o puxei para cima. Apesar de ainda não estar pronta para o sexo, mesmo sem preliminares, deixei que ele tentasse me penetrar.

Peguei no seu mastro rígido direcionando para a entrada. De forma instintiva, ele meteu de uma vez, causando certa dor. E foi entrando de forma forçada. A secura das minhas carnes foram esfoladas pelo cilindro duro e espesso, causando ardência. Como era sua primeira vez, fiquei quieta e passiva, aguentando suas socadas.

A coisa estava ficando gostosa, com eu entrando aos poucos no modo transa. Mas ele acabou gozando logo, soltando gala farta enchendo a xana. Seus ombros relaxaram enquanto sua coisa intumescida dentro de mim continuava esguichando nas minhas entranhas. Acariciei suas costas e falei:

- Continua metendo devagar, Rafa.

Acordando do estupor orgástico, ele reagiu puxando e empurrando lentamente sua vara. Dei uma piscadela com a buceta sentindo sua pica ainda rígida. Aos poucos ele foi aumentando o ritmo saboreando o prazer de comer sua primeira mulher. A vara grossa deslizava agora lubrificada pela porra.

- Bom, vai, mete com vontade na pepeka da titia. Está gostoso?

Ele se limitou a soltar uns grunhidos ¨-uhhhh, uhhhh¨ enquanto o ruído das bombadas úmidas saía nos nossos sexos unidos. Agora estava bem prazeroso para mim também. Percebi que o orgasmo seria possível. Rebolei fazendo com que suas metidas tocassem meus pontos sensíveis. Logo eu também estava no modo entrega total.

- Vai, Rafa, mete forte. Mete tudo na titia, vai, Rafa, mete, não para!

Acabei chegando ao clímax com o desejado orgasmo. Ele nem percebeu que eu tinha gozado. Continuou me fodendo com apetite, buscando outra ejaculada. Achei que fosse demorar e me enganei. Logo ele gozou novamente, soltando mais porra dentro de mim. Eu orgulhosa de ter feito dele um homem.

Quando acalmou, acariciando seu corpo indaguei:

- Então, Rafa, foi bom?

- Nossa, tia, nossa, foi demais!

Para terminar tal diálogo pensei em perguntar se eu era gostosa. Claro que eu sabia a resposta. Era apenas para satisfazer o ego. Mas deixei pra lá. Era totalmente desnecessário...

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Recomendo que leiam também os contos ¨RELUTEI, MAS, ACABEI DANDO PARA O SOBRINHO¨ e ¨O SOBRINHO ME COMEU NA FRENTE DO MEU MARIDO¨.

FOTOS: A divulgação continua enviando minhas fotos para quem deixar e-mail nos comentários. Beijos.

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Foto de perfil de Mallu 💋Mallu 💋Contos: 15Seguidores: 568Seguindo: 0Mensagem Casada, madura, 1,78m, xxxkgs (segredo), cheinha, típica gordelícia, rosto bonito (dizem), marido liberal.

Comentários

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Gostaria de receber fotos suas no meu e-mail londongomesinformatica@gmail.com

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Adoraria receber suas gostosas, maravilhosas, deliciosas foto minha doce e suculenta gatona, com certeza deve ser um espetáculo suas fotos.

Abraços com carinho

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Que conto gostoso, mais uma bela obra dessa menina danadinha, safadinha e bem gostosa Mallu, que bom poder sempre ler algo novo e excitante, deliciosamente picante, gostoso de ler e muito bem escrito e, como sempre me deixando de caralho bem firme, bem duro e pingando, que delicia. Tem coisa melhor do que ensinar a um garotinho os prazeres do sexo? E, sendo em casa, com parentes então tudo fica bem mais gostoso, delicioso, maravilhoso.

Votado com louvor.

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CONTO SENSACIONAL, QDO JOVEM FODI MUITO UMA PRIMA MINHA.. ERA MARAVILHOSO. QUERO RECEBER AS FOTOS prof.tavao@gmail.com

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Me envia as fotos Mallu

djalmafmarcelino@gmail.com

Sou Loko pra realizar um fetiche que é de encoxar no metrô lotado seria um sonho realizado bjos

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