Meu nome é Simone, tenho 40 anos e venho vivendo uma fase de redescoberta após minha separação. No trabalho, as coisas seguem intensas, especialmente depois das noites secretas com Marcelo. Aline, de 28 anos, trabalha na equipe dele. Alta, com 1,75m, corpo magro e quase sem curvas — seios pequenos, bunda pequena —, ela tem um rosto bonito, cabelos pretos longos, olhos escuros por trás dos óculos e uma postura sempre discreta e tímida. Casada com um homem de família evangélica conservadora, Aline é simpática e quieta, conversa educadamente com os colegas, mas mantém distância. Apesar disso, eu percebia que ela tinha uma curiosidade contida sobre o mundo fora de sua bolha religiosa, especialmente sobre sexo e prazeres que as outras mulheres comentavam no escritório.
Naquela tarde, Aline e eu estávamos na minha sala resolvendo um relatório cruzado entre nossos setores, sentadas lado a lado na mesa grande. Quando Marcelo passou pela porta aberta do corredor, com sua barba comprida e aquele olhar sério de sempre, eu não resisti e comentei baixinho, com um sorriso malicioso:
— Nossa, só de ver aquele homem passar já me dá vontade de sentar de novo naquela barba e deixar ele me comer até esquecer o relatório.
Aline ficou imediatamente envergonhada, corando forte e baixando os olhos para os papéis, mas eu notei que ela apertou as pernas e ficou claramente curiosa. Depois de um silêncio constrangedor, ela murmurou tímida:
— Você... fala dele assim?
Isso abriu a porta para a conversa. Eu me inclinei para mais perto e revelei, com detalhes:
— Já transei com ele, Aline. O pau do Marcelo é grosso pra caralho, uns 16 ou 17 cm, mas bem veioso e com uma cabeça enorme e inchada. Quando ele entra, parece que vai rasgar tudo de tão grosso.
Aline ouvia boquiaberta, vermelha até as orelhas, mas sem conseguir desviar o olhar de mim, claramente excitada pela confissão.
Aline ficou visivelmente excitada, respirando um pouco mais rápido, as mãos tremendo levemente sobre os documentos. Depois de um longo silêncio, ela finalmente reuniu coragem e desabafou com a voz baixa e envergonhada:
— Simone… minha vida sexual é tão monótona. Meu marido só faz do jeito tradicional, rápido e sem graça, sempre no escuro. Eu ouço as meninas comentando coisas que nunca experimentei… tenho tanta vontade de, ao menos uma vez na vida, fazer algo realmente safado, algo diferente, algo que me faça sentir viva.
Seus olhos escuros por trás dos óculos brilhavam com uma mistura de vergonha e desejo reprimido.
Eu sorri com cumplicidade e respondi calmamente:
— Aline, se você realmente quer, é só experimentar. Ninguém vai viver por você.
Ela baixou o olhar novamente, corando ainda mais e murmurou:
— Eu não tenho coragem…
Eu me aproximei um pouco mais e disse com voz suave:
— Eu conheço algumas coisas que podem te dar essa coragem, se você quiser.
Aline levantou os olhos, agora claramente mais curiosa e interessada. Por fim, completei com um tom conspiratório:
— Se um dia você realmente quiser dar esse passo, é só me pedir ajuda. Eu te dou uma ajudinha.
Eu me recostei na cadeira e finalizei com um olhar direto e sério:
— Só quero que você entenda uma coisa, Aline. Se você aceitar minha ajuda, tem que estar ciente que vai ser realmente louco… pelo menos pelos seus padrões.
Aline hesitou por longos segundos, mordendo o lábio inferior, claramente dividida. Todo o resto do seu corpo e expressão dizia o contrário da hesitação. Por fim, ela respondeu baixinho, quase sussurrando:
— Vou pensar… se mudar de ideia te aviso.
Terminei a conversa com Aline de forma leve e saí da sala pouco depois. Fui direto até a sala de reuniões e chamei Marcelo alegando um assunto urgente. Ele chegou rápido, fechando a porta atrás de si. Contei tudo que havia conversado com Aline, sem omitir nenhum detalhe. Marcelo achou graça, balançando a cabeça enquanto coçava a barba:
— Conheço bem o tipo dela… quietinha, certinha, mas com fogo guardado.
Ele riu e perguntou:
— E onde está a urgência nisso?
Eu sorri e respondi com convicção:
— Tenho certeza que ela vai pedir minha ajuda. E eu quero organizar algo inesquecível para ela.
Marcelo se recostou na cadeira da sala de reuniões e perguntou curioso:
— Qual é o plano?
Eu respondi com sinceridade:
— Ainda não sei ao certo, mas pensei em chamá-la para minha casa junto com você… talvez assistir vocês dois transando, ou até participar. Quero algo forte para ela.
Marcelo ficou em silêncio por um segundo, depois sorriu com um brilho safado no olhar:
— Eu topo. Tenho uma certa tara em comer essa magrinha do escritório.
Naquela mesma noite, já em casa, recebi uma mensagem de Aline. Com o coração acelerado, ela escreveu pedindo a “ajuda” que eu havia oferecido e perguntou se poderia ser dali a dois dias, quando seu marido viajaria a trabalho. Respondi que precisava confirmar algumas coisas, mas que logo teria uma resposta. No mesmo instante, encaminhei as mensagens dela para Marcelo e perguntei se ele estava disponível e disposto. Ele respondeu de pronto:
— Sim, pode contar comigo.
Confirmei então com Aline, advertindo mais uma vez:
— Só para você saber, Aline… uma vez que a gente começar, é um caminho sem volta.
Poucas horas depois, Aline mandou outra mensagem dizendo que estava decidida. Marcamos então para dali a dois dias, logo após o expediente, na minha casa. Eu respondi confirmando o dia e horário, sentindo uma mistura de excitação e expectativa pela loucura que estava prestes a organizar.
Aline passou os dois dias seguintes sem conseguir pensar em outra coisa. A ansiedade e a excitação misturavam-se com culpa e medo, mas o desejo era mais forte. Passados os dois dias, no final do expediente, Marcelo saiu um pouco antes. Antes de sair, passei pela sala de Aline, parei na porta e disse simplesmente, com um sorriso discreto:
— Estou indo. Te espero lá em casa.
Ao chegar no meu apartamento, Aline entrou apreensiva, o corpo rígido e o olhar nervoso. Assim que fechou a porta, deu de cara com Marcelo sentado tranquilamente no sofá, mexendo no celular. Ela olhou assustada para mim. Eu apenas sorri e disse calmamente:
— Não tem mais volta, Aline.
Marcelo percebeu o susto dela, guardou o celular e falou com voz calma e gentil:
— Calma, Aline. Para de assustar a menina, Simone. Nada que ela não quiser vai acontecer aqui. É só sentar, tomar um vinho, conversar… e só fazer o que sentir vontade.
Aline, ainda vermelha, murmurou baixinho:
— Eu… nunca bebi na vida. Mas aceito… para relaxar um pouco.
Eu servi uma taça de vinho tinto para ela e, enquanto entregava, comentei com um sorriso:
— Mais tarde, se precisar, tenho algo pra dar mais coragem.
Marcelo, ainda mexendo no celular, balançou a cabeça rindo e disse:
— Para de assustar a Aline, Simone.
Aline ficou quieta no início, bebendo o vinho aos poucos enquanto eu puxava assuntos aleatórios — o trabalho, o tempo, um filme recente — para descontrair o clima. Aos poucos ela foi se acalmando, os ombros relaxando e a conversa fluindo cada vez melhor, na mesma proporção que o vinho descia. Em determinado momento chegamos ao assunto de casamento e depois sexo. Já mais relaxada, Aline comentou sobre a monotonia com o marido, das vontades que guardava e que nunca tinha realizado, mas ainda demonstrava medo. Eu então disse com um sorriso:
— Está na hora de você experimentar algo novo, Aline.
Preparei uma carreira generosa de cocaína na mesa. Apesar de tudo, Aline não hesitou, se inclinou e cheirou uma carreira inteira. O efeito veio rápido, deixando-a muito animada, confiante e com os olhos brilhando de excitação.
Marcelo e eu também cheiramos uma carreira cada um. Os três continuamos a conversa, agora com Aline toda animada contando que um de seus desejos era sexo a três, tanto com dois homens quanto com um casal. Eu revelei que tinha vontade de apenas observar um casal transando, enquanto Marcelo disse que desejava duas mulheres ao mesmo tempo. Posteriormente, Marcelo em tom de convite disse que eles tinham tudo ali e perguntou por que não faziam. Aline e eu topamos na hora, e espantosamente Aline pediu mais uma carreira antes de começarem.
Eu preparei mais três linhas generosas na mesa. Inalei a primeira, passei a segunda para Aline e, enquanto Marcelo cheirava a terceira, puxei Aline pelo rosto e comecei a beijá-la intensamente. Depois a levei até Marcelo, que estava sentado no sofá, e tirei o pau dele para fora — já completamente duro, grosso e veioso. Aline viu e se impressionou, os olhos arregalados. Eu sorri e disse:
— É todo seu… pode se engasgar com ele.
Aline revelou envergonhada:
— Eu não sei chupar… meu marido nunca permitiu.
Eu demonstrei brevemente, chupando a cabeça grossa com vontade, e disse:
— Não tem segredo. É só sentir e deixar rolar.
Aline então começou a chupar, inicialmente desengonçada e tímida, mas com as instruções suaves de Marcelo — “devagar, usa a língua, respira pelo nariz” — ela pegou o jeito rapidinho, ficando cada vez mais confiante.
Ao notar que Aline tinha pegado o jeito, eu me afastei, sentei na poltrona em frente ao sofá e comecei a acariciar meus seios e minha buceta ainda por cima da roupa, observando excitada. Enquanto Aline mamava com mais vontade, Marcelo tirou a blusa e o sutiã dela, revelando seus seios pequenos, mas muito bonitos, de aréolas inchadas e rosadas com bicos excitados e durinhos. Aline chupava cada vez com mais vontade, babando no pau grosso de Marcelo, os olhos lacrimejando de esforço. Marcelo gemeu rouco, segurou os cabelos longos dela com firmeza e puxou sua cabeça para trás:
— Isso, sua putinha tímida… chupa mais fundo.
Ele então a puxou pelo cabelo, fez ela subir no sofá e começou a chupar seus seios pequenos com fome, sugando forte os bicos rosados enquanto tirava a calça e a calcinha de Aline de uma vez. Eu não resisti, tirei toda a minha roupa rapidamente e me aproximei. Marcelo tirou o resto das roupas de Aline num só movimento, deixando-a completamente nua — corpo magro, pele clara, buceta pequena e lisinha, já extremamente molhada, com os lábios finos brilhando de tesão. Ele pegou Aline pela cintura, colocou ela sentada no sofá com as pernas bem abertas e mergulhou o rosto entre suas coxas magras, chupando sua boceta com voracidade, língua larga lambendo toda a fenda e sugando o clitóris sensível. Aline gemia alto, tremendo:
— Ai meu Deus… isso é tão bom…
Eu me aproximei, o tesão explodindo, e pedi:
— Deixa eu chupar também… quero provar essa bucetinha virgem de safadeza.
Marcelo se afastou um pouco e eu tomei seu lugar, lambendo a boceta molhada de Aline com desejo, enquanto ela gemia cada vez mais alto, segurando minha cabeça.
Enquanto eu chupava Aline com fome, lambendo sua bocetinha apertada e sugando o clitóris inchado, Marcelo se levantou, posicionou-se atrás de mim e enfiou seu pau grosso na minha buceta molhada de uma vez, me fodendo forte enquanto eu continuava devorando Aline.
— Isso, Simone… come a bucetinha dela enquanto eu te como — grunhiu Marcelo, dando tapas na minha bunda.
Aline, completamente entregue, gemia sem parar:
— Por favor… não para… tá tão bom… eu quero mais…
Eu levantei o rosto molhado da boceta de Aline e ordenei, com voz rouca de tesão:
— Marcelo, fode ela agora. Quero ver esse pau grosso abrindo essa bucetinha apertada pela primeira vez.
Marcelo não esperou, puxou Aline para a beira do sofá, abriu bem suas pernas magras e encostou a cabeça grossa do pau na entrada molhada dela. Aline respirava rápido, olhos arregalados de expectativa e medo:
— Vai devagar… por favor…
Ele empurrou devagar, centímetro por centímetro, o pau grosso esticando as paredes apertadas da buceta dela enquanto Aline gemia alto, misturando prazer e desconforto inicial.
— Caralho… como você é apertada… — rosnou Marcelo, segurando a cintura dela.
Aline agarrou os ombros de Marcelo, cravando as unhas enquanto ele começava a estocar mais fundo, o pau grosso abrindo espaço dentro dela.
— Ai… tá tão grande… tá me enchendo toda… — gemia ela, a voz entrecortada de prazer.
Eu, ajoelhada ao lado, acariciava os seios pequenos dela e beijava seu pescoço:
— Isso, Aline… deixa ele te foder bem gostoso. Sente esse pau te arrombando. Você é uma putinha agora, né?
Marcelo acelerou o ritmo, metendo com força, o som molhado ecoando na sala enquanto Aline gritava de prazer, o corpo magro tremendo a cada estocada.
Marcelo sentou no sofá e puxou Aline para cima dele, fazendo ela sentar de frente, cavalgando seu pau grosso. Aline desceu devagar, gemendo alto enquanto o pau a preenchia completamente, as mãos apoiadas no peito dele.
— Ai… tá tão fundo assim… — reclamou ela, rebolando devagar no início.
Enquanto isso, eu fui até o quarto rapidamente e busquei meu strap-on. Voltei com o cinto já vestido, o pau de silicone grosso e preto brilhando. Aline arregalou os olhos quando senti o brinquedo encostando na sua bunda enquanto ela cavalgava Marcelo. Eu acariciei suas costas e perguntei com voz safada:
— Posso comer esse cuzinho virgem, Aline? Deixa eu te foder por trás enquanto ele te fode pela frente…
Aline, muito excitada e com o rosto corado de tesão, respondeu ofegante:
— Coloca tudo de uma vez… por favor…
Eu não obedeci completamente. Fui colocando devagar, pressionando a cabeça do strap-on contra seu cuzinho apertado enquanto Marcelo ficava imóvel dentro da buceta dela, segurando-a firme pela cintura. Aline gemeu alto, o corpo tremendo enquanto o silicone grosso abria seu cu virgem centímetro por centímetro.
— Devagar… ai meu Deus… tá me abrindo… — choramingou ela, mas empurrando levemente para trás.
Quando estava toda dentro, esperei alguns segundos até ela se acostumar com a sensação de estar completamente preenchida nos dois buracos. Depois, comecei a aumentar o ritmo devagar, fodendo seu cuzinho enquanto Marcelo começava a estocar novamente por baixo. Aline gritava de prazer, completamente perdida no tesão:
— Isso… me fode… me fode nos dois buracos… eu sou uma vadia agora!Marcelo não resistiu a tudo aquilo e anunciou, com a voz rouca:
— Porra… eu vou gozar…
Aline, desesperada de tesão, pediu rápido:
— Na minha boca! Goza na minha boca, por favor!
Eu permaneci com o strap-on enterrado no seu cuzinho, estocando devagar enquanto Marcelo tirava o pau da buceta dela e se posicionava em frente ao seu rosto. Aline, ainda cavalgando o strap-on, se masturbava com uma mão, os dedos esfregando o clitóris inchado. Marcelo segurou a cabeça dela e gozou forte, jatos grossos e quentes enchendo sua boca e escorrendo pelos lábios. No mesmo instante, Aline — recebendo estocadas no cu e se masturbando freneticamente — teve um orgasmo incrível, o corpo convulsionando violentamente, gemendo alto com a boca cheia de porra, as pernas tremendo descontroladamente enquanto gozava forte.
Eu retirei o strap-on devagar do cuzinho de Aline, puxei ela para mim e compartilhei a porra de Marcelo num beijo molhado e safado, nossas línguas trocando o gozo quente. Marcelo se aproximou por trás, ajoelhou-se e começou a chupar minha buceta encharcada com vontade, enquanto eu beijava Aline e ela acariciava meus seios com as mãos. Em pouquíssimo tempo, entre a boca habilidosa de Marcelo na minha boceta e as mãos e boca de Aline nos meus seios, eu gozei forte, gemendo alto contra os lábios dela, o corpo tremendo de prazer.
Depois daquele orgasmo intenso, nós três caímos exaustos no sofá, corpos suados e entrelaçados. Aline, ainda ofegante e com um sorriso tímido mas satisfeito, murmurou:
— Isso foi… muito mais do que eu imaginava.
Eu acariciei seus cabelos e respondi:
— E isso foi só o começo. Sempre que quiser mais, é só pedir.
Marcelo sorriu, puxando nós duas para perto:
— A porta está aberta. Podemos repetir quantas vezes quiserem.
Nós três ficamos ali, conversando baixinho e rindo, sabendo que uma nova cumplicidade havia nascido naquela noite — e que muitas outras viriam