Sogra e Genro - Parte 6 – Sozinhos em casa

Um conto erótico de Amor Proibido
Categoria: Heterossexual
Contém 2613 palavras
Data: 08/06/2026 21:34:15

Sogra e genro - Parte 6 –A Casa e Patrícia

O despertador tocou às seis da manhã. Patrícia se levantou, tomou banho rápido, vestiu o uniforme do escritório. A bunda dela ainda doía do sexo da madrugada — uma dor gostosa, lembrança de ter sido comida de todas as formas na noite anterior.

— Amor, posso levar a SUV hoje? — ela perguntou para Carlos, que fingia dormir.

— Hum... pode... putinha gostosa... O que é meu é seu — ele respondeu, os olhos verdes claros ainda fechados, mas um sorriso de canto de boca.

Patrícia se inclinou, beijou a boca dele, e saiu. O barulho do portão elétrico ecoou pela casa.

Arnaldo já estava de pé na cozinha, a mochila de pescaria pronta. Camisa velha, boné do Flamengo, barriga aparecendo. Ele gritou para o corredor:

— Silvia, vou ficar até tarde com os amigos. A pescaria é longe, vamos virara noite e só amanhã eu volto.

Silvia apareceu na porta do quarto. Camisola curta, cabelos pretos amassados, peitões soltos na camisola a voz gostosa saindo arrastada:

— Vai sim, velho. Pega muito peixe, se é que você ainda sabe pegar alguma coisa.

Arnaldo pegou a caixa de isopor, o equipamento de pesca, e saiu. O portão rangeu de novo. O carro dele arrancou.

Silvia esperou o barulho do motor sumir.

Três segundos. Cinco. Dez.

A casa ficou em silêncio.

Ela sorriu.

Carlos já estava atrás dela. Não fez barulho. Só apareceu, de cueca, o pau duro apontando para frente — o cacetão, muito maior e mais grosso que aquele troço murcho que Arnaldo tinha nas calças.

— Mainha — ele sussurrou com a boca colada no ouvido dela, fazendo a sogra se arrepiar toda.

— Meu dono — ela respondeu, se virando, já caindo de joelhos.

Na entrada da cozinha Silvia ajoelhou no piso frio. baixo a cueca do genro. O pau saltou para fora — duro, grosso, veiudo, uma vara que o marido Arnaldo nunca teve. Ela abocanhou com fome, a boca descendo até a base, a língua lambendo as bolas, subindo pelas veias, rodeando a cabeça.

— Isso, sua puta de zona — ele gemeu, agarrando os cabelos pretos dela. — Chupa essa pica que o teu marido corno nunca vai ter.

Ela mamava com raiva, com vontade, com a casa vazia e o dia inteiro pela frente. O barulho da boca dela no pau dele ecoava pela cozinha. Ela queria gozar só de chupar.

— Quer gozar, sua vagabunda? — ele perguntou, os dedos do pé roçando ... subindo e descendo no grelo de Silvia.

Ele tocou no grelo dela com força, esfregando enquanto ela mamava. A sogra gemeu com o pau na boca.

— Vai gozar, cadela. Agora. To mandando, sua puta! To mandando nessa buceta! Teu dono!

Ela gozou na hora. Porque ele mandou... Por se sentir completamente dominada pelo genro. O corpo tremeu, a boceta esguichou no chão da cozinha, e ela continuou mamando sem parar.

— Uma — ele contou, rindo. — Sua puta obediente.

Carlos pegou Silvia pelo cabelo mandando-a ir de quatro ate o sofá e pegando o cabelo da sogra como a guia de uma cadela... Silvia seguia de quatro... buceta enxarcada e o gosto do pau de Carlos ainda na boca.

Ele a jogou no sofá de três lugares. Abriu as pernas dela, mergulhou a boca nos pelos pretos da boceta da sogra, e chupou a boceta de Silvia com fome, a língua entrando fundo, subindo para o grelo, chupando, mordendo devagar.

Silvia arqueou as costas.

— Caralho, meu amor... assim... assim...

— Isso, Puta... fala que me ama! Fala que ama o marido da tua filha!

Ele lambeu o períneo dela, desceu, e enfiou a língua no cu dela. Lambeu o cu da sogra de manhã, com a casa vazia, o sol entrando pela janela. Lambia o cu casado dela sentindo o cheiro do tesão louco daquela boceta peluda.

Ela quase gritou.

— Porra, Carlos... ninguém nunca fez isso em mim... que nojeira gostosa seu cachorro...

— Agora é sua vida, sua puta. Minha cadela vai aprender a tomar linguada no cu... Que nem a putinha da sua filha. E a putona-mãe vai gozar quando eu mandar.

Ele chupou o cu dela por cinco minutos — lambia, beijava, enfiava a ponta da língua, babava todo o ânus subia ate o grelo... mamava aquele grelão. Os dedos dele apertavam o grelo dela quando a língua molhada descia de novo pra lamber o cu.

— Goza, sua vadiazinha nojenta. Goza agora.

Ela gozou assim, com a língua dele no cu e os dedos dele no grelo. Esguichou no sofá.

— Duas — ele disse, sorrindo. — Essa boceta tem dono... Me pertence, Silvia... me obedece!

Ela inverteu as posições. Ajoelhou no chão, colocou ele sentado no sofá, e começou a lamber o cu dele.

— Isso, sua cadela imunda — ele gemeu, a cabeça jogada para trás. — Lambe o cu do teu macho, sua puta. Lambe bem fundo.

Ela enfiou a língua, lambeu devagar, com gosto, com vontade, babando tudo. O pau dele vibrava. Ela chupou o cu dele e bateu punheta nele ao mesmo tempo.

— Quer gozar, seu porco imundo? — ela perguntou, a boca no cu dele. — Olha o que vc ta fazendo a sua sogra fazer!!! Labia mais... sem parar

— Não quero gozar assim — ele disse, levantando. — Vou esporrar dentro de você, sua puta.

Ele carregou ela no colo, o pau enfiado na boceta, andando pelo corredor. Cada passo era uma estocada. Ela tremia e gemia ao mesmo tempo.

— Vai deixar leite escorrendo pelo corredor todo, sua vagabunda?

— Deixa, seu filho da puta... deixa... a empregada que limpe essa porra toda...

Ele a apoiou contra a parede do corredor, meteu mais fundo. O cacetão entrando até os bagos.

Encostou as costas da sogra na parede e socou a rola naquela bocetona molhada. quente... peluda. Fazia Silvia quicar com todo p peso do corpo empalada com a pica enorme na xota.

Silvia urrava de tesão... seus olhos reviravam sua boca abria pra tomar beijo e linguada na língua pontuda e elétrica.

— Vai gozar, sua puta. Agora.

Ela gozou. Na hora. — Não conseguia explicar a obediência do corpo e da mente dela ao genro.

— Três!

Próxima parada, Sílvia... no quarto de de Arnaldo, aquele corno do seu marido!

Sim. O quarto do corno.

Carlos jogou Silvia na cama do marido. Os lençóis ainda com o cheiro da colônia de Arnaldo, que tinha saído há pouco.

— Olha onde você tá, sua puta infiel... Mulher de corno! Puta fodida pelo marido da corna gostosa da sua filha — ele disse, enfiando o pau no cu dela dessa vez, bombando forte. — Na cama do seu marido. Com o pau do genro no cu. Um pau de verdade, não aquele troço murcho que ele tem.

— Tô, seu desgraçado... tô... ai, caralho, tô...

Ele bombava o cacetão no cu dela, a cama rangendo, a cabeceira batendo na parede. O cheiro de Arnaldo nos travesseiros. Os dedos dele apertavam o grelo dela.

Ele bombava forte, fazendo o cu de Silvia ser puxado para fora conforme ele levava os quadris para trás a cada solavanco de pica. Silvia gritava de tesão, sendo chamada de cadela, vadia... puta casada... puta anal!

— Goza, sua cadela. Enquanto eu arrombo esse cu.... Enquanto eu destruo essas pregas sua puta!

Ela gozou. Esguichou na cama do corno.

Carlos a pegou pelo cabelo, fazendo-a olhar nos olhos e disse: — Quatro!

Ela a quarta gozada da sogra, que já estava completamente atônita com aquilo... entregue... possuída pelo genro.

Quinta parada: O banheiro da suíte

Ele levou ela para o box do chuveiro — o mesmo da noite anterior. Dessa vez, ela que montou nele. Sentou no pau dele com força, rebolando, os peitos pulando, os cabelos pretos voando.

— Vai, seu filho da puta gostoso — ela gritou. — Bota fundo nessa puta. Faz essa cadela gozar de novo.

Ele segurou a bunda dela, ajudou no movimento, e tocou no grelo dela ao mesmo tempo que bombava firme na buceta.

— Goza, sua vagabunda. Goza na pica do teu genro.

Ela gozou. Esguichou na barriga dele, no peito, no rosto.

— Cinco — ele disse, lambendo o esguicho dela. — Sua vaca!

A cozinha – A melhor foda

Ela limpou a barriga, se enxugou, e foi para a cozinha.

A cozinha era o coração da casa. Onde Arnaldo tomava café. Onde Patrícia almoçava. Onde a família se reunia.

Carlos entrou atrás dela. Pelado. Pau duro de novo. O cacetão muito maior que o do corno.

Macho experiente, sabia fazer uma mulher gozar de todas as formas antes de esgotar o leite de suas bolas grandes e pesadas.

— Vou foder você nessa cozinha, sua puta, de um jeito que você nunca mais vai olhar para esse balcão sem se molhar toda, sua cadela ... mãe daquela putinha. Eu ja fodi a sua filha toda aqui, agora é sua vez!

Ele empurrou ela contra o balcão de granito. Abriu as pernas dela. Enfiou o pau na boceta até o fundo — mas não começou a foder...

tirou... Silvia se desesperou de vontade!

Ele ajoelhou. Chupou ela de novo. Chupou o cu dela de novo. Alternava — boceta, cu, boceta, cu. A língua dele dançava. Ela já estava na sexta gozada, as pernas bambas, os dedos tentando cravar no granito de tanto tesão.

— Porra, Carlos, me fode logo, seu desgraçado — ela gemeu. — Enfia essa pica enorme no cu dessa vagabunda.

Ele levantou. Vestiu uma camisinha. Queria fuder diferente... encher aquela camisinha de porra comendo o cu da sogra. Enfiou o pau no cu dela, mas dessa vez devagar. Bem devagar. Cada centímetro entrando, ela sentindo o anel se abrindo, o pau preenchendo.

— Olha pra cozinha, sua puta. Olha onde sua cadela está sendo fodida. Olha o balcão onde o teu corno come pão com manteiga. Agora vai tomar é pica. Lembra disso quando ele estiver aqui!

Ela olhou. A pia. O fogão. A geladeira. O balcão.

Ele começou a meter — não rápido, mas fundo. Muito fundo. Cada estocada fazia os peitões dela balançarem. Ele segurava nos quadris de Sílvia e puxava para trás, o pau enterrado até os bagos no cu dela. Os dedos dele apertavam o grelo dela.

Ele mexia redondo ... compassado... dando estocadas... fazendo a sogra seguir na mesma toada;

— Goza, meu amorzinho.... Goza mainha... Goza pro ser amor... minha delicinha.... Goza agora, minha putinha delícia...

Ela gozou — a mais forte de todas. O corpo todo tremendo, os olhos revirados, a boca aberta num gemido que ecoou pela casa toda.

— SEIS — ele gritou cheio de tesão com aquela gozada linda de sua sogra... Gozou igual garanhão cobrindo uma egua no cio..

Ele tirou o pau, enfiou a camisinha na boca de Sílvia e gozou na bunda dela, no granito, no chão da cozinha, no prato que Arnaldo comia. Uma sujeira linda.

— Lambe — ele mandou, apontando para o chão.

Silvia se ajoelhou. Lambeu o proprio gosto misturado com o esperma dele do chão da cozinha. Carloa a mandava lambe e cuspir... e lamber de novo... no chão , plataformas e paredes da cozinha.

— Sua puta — ele disse, sorrindo.

— Sua puta, meu rei — ela respondeu, limpando a boca.

Cansados, exaustos, foram para a sala. Silvia ligou a TV. Carlos conectou o celular.

— Bora ver um negócio, sua sogrinha delícia — ele disse, abrindo um site.

Vídeos. Muitos vídeos. Um mais sujo que o outro. Silvia via com os olhos arregalados, a mão no pau dele.

— Olha esse, putinha — ele apontou.

Um vídeo amador: uma mulher montada num cara, o pau enfiado na boceta, e ela chupando outro pau ao mesmo tempo. Um menage. Mas o detalhe: enquanto ela cavalgava, ela mesma tirava o pau da boceta e enfiava no cu, alternando sem usar as mãos.

— Isso é loucura, seu desgraçado — ela disse.

— Você consegue, sua vagabunda?

— Aposta, seu filho da puta?

Ela montou nele, que a essa altura ja estava duro de novo, com os filmes de sacanagem . Silvia enfiou o pau na boceta. Cavalgou. Tirou. Enfiou no cu. Cavalgou. Tirou. Enfiou na boceta. Tudo sem usar as mãos, só o movimento do quadril.

— Caralho, sua puta — ele gemeu. — Você é uma artista da putaria.

Ela ria, suada, os cabelos pretos colados no rosto. Fazia o movimento perfeito.

— Vou gozar, seu vagabundo — ela disse.

— Goza em cima de mim, sua cadela. Agora.

Ela enfiou no cu pela última vez, sentou fundo, e gozou — SETE — esguichando na barriga dele, no peito, no rosto. Carlos abriu a boca e bebeu todo o esguicho dela.

— Sua porca,,, puta da boca do lixo — ele sussurrou, lambendo os lábios. — Gozou na minha cara igual uma cachorra.

De repente, um barulho no portão.

Carlos e Silvia congelaram.

— PUTA QUE PARIU — ele sussurrou, pulando do sofá e tentando vestir ao menos uma cueca, que já não sabia nem onde estava

A casa estava uma bagunça. A camisinha usada e cuspida no chão da cozinha. Porra no balcão. Silvia pelada no sofá. Carlos pelado correndo.

— A roupa! Minha roupa, seu desgraçado! — ela gritou baixo.

Carlos pegou a cueca, vestiu correndo. Silvia enfiou a camisola, os cabelos pretos amassados, o rosto vermelho.

Patrícia abriu a porta da sala.

— Oi, amor — ela disse para Carlos. Depois olhou para a mãe. — Oi, mãe.

Silvia estava sentada no sofá, as pernas fechadas, uma almofada no colo.

— Oi, filha... chegou mais cedo? (Merda... pensou)

— O escritório fechou por causa da chuva. Vocês estão fazendo o que?

— Eu... estava... estava mostrando um negócio no celular para a sua mãe — Carlos disse, a voz falhando.

Patrícia olhou ao redor. A almofada na mão da mãe tinha esperma e marcas de esguicho. O suor na testa de Carlos. O cheiro no ar — um cheiro de sexo, de porra, de suor. Ela conhecia aquele cheiro.

— Tudo bem? — ela perguntou, os olhos estreitos.

— Tudo, filha. A gente só tava vendo uns vídeos besta na internet — Silvia disse, com a voz trêmula.

Patrícia foi para a cozinha.

Silvia e Carlos trocaram olhares de pânico.

Da cozinha, Patrícia gritou:

— Mãe, por que o balcão tá molhado? E por que tem uma porra de uma camisinha no chão?

Silvia fechou os olhos.

— Derramei água, filha. E isso aí... isso aí é... é uma luva que o Carlos perdeu. (imediatamente percebeu que falou merda... denunciando ambos)

— Luva de plástico com gozo dentro, mãe?

Silvia não respondeu.

Patrícia voltou para a sala. Olhou para a mãe. Olhou para Carlos com a camisinha na mão. O silêncio durou três segundos.

Ela notou tudo.

Os cabelos da mãe estavam molhados. O rosto de Carlos estava vermelho. Os dois estavam ofegantes. A almofada denunciava alguma coisa. E o cheiro... aquele cheiro de buceta, de cu fodido, de porra derramada.

— Vocês estavam fodendo! — ela disse. Não era pergunta.

— O QUÊ? — Carlos interrompeu, alto demais. — Não, não, claro que não. Sua mãe só... passou mal. Eu estava ajudando.

Patrícia puxou a mão pelo braço fazendo-a levantar deixando cair uma golfada de esperma de dentro dela ao ser puxada.

— Passou mal com a buceta escorrendo, Carlos? — Patrícia olhou nos olhos verdes claros dele. — Eu não sou idiota!

Ela saiu da sala. No corredor, passou pela porta do quarto dos pais. Viu a cama desarrumada. Os lençóis amassados. Uma toalha no chão. E o cheiro. Aquele cheiro de sexo e porra.

Ela entrou. Cheirou o travesseiro da mãe.

Cheiro de pau. Cheiro de sexo. Cheiro do perfume do marido dela misturado com a colonia do pai.

Patrícia sentou na cama. O coração disparou.

— Seu filho da puta — ela sussurrou sozinha. — Com a minha própria mãe.

Ela começou a chorar baixinho.

Na sala, Carlos e Silvia não conseguiram se olhar.

— Ela sabe, seu desgraçado — Silvia sussurrou.

— Ela não tem prova, porra.

— Ela é mulher. Ela sabe. Ja disse! Ela viu com os pŕopios olhos, Carlos. Ela sabe tudo.

O barulho do chuveiro ligou no quarto de Patrícia.

Carlos se levantou.

— Eu vou falar com ela, caralho.

— Não, pelo amor...

— Não tô pedindo permissão, sua puta. Eu vou.

Ele foi.

(continua).

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Comentários

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A única saída dele, é confessar tudo, desde a primeira transa e dizer que estava entediado no casamento e na vida sexual. Mas, terá que escutar que a esposa tb esperava algo diferente dele, mais pegada firme como foi na madrugada e até mais romantismo.... só que ele vai ter que aceitar se ela quiser outra rola tb. Foda é conviver na casa com a mãe depois de tudo isso, como sair pra trabalhar, tomar banho, sair ou dormir sabendo que vc pode estar sendo corna a qualquer momento? rs

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A casa caiu. Realmente não tem como ele negar, negar só pioraria... Patricia tem todo direito de transar com outro cara, se continuar casada com ele. Confiar na própria mãe, nunca mais. Não há nada pior do que ser humilhada e traída pelas pessoas que mais ama. Curioso pra saber o que ele vai falar pra ela... que ela a trai por culpa dela kkkk o cúmulo do cinismo.. o que ele falará pra remediar a situação... o que vai prometer? Se fosse Patrícia, eu tomaria meu banho, escutaria a justificativa, me arrumaria linda, sairia, ligaria pro cara que queria comer ela e daria gostoso até o dia seguinte.

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