Palloma blogueira

Um conto erótico de Analisador de casadas
Categoria: Heterossexual
Contém 1588 palavras
Data: 08/06/2026 16:21:21
Assuntos: Heterossexual

Palloma Lima me ligou numa tarde de terça-feira, perguntou diretamente se eu era agiota e disse que precisava de 3 mil reais para quitar umas dívidas. Eu mal a conhecia pessoalmente — só seguia o perfil dela no Instagram, aquela fitness influencer de Recife com corpo violão, 1,68m de curvas definidas, bundão empinado e boca carnuda que fazia qualquer homem virar a cabeça.

Oi… me falaram que vc é agiota, é verdade? — começou ela, ofegante. — Tô desesperada precisando de três mil reais. Meu marido tá viajando, as contas da academia e dos ensaios fotográficos estão me sufocando. Juro que te pago em um mês, no máximo. Por favor… não me segurei e acabei gastando demais... Se meu marido souber me mata.

Eu hesitei. Ela mandou áudios chorando, prometeu tudo. Acabei transferindo. Três mil via Pix, com a promessa de que seria rápido.

E então… nada.

Um ano e seis meses de silêncio absoluto. Mensagens ignoradas. Stories diários de treino, biquíni, academia, vida de casada com o Michael — mas nem um “oi” ou “tô juntando o dinheiro”. Ela simplesmente sumiu do mapa comigo. Bloqueou em algumas redes, mudou de número. Eu guardei os prints, as conversas, o comprovante. Não esqueci.

Até que, depois de muita procura, consegui o novo número dela por um contato em comum. Liguei. Tocou três vezes.

— Alô? — atendeu ela, cautelosa.

— Palloma. Aqui é quem te emprestou três mil reais há um ano e meio. Lembra?

Silêncio pesado do outro lado.

— Eu… não tô podendo agora — murmurou, voz baixa. — As coisas complicaram.

— Complicaram pra caralho. Você some, vive postando luxo e acha que vou esquecer? Quero meu dinheiro. Hoje.

Outra pausa longa. Ouvi ela respirando fundo.

— Tá bom… vamos conversar pessoalmente. Não quero isso vazando. Te mando localização. Maria Farinha, hoje às dez da noite. Sozinho.

Cheguei cedo. Estacionei o carro num trecho escuro da praia, luzes apagadas, só o som das ondas ao fundo. Dez e quinze ela apareceu, caminhando rápido. Usava um cropped da bandeira do Brasil que mal cobria os seios fartos e um short jeans justo que marcava cada curva das coxas grossas e da bunda empinada. Cabelo preto liso brilhando sob a luz fraca do poste distante. Entrou no banco do passageiro, fechando a porta com um baque.

— Desculpa o sumiço… — disse ela, sem me olhar nos olhos de primeira. — Tô enrolada pra caralho. O Michael não pode saber de nada disso.

— Enrolada? Um ano e seis meses, Palloma. Três mil reais. Eu quero agora.

Ela mordeu o lábio inferior, virando o corpo para mim. A mão dela pousou na minha coxa, subindo devagar.

— Eu não tenho o dinheiro agora… mas posso resolver de outro jeito. — A voz dela ficou rouca, safada. — Você sabe quem eu sou. Sabe o que eu posso te dar.

Meu pau já começava a endurecer dentro da calça. Segurei o queixo dela, forçando ela a me olhar.

— Fala claro. O que você tá oferecendo?

Palloma lambeu os lábios lentamente, olhos semicerrados.

— Sexo. Tudo que você quiser. Hoje. Só pra quitar essa dívida. Eu chupo você agora, bem gostoso… e você me fode como quiser. Anal, se for isso que você curte. Eu aguento. Mas tem que ser aqui, no carro. Rápido e discreto.

Eu sorri, abrindo o zíper da calça e tirando o pau já latejando pra fora. Meu pau de 29cm surgiu grosso e pesado, veias marcadas.

Palloma arregalou os olhos, assustada, recuando um pouco no banco.

— Caralho… que isso? — murmurou, voz trêmula de medo. — Isso é monstruoso… vai me destruir. Não vai caber de jeito nenhum.

— Você ofereceu tudo. Agora resolve.

Ela respirou fundo, ainda com medo no olhar, mas a mão dela tentou envolver o pau. Os dedos não fechavam ao redor da grossura, mal conseguindo dar a volta completa.

— Meu Deus… é grosso demais — sussurrou ela, ainda hesitante. — Eu não quero dar o cu pra um pau desse tamanho… vai me arrombar inteira. — Enquanto falava, aproximou o rosto e começou a lamber a cabeça devagar, tentando negociar com a boca quente roçando na pele. — Posso te mamar bem gostoso, engolir tudo… ou te dar a buceta. Mas anal com isso aqui vai me deixar destruída.

— Você ofereceu tudo que eu quiser. Chupa e continua negociando.

Ela gemeu baixinho, ainda assustada, mas obedeceu. A boca quente roçou na cabeça, lambendo devagar, circulando a glande com a língua macia enquanto falava entre as lambidas.

— Por favor… vai com calma se for anal… isso aqui vai me deixar toda aberta — murmurou, antes de abocanhar o quanto conseguia. A boca quente e molhada engoliu apenas parte, garganta apertando enquanto ela descia com esforço. O som molhado encheu o carro — gluck, gluck — enquanto ela subia e descia a cabeça ritmadamente, saliva escorrendo pelos cantos da boca carnuda. Eu segurei o cabelo preto dela com força, guiando o ritmo, fodendo aquela boca de influenciadora como se fosse uma puta barata.

— Mais fundo, Palloma. Engole o que der, sua vadia safada.

Ela gemeu com o pau na boca, vibrando, e forçou mais, olhos lacrimejando, batom borrado. Enquanto chupava com fome, mão massageando o que não cabia na boca, continuava negociando entre uma lambida e outra:

— Só anal se você prometer ir devagar… por favor… não quero que me rasgue de uma vez.

Não aguentei. Segurei a cabeça dela firme e gozei forte, uma gozada gigantesca explodindo direto na boca e garganta. Jatos grossos e abundantes encheram sua boca até transbordar pelos cantos dos lábios. Palloma arregalou os olhos em choque, tossindo e engasgando levemente enquanto tentava engolir o volume impressionante. Parte escorreu pelo queixo, pingando nos seios e no colo, deixando-a com cara de puta bem usada, maquiagem borrada e expressão atordoada de quem acabou de levar uma carga pesada demais.

— Porra… que porra de gozada foi essa… — murmurou ela, ofegante, limpando o queixo com as costas da mão e lambendo os dedos, ainda recuperando o fôlego. — Tá pago… pelo menos parte.

Eu ainda estava ofegante, pau meio duro na mão dela.

— Isso foi só o começo. Você disse tudo que eu quiser. Vira de quatro.

Ela sorriu, maliciosa, já baixando o short jeans junto com a calcinha. Virou no banco de trás, empinando aquele bundão famoso, abrindo as bandas com as próprias mãos. O cuzinho rosado piscou pra mim, apertado e convidativo.

— Então vem… me arromba esse cu pra pagar o resto da dívida — pediu, voz rouca de tesão. — Mas devagar no começo. Depois pode meter forte.

Passei lubrificante na cabeça e encostei. Entrei devagar, sentindo o anel apertado resistir antes de ceder centímetro por centímetro. Palloma soltou um gemido longo e abafado, mordendo o braço com força, o corpo tenso enquanto o pau grosso esticava suas paredes internas ao limite.

— Ai, caralho… tá me abrindo toda… respira fundo, vai… — sussurrou ela, suor brilhando nas costas.

Meti até o talo, sentindo o calor apertado me engolir por completo. Comecei a estocar, primeiro devagar, depois cada vez mais forte. O bundão batia contra mim, ondas de carne firme tremendo a cada impacto. Ela rebolava, pedindo mais entre gemidos.

— Me fode, vai… usa esse cu pra quitar os três mil. Sou sua puta hoje.

Puxei ela para fora do carro, colocando-a de joelhos na areia fria, de frente para mim. Segurei seu cabelo com força e comecei a bater a rola grossa no rosto dela. A segunda gozada veio ainda mais volumosa que a primeira — jatos longos, quentes e densos explodiram com força, pintando generosamente sua testa, pálpebras, bochechas, nariz e boca carnuda. O sêmen escorria pesado, formando fios grossos que desciam pelo queixo e pingavam nos seios empinados, deixando seu rosto inteiro brilhante, pegajoso e completamente melado sob a luz fraca da lua.

Palloma ficou ali, de joelhos, ofegante, com o rosto completamente coberto de porra quente, sem largar meu pau por um segundo. Ela segurava a base grossa com as duas mãos, ainda lambendo e chupando a cabeça devagar, limpando os restos enquanto falava com a voz rouca, molhada e submissa:

— Meu Deus do céu… que pau monstruoso… nunca imaginei que existisse algo tão grosso e comprido assim. Olha o tamanho disso na minha mão… meus dedos nem se encontram em volta dele. É impossível de engolir inteiro. E as gozadas… caralho, a primeira já encheu minha boca até transbordar, quase me afogou de tanto leite. E essa segunda… você me banhou inteira, olha o estado da minha cara… tá tudo melado, pingando nos meus olhos, no meu nariz, escorrendo pelos meus peitos. Eu tô parecendo uma puta barata completamente usada e suja de porra.

Ela lambeu lentamente a cabeça sensível, passando a língua devagar, recolhendo o que ainda escorria, com o rosto brilhando e fios grossos pendurados no queixo.

— Você goza tanto… parece um touro. Meu cu tá latejando, todo arrombado e aberto do jeito que você meteu sem piedade… e minha boca ainda tá cheia do gosto salgado da primeira carga. Tá satisfeito agora, hein? A dívida tá paga com isso tudo?

Eu sorri, olhando para aquela influenciadora famosa, famosa por ser disciplinada, agora de joelhos com o rosto inundado de esperma.

— Não. Tá longe de estar paga. Isso aí mal cobre os juros. Você vai ter que me dar muito esse cu ainda… bastante mesmo… várias vezes, do jeito que eu quiser… pra começar a abater o principal da dívida.

Ela deu um sorrisinho safado e submisso, ainda lambendo lentamente meu pau sem soltar, o rosto melado brilhando.

Aquele primeiro encontro não foi só uma cobrança — foi o começo de algo muito mais sujo, intenso e viciante. E eu sabia que não seria o último.

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Comentários

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Olá Analisador, seu texto ficou muito massa, aliás,

tamb tenho um texto "0 amigo do meu marido me enrabou " tá no ranking do site e se puder visitar, comentar ou apenas votar eu agradeço.

𝐄𝐧𝐟𝐢𝐦 𝐀𝐧𝐚𝐥𝐢𝐬𝐚𝐝𝐨𝐫, 𝐩𝐚𝐮 𝐧𝐚 𝐏𝐚𝐥𝐥𝐨𝐦𝐚 𝐞 𝐨 𝐭𝐞𝐱𝐭𝐨 𝐭𝐚́ 𝐕𝐎𝐓𝐀𝐃𝐒𝐒𝐌𝐎 ☛✪✪✪

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