Conto: O Chuveirão Proibido da Turma Bliss – Narrado por Baby Bliss
Eu sou Baby Blisss, a líder dessa loucura toda que chamamos de Turma Blisss desde 1992. Hoje, com mais de 50 anos, eu e minhas amigas estamos mais gostosas, mais safadas e mais livres do que nunca. Nossos corpos maduros, bundas empinadas, seios fartos e peles bronzeadas contam histórias de muito sol, muito sexo e muita putaria vivida. Aquele final de semana em Porto de Galinhas foi um dos mais marcantes. Nossos maridos, todos cornos assumidos e excitados, ficaram no barzinho da praia bebendo cerveja gelada enquanto eu, Bruna e Melissinha exibíamos nossas bundas maravilhosas na areia quente.Infelizmente aqui não dá para colocar fotos, mas deixarei linkss na parte de comentários, abaixo.
Passamos a manhã toda na praia. Eu de fio dental branco que mal cobria meu rego, Bruna com um biquíni vermelho que marcava perfeitamente sua bunda redonda e Melissinha com um pretinho que deixava metade da bunda de fora. A gente trocava carinhos discretos mas provocantes: eu passava a mão na coxa da Bruna, ela apertava minha cintura, Melissinha roçava a bunda na minha enquanto fingíamos tirar fotos. Os cornos de longe viam tudo, suando, paus latejando dentro das bermudas, sabendo que mais tarde elas seriam nossas de verdade. O sol queimava, o suor escorria entre nossos corpos, areia grudava na pele oleosa. O cheiro de mulher quente, protetor solar, suor e buceta excitada se misturava no ar.
Por volta das quatro da tarde, voltamos para a casa alugada. Os maridos ficaram no bar, com instruções claras: “Só observem de longe por enquanto”. Entramos no quintal privativo, ainda suadas, com areia grudada nas bundas, coxas e pés. O chuveirão externo era perfeito — água morna caindo, mas a gente nem quis se lavar direito. Queríamos ficar exatamente daquele jeito: quentes, suadas, com cheiro de praia e de desejo.
Eu puxei Bruna primeiro. Nossos corpos se colaram debaixo da água que caía fraca. Minhas mãos subiram pelas costas dela, sentindo a pele quente e escorregadia. Nossas bocas se encontraram num beijo molhado, profundo, línguas se enrolando com fome. O gosto de sal do mar ainda estava nos nossos lábios. Eu desci a mão e apertei aquela bunda maravilhosa dela, abrindo as nádegas e sentindo o calor que saía do cuzinho. Bruna gemeu na minha boca, apertando meus seios pesados, beliscando meus mamilos duros.
“Caralho, Baby… você tá suada demais, tá cheirando gostoso pra porra”, ela sussurrou enquanto eu chupava seu pescoço.
Foi aí que Melissinha entrou na brincadeira. Ela veio por trás de mim, se ajoelhou na cerâmica molhada e abriu minha bunda com as duas mãos. Meu cu piscava, rosado, suado, com areia fininha grudada. Senti o nariz dela encostando primeiro, inspirando fundo.
“Hmmmm… que delícia, Baby Bliss. Sua bunda tá quente, suada, com aquele cheiro forte de mulher que passou o dia inteiro na praia. Tá maravilhoso…”
E então a língua dela veio. Quente, molhada, lambendo devagar do períneo até o topo do rego. Ela chupava meu cuzinho com vontade, enfiando a ponta da língua, cheirando alto entre uma lambida e outra. Eu fiquei louca. Enquanto beijava Bruna com mais força, gemi alto:
“Bruna… a Melissinha tá comendo minha bunda… tá cheirando e lambendo tudo… ai que delícia…”
Bruna desceu a boca pros meus seios, chupando um mamilo enquanto apertava o outro. Melissinha, de quatro atrás de mim, abriu mais minha bunda e enfiou o rosto inteiro, lambendo, sugando, fazendo barulhinhos safados. A água do chuveiro escorria pelas nossas costas, misturando suor, saliva e areia.
A gente mudou de posição naturalmente. Eu me virei, ficando de frente pra Melissinha ainda ajoelhada. Bruna se posicionou atrás dela. Agora era eu quem recebia a boca da Melissinha na minha buceta inchada. Ela lambeu minha fenda toda, saboreando o gosto forte de suor e excitação acumulada o dia inteiro. Bruna abriu a bunda da Melissinha e começou a comer o cuzinho dela também, enfiando a língua fundo enquanto Melissinha gemia na minha buceta.
“Cheira minha bunda, Bruna… tá suada igual a da Baby”, Melissinha pediu, voz abafada entre minhas coxas.
A gente gozou assim pela primeira vez: eu apertando a cabeça da Melissinha contra minha buceta, Bruna com o rosto enterrado na bunda dela. Gemidos ecoando no quintal. Os cornos provavelmente ouvindo de longe, paus na mão.
Entramos na casa ainda molhadas, sujas de areia, cheirando a sexo. Fomos direto pro quarto grande com a cama king. Eu deitei de costas, pernas abertas. Bruna subiu em mim em 69. A bunda dela desceu direto na minha cara. Que visão… bunda grande, redonda, com marcas do biquíni, suor brilhando, areia grudada no rego. Eu abri as nádegas e enfiei o nariz primeiro, inspirando aquele cheiro forte de bunda suada de praia. Depois lambi tudo: o cuzinho piscando, a buceta melada, as coxas internas. Bruna fez o mesmo comigo, chupando minha buceta enquanto eu comia a dela.
Melissinha se juntou, sentando na minha cara enquanto Bruna chupava ela. Meu nariz e boca ficaram cobertos pela bunda quente e pesada da Melissinha. Eu lambia o cuzinho dela, sentindo o gosto terroso e salgado, enquanto ela rebolava devagar. A gente trocava posições o tempo todo:
Eu de quatro, Bruna comendo minha buceta por trás enquanto Melissinha sentava na minha cara.
Bruna de lado, eu chupando os seios dela enquanto Melissinha enfiava dois dedos na buceta e no cu dela ao mesmo tempo.
As três em círculo, cada uma com a boca na buceta da outra, línguas trabalhando, dedos invadindo cuzinhos.
Melissinha sentada na cara da Bruna, eu chupando os seios da Melissinha e enfiando a mão na buceta dela.
O cheiro do quarto ficou insano: suor, buceta, bunda, saliva, areia. A gente falava safadezas o tempo todo:
“Cheira minha bunda, Baby… tá podre de tão suada?”
“Delícia… quero lamber até o último grão de areia.”
“Enfia a língua no meu cu, vai… mais fundo…”
Gozei pela terceira vez quando Bruna sentou com força na minha cara, rebolando enquanto Melissinha chupava meu clitóris. Meu rosto ficou encharcado. Depois trocamos: eu sentei na cara da Melissinha, esfregando minha bunda suada e buceta na boca dela enquanto beijava Bruna.
Fomos pra banheira grande do quarto. Ainda suadas, sujas. Lá dentro, eu e Bruna ficamos de frente uma pra outra, coxas entrelaçadas, bucetas roçando enquanto Melissinha lambia nossos seios e cuzinhos alternadamente. A água quente enchia a banheira devagar, misturando tudo.
Voltamos pra cama. Agora mais calmas mas ainda com fome. Eu deitei de bruços, bundona pra cima. As duas abriram minhas nádegas e começaram a me comer juntas — uma no cuzinho, outra na buceta. Duas línguas trabalhando ao mesmo tempo. Eu gritava de prazer, empinando mais. Depois fiz o mesmo com elas.
A tarde virou noite. A gente gozou incontáveis vezes. Posições que nem sei nomear: tesoura dupla, uma sentada na cara da outra enquanto a terceira chupava, rola de buceta, dedos em todo buraco, seios sendo chupados, pescoços mordidos. Sempre falando do cheiro: “Tá cheirando a praia, a suor, a mulher safada”. A areia ainda grudada nas nossas bundas servia de textura extra quando roçávamos.
No final, exaustas, as três abraçadas na cama enorme, corpos colados, suor, saliva e gozo misturados. Os cornos entraram só depois, com autorização, pra limpar com a boca tudo o que sobrou — mas essa é outra história.
Essa é a Turma Bliss. Desde 1992 até hoje, cinquentonas, casadas, corneadoras e mais gostosas do que nunca. Fotos, vídeos e putarias reais que mostram exatamente isso: mulheres maduras, lindas, livres e insaciáveis. Se você leu até aqui com o pau duro ou a buceta molhada, imagina o que mais tem por aí. A gente não para. E quanto mais o tempo passa, mais safadeza a gente inventa.