Somos o 1°, 2° e o 3° conto mais lido do mês na casa dos contos, obrigado a todos😍😍😍😍
O Henrique estava sentado nos degraus do alpendre, com o pau meio armado de lembrar da sacanagem, vendo a Mariana passar o pano no chão da cozinha com aquela bunda gigante empinada pro rumo dele. O guri deu um gole na cerveja quente e soltou com aquela voz mansa de corno sem vergonha:
— Ô Mariana… Cê ficou sabendo daquela academia que inaugurou agora ali no centro da cidade? O Cláudio me falou na obra que o lugar vive cheio de homens forte e que as mulherada de lá só anda com aquelas calcinhas atoladas no rabo.
A morena parou de esfregar o chão na hora, olhou por cima do ombro com os olhos castanhos brilhando de malícia e deu uma risadinha de piranha, sabendo muito bem onde o marido queria chegar.
— O Henrique, você tá querendo me ver de shortinho colado se esfregando nos aparelhos na frente dos outros, é? — ela provocou, largando o rodo e ajeitando o cabelo suado.
— Uai, preta, o claudio disse que o agachamento de lá deixa a buceta das mulheres bem marcada na lycra. Pensei que cê podia ir lá fazer uma matrícula para deixar esse corpo mais gostoso... Quem sabe você não arruma uns parceiros novos para trazer pro alpendre no fim de semana para ajudar eu e o meu tio a encher você de leite de novo? Ou umas amigas para meu tio fuder
A Mariana soltou o rodo de vez no chão de cimento e caminhou até a porta da cozinha, rebolando aquele rabo imenso de um jeito que fez o pau do Henrique pular por cima do cós do short. Ela parou bem na frente do guri, escorou a mão no batente de madeira e deu um sorriso descarado, com o peito farto subindo e descendo.
— Pois eu vou é amanhã mesmo fazer essa matrícula, Henrique — ela falou com a voz toda mansa e cheia de perversão. — Vou comprar as roupinhas mais apertada que tiver na loja, daquelas bem finas que mostram até o desenho do grelo quando a gente agacha. Quero só ver a cara dos bombados da cidade quando eu ficar de quatro na frente do espelho puxando peso.
O Henrique engoliu seco, com os olhos vermelhos de puro tesão de corno, já imaginando a esposa sendo cercada pelos marmanjos no meio do salão de treino.
— É desse jeito que eu quero, preta... — o guri resmungou, metendo a mão por dentro do short para começar a se esfolar ali mesmo na escada. — Deixa os caras ficarem doidos no teu rastro. Se tiver alguma mulherada safada por lá também, daquelas que gostam de uma safadeza de verdade, cê já puxa pro nosso rumo. Meu tio Omar tá precisando de carne nova para amaciar na cama de mola.
Eu, que estava encostado perto do jumenteiro só ouvindo a conversa dos dois de longe, soltei uma tragada comprida do meu cigarro de palha e dei uma risada rústica.
— Trata de arrumar mesmo, Mariana — gritei pro rumo do alpendre, fazendo a morena olhar para mim com o olho piscando de fogo. — Se trouxer piranha amiga sua da cidade, eu rasgo no meio. E se trouxer os bombados da academia, a gente bota na roda para encher o teu rabo de leite junto com a gente.
A Mariana deu meia volta na maior desfaçatez, rebolando aquela bunda imensa pro rumo do fogão de lenha, mas o fogo dela já estava aceso demais para ela conseguir pensar em panela. Ela olhou para o Henrique, que continuava se esfolando na escada, e depois cravou os olhos castanhos em mim, vendo o tamanho do volume que já marcava a minha calça de brim.
— Janta nada, seu Omar... Olha como o senhor me deixa só de falar nessa putaria — ela disse com a voz toda mastigada, puxando o shortinho curto para baixo de uma vez e se jogando de quatro ali mesmo no chão de cimento da cozinha, com aquele rabo gigante empinado pro rumo da porta. — O meu buraquinho de trás tá piscando e babando de tanto tesão. Vem cá me dar a primeira surra de pau da noite.
O Henrique deu um grito rouco de corno safado, largou a cerveja no chão e entrou na cozinha com o pau completamente erguido, latejando vermelho na penumbra. O guri colou na frente da Mariana, se ajoelhou e enfiou a pica direto na boca dela até o talo. A morena nem piscou; abriu o bocão com gosto e começou a engolir o cano do marido, revirando os olhos e fazendo aquele barulho molhado que enchia a casa de sem-vergonhice.
Eu joguei a xepa do cigarro de palha pro quintal, entrei na cozinha com a minha ignorância de velho da roça e já cheguei arriando as calças. Segurei firme com as duas mãos calejadas na cintura grossa da Mariana, mirei o cabeção do meu pau bem no rumo do buraquinho de trás, que ainda estava todo frouxo e sensível da foda com o Cláudio, e empurrei com tudo de uma vez só.
A Mariana deu um gemido abafado com o pau do Henrique entalado na garganta, jogando o quadril para trás com toda a força para engolir a minha pica até o saco. O compasso ficou violento demais: era o som das minhas metidas brutas estalando na bunda dela, as panelas tremendo no fogão e o guri se acabando de tanto tesão na frente, vendo a própria esposa ser totalmente arrombada nos dois buracos pelos dois homens da casa enquanto ela já planejava a safadeza com os bombados da academia.
O Henrique acelerou o vaivém na boca da Mariana, segurando a cabeça dela pelos cabelos com as duas mãos, enquanto o corpo da morena chacoalhava inteiro com as minhas pancadas por trás. O barulho de bicho daquela foda tomava conta da cozinha, misturado com o som gosmento dos fluidos escorrendo pelas coxas dela.
— Caralho, seu Omar! Olha como essa puta engole o meu pau todinho enquanto o senhor rasga o rabo dela! — o Henrique berrava com a voz falhando, completamente maluco de ver a esposa naquela humilhação gostosa.
A Mariana tirou a boca da pica do guri por um segundo, soltando uma lufada de ar quente, com o queixo todo babado, e gritou olhando pro chão:
— Soca mais, seu Omar! Me arromba com toda a sua força de velho! Henrique, não para, enfia essa porra na minha cara de novo que eu quero ficar totalmente cheia de sêmen antes de pisar naquela academia!
Eu não tive dó da sem-vergonha. Prendi os meus dedos na carne do quadril dela e sentei a mamona com toda a minha grosseria, enfiando a minha pica dura até bater no osso da bacia da morena. O rabo dela apertava o meu pau com uma quentura tão violenta que o meu saco encolheu e a jorrada subiu direto da virilha.
— Vai subir, sua cadela! Toma o leite do velho! — dei o aviso, dando as últimas três cabeçadas brutas.
Travei o corpo com força contra a bunda gigante dela e descarreguei um rio de porra grossa bem no fundo do rabo da Mariana. Na mesma hora, o Henrique deu um estalo, enfiou o pau na boca dela até o talo e descarregou todo o sêmen dele direto na garganta da morena. A piranha deu um arranco, esticou as pernas e engoliu tudo com gosto, gozando junto com nós dois e deixando a cozinha no maior silêncio de safadeza.
Chegou a segunda-feira e a Mariana passou a manhã inteira se arrumando para a estreia na tal academia da cidade. A piranha se enfiou num shortinho curto que nem precisava de esforço para ver a polpa da bunda de fora e uma blusinha que deixava os bicos do peito marcados no tecido, totalmente sem sutiã. Eu botei uma calça limpa, joguei o chapéu na cabeça e fui junto com ela no carro do Henrique, só para manjar a putaria de perto.
Quando a gente pisou no salão de treino, o lugar estava um forno, cheirando a suor e a safadeza. Tinha um bando de bombado forte de regata cavada e umas mulheres com as calcinhas enfiadas até o talo do rabo, se esfregando nos ferros. Assim que a Mariana entrou balançando aquele quadril gigante, os marmanjos pararam os pesos na hora, com o olho estalado na racha dela que ficava desenhada no short colado.
Eu sentei num banco de ferro num canto, acendi o meu cigarro de palha na maior audácia e fiquei só de olho na farsa. O instrutor da academia — um cara grandão com os braços cheios de veia — colou na Mariana mais rápido que um raio.
— Vamos começar com um agachamento livre para trabalhar bem essa região de trás, moça — o bombado falou com uma voz mansa, já metendo a mãozona na cintura dela para "corrigir a postura".
A Mariana olhou para trás, piscou o olho pro rumo dele e deu aquela risadinha de piranha que eu conheço muito bem. Ela se posicionou bem na minha frente e na frente de mais três caras que faziam rosca direta, dobrou os joelhos e empinou aquela bunda imensa de quatro pro rumo do salão. O short dela era tão fino que, quando ela desceu até o chão, deu para ver perfeitamente o desenho do grelo latejando e a divisão do rabo totalmente esticada.
— Isso... Desce mais... Deixa o músculo bem esticado... — o instrutor resmungou com a respiração curta, colando a virilha dele quase encostada nas nádegas da morena, com o pau dele já pulando de duro por dentro do short de tactel.
Os outros caras em volta pararam o treino na hora, com a boca aberta e a pica armada, fingindo que olhavam pro espelho, mas tudo doido para revezar aquela égua ali mesmo no chão da academia. Eu dei uma tragada longa, soltei a fumaça pro teto e pensei comigo: "O Henrique tinha razão. Essa piranha não vai voltar sozinha para a roça hoje".
A Mariana continuou descendo até o chão naquele agachamento, segurando a barra de ferro, sabendo muito bem que o salão inteiro tinha parado para secar a racha dela. Ela jogava aquele rabo gigante bem na direção do espelho e dava uma olhada de lado, vendo o estrago que estava fazendo. Os marmanjos fingiam que trocavam os pesos, mas estavam todos com os olhos estalados, com o pau apontando por cima do cós do short, doidos de tesão pela sem-vergonhice da morena.
O instrutor bombado não aguentou a pressão de ver aquela bunda imensa se mexendo na frente dele. Ele se ajoelhou por trás dela com a desculpa de segurar a barra e colou a jaca dele direto nas nádegas da Mariana, sentindo o calor que saía dali.
— Você tem muita força nessa garupa, moça... Dá para ver que aguenta um peso bruto — o cara sussurrou com a voz toda rouca, dando uma roçada com o pau dele bem no meio do rabo dela.
A Mariana soltou um gemido baixinho de piranha, daqueles de arrepiar os pelos do braço, e empinou ainda mais a bunda pro rumo da virilha do bombado, se esfregando sem nenhuma vergonha no meio da academia. Ela olhou para o canto onde eu estava e deu aquele sorriso de quem queria o crime ali mesmo.
— Seu Omar... Olha aqui como o rapaz tá me ajudando... — ela falou num sopro, com a cara toda suada e o peito pulando para fora da blusa. — Acho que o senhor e o Henrique vão ter que colocar mais um prato na mesa de almoço.
Eu dei uma tragada longa no meu cigarro de palha, soltei a fumaça na cara de um bombadinho que passava perto e dei uma risada de velho rústico.
— Pois manda esse bicho largar esses ferros e vir com a gente pra roça — gritei do meu banco, fazendo os outros caras olharem de cara feia. — O meu pau já tá tinindo de duro aqui no canto e eu quero ver se esse marmanjo aí tem a mesma força para socar o teu rabo na cama de mola que tem para levantar esses pesos. Traz ele que hoje a surra vai ser de três de novo.
Enquanto o bombado continuava de pau duro colado na bunda da Mariana, a porta de vidro da academia abriu e entrou uma novidade que fez o meu olho de velho estalar. Era a Flávia, a filha da dona Antônia. A garota era uma verdadeira delícia: branquinha, com 18 anos recém-feitos, uns peitos médios bem empinados apontando no tecido e uma raba linda, redonda e dura, que chamava o castigo de longe. Ela morava bem ali perto da nossa roça; eu já sabia do rastro da ninfeta, mas a Mariana ainda não fazia ideia.
A Flávia tinha ido malhar vestindo um shortinho de moletom cinza coladinho, que entrava direto no meio das nádegas, e um top preto bem decotado que deixava a barriga magrinha e o umbigo de fora. Assim que ela bateu o olho na Mariana de quatro se esfregando no instrutor, a garota sentiu o tesão da putaria na hora e caminhou até o aparelho, com a raba balançando.
— Oi! Você é a Mariana, né? A mulher do Henrique? — a Flávia destravou, com um sorriso cheio de malícia, parando bem do lado da mesa de agachamento. — Eu sou a Flávia, filha da dona Antônia! Nós somos vizinhas lá na roça, mas eu acho que você quase não sai de casa. Menina, que corpo é esse seu? Você malha muito bem!
A Mariana parou o exercício na hora, limpou o suor da testa e olhou a branquinha de cima a baixo, reparando no tamanho da garupa da menina. As duas viraram amigas no mesmo segundo, trocando elogios e rindo alto no meio dos marmanjos, já combinando de treinar juntas todo dia para atiçar os homens da cidade.
Mais tarde, o treino acabou e a Flávia foi para o vestiário beber água. Eu aproveitei que a Mariana ficou sozinha guardando os pesos num canto do salão, levantei do banco com o pau ainda meio armado por dentro das calças e colei bem no ouvido da mariana, soltando a voz rouca de velho tarado:
— Ô Mariana... Cê viu a carcaça daquela branquinha que acabou de falar com você? Pois fique sabendo que a mãe dela, a Antônia, era a maior puta da região nas antigas. Eu cansei de socar o meu pau no rabo daquela velha atrás do jumenteiro muito antes de você nascer. O útero da Antônia cansou de engolir o meu leite bruto. Trata de grudar nessa menina e trazer ela lá pra casa; o rabo da filha deve ser tão guloso quanto o da mãe, e eu quero ver você e ela dividindo a minha pica na cama de mola.
A Mariana deu uma risadinha cheia de fogo, mordendo o beiço inferior enquanto olhava para o rumo do vestiário onde a Flávia tinha entrado. Ela ajeitou o short curto que continuava enfiado na racha e encostou a bunda gigante na barra de ferro, olhando bem nos meus olhos.
— O senhor não brinca em serviço mesmo, hein, seu Omar? — ela sussurrou, com a voz toda mastigada de tesão. — Então quer dizer que a dona Antônia já tomou muita pica do senhor no meio do mato? Pois a filha dela é uma delícia. Aquela pele branquinha vai ficar linda toda vermelha de tapa, e aquela raba dura tá pedindo o seu pau com força. Deixa comigo que eu vou trazer essa cadelinha pro nosso rumo.
A Flávia voltou do banheiro rebolando, com o short de moletom cinza ainda mais colado na racha, e a Mariana logo colou junto da garota, pegando na cintura dela com intimidade.
— Ô Flávia, nós já estamos de carro aqui na porta, eu e o tio do meu marido. Vamos embora com a gente lá pra roça, que o mormaço da tarde tá forte e a gente toma uma cerveja gelada juntos para comemorar que viramos amigas de treino — a Mariana convidou, com aquela cara de piranha velha que sabe armar o bote.
— Ai, eu quero sim, Mariana! Minha mãe vive falando que o seu Omar é um homem muito rústico e respeitado nas antigas — a branquinha respondeu, olhando para mim com os olhos castanhos brilhando de pura malícia de menina novinha, sem saber o que esperava por ela.
Nós saímos da academia e fomos direto pro estacionamento. Nós estamos de carro, e assim que entramos no veículo, a Mariana fez a Flávia sentar no banco de trás bem do meu lado. O espaço era apertado, e no primeiro quebra-molas da estrada de terra, a raba linda da branquinha colou com tudo na minha coxa.
Eu não perdi tempo: enfiei a minha mãozona por baixo do short de moletom dela, apertando as nádegas durinhas da menina, enquanto a Mariana olhava pelo retrovisor da frente, dando risada de puro tesão ao ver a vizinha dar um gemido agudo, sentindo os meus dedos entrarem direto na racha dela antes mesmo da gente chegar em casa.
A Flávia deu um sobressalto no banco de trás, arregalando os olhos claros com o susto da minha mãozona calejada apertando a carne daquela bunda branquinha com toda a minha ignorância de velho da roça. Mas a ninfeta não tentou sair de perto; pelo contrário, ela abriu um pouco as pernas no estofado, deixando o meu dedão afundar direto no meio daquela fenda úmida e quente por cima do moletom cinza.
— Ai, seu Omar... O senhor é muito afoito... — a garota sussurrou com a voz trêmula, jogando a cabeça para trás e cravando as unhas no meu joelho, sentindo o meu pau latejar duro feito uma estaca de cerca contra a coxa dela.
Pelo retrovisor, a Mariana assistia a tudo com os olhos castanhos pegando fogo, guiando o carro na estrada de terra com uma mão só, enquanto a outra mão dela já estava enfiada para dentro do short, esfolando o próprio grelo de tanto tesão de ver a vizinha nova ser amaciada ali mesmo.
— Aguenta o tranco, Flávia! O velho Omar é bruto desse jeito mesmo, puxou o rústico do meu marido — a Mariana falou alto, rindo com aquela voz de piranha velha. — A sua mãe cansou de tomar essa pica no meio do mato, agora é a sua vez de engolir o leite da nossa casa.
Eu dei um puxão no cós do moletom da branquinha, deixando metade daquela garupa linda pelada no banco do carro, e comecei a esfregar o meu dedo do meio direto no buraquinho de trás dela, que já estava babando de puro fogo de menina de 18 anos. A Flávia soltou um gemido agudo, revirando os olhos e se tremendo todinha enquanto o carro corria pro rumo da roça, onde a cama de mola já esperava para o serviço completo.
