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FLAGRA de gostosa rabuda, morena, tipo CAVALA, fazendo... isso ...na praia...com fotos

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Um conto erótico de Daniel
Categoria: Heterossexual
Contém 1202 palavras
Data: 22/06/2026 07:59:41

Eu sou Daniel, o cara mais obcecado por bundas que você vai conhecer na vida. Desde 2008 eu vivo isso: microcâmeras escondidas, zoom potente, paciência de caçador. Pra mim, não existe prazer maior do que flagar uma mulher linda, casada ou não, no momento mais íntimo e proibido dela. E naquele domingo ensolarado na praia movimentada de Recife, eu consegui o flagra dos deuses. Infelizmente aqui não pode colocar fotos, mas deixarei os linksss nos comentários abaixo, para vocês baixarem esse todos meus flagras.

Eu estava posicionado estrategicamente atrás de uma formação de pedras e vegetação, câmera com zoom no máximo, quando vi ela chegando. Uma morena incrível, tipo cavalo puro: cabelo cacheado preto longo, pele bronzeada, cintura bem fininha contrastando com uma bunda enorme, redonda, empinada, daquelas que balançam pesado quando anda. Os seios fartos quase saltando do biquíni rosa floral, coxas grossas e firmes. Uns 35 anos, cara de quem cuida do corpo mas é naturalmente gostosa pra caralho. Ela estava inquieta, olhando pra todos os lados, claramente com dor de barriga. Andou um pouco pela areia quente, se afastando um pouco da multidão, até parar perto de uma árvore grande, onde a areia era mais fofa e tinha uma pequena depressão.

Meu pau já latejava dentro da bermuda só de ver aquela bunda maravilhosa se mexendo. Eu imaginava o cheiro dela depois de um dia na praia, suor misturado com protetor solar e aquele aroma natural de mulher quente. Mas nada me preparou pro que veio em seguida.

Ela olhou pra esquerda, pra direita, pra trás... ninguém por perto. A praia estava cheia, mas aquele cantinho entre as pedras e a árvore era meio escondido. Ela se agachou devagar, as coxas grossas se abrindo, a bunda descendo até quase tocar a areia. Com uma mão puxou a lateral do biquíni rosa pra o lado, revelando o cu rosado, piscando, já relaxando. Meu coração acelerou. A câmera gravava tudo em alta definição.

Primeiro saiu um xixi quente, forte, jorrando na areia e formando uma poça escura. Ela soltou um suspiro aliviado, o rosto ainda tenso. Depois veio o principal. O cu dela se abriu devagar e começou a empurrar uma bosta grossa, marrom escura, brilhante, saindo em uma cobra longa e consistente. Puta que pariu... era enorme. Uma cagada pesada, daquelas que demoram pra sair inteira. O cheiro chegou até onde eu estava segundos depois — forte, terroso, quente, com aquele toque azedo de digestão pesada. Ela fez força, gemendo baixinho, e mais saiu: pedaços grossos, uma quantidade absurda, formando um monte fumegante na areia branca. A consistência era perfeita, firme mas cremosa nas bordas, com alguns pedaços mais moles escorrendo.

Eu estava hipnotizado. Meu pau duro pra caralho, babando. Fiquei imaginando o calor daquela bosta saindo direto do cu dela, a temperatura uns 37 graus, molhada, cheirosa pra quem entende. "Como deve ser o sabor dela?", pensei. "Levemente amarga no começo, depois terrosa, com aquele fundo doce de quem comeu frutas e pão mais cedo." Eu queria estar lá embaixo, com a boca aberta, recebendo cada pedaço quente direto da fonte. Jamais desperdiçaria uma massa tão gostosa saindo de uma bunda tão perfeita.

Enquanto ela terminava de cagar, limpando o cu com um pedacinho de papel que trouxe, eu já criava receitas na cabeça. Imagina se ela tivesse cagado num prato fundo pra mim... Eu pegaria aquela bosta quente, cortaria em rodelas grossas como filé, passaria ovo e farinha de rosca e faria uma milanesa de merda perfeita. Fritinha crocante por fora, cremosa e quente por dentro. Serviria com arroz branco, feijão e uma saladinha. Ou então picaria bem miudinho e faria recheio de empada, pastel ou coxinha — imagina o sabor único daquela carne de mulher gostosa dentro da massa frita?

Ela ainda estava agachada, apertando pra sair o resto. Mais um pedaço mole caiu, brilhante. Meu Deus... eu faria um milkshake no liquidificador: colocaria todo aquele monte no copo, adicionaria leite integral gelado, uma banana madura, mel e canela. Bateria até ficar cremoso, tipo vitamina de banana com um toque exótico e proibido. Tomaria devagar, sentindo os grumos passarem na língua, o sabor forte invadindo minha boca. Ou então enema: eu prepararia um litro de leite morno e faria ela tomar tudo, segurar um pouco, e depois soltar tudo de uma vez num prato de cereais. Uma papa chocolatada, escura, cremosa, pra eu comer de colher como se fosse mingau matinal.

Enquanto ela se levantava, arrumando o biquíni na bunda suada, eu continuava gravando. O monte ficou lá na areia, fumegando levemente sob o sol. O cheiro se espalhava. Eu queria me aproximar, cheirar de perto, enfiar o nariz bem no centro ainda quente, lamber as bordas. Queria limpar o cu dela com pedacinhos de pão francês fresquinho, esfregando no rego até ficar limpo e depois comer aquele pão encharcado de sabor de bunda e merda. Tiragosto perfeito.

Eu sou assim desde 2008. Faço esses flagras pra compartilhar a putaria real, pra quem entende o tesão de ver uma mulher linda cagando sem filtro. Porque bunda boa merece ser admirada em todos os momentos — suada, cagando, peidando, tudo. Essa morena de bunda cavalo tinha uma das melhores que já flagei. Imagina se eu estivesse debaixo dela... boca aberta, língua pra fora, recebendo cada pedaço quente, mastigando devagar, sentindo a textura se desfazer na boca. Depois ela sentaria na minha cara, esfregando o cu sujo ainda, me fazendo limpar tudo com a língua enquanto eu batia uma punheta.

Ela olhou mais uma vez pros lados, nervosa, e saiu andando como se nada tivesse acontecido. O monte ficou lá, exposto, uma obra de arte marrom na areia branca. Eu fiquei mais uns minutos gravando close, zoom no detalhe dos pedaços, na consistência, no brilho. Depois salvei o vídeo com um nome especial: "Bunda Cavalo Praia Domingo – Cagada Épica".

Em casa, assisti várias vezes. Pau na mão, gozando pensando em todas as formas de aproveitar aquela merda. Outra fantasia: ela cagando direto num copo de vidro, quente, e eu misturando com iogurte natural, fazendo um parfait de merda com granola por cima. Ou cortando em cubinhos e refogando com alho e cebola pra acompanhar um bife. O cheiro forte da cozinha toda tomada pelo aroma dela... puta tesão.

Eu vivo pra isso. Pra capturar esses momentos íntimos e transformar em prazer pra quem curte o mesmo fetiche pesado. Ver uma mulher linda como ela, com aquela bunda maravilhosa, se agachando e soltando uma carga tão grande, tão cheirosa, tão perfeita... é indescritível. O desconforto no rosto dela, o alívio quando saía, o jeito que o cu piscava depois... tudo gravado pra sempre.

Se você curte voyeurismo real, bundas cagando, xixi na areia, cheiros fortes e fantasias sem limite, sabe que tem muito mais onde esse vídeo saiu. Eu continuo caçando, continuando flagrando, continuando compartilhando essa putaria deliciosa que a maioria tem medo de admitir que gosta.

Aquele monte marrom na areia ainda deve estar lá na minha memória pra sempre. E na minha tela também. E toda vez que assisto, eu gozo imaginando o sabor, o calor, a textura daquela bosta saindo daquela bunda cavalo perfeita.

Fim? Nunca. Tem sempre uma próxima praia, uma próxima mulher apertada, uma próxima cagada pra registrar.

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São ANOS de flagras em VÍDEOS e FOTOS, sem essas gostosas perceberem, em www.bit.ly/telemanu ou no site selmaclub.com

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