Novo amigo Ricardo...

Um conto erótico de Italocapixaba
Categoria: Heterossexual
Contém 2216 palavras
Data: 03/06/2026 23:13:46

Logo depois de mudar pra capital, ainda estava me acostumando a pegar ônibus. Do Salesiano até em casa era um pouco longe, e meu pai queria que eu tivesse “responsabilidade”. Um dia, já na primeira semana, eu tava esperando no ponto chovendo, mochila pesada nas costas, o cabelo grudando na testa, a roupa encharcando e pingando no asfalto. Aí parou o carro dele do meu lado — um Golzinho velho mas arrumadinho, vidro abaixado, e uma voz grave e fácil perguntou:

— Entra, cara, tá chovendo pra caralho. Pra onde vai?

Ricardo. Vinte e três anos, alto, descendente de italiano como eu, pele branca, cabelo escuro bagunçado caindo nos olhos. A gente fez amizade rápido. Casou aos dezenove, separou rapidinho e ficou com o apartamentozinho dele bem em frente à escola. Um cara bacana pra caralho. Me deu carona, conversamos besteira no caminho — ele ria fácil, perguntava sobre Ibiraçu, se eu já tinha ido na praia aqui, coisa leve pra me deixar à vontade. Quando me deixou em casa tava chovendo fino, ele desligou o carro e falou, olhando pra mim com aquele sorriso de canto de boca:

— Qualquer coisa, irmão, só chamar. Aparece lá em casa. Moro bem em frente à escola, Golzinho preto, não tem erro.

Eu agradeci, desci correndo pro portão, mas fiquei com aquele convite na cabeça o resto do dia, o jeito dele de falar sem pressão, como se a gente já fosse velho conhecido.

Dias depois, sem aula de manhã, eu tava sem fazer nada em casa. Meus pais não ligavam, eu era bem solto. Resolvi aparecer. Toquei a campainha e ele abriu só de calção, sem camisa, corpo definido de quem malha sem exagerar, peito largo, barriga lisa com um filete de pelos escuros descendo pro elástico do calção. O apartamento de homem solteiro: pranchas de surf encostadas na parede, tudo bagunçado de um jeito que parecia vivo, cheiro de café passado, e um leve cheiro doce e forte de maconha que eu reconheci na hora — meu pai uma vez tinha me explicado aquele aroma quando achou um baseado no carro. Ele não fumou enquanto eu tava lá, só me chamou pra dentro com um abraço rápido no ombro, a mão quente na minha pele:

— Entra, Italo. Tô sozinho, relaxa.

Ricardo era um cara bem legal. Pra um garoto como eu, recém-chegado à capital, foi muito legal conhecer ele. Sempre alegre e despojado, falava sempre sobre garotas, suas conquistas, contava que sempre pegava umas novinhas da minha escola, pois morava pertinho. Falou inclusive que já tinha tirado a virgindade de duas do segundo ano… Eu fiquei super animado e fiz um monte de perguntas, o coração batendo forte, e acabei confessando que eu era virgem. Ricardo se mostrava bem interessado e atencioso com tudo que conversávamos, olhava nos olhos, sorria, fazia mais perguntas de volta como se realmente quisesse saber.

Eu passei a ir lá frequentemente. Teve uma vez que ele pediu pra mim esperar um pouco lá na sala e depois veio acompanhado de uma linda garota chamada Iris, morena, cabelo longo caindo nas costas, sorriso tímido mas olhar que já entregava tudo. Ela se apresentou rapidinho, “oi, sou a Iris”, apertou minha mão com os dedos quentes e saiu logo depois, deixando um rastro de perfume doce no ar que misturava com o cheiro de sexo que já pairava no apartamento.

Entramos e ele me levou pro sofá-cama que ficava bem na frente da televisão grande, onde sempre jogávamos, mas dessa vez tinha um perfume forte de sexo no ar! O sofá era pequeno, quase uma cama de solteiro, a gente ia se encostar sem querer o tempo todo, coxas roçando, ombros se tocando, o calor dos corpos se misturando. Começou a me contar da Iris, voz baixa, quase conspiratória, como se estivesse me contando um segredo sujo:

— Cara, essa Iris é uma safada do caralho. Ela chega aqui, já me empurra pro sofá, ajoelha no chão e tira meu pau pra fora como se fosse dela. Chupa devagar no começo, lambe o saco todo, cheira fundo, funga no pau como se quisesse guardar o cheiro, depois engole até onde dá. E quando eu gozo, ela não solta, engole tudo, limpa com a língua, pede mais. Outras sempre deixam vazar um pouco, mas a Iris parece fazer muita questão de não desperdiçar uma gota. Adora o gosto, o cheiro… porra, ela fica louca quando eu jorro bastante.

Aquela conversa me fazia lembrar do Lauro, até então minha única experiência. Eu ouvia, o pau já começando a endurecer na cueca, imaginando a cena, o jeito que ela engolia tudo, o barulho molhado da boca dela. Ele deitou de lado no sofá pequeno, e começou a mudar de canal na TV. De repente parou num pornô. Duas mulheres chupando um cara de pau enorme, as bocas esticadas, saliva escorrendo pelo queixo delas, o cara gemendo enquanto segurava a cabeça de uma. Meu rosto queimou de vergonha e tesão misturados, mas meu pau cresceu de vez, apertado dentro da cueca, latejando contra o tecido, o pré-gozo já molhando tudo.

— Já bateu punheta antes, né? — ele perguntou, natural pra caralho, voz grave e calma, como se fosse a coisa mais normal do mundo.

— Já… claro — respondi, rouco, a voz falhando um pouco.

Ricardo sorriu, abaixou o calção sem cerimônia nenhuma e tirou a rola pra fora. Era branca, grossa, pesada, uns 22 centímetros fácil, veias azuladas ao redor do tronco, cabeça rosada brilhando com uma gota de pré-gozo que já pingava da fenda. Ele cuspiu na palma da mão e começou a bater devagar, com orgulho, como se quisesse que eu olhasse bem. E eu olhei. O líquido pré-gozo começou a escorrer logo nos primeiros movimentos — transparente, viscoso, pingando da fenda e escorrendo pela vara toda, deixando tudo brilhante e molhado. O cheiro subiu devagar: forte, almiscarado, tesão puro misturado com sexo. Ele gostava de ser admirado, dava pra ver. Colocava o pau pra fora com calma, apertava a base com a outra mão, mostrava o quanto babava, o líquido transparente escorrendo entre os dedos e pingando no saco.

Enquanto se tocava, ele continuava a conversar comigo, dando detalhes da manhã com a Iris e me perguntando das minhas experiências. Aquela situação me fez lembrar da primeira vez que o Lauro viu meu pau. Ricardo já era adulto e seu pau era maior que o meu na época, mas o meu tinha a cabeça maior e eu ainda ia crescer!!! O sofá-cama era pequeno demais. Nossas coxas se tocavam, ombros roçavam, o calor da pele dele contra a minha. Eu puxei o meu também. Meu pau ficou rígido na hora, melado de tanto pré-gozo que já tinha acumulado, e Ricardo fez um comentário, voz cheia de admiração:

— Uau, o seu é bem grande também! Porra, olha o tamanho dessa cabeça rosada… você ainda vai crescer mais, vai ficar monstro. Comparado com o meu, o seu já tá quase do mesmo tamanho, e você é mais novo. Tá vendo como ele baba? O meu também faz isso quando eu tô com tesão pra caralho.

O meu já tinha 20cm na época, e ele pareceu gostar do que viu, me fazendo orgulhoso do meu porte. Eu, respondendo a ele, confessei que apesar de ser virgem, já tinha recebido sexo oral… claro que eu disse que era uma garota, que também adorava o meu leite, e sempre queria mais.

Ricardo queria saber detalhes enquanto aumentava o ritmo das batidas, a mão subindo e descendo mais rápido, o barulho molhado do pré-gozo ajudando, o cheiro ficando mais forte no ar pequeno da sala.

— Sério? Me conta como foi. Ela chupava bem? Engolia os jatos ou deixava vazar? Ela cheirava antes de chupar? Ficava de joelhos ou de quatro?

Eu respondia rouco, inventando detalhes baseados no Lauro mas mudando pra garota, o coração batendo forte:

— Ela… ela cheirava primeiro, fungava no pau todo, no saco, depois lambia devagar, engolia o que podia. Quando eu gozava ela tentava engolir tudo, mas era muito, escorria um pouco pelo queixo, mas ela voltava e limpava com a língua, gemendo baixo.

Ricardo ouvia, olhos brilhando, batendo mais forte, o pau latejando na mão dele, o pré-gozo escorrendo mais agora.

Foi aí que ele gozou primeiro. 4 jatos grossos, potentes, densos, cheios de pedacinhos brancos de porra. Espirrou alto na barriga e no peito dele, formando poças quentes que escorriam devagar pela pele, brilhando na luz da TV. O cheiro ficou insano — doce, salgado, animal, enchendo o quarto todo. Eu não conseguia tirar os olhos daquilo, do jeito que a porra grossa brilhava na pele dele, do saco dele se contraindo a cada jato, do jeito que ele gemia baixo e satisfeito.

Ele percebeu, mas só sorriu, natural, sem me fazer sentir esquisito:

— Relaxa, Italo. Eu gozei gostoso pra caralho, a segunda do dia. A Isis tomou tudo mais cedo. O meu sempre sai assim, bastante. É tesão demais. Agora é sua vez!

Eu gozei logo depois: foram uns 7 jatos, leitoso mas sem pedaços duros de borra como o dele, mas com tanta força que minhas pernas tremeram, o corpo todo arrepiado, o sofá balançando um pouco. A gente ficou ali, ofegantes, paus melados na mão, limpando com papel higiênico que ele pegou do banheiro. Ele me deu as primeiras dicas, voz baixa e confiante, enquanto a gente ainda tava de pau mole na mão:

— Segredo pra conquistar menina: beija o pescoço devagar, sempre respirando forte no ouvido dela, lambe a orelha, desce pros peitos com a língua. Se ela deixar, vai na boceta e lambe até sua cara ficar melada. Elas ficam loucas quando ficam com vergonha, mas o tesão ganha e elas viram cadelinhas na hora. Com esse pau grande seu vai ser fácil pra caralho, irmão. Eu sou sortudo igual você.

Eu já tinha lido coisas parecidas em revistas, mas ouvir ele descrever com aquela voz grave, enquanto a gente tava pelado, o cheiro dos nossos paus ainda no ar, me deixou doido de um jeito novo.

A partir daqueles dias eu passei a frequentar o apartamento dele sempre que dava — às vezes sem aula, às vezes depois da escola até as quatro da tarde. Meus pais nem se preocupavam, Ricardo trabalhava à noite, era sócio de um restaurante lá na mata da praia, então surfava de manhã e ficava o dia inteiro em casa. A gente conversava de tudo, via filme, e quase sempre acabava no sofá-cama pequeno, paus pra fora, batendo uma juntos. Ele adorava aquelas sessões. Colocava a rola pra fora com orgulho, batia devagar pra eu ver cada veia, cada gota de pré-gozo escorrendo, o barulho molhado enchendo a sala, o cheiro dos dois se misturando.

Numa dessas sessões ele me surpreendeu quando propôs, voz baixa, quase tímida pela primeira vez, enquanto a gente já tava de pau duro no sofá pequeno:

— Sabe, pra sentir mais prazer, a gente podia usar a mão um do outro. Tipo, eu te ajudo e você me ajuda. Eu já fiz isso com um primo meu uma vez… porra, foi muito bom. O que acha? Sem pressão, só se você quiser. Eu acho que ia ser gostoso pra caralho… sentir a mão de outra pessoa no pau.

Porra, ouvir ele confessar que já tinha feito com um primo me pegou de surpresa e ao mesmo tempo me deixou mais à vontade, como se não fosse só eu que curtia isso com outro cara. Meu coração disparou, o pau latejou forte na minha mão, mas o tesão ganhou fácil. Eu balancei a cabeça que sim, rouco:

— Tá… pode ser.

Ele sorriu, se aproximou mais no sofá pequeno, e a mão dele, quente e grande, envolveu meu pau. Eu fiz o mesmo, sentindo o peso da rola dele na minha mão, as veias pulsando sob os dedos, o pré-gozo escorrendo quente nos meus dedos. A gente começou devagar, sentindo, o barulho das mãos molhadas subindo e descendo, a respiração pesada, os corpos colados de tão pequeno o sofá, joelhos se tocando, uma perna dele por cima da minha sem querer. Eu não era viado, gostava de mina, mas porra, sentir a mão dele apertando meu pau, o polegar roçando a cabeça sensível, o jeito que ele gemia baixo quando eu apertava a base da rola dele… misturava tudo de um jeito que me deixava doido. O cheiro dos dois paus melados subia forte, o som molhado das punhetas cruzadas enchendo a sala. Ricardo murmurou rouco enquanto a gente batia:

— Caralho, sua mão é quente pra porra… aperta mais a base, assim… isso.

A gente gozou junto dessa vez, os jatos misturando no ar, caindo nas barrigas, nas mãos, o cheiro insano, o sofá todo melado. Depois, limpando, ele olhou pra mim com aquele sorriso de canto de boca, voz ainda rouca de tesão satisfeito:

— Espero que você tenha gostado… adoraria repetir.

Eu, ainda ofegante, com o pau latejando, só consegui sorrir e dizer que sim, já pensando na próxima vez que eu bateria na campainha dele, sabendo que o sofá pequeno ia nos juntar de novo, que o cheiro de porra e pré-gozo ia ficar impregnado na sala, que eu ia sentir a mão dele no meu pauzão enquanto o meu envolvia a rola grossa dele. Eu sabia que alguma coisa nova tinha começado ali, e que eu queria aprender mais.

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