🚫 Propagandas te atrapalhando? Assine o plano premium por menos de R$3/mês. Saiba mais →

O Submundo do Clube dos Cornos - Parte 9

Cansado destas propagandas? Assine por R$36/ano e navegue sem anúncios →
Um conto erótico de Mark da Nanda
Categoria: Grupal
Contém 2802 palavras
Data: 25/06/2026 13:53:44
Última revisão: 28/06/2026 09:49:12

Atrás de Cortez, o segurança sorria sarcasticamente. A sua frente, Dom parecia ainda não estar satisfeito:

- Então, Cortez... - Começou Dom, a voz rouca e imperativa: - É isso mesmo? Você quer que sua esposa seja a minha escrava leal, para fazer todas as minhas vontades? Aliás, ela e você, ambos, os dois, meus submissos?

Cortez respirava descompassadamente. O peito subindo e descendo. Luma o encarava. Dom o encarava. O segurança o encarava. Então, após segundos, ele respondeu:

- Sim... mestre. Nós queremos...

O jogo nem bem havia começado e já havia acabado de subir de nível.

[CONTINUANDO]

As palavras ditas por Cortez ainda ecoavam no cômodo quando Dom sorriu, surpreso, mas satisfeito com a rendição que parecia tão distante. Ele olhou rapidamente para seu segurança e depois para Cortez novamente:

- Boa decisão, corno. - Disse Dom, apertando um dos seios de Luma à sua frente: - Vamos voltar para o salão. Precisamos comemorar. Além disso, quero apresentar minha nova delícia para todos os meus amigos.

Luma olhava para Cortez sem acreditar no que acabara de ouvir. Havia um resquício de excitação, mas também medo e uma pergunta silenciosa em seu olhar. Cortez assentiu levemente com a cabeça, quase imperceptível, e deu passagem para os dois, colocando-se de lado, com o olhar para baixo. O segurança fez o mesmo automaticamente. Então voltaram todos para o mezanino.

A partir daquele momento, tudo seria diferente. Dom agora não escondia mais nada. Caminhava com Luma colada ao seu corpo, a mão grande espalmada na curva da bunda dela por cima do vestido vermelho. Sempre que alguém se aproximava, ele a apresentava com orgulho:

- Esta é Luma. Minha nova aprendiz a submissa. O marido dela está ali. - apontava para Cortez com um sorriso incontido: - Ele ainda está aprendendo o lugar dele. Mas tem futuro. Acho que será um bom escravo também.

Várias mulheres olharam para Luma com expressões que iam da curiosidade a inveja, passando pela pena. Uma loira elegante se aproximou e sorriu com cumplicidade:

- Parabéns, querida. Seja bem-vinda ao harém do Dom. Durou menos de um mês para eu me apaixonar por ele. - Ela então piscou um dos olhos de forma cúmplice: - Cuidado, hein!? Ele vicia.

Luma sorriu, mas não conseguiu esconder um frio na barriga que a acompanhava desde que saíram daquele quarto.

Pouco depois, Dom chamou uma mulher morena, alta, de corpo escultural e olhar cansado. Era Roberta, até aquela noite, sua submissa principal:

- Roberta, venha conhecer sua sucessora. Luma, esta é Roberta, esposa do Evair sentado logo ali. - Disse Dom, apontando para um loiro franzino sentado numa mesa ao lado: - Ela me serviu bem por quase oito meses. Hoje, com a sua chegada, eu a estou libertando.

Roberta olhou para Luma de cima a baixo, com um misto de alívio e tristeza. Aproximou-se e falou baixo, só para ela ouvir:

- Cuidado! Nunca se apaixone. Ele não ama ninguém. Só coleciona conquistas.

Dom encarou Roberta com um certo desdém e disse:

- Não dê ouvidos a essa frustrada, Luma. Ela só está com inveja de você por estar sendo trocada. Eu já disse, você e Cortez serão minha maior criação.

Dom então puxou Luma para si e beijou seu pescoço possessivamente, bem na frente de todos, como se marcasse território. E marcou, pois assim que se afastou uma mancha avermelhada ficou no local onde sua boca tocara. Ele a tratava com carinho até exagerado, acariciava seu cabelo, sussurrava elogios, oferecia taças morangos embebidos em champagne na boca dela. Parecia um namorado apaixonado. Mas quem o conhecia, sabia que não era.

Cortez observava tudo de uma mesa próxima, sentado sozinho. Cada vez que Dom tocava Luma, cada vez que ela sorria timidamente para ele, sentia uma facada no peito. As pessoas olhavam para ele com expressões que variavam entre pena e desprezo. Ele era o novo corno oficial.

A noite terminou sem maiores novidades. Dom quis apenas estabelecer sua dominância. Quando se despediram na porta do clube, ele segurou o queixo de Luma e falou:

- Na próxima semana, querida. Quero vocês aqui no próximo sábado, na minha suíte privativa. Quero começar o seu treinamento de verdade. Estejam preparados. - Ele então a beijou na boca e depois olhou para Cortez: - Ah! E nada de sexo até lá, ok, corno? Se eu desconfiar que você me desobedeceu, Artur terá o prazer de te colocar no seu devido lugar. Estamos entendidos?

Cortez respirou fundo, mas concordou. Com um simples aceno de cabeça, resignado, ele concordou.

Na semana seguinte, a casa dos Cortez viveu dias estranhos. Havia uma tensão constante, algo sensual, sexual, algo que nem ele ou ela conseguiam expressar em palavras. Conversas longas à noite se tornaram rotina. Eles tentavam entender como o que viria a seguir e mais, como sobreviver a tudo o que viria. Luma estava ansiosa, com medo e bastante excitada. Cortez também vivia uma situação contraditória: o medo e o ciúme enfrentando uma excitação diferente, surpreendente. Ele quis fazer amor com Luma, mas a ameaça velada de Dom a fez negá-lo. Ele respeitava e tentava se manter firme, mas as noites eram difíceis.

Na quinta-feira à noite, não conseguiram resistir e fizeram amor. Depois de transarem com urgência, Luma deitou a cabeça no peito dele e perguntou:

- Você tem certeza mesmo de que quer fazer isso?

Cortez demorou a responder, olhando para o teto do quarto como se a resposta fosse aparecer num passe de mágica:

- Quero. Eu... A gente precisa. Mas se em qualquer momento você quiser parar, é só dizer. Eu li alguma coisa e sei que esse mundo também tem regras. Então, se algo fugir do suportável, apenas fale que paramos tudo. Combinado?

- Combinado.

No dia combinado, no horário determinado, Dom os recebeu no clube. Os frequentadores já começavam a chegar, trazendo curiosidades, vontades, vícios, enfim, o clube se enchia cada vez mais das mais variadas formas de desejos. Cortez e Luma pouco ficaram no salão. Tentavam fingir que era apenas mais um noite. Foi o tempo de tomarem um drink até Artur, o enorme segurança, chama-los para acompanha-lo. Entraram pelo mesmo corredor escuro, pelo mesmo lance de escadas e logo chegavam à suíte luxuosa de Dom. Eles entraram, acompanhados do segurança que ficou de frente para a porta da suíte. Dentro, a mesma cama, a mesma poltrona, que mais parecia um trono e nela, o mesmo Dom, porém com outra personalidade:

- Tirem a roupa. OsOrdenou calmamente.

Mesmo envergonhados, os dois obedeceram. Quando estavam nus, Dom sentou-se na ponta da poltrona e apontou o chão à sua frente:

- De joelhos, corno. Ao meu lado. Quero que veja de perto tudo o que farei com essa linda putinha casada.

Cortez olhou rapidamente para Luma e obedeceu. Pegou outra almofada, mas antes de jogá-la ao chão, Dom falou:

- Não. Sem almofada. Você perdeu o status de marido. Aqui você é só o corno e ganhará suas regalias conforme entender exatamente o seu lugar.

Cortez olhou para ele e depois para o chão, como se precisasse de confirmação. Dom a deu:

- Sim, corno. Joelho no chão duro, frio e áspero. É o que você merece agora.

Depois, Dom olhou para Luma, sorriu e falou com um tom ameno, totalmente diferente do direcionado a Cortez:

- Venha, minha linda. Fique de quatro à minha frente. Hoje, eu quero sua boca. Depois, eu te farei gozar.

Dom olhou para Cortez, já ajoelhado e ordenou:

- Corno... Coloque almofadas para a minha putinha não se machucar. Afinal, a única pele dela que deverá ficar vermelha hoje, é a da buceta, não é?

Cortez o olhou rapidamente e pegou duas almofadas, jogando à frente do Dom:

- Te fiz uma pergunta, corno, responda!

Cortez teve que se controlar para não xingá-lo naquele momento. Mas se o fizesse, Dom poderia descontar depois em Luma sua frustração. Engoliu seu orgulho e disse:

- Sim, mestre. A buceta dela deve ser bem surrada, até ficar vermelha.

Luma o encarou. Dom o encarou. A resposta de Cortez superou as expectativas dele. Um sorriso sarcástico escapou da boca de Dom:

- Muito bem, corno. Continue assim que deixou você usar uma almofada também.

Luma se aproximou, olhou uma última vez para o marido, ajeitou-se sobre as almofadas e baixou a cabeça. Segurou o pau de Dom pela primeira vez sem roupa. Era grosso, pesado, já meio duro. Começou uma punheta ainda meio desajeitada. Ela, de alguma forma, tinha esperanças que Cortez desistisse de tudo antes de começarem. Mas ele estava apenas prostrado, ciente e silente:

- Use a boca, Luma. Mostre a putinha que se esconde nesse corpinho perfeito.

Luma suspirou uma vez mais e... o colocou na boca. Começou devagar. Parava. Lambia. Beijava. Colocava um pouco mais de vontade na chupada. Dom, enquanto isso, acariciava seus cabelos como se ela fosse uma gata:

- Isso! Assim mesmo... Boa menina... Lambe meu saco também, com carinho, devoção, porque é daí que virá o leite que te alimentará. Ah. Pode olhar também pro corno enquanto chupa. Afinal, ele é mais seu corno do que meu. E eu quero que ele veja seus olhos enquanto tem prazer comigo.

Luma obedecia. Seus olhos encontraram os de Cortez enquanto ela engolia já metade do pau de Dom e tentava cada vez ir mais fundo. O som molhado já começava a encher a sala.

Dom gemeu baixo e satisfeito com o boquete de sua nova sub. Então, olhou de lado e falou diretamente para Cortez:

- Não acredito que você a tenha ensinado, corno. Olha como ela mama bem… Se ela já não nasceu como uma puta, aprendeu com alguém. Ou talvez ela já vinha te traindo e você não sabia.

Cortez olhou involuntariamente nervoso para Luma. Ela também arregalou os olhos e soltou o pau de Dom com um sonoro “plup”. Então, balançou a cabeça negativamente para o marido, negando a sugestão de Dom. Este gargalhou e a pegou pelos cabelos, novamente direcionando ao pau e pressionando para que ela engolisse o máximo possível. Olhou para Cortez e disse:

- Viu o tesão nos olhos dela? Aposto que já está molhada. Verifique isso para mim, corno. Enfie os dedos nessa putinha e me mostre como ela está.

Cortez engoliu em seco. Mas obedeceu. Foi até atrás de Luma e a excitação dela já transbordava. Enfiou um, dois dedos e os trouxe brilhando de fluídos para a satisfação visual de Dom:

- Viu!? Ela nasceu para ser uma escrava. Sorte a minha de tê-la encontrado primeiro. - Dom puxou a cabeça de Luma pelos cabelos, de seu pau: - Chupe os dedos do seu corno, Luma. Eles estão molhados da sua própria buceta melada, sua safada.

Luma nada disse. Apenas olhou para Cortez, viu a mão ainda levantada e avançou contra ela, colocando os dois dedos em sua boca, enquanto encarava o marido no fundo dos olhos. Ela não apenas os chupou, lambeu, respirando pesadamente:

- Agradeça seu mestre, corno! Não são todos que trato com essa bondade.

Cortez o encarou, assombrado com tamanha sordidez. Mas sabia que não poderia desobedecê-lo. Sua voz saiu rouca e baixa:

- Obrigado… Mestre.

Dom sorriu satisfeito e voltou a segurar a cabeça de Luma com mais firmeza ainda. Puxou-a até seus lábios se encontrarem com os dela e a beijou com paixão, um tesão verdadeiro que extrapolava tudo o que Cortez imaginava dele. Cortez viu a pele de Luma se arrepiar aquele contato, bem como ouviu um gemido abafado escapar dos lábios dela. Dom então a empurrou gentilmente para baixo novamente, segurando seus cabelos como um cabresto e passou a foder sua boca com calma, controlando o ritmo.

Nada mais se ouvir por um bom tempo. Apenas gemidos, leves engasgos, respirações interrompidas e outras descompassadas. Dom queria mostrar quem mandava e o fez, gozando na boca dela sem avisar. Quando terminou, alguma porra escorria pelo canto da boca de Luma. Ela não parecia disposta a engolir e olhou para a porta do banheiro:

- Engula! - Mandou Dom.

Luma negou com a cabeça, os olhos ficando arregalados com aquela pegajosa mistura em sua boca:

- Engula... É uma ordem! - Insistiu Dom, levantando uma mão.

Lágrimas brotaram nos olhos dela e por um instante. Por um milésimo de segundo, Cortez cogitou parar tudo aquilo. Mas Luma fechou os olhos e engoliu... tudo. Cortez e Dom viram os movimentos de sua garganta e depois ela os encarando. Ela ainda tossiu levemente em seguida, olhando inconformada para Cortez. Dom não se incomodou com aquela troca silenciosa de olhares entre o casal. Na visão dele, ela simplesmente estava colocando o corno no seu devido lugar. E talvez estivesse protestando realmente. Dom então passou os dedos pela porra que havia escapado pelas laterais da boca dela e mandou:

- Abre a boca e chupa o meu dedo.

Luma já havia feito pior. Aquilo ali, agora, seria fichinha. Olhou diretamente para Cortez novamente e colocou o dedo lambuzado de Dom na boca, chupando, lambendo, e mesmo inconscientemente, para punir seu marido, mordiscando de leve. Cortez assistia a tudo atônito, mas resignado. Por fim, Luma beijou o dedo de Dom que se recostou, satisfeito, e encarou Luma com uma luxúria resistente:

- Boa garota. Realmente, você está me surpreendendo, Luma. Agora vá beijar seu marido. Ele merece. Não se esqueça de usar a língua para ele sentir bem ao gosto do meu pau e da minha porra...

Luma, ainda de joelhos, aproximou-se de Cortez, que se afastou discretamente. Ela, entretanto, segurou sua cabeça e beijou sua boca. O gosto de Dom estava forte na boca dela e tal qual ordenado por ele, ela dividiu aquele sabor com o marido. Cortez sentiu nojo, mas sabia que era necessário apoiar sua esposa. E retribuiu, sentindo uma mistura devastadora de raiva e excitação.

Cortez não perdeu a chance de humilhá-lo:

- Não sinta remorso por fazer isso, minha putinha. Seu marido está de pau duro. Ele está gostando de tudo o que estamos fazendo. E digo mais, talvez esteja curtindo mais do que a gente.

Luma olhou nos olhos de Cortez e apertou o seu pau. Estranhamente, ele estava mesmo duro como uma rocha. Ela inclinou sua cabeça de lado, como se perguntasse como aquilo era possível. Cortez nada respondeu. Apenas permaneceu ali, quieto, ereto, sentindo o toque quente da mão de Luma:

- Já chega! - Disse Dom, chamando a atenção de Lima: - Vistam-se. Vamos curtir um pouco da noite no salão do clube. Podemos voltar depois para continuarmos.

Todos se vestiram. Artur, o segurança, abriu a porta para lhes dar passagem. Ao chefe, um singelo meneio de cabeça em respeito. A Luma, um olhar que dizia “logo será minha vez.” Ao Cortez, um sorriso de desdém.

No salão, Dom permitiu que tomassem outro drinque e curtissem um pouco da noite. Mas avisou que logo ela voltaria a lhe servir. Não aconteceu. Coisa de uma hora depois, um homem vestindo um terno surgiu e sumiu com Dom para dentro dos corredores escuros da parte mais reservada do clube. Algum tempo depois, Artur surgiu e disse que eles poderiam ir embora quando quisessem, porque Dom tinha outros assuntos para resolver e não poderia mais doutrina-los. Foi um alívio para o casal que saiu no mesmo instante.

No carro, voltando para casa, Luma chorava baixinho no banco do passageiro. Cortez dirigia com uma mão no volante e a outra acariciando o braço dela:

- Fala comigo, amor. - Pediu ele, a voz suave.

- Eu não vou aguentar... - Disse entre soluções: - Eu me senti… usada, a mais baixa das mulheres, Cortez!

- Eu vi. Eu... - Cortez suspirou, os olhos pesados atentos à estrada: - Não foi fácil.

- Fácil!? Ele... Ele... Você viu o tamanho dele? E sabe o que é pior? Eu também me senti desejada. É confuso. Eu... Não sei se vocês notaram, mas eu gozei só de chupar ele e de ouvir a forma como ele me tratou, Cortez, e da forma como ele te tratava também. Eu... acho que sou uma doente.

Cortez parou o carro no acostamento. Desligou o motor e a puxou para um abraço apertado:

- Eu tô aqui. Não vou te abandonar. Se quiser parar, a gente para. Mesmo que isso signifique desistir de tudo.

Luma chorou mais forte contra o peito dele:

- Eu não quero continuar, mas... não dá para parar também. Mas preciso que você me lembre quem eu sou depois de cada humilhação. Não me deixa acreditar que eu sou só uma puta que nasceu para servir ele. Por favor...

- Nunca! - Prometeu Cortez, beijando o topo da cabeça dela: - Você é minha mulher, minha esposa, meu amor. E sempre vai ser.

Eles ficaram ali, abraçados, por algum tempo. As intenções de cada um queimando em seus peitos. Mas o preço estava começando a ficar claro para os dois. E talvez fosse caro demais para eles pagarem.

OS NOMES UTILIZADOS NESTE CONTO SÃO FICTÍCIOS E OS FATOS MENCIONADOS E EVENTUAIS SEMELHANÇAS COM A VIDA REAL SÃO MERA COINCIDÊNCIA.

FICA PROIBIDA A CÓPIA, REPRODUÇÃO E/OU EXIBIÇÃO FORA DO “CASA DOS CONTOS” SEM A EXPRESSA PERMISSÃO DO AUTOR, SOB AS PENAS DA LEI.

Curta uma leitura sem interrupções.
Conheça o plano sem propagandas (R$36/ano — menos de R$3/mês) →
Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 24 estrelas.
Incentive Mark da Nanda a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.
Foto de perfil de Mark da NandaMark da NandaContos: 376Seguidores: 761Seguindo: 17Mensagem Apenas alguém fascinado pela arte literária e apaixonado pela vida, suas possibilidades e surpresas. Liberal ou não, seja bem vindo. Comentários? Tragam! Mas o respeito deverá pautar sempre a conduta de todos, leitores, autores, comentaristas e visitantes. Forte abraço.

Comentários

Foto de perfil genérica

O conto não é um tema que me agrade

Deu bug e por isso não comentei

Só vou continuar vendo porque é um conto do Mark

Não pretendo fazer novos comentários neste momento.

Possivelmente só vou ler para ver onde vai dar isso...

Boa

Leitura a todos

0 0
Foto de perfil de Ramses

Deu bug no site e na nossa mente.

Mas essa experiência que o Mark esta fazendo, nesse série de "Contos Incontáveis" esta muito interessante, vide o final do Breno e Ynara. Sem dourar a pílula.

Vamos acompanhar o andamento desse conto aqui para ver onde vamos chegar.

0 0
Foto de perfil genérica

Aguardei até agora para entender o caminho do conto.

Embora respeite a criatividade do autor e saiba que esse estilo tem seus apreciadores, constatei que vai por um caminho e estilo que eu nao gosto.

Prefiro a paridade de armas e direitos do casal, submissão, humilhação, violência e escatologia são totalmente broxantes para mim.

Boa leitura para quem gosta e boas ideias aí Mark.

0 0
Foto de perfil de Mark da Nanda

Deu algum bug no site. Sumiram comentários, estrelas e o pior alguns capítulos que ja estavam prontos. Estou esperando para ver se o Eduardo consegue recuperar.

1 0
Foto de perfil de Sensatez

Vingança da SINA, ficou enciumada com o Sucesso de Cortez e Luma.

0 0
Foto de perfil de Sensatez

Alguém tem alguma teoria que salve o Cortez de se deixar ser humilhado, já que ele sempre dá sinais que não está aceitando de bom grado, sente tesão inegavelmente, mas depois parece meio arrependido, o FUCDC não conseguiu ajustar a teoria de vingança, até acho que caiu por terra, pois ele está ultrapassando limites de humilhação iguais ou piores que Luma, o FUCDC não pode desistir de formular uma teoria que amenize os possíveis resultados negativos em consequência comportamento do Cortez, desistiremos?

#Reage Cortez

0 0
Foto de perfil de Ramses

A unica teoria plausivel que me vem a cabeça é que Cortez e Luma precisam se infiltrar na Imperium, por isso o nome do conto...O Submundo!

0 0
Foto de perfil de Sensatez

Boa, essa possibilidade de Cortez e Luma estarem mancomunados já até passou na minha cabeça, mas teria que alinhar muita coisa na narrativa, temos que nos atentar que a teoria não pode alterar os argumentos de redação que sempre são bons no Universo Merquiavelico, mas nesse conto estão totalmente impecáveis, por isso a dificuldade de criar teorias alternativas lógicas e plausíveis.

Antes eu tinha esperança de no final, eles se resolverem parcimoniosamente entre os quatro, a Loura entraria na dinâmica para contrabalancear as ações, deixando claro alguns limites, pois até o Universo tem limite, senão não teria para onde se expandir, mas essa teoria também caiu por Terra, quando o Dom proibiu o casal de ter relações sexuais por uma semana, isso interfere na vida privada do casal que não é sadio em hipótese alguma, fora que sai da proposta de toda a dinâmica, pois se um casal se propõe a passar por esse processo para aumentar a libido, qual o sentido de provocar esse aumento da líbido e proibir o casal de usufruir desse aumento da líbido na vida privada, nos domínios da Imperium até entendo, mas na vida real é totalmente inaceitável, então tô com dificuldade, pois o Dom está atuando de uma maneira totalmente contrária a minha concepção de dinâmica saudável e o Cortez está aceitando tudo de maneira muito passiva, talvez mais passiva que a Luma, como ficou subentendido nesse capítulo, isso se não for encenação por parte dela ou ainda tem a opção dela poder estar somente sofrendo de um rebote emocional de cruzar a linha entre o teórico e a experiência física, veremos.

0 0
Foto de perfil de Ramses

Voltei a receber notificações dos comentários.

Sensatez, é uma ideia inicial ainda, e nela Mary seria um dos personagens principais. Ela teria tido alguem prejudicado por DB no passado?

0 0
Foto de perfil de Sensatez

Mary está chantageando o Cortez, o motivo real seria dela querer se vingar da Luma, por ter "roubado" dela um amor do passado, se reaproximou de Mary para ganhar confiança, seduziu o Cortez em sigilo, convenceu Luma a testar o Cortez para entrar para no Mundo Liberal, sem saber que estaria entrando no Mundo BDSM hard, mas alinhada com o Dom para pegar pesado com o casal, então Cortez está sendo chantageado para se submeter, senão será revelada a traição dele com a Mary, o Dom e a Luma estão sendo manipulados pela Mary, pois Mary desafiou o Dom que jamais ele conseguiria domar o Cortez e transforma-lo em um Escravo Sarjeta, caso conseguisse a própria Mary se submeteria ao Dom, já que o próprio tem fixação em submetê-la desde que a conheceu, a contratando exatamente para que a fixação em submetê-la se concretizasse, por isso ele está desesperadamente pulando etapas no processo, o Cortez sendo passivo por chantagem e a Luma confusa no meio de tanta manipulações e situações forçadas.

0 0
Foto de perfil de Sensatez

De ruim é que assim nasce mais uma vilã quase psicopata, Evil Queen Mary, mas nesse conto teria que sobrar maldade para alguém, não tem jeito não, há uma colisão enorme de emoções, exatamente pelo paradoxo criado pelo comportamento em contraponto aos sentimentos relatados dos protagonistas.

0 0
Foto de perfil de Ramses

Vejo o oposto...Mary e Luma tem alguma ligação intima. Mary e Luma estão unidas, Mary facilita a chegada de DB. Luma no começo testa o marido no seu fetiche de corno.

Luma abre o jogo com o marido e resovem em conjunto entrar nessa juntos.

Percebemos que eles estão unidos em um propósito comum. Eles tem medo mas não vão parar.

Isso é uma teoria tá. Que pensei pelo nome do conto. O Submundo do Clube dos Cornos. SErá que o objetivo de Mary...Luma e Cortêz é financeiro...destruir o DB no bolso?

Tudo isso sem café tá!!!

0 0
Foto de perfil de Ramses

Mas tenhamos certeza que esse caminho será muito pesado e destrutivo para o casal.

Acho que não teremos látex, chicotes, masmorras mas sim dominação e humilhação.

0 0
Foto de perfil de Sensatez

Mas aí vale tanta humilhação ao Casal, principalmente por parte do Cortez? Ele tá sendo tirado para nada, praticamente na primeiro sessão de Submissão ele se submeteu a virar mesa humana e sorver fluidos sexuais do "amante" da esposa, será que tem dinheiro que compense essa humilhação, se não for o verdadeiro fetiche da pessoa???

Se o primeiro passo foi assim, imagina os próximos passos.

0 0
Foto de perfil de Ramses

Então...os fins justificam os meios? O fetiche existe, por parte dos dois, mas eles vão aguentar? Eles vão quebrar? Luma já demonstrou ter o desejo e tbm o medo. Cortez tbm, ele está dando suporte, apoio, mas tbm deve estar com medo de se entregar.

É aí que acho que esse conto do Mark está sendo excepcional. Ficção com muito sofrimento oi vida real que vai se tornar um pesadelo?

DB é o vilão, é sádico.

Rapaiz , ontem foi um dia de merda sem estar aqui com vcs!!! Meu fetiche é o CDC hahaha

0 0
Foto de perfil de Sensatez

Dentro da lógica, tudo isso só é ruim se houver arrependimento, caso não aja arrependimentos, é só um fetiche, mas deveria ficar tudo na Imperium, ou seja, "Tudo que acontece na Imperium, fica na Imperium", só que na dinâmica desse casal, não está sendo assim, está havendo dúvidas que geram arrependimentos e o que está acontecendo na Imperium, está saindo da Imperium e afetando a vida privada do casal, além de estar tudo muito acelerado, sem o devido amadurecimento do entendimento de quais são os limites do casal, se não houver uma reviravolta completa e fantástica na dinâmica da relação do casal com o dito Mundo Liberal BDSM, não consigo ver felicidade num futuro bem próximo, até ao contrário, irão ruir de maneira catastrófica, que seria uma consequência lógica diante dos fatos ocorridos até agora, seria triste, mas seria como acontece com alguns casais na vida real.

Mas quanto a primeira pergunta, tenho a plena convicção que não, nada justifica você abandonar sua ética e conduta assertiva para alcançar qualquer objetivo que seja, senão, para mim a conquista perde todo seu valor.

0 0
Foto de perfil de Ramses

Abalados serão com certeza, vídeos a personalidade Roberta, antecessora se Luma.E outras que alertam ela para não se apaixonar por DB.

Por essas e outras os caminhos estão abertos para uma pitada ficcional.

0 0
Foto de perfil de Ramses

Saiu meio errado. Correto é "víde" e não vídeos.

0 0
Cansado destas propagandas? Assine por R$36/ano e navegue sem anúncios →