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A esposa elogiou, e agora as concorrentes tb querem meus 20 cms.

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Um conto erótico de Atencioso com as mal comidas.
Categoria: Heterossexual
Contém 1326 palavras
Data: 28/06/2026 11:50:56

Sou o Genivaldo, um desses coroas grisalhos q se cuidam e não têm vícios, alto, loiro com olhos azuis, esbelto, com um dote devidamente medido de 20 cms e relativamente grosso, sem filhos, bem sucedido profissionalmente.

Por td isso, costumo chamar a atenção das mulheres da minha faixa etária, as quais costumam me atribuir o elogio de ser charmoso.

Mas tb atraio aquelas q reclamam dos parceiros moleques q as decepcionaram, e por isso, preferem a insubstituível experiência na cama.

Embora a aparência quase sempre ajude, a timidez tem sido um empecilho para me caracterizar, como um colecionador de casos extra conjugais.

Pq acabo comendo quase sempre somente qdo a pretendente já está praticamente esfregando na cara, qdo todo mundo já percebeu q sou o seu homem privilegiado, mas pouco ou nada notei e tampouco tomei alguma atitude, sendo q muitas delas já me disseram isto.

Minha mulher é a Neide, bem interessante na aparência, sendo uma morena clara falsa magra, tendo coxas grossas, seios médios bem firmes, cinturinha q sempre chama a atenção, e uma bunda arrebitada q faz os homens virarem a cabeça qdo passa, embora não use nenhuma roupa chamativa pq é religiosa.

Tem muito bom gosto para se vestir até pq faz todas as suas roupas, e é espetacularmente prendada, no estilo das mulheres antigas q eram devidamente preparadas para casar.

Nos damos muito bem na cama, e poderia reclamar nesse quesito, apenas, q ela não faz sexo anal de jeito nenhum, justamente, uma modalidade q adoro, e qdo surge a oportunidade, aproveito bem.

Porém, depois q uma vizinha chamada Quitéria se mudou para o lado direito da nossa casa, sendo uma viúva tb sem filhos e muito interessante na aparência, dessas mulheres q usam roupas sempre justas, curtas, decotadas, e chamativas, ambas, minha mulher e ela, se tornaram amigas e confidentes.

Daí...a partir dessa nova condição, minha vida sexual passou a ser mais movimentada fora de casa.

Através da minha esposa fiquei sabendo q a vizinha e viúva Quitéria havia elogiado minha aparência, e na mesma conversa tinha indagado se nos dávamos bem na cama e como era o nosso relacionamento sexual.

Pq ela não conseguia se firmar com seus namorados, e quase todo dia acordava, nas palavras dela, subindo pelas paredes.

Minha mulher é dessas almas religiosas ingênuas q se dá bem com todo mundo, q não tem malícia nenhuma, q sempre está querendo ajudar os outros.

E embora nunca tenha falado a ninguém sobre o q e como fazemos na cama, acabou por me elogiar para Quitéria exaltando especialmente o tamanho do meu pau.

E tb lhe garantindo q a satisfaço sempre, pq jamais gozei antes dela pois meus orgasmos são naturalmente demorados, ao ponto de às vezes nem conseguir ejacular.

Impressionada qdo ouviu isto, Quitéria pediu q lhe contasse mais detalhes sobre a nossa intimidade de casal, e minha esposa falou tanto, q contou até mesmo sobre as nossas posições sexuais favoritas.

Qdo entre outras curiosidades Quitéria lhe perguntou se gozava fazendo sexo anal, e minha esposa lhe disse q nunca fez nem pretendia fazer essa modalidade sexual, a vizinha demonstrou grande surpresa pq na percepção dela sendo seu marido um homem atraente, avaliava certamente ser assediado por mulheres q dão a bunda, as quais utilizam esse artifício de grande interesse masculino para conquistar e fidelizar seus parceiros.

E Quitéria ainda teve a coragem de aconselhar minha esposa e se ofereceu, para q juntas encontrassem um jeito de Neide passar a fazer sexo anal comigo.

Pq na avaliação de Quitéria, dar a bunda é muito gostoso, e depois q minha esposa experimentasse, garantiu q iria querer fazer sempre.

Minha mulher contava esses diálogos aparentando sentir incômodos, em vez de excitação, como era bem o meu caso.

Essa conversa aconteceu se não me engano logo no terceiro dia após a mudança de Quitéria, e me preocupei bastante embora não tenha feito nenhuma observação à minha esposa, pq a ausência de malícia da parte dela poderia lhe causar problemas q nos afetariam.

Minha mulher me contou td isso perguntando se o sexo anal era mesmo tão importante para os homens, e qdo lhe confirmei percebendo uma certa surpresa apesar das minhas muitas tentativas com ela, quis saber o pq criando um certo constrangimento para lhe explicar, pq teria q abordar e questionar suas crenças religiosas.

Mas como td na vida tem dois lados, esta situação tb me pareceu uma oportunidade de ouro para comer o cuzinho de Quitéria tão fácil e tão próximo, principalmente depois de saber q amava dar o rabo, me achava interessante, e na falta de namorados vivia excitada subindo pelas paredes.

Em relação aos questionamentos da minha esposa sobre sexo anal, dei um jeito de desviar o assunto demonstrando desinteresse em lhe explicar, até pq sabia q não mudaria a sua opinião, e no máximo, se prontificaria a fazer alguma coisa a mais q compensasse esse não atendimento do meu desejo.

Já sobre a vizinha, arquitetei um plano para ir à sua casa inicialmente junto com a minha esposa, a fim de alcançar um duplo objetivo: cessar a sua situação de acordar subindo pelas paredes de tanta excitação, e ter bem pertinho ao lado de casa, um rabo para comer qdo bem quisesse.

A brecha q encontrei, foi a informação transmitida por minha esposa de q havia armários e móveis ainda fora de lugar, pq eram pesados, ou, pq precisavam de ferramentas apropriadas para furar e fixar na parede.

Favoreceu-me o desejo de ajudar q é natural em minha esposa, e no mesmo dia compareci à casa de Quitéria acompanhado por Neide, colocando no seu devido lugar os móveis e os armários q faltavam.

Daí, passamos a conversar sobre td q me interessava sem me preocupar com um eventual ciúme, q simplesmente não existia pq Neide confiava cegamente em mim.

A prova disto é q minha mulher não se incomodou nem um pouco, qdo perguntei a Quitéria se era verdade q vivia subindo pelas paredes de tanta excitação, e se gostava mesmo de ser enrabada.

Tão ingênua é a minha mulher q nesse momento ainda perguntou o q significava ser enrabada, e demonstrando certa impaciência com a sua inocência, Quitéria lhe disse assim com todas as letras:

- Neide, ser enrabada é querer q o parceiro coloque o pau bem duro no seu rabo...é pedir q ele coma o seu cu...é dar o cuzinho...isso é ser enrabada, Neide...vc entendeu?

Demonstrando constrangimento com o linguajar totalmente chulo de Quitéria, minha esposa toda religiosa disse q precisava sair, pediu licença, e simplesmente me deixou a sós com a vizinha predadora de maridos, numa situação q não previ mas me deixou satisfeitíssimo.

A partir daquele instante já percebi q o céu se tornaria nosso limite, pq Quitéria me perguntou se a minha esposa era inocente mesmo daquele jeito, ou se estava querendo transparecer o q na verdade não era.

Entendi muito bem o q Quitéria perguntou, mas lhe respondi q deixasse a minha esposa de lado, pq nosso assunto não a envolvia, e apenas desejava saber como fazer para q ela deixasse de querer subir nas paredes de tanta excitação.

- Safado...ela respondeu...vc é um safado...repetiu...

Quitéria deu três passos para olhar pela janela da sala se a minha esposa realmente havia saído pelo portão, e ao voltar, se sentou em meu colo tomando o cuidado de deixar o seu rego em contato direto com o meu pau q já havia liberado da cueca e da calça, passou o braço direito por de trás do meu pescoço, e ofereceu os seus lábios carnudos, para o nosso primeiro beijo.

Sabia q a minha mulher não voltaria pelo menos nas próximas horas, pq havia me dito q iria ajudar uma pessoa da igreja, a fazer uma reforma num vestido de noiva.

Então, pude me dedicar totalmente àquela viúva q o próprio olhar predador, convidava para fazer td q desse vontade, e ainda muito mais.

Continua...

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