O DESTINO QUE A GENTE ESCOLHE
Meu nome é Marcos, tenho 34 anos, sou engenheiro civil. Casei aos 28 com a Fernanda, morena linda, olhos verdes, corpo de violão, a mulher mais gostosa que já vi na vida. Mas o casamento esfriou. Não por falta de amor – por falta de surpresa. Quando você conhece cada centímetro do corpo da sua parceira, quando sabe exatamente onde ela tem uma pinta, onde ela é mais sensível, que gemido vai dar antes de gozar... o tesão vira rotina.
A gente ainda transava. Uma vez por semana, sempre na mesma posição, sempre no mesmo horário. Ela por baixo, eu por cima. Ela gemia baixo, eu gozava rápido. Ela não gozava. Eu fingia que não percebia.
O problema é que Fernanda tinha uma filha de um casamento anterior. A Cecília. 18 anos, magrinha, cabelos castanhos lisos até a cintura, olhos amendoados que herdou da mãe, mas com um toque de malícia que a mãe não tinha. Ela usava óculos de grau fundo de garrafa, tinha o corpo magro quase reto, sem curvas exageradas. Uma nerd. Estudava para o vestibular de medicina o dia inteiro, vivia de pijama, não usava maquiagem, não depilava nada.
Nada.
Ela usava calcinhas grandes de algodão, sempre com uma mancha escura no fundo, sempre com alguns pentelhos escapando. Eu via quando ela deixava no cesto de roupa suja. Eu cheirava. Ela nunca soube – ou eu pensava que ela nunca soube.
O cheiro da Cecília era diferente do cheiro da Fernanda. Mais doce, mais ácido, mais jovem. Cheiro de virgem. Cheiro de quem nunca foi tocada.
E ela era virgem. Fernanda tinha me contado. Cecília nunca namorou, nunca beijou, nunca deixou ninguém tocar nela. "Ela é muito tímida", Fernanda dizia. "Muito na dela". Eu pensava outra coisa. Eu pensava que ela guardava o tesão para alguém especial. E eu queria ser esse alguém.
A gota d'água foi uma noite de sexta-feira. Eu e Fernanda estávamos na sala, vendo televisão. Ela estava no meu colo, os dedos no meu cabelo. Eu estava com meia ereção – suficiente para transar, insuficiente para ter vontade.
— Amor, vamos viajar amanhã? – ela perguntou.
— Viajar para onde?
— Para a praia. Alugar uma casa. Ficar uns dias. Só nós dois. Precisamos... nos reconectar.
— E a Cecília?
— Ela vai ficar em casa. Já é maior de idade. Pode ficar sozinha.
Pensei em Cecília sozinha em casa, de pijama, os seios pequenos marcando o tecido, a calcinha de algodão manchada...
— Leva ela – eu disse.
— O quê?
— Leva a Cecília. Ela merece uma praia. Ela merece sair daqueles livros. A gente não precisa de babá para ela. Ela tem 18 anos, pode ir na dela.
Fernanda me olhou estranho.
— Você quer mesmo levar a menina?
— Quero. Ela é sua filha. Ela é minha enteada. Ela é família.
— Certo. Vou falar com ela.
Cecília topou na hora. "Preciso de uns dias longe dos livros", ela disse. Não demonstrou empolgação. Demonstrou alívio.
Na manhã seguinte, sábado, 6h da manhã. O carro estava carregado. Mala de Fernanda – enorme, cheia de biquínis, vestidos, salto alto. Mala de Cecília – pequena, com duas bermudas, três camisetas, um pijama. E uma calcinha extra. Só uma.
Eu dirigia. Fernanda estava no banco do passageiro. Cecília estava atrás, ao meu lado – não atrás de Fernanda, atrás de mim. O banco do carona estava vazio. Ela escolheu sentar atrás de mim.
— Por que você sentou ali? – Fernanda perguntou.
— Porque eu gosto de olhar a estrada – Cecília respondeu, sem convicção.
O carro era uma SUV preta, grande, com bastante espaço. O ar-condicionado estava ligado, mas não adiantava – o sol das 8h da manhã já aquecia o vidro. Eu usava uma regata branca e uma bermuda jeans. Fernanda usava um vestido curto, florido, decotado. Cecília usava uma calça legging preta e uma camiseta larga. Nada de mais.
O rádio tocava MPB baixo. A estrada era vazia. Fernanda adormeceu em menos de uma hora – ela sempre dormia em viagem.
— Mãe? – Cecília chamou baixo.
Fernanda não respondeu.
— Mãe? – mais alto.
Nada.
Cecília se inclinou para frente. A camiseta larga abriu um pouco, mostrando o começo dos seios. Pequenos. Perfeitos. Sem sutiã.
— Ela dormiu – eu disse.
— Eu sei. Eu esperei ela dormir.
— Por quê?
— Porque eu queria conversar com você. Sozinha.
— Sobre o quê?
Ela ficou em silêncio por um segundo. O vento entrava pela janela aberta, balançava o cabelo dela.
— Eu sei que você pega as minhas calcinhas.
Meu coração parou.
— O quê?
— As minhas calcinhas. No cesto de roupa suja. Você pega. Você cheira. Você mexe nos meus pentelhos. Eu sei.
— Cecília...
— Não nega. Porque eu também pego as suas cuecas.
Fiquei sem reação. O carro fez uma leve curva. Fernanda nem se mexeu.
— Você pega as minhas cuecas?
— Pego. Desde que você casou com a minha mãe. Eu cheiro. Eu passo no meu rosto. Eu coloco na minha boceta.
— Por que você nunca falou nada?
— Porque eu estava esperando o momento certo.
— E esse momento é agora?
— Esse momento é agora.
Ela tirou a camiseta.
Os seios dela apareceram. Pequenos, mas firmes. Os mamilos eram clarinhos, quase cor de pele. Ela não usava sutiã – nunca usava, eu descobriria depois. A legging preta marcava a virilha. O volume. A fenda.
— O que você está fazendo?
— Mostrando o que você sempre quis ver.
— Cecília, sua mãe está ali.
— Minha mãe está dormindo. E quando ela acordar, eu vou estar vestida de novo. Mas agora, enquanto ela dorme, eu quero que você me olhe. Eu quero que você me deseje. Eu quero que você saiba que eu também te desejo. Desde os 15 anos.
Ela tinha 15 anos quando eu casei com a mãe dela. Três anos me desejando. Três anos calada. Três anos cheirando as minhas cuecas.
— O que você quer fazer?
— Eu quero que você me coma. Na viagem. Na praia. Na casa alugada. Eu quero perder a virgindade com você. Eu quero sentir o seu pau dentro de mim.
— Isso é errado.
— Errado é passar três anos desejando alguém e não fazer nada. Errado é você cheirar calcinha da enteada escondido. Agora é certo. Agora a gente vai fazer tudo.
Ela segurou minha mão. Levou até os seios dela. A pele era macia. Quente. O mamilo endureceu no meu toque.
— Sente isso? – ela perguntou. – Isso é tesão. Isso é tesão guardado por três anos.
— Cecília...
— Não fala. Só sente.
Ela guiou minha mão para baixo, pela barriga lisa, pela legging preta, até a virilha. A legging era fina. Eu senti o calor da boceta dela. O tecido estava úmido.
— Você está molhada?
— Eu estou molhada desde que a gente saiu de casa. Só de pensar em ficar sozinha com você.
— A sua mãe...
— Acorda, mãe.
Fernanda abriu os olhos.
— Aonde a gente chegou?
— Ainda falta muito – eu respondi, a voz falhando.
Cecília já estava vestida de novo, a camiseta no lugar, a mão no bolso. O rosto angelical. Os olhos de anjo. A boceta de puta.
— Vamos parar para comer? – Fernanda perguntou.
— Vamos – respondi.
Precisava sair do carro. Precisava respirar. Precisava pensar.
O posto de gasolina ficava a uns 50 quilômetros de onde estávamos. Estacionei o carro. Fernanda foi ao banheiro. Eu fui também.
Quando voltei, Cecília estava sentada no banco de trás, mexendo no celular.
— Senta aqui – ela disse, batendo no banco ao lado dela.
— Sua mãe vai voltar.
— Ela vai demorar. Ela sempre demora. Ela fala com todo mundo no banheiro.
Sentei. Ela se inclinou. Beijou minha bochecha. Depois o canto da boca. Depois a boca.
O beijo foi rápido – três segundos, talvez. Mas foi o suficiente para eu sentir a língua dela. O gosto de menta. E o cheiro. O cheiro dela. Aquele cheiro de menina que eu sentia nas calcinhas.
— Guarda isso para mais tarde – ela disse.
— Mais tarde quando?
— Mais tarde hoje. Quando a mãe dormir.
Fernanda voltou. Subiu no carro. Olhou para mim, para Cecília, não percebeu nada.
— Vamos? – ela perguntou.
— Vamos.
Dirigi o resto da viagem com o pau duro. Apertado na calça. Pensando no beijo. Pensando no cheiro. Pensando na noite.
A casa alugada era simples. Dois quartos, sala, cozinha, quintal com churrasqueira. A praia ficava a 200 metros. O dono, um senhor de bigode grisalho, entregou a chave e foi embora.
— Eu vou tomar um banho – Fernanda disse. – Estou suada da viagem. O suor grudou no banco.
— Eu vou... arrumar as malas – eu disse.
— Eu vou... ler – Cecília disse, já com o livro na mão, os óculos no nariz.
Fernanda foi para o banheiro. A porta fechou. O barulho do chuveiro ligou.
Cecília se levantou. Veio até mim. Tirou os óculos. Guardou na mesa. Os olhos dela ficaram ainda mais bonitos sem as lentes grossas.
— Agora – ela disse.
— Agora o quê?
— Agora você vai me beijar de verdade. Sem medo. Sem pressa.
Beijei.
A língua dela entrou na minha boca com sede. As mãos dela subiram pela minha camisa, arranharam minhas costas. Eu apertei os seios dela por cima da camiseta. Ela gemeu baixo, um gemido que saiu do fundo da garganta.
— Tira a camiseta – eu pedi.
Ela tirou. Os seios apareceram. Pequenos. Perfeitos. Os mamilos já duros, apontando para mim.
— Linda – eu disse.
— Não sou. Mas você me deixa linda. Seu olhar me deixa linda.
Abaixei a cabeça. Chupei o mamilo direito. Ela arqueou as costas, os dedos enterrados no meu cabelo. Mordi. Puxei com os dentes. Ela gemeu mais alto.
— ISSO... MAIS... MAIS FORTE...
Chupei o esquerdo. Ela gemia alto agora. O barulho do chuveiro escondia os gemidos dela, mas eu sabia que qualquer vizinho ouviria se prestasse atenção.
— A sua mãe vai ouvir – eu disse, entre uma chupada e outra.
— Quero que ela ouça. Quero que ela saiba. Quero que ela morra de tesão ouvindo.
Desci a mão. Toquei a legging preta. A virilha estava encharcada – não dava para saber se era suor da viagem ou lubrificação. Provavelmente os dois. O tecido preto estava escuro de umidade.
— Você está suada – eu disse.
— Eu estou suada desde que acordei. Suada de tesão. Suada de pensar em você.
— Eu gosto de cheiro.
— Eu sei. Eu coloco minhas calcinhas suadas no cesto de propósito. Para você cheirar. Para você pensar em mim.
— Por quê?
— Porque eu queria que você pensasse em mim. E funcionou. Funcionou desde o primeiro dia.
Abaixei a legging. A calcinha apareceu – uma calcinha de algodão branca, pequena, encharcada, quase transparente de tão molhada. Pelos castanhos e finos escapavam pelas laterais. O cheiro subiu forte – doce, ácido, virgem.
Abaixei a calcinha.
A boceta dela apareceu.
Pelos castanhos, finos, bem aparados – ela não depilava, apenas aparava com uma tesourinha. Os grandes lábios eram rosados, pequenos, fechados como uma concha. O cheiro subiu mais forte – era o cheiro que eu sentia nas calcinhas, mas mil vezes mais intenso ao vivo.
— Cheira – ela pediu, empinando os quadris.
Cheirei. Fundo. O nariz enterrado nos pelos dela, nos grandes lábios, na fenda quente. O cheiro era de mulher, de tesão, de virgindade prestes a ser rompida.
— Lambe – ela pediu.
Lambi.
A língua percorreu os pelos, os grandes lábios, o clitóris pequenininho e escondido. O gosto era doce, salgado, único. Ela gemeu, as pernas tremendo, os dedos apertando meus ombros.
— ENFIA A LÍNGUA! ENFIA TUDO!
Enfiei a língua. Senti os pequenos lábios se abrindo, a parede interna quente e macia. O gosto se intensificou. Ela gritou – um grito abafado pela mão que ela colocou na boca.
— VOU GOZAR! VOU GOZAR NA SUA LÍNGUA!
— Goza – eu disse, com a boca cheia dela.
Ela gozou. O líquido claro jorrou da boceta dela, escorreu pela minha língua, escorreu pelo meu queixo, escorreu pela minha mão, escorreu pela perna dela. Jorrou muito – era o primeiro orgasmo que ela tinha com a boca de outra pessoa.
O chuveiro parou.
— Veste a roupa – eu disse, me levantando, enxugando o rosto com o dorso da mão.
Ela vestiu. A camiseta, a legging. Os olhos brilhando. O rosto vermelho. Os mamilos ainda duros marcando o tecido.
Fernanda saiu do banheiro com a toalha enrolada no corpo, o cabelo molhado, a pele rosada do banho quente.
— Que barulho foi esse? – ela perguntou, olhando da sala para o quarto.
— A televisão – Cecília respondeu, sem titubear. – Estava alta. Eu desliguei.
— Estranho. Não ouvi nenhuma televisão quando entrei no banho.
— É que eu desliguei quando a senhora saiu. Não queria atrapalhar.
Fernanda olhou para mim, para Cecília. Não disse nada. Mas os olhos verdes dela brilhavam de um jeito diferente. Como se ela soubesse. Como se ela sempre soubesse.
À noite, Fernada foi dormir cedo. Vinho, praia, cansaço. Ela capotou em quinze minutos.
Cecília estava no quarto ao lado. A porta estava aberta. A luz acesa.
Entrei.
Ela estava sentada na cama, de pijama. A camiseta larga. A calcinha de algodão.
— Tranca a porta – ela disse.
Tranquei.
— Senta aqui.
Sentei.
— Hoje eu vou perder a virgindade. Não com um qualquer. Com você.
— Cecília...
— Não fala. Só faz.
Ela tirou a camiseta. Os seios apareceram. Pequenos. Perfeitos.
— Tira a calcinha.
Ela tirou. A boceta apareceu. Os pelos castanhos. Os grandes lábios rosados. O cheiro.
— Deita.
Ela deitou. Abriu as pernas.
— Você vai doer – avisei.
— Eu sei. Doer faz parte.
Abri o zíper. Meu pau pulou para fora – duro, grosso, veiado.
Ela olhou. Arregalou os olhos.
— É maior do que eu imaginava.
— Quer tocar?
Ela tocou. Apertou. Sentiu o peso. A cabecinha roxa babando.
— É quente – ela disse.
— É.
— Vai entrar inteiro?
— Vai. Devagar.
Passei lubrificante. Enfiei a ponta.
Ela gritou dentro da minha boca – eu a beijei na hora para abafar o som.
— Dói? – perguntei.
— Dói. Mas continua.
Enfiei mais. A virgindade dela se rompeu. O sangue escorreu pela minha haste, escorreu pela coxa dela, manchou o lençol branco.
— TÁ DENTRO – ela sussurrou, os olhos cheios de lágrimas.
— Todo?
— Não. Só metade.
— Quer parar?
— NÃO. CONTINUA. QUERO TUDO.
Enfiei tudo. Meu pau sumiu na boceta virgem de Cecília. Ela chorou – lágrimas de dor e prazer.
— METE – ela pediu.
Metti. Devagar. Sangue lubrificava.
— MAIS RÁPIDO.
Acelerei. Ela gemia, os seios balançando.
— VOU GOZAR!
Gozou. O líquido claro jorrou, misturado com sangue.
Continuei metendo. Gozei dentro dela.
— Pronto – eu disse, ofegante. – Agora você não é mais virgem.
— Agora eu sou sua.
Ela se enrolou em mim. Dormimos assim. Depois voltei ao meu quarto com minha esposa.
Na manhã seguinte à primeira vez que eu e Cecília ficamos sozinhos, o sol entrava pelas frestas da cortina. Fernanda já estava na cozinha, preparando café. O cheiro do pó fresco misturava com o cheiro do mar que entrava pela janela aberta. Eu ainda estava na cama, Cecília tinha acorda aninhada e foi para a minha cama.
— Levanta, seus dois – Fernanda chamou da cozinha. – O café está pronto. E o pão também.
Cecília abriu os olhos. Olhou para mim. Sorriu – um sorriso diferente dos que ela dava antes. Um sorriso de mulher que tinha sido comida. Um sorriso de quem tinha perdido a virgindade e descoberto o prazer.
— Ela não está brava? – Cecília perguntou, a voz ainda rouca de sono.
— Não. Ela nunca esteve.
— Como você sabe?
— Porque ela me disse. Antes da viagem. Ela me chamou no quarto, fechou a porta, sentou na cama e falou: "Se você quer perder a virgindade, perde com o Marcos. Ele é um bom homem. Ele vai ter paciência. E eu confio nele." Por isso ela forçou a minha presença na viagem, armamos tudo.
— Ela sabia que eu queria? Que eu queria você?
— Ela sempre soube. Ela percebeu o jeito que você olhava para mim no jantar. O jeito que você passava perto de mim quando eu saía do banho. O jeito que eu olhava para você. Ela só esperou o momento certo.
— E esse momento é agora?
— Esse momento é agora.
Levantamos. Vestimos roupas leves – eu de bermuda e regata, elas de camisola curta, quase transparente com a luz da manhã. Fomos para a cozinha.
Fernanda estava sentada à mesa, uma caneca de café na mão, os olhos verdes brilhando. Ela usava uma camisola de seda preta, curta, que mal cobria a bunda. Os mamilos marcavam o tecido. O cabelo estava solto, úmido do banho que ela tinha tomado antes de fazer o café.
— Sentem – ela disse, apontando para as cadeiras.
Sentamos. Cecília ao meu lado. Fernanda na nossa frente.
— Eu vou ser direta – ela começou, pousando a caneca na mesa. – Eu sei o que aconteceu ontem. Eu sei que vocês transaram. Eu sei que ela perdeu a virgindade com você. E eu não estou brava.
— Mãe... – Cecília tentou, corando.
— Deixa eu terminar – Fernanda interrompeu, levantando a mão. – Eu não estou brava porque eu pedi. Antes da viagem, eu falei para ela: "Se você quer, vai em frente." Por quê? Porque eu nunca consegui te fazer feliz na cama, Marcos. Eu sei. Eu sempre soube. Você precisa de mais do que eu posso dar. Você precisa de novidade. De perigo. De cheiro. De corpo jovem. E ela tem tudo isso.
— Fernanda, você não precisa...
— Deixa eu terminar, amor. Eu já aceitei. Eu aceitei que você precisa de mais. Eu aceitei que eu não sou suficiente sozinha. E eu não tenho vergonha disso. Só tem uma coisa.
— O quê? – perguntei, segurando a mão de Cecília por baixo da mesa.
— Eu quero participar. Não hoje de manhã. Mas uma hora. Eu quero ver. Eu quero ouvir. Eu quero cheirar. Eu quero lamber a boceta da minha filha depois que você gozar dentro. Eu quero sentir o gosto da nossa família.
— Mãe! – Cecília arregalou os olhos, a mão livre indo à boca.
— O quê, filha? Você acha que eu não tenho tesão? Você acha que eu não sonho com uma pica grossa me enchendo de porra? Eu tenho. Eu sonho. Eu acordo de madrugada com a boceta latejando, me masturbando, pensando em você e nele juntos. Eu sou mulher. Eu sou viva. E eu vou realizar esse desejo.
— Hoje? – perguntei, o pau já endurecendo dentro da bermuda.
— Hoje não. Hoje é dia de vocês dois se conhecerem melhor. De transarem de novo, sem pressa, sem medo. Mas amanhã... amanhã a gente faz os três.
— Combinado – eu disse.
— Combinado – Cecília repetiu, ainda atônita.
Fernanda se levantou. Veio até mim. Beijou minha boca. Depois beijou a filha.
— Eu amo vocês dois – ela disse. – Agora comam o café. E depois... vão pro quarto. Eu vou para a praia. Volto só à noite.
Ela pegou a canga, o protetor solar, os óculos escuros. Saiu. A porta bateu.
Eu e Cecília ficamos em silêncio por um segundo, nos olhando.
— Sua mãe é louca – eu disse.
— Louca de tesão. Igual a mãe, igual a filha.
— Você está com medo?
— Não. Estou com tesão. Muito mais do que antes.
— Por quê?
— Porque agora eu sei que ela quer. Porque agora eu sei que não tem nada errado. Porque agora eu sei que a gente pode fazer tudo.
Ela levantou. Tirou a camisola. Ficou pelada na cozinha, a luz do sol entrando pelos vidros, iluminando os pelos da boceta, os seios pequenos, os mamilos duros.
— Me come de novo – ela pediu. – Agora. Aqui. Em cima da mesa.
— E o café?
— O café espera. A minha boceta não.
Ela não esperou resposta. Subiu na mesa de madeira, os joelhos apoiados no tampo, a boceta peluda bem na minha frente. A luz do sol entrava pela janela aberta, iluminava cada pelo castanho, cada gota de lubrificação que escorria dos pequenos lábios.
— Tira a bermuda – ela ordenou.
Tirei. Meu pau pulou para fora, duro, grosso, já babando pré-gozo. Ela olhou, lambeu os lábios, mas não desceu. Queria que eu fosse até ela.
— Enfia – ela disse, abrindo as pernas. A mesa ficou no meio do caminho – alta demais para eu enfiar em pé, baixa demais para ela deitar. Era a altura perfeita para ela sentar.
Ela se inclinou para trás, apoiou as mãos na mesa, os seios pequenos apontando para o teto, os mamilos duros como pedra. A boceta ficou ainda mais exposta – os grandes lábios abertos, os pequenos lábios rosados, o clitóris pequenininho já saltado.
— Me come – ela repetiu. – Agora. Sem frescura. Sem calma. Só me come.
Segurei nos quadris dela. A pele era quente, macia, coberta por uma fina camada de suor. Meu pau encostou na entrada da boceta dela – ainda dolorida da noite anterior, ainda vermelha, ainda sensível.
— Vai doer – avisei.
— Eu sei. Quero que doa. Quero lembrar que foi você.
Enfiei a ponta. Ela mordeu o lábio, os olhos marejados, mas não fez barulho. Só respirou fundo.
— Enfia tudo – ela pediu.
Enfiei tudo. Meu pau sumiu dentro dela. A boceta apertava, quente, úmida. O sangue da noite anterior já tinha secado, mas ainda havia uma leve ardência – nela e em mim.
— METE! – ela gritou.
Metti. Rápido. Forte. A mesa rangia, os pés de madeira arranhavam o chão da cozinha. Os seios dela balançavam, os mamilos roçavam no ar. Os cabelos castanhos soltos voavam para trás a cada estocada.
— ASSIM, CARALHO! ASSIM!
— CALMA – eu disse, ofegante.
— NÃO QUERO CALMA! QUERO FODA! QUERO VOCÊ ME ARROMBANDO!
Aumentei o ritmo. Meti mais fundo. A cabeça do meu pau batia no colo do útero dela a cada estocada. Ela gemia, arranhava a mesa, os dedos brancos de força.
— VOU GOZAR! – ela gritou.
— AINDA NÃO! AGUENTA!
— NÃO DÁ!
Ela gozou. O líquido claro jorrou da boceta dela, escorreu pelo meu pau, molhou minhas bolas, escorreu pela mesa, pingou no chão da cozinha. O corpo dela tremeu inteiro, os olhos revirados, a boca aberta num grito mudo.
Não parei. Continuei metendo. Ela gozou de novo – mais fraco, mas ainda assim um jorro. E de novo. Três orgasmos em menos de um minuto.
— PARA – ela pediu, ofegante. – NÃO AGUENTO MAIS.
— AINDA NÃO GOZEI.
— ENTÃO GOZA NA MINHA CARA. QUERO SENTIR O LEITE DO MEU PADRASTO NO MEU ROSTO.
Tirei o pau da boceta dela. Ela desceu da mesa, ajoelhou no chão da cozinha, abriu a boca, a língua para fora. Segurei o meu pau com a mão, punhetei rápido.
— ABRE A BOCA – eu disse.
Ela abriu mais. Os olhos vidrados em mim.
— VOU GOZAR!
Gozei. O primeiro jato acertou a língua dela. Ela engoliu. O segundo acertou o lábio superior. O terceiro o queixo. O quarto o pescoço. O quinto o seio direito.
Ela passou o dedo no rosto, limpou o leite, chupou o dedo.
— Delícia – ela disse. – Você goza igual cavalo.
— Você merece.
— Sei que mereço.
Ela se levantou, se espreguiçou, os seios pequenos apontando para o teto, a boceta ainda escorrendo, o leite no pescoço escorrendo pelo peito.
— Agora sim – ela disse. – Agora eu vou tomar café.
— E a mesa? – perguntei, apontando para a poça de lubrificação no tampo de madeira.
— A mesa a gente limpa depois. O tesão a gente não limpa nunca.
Ela pegou a caneca de café, já frio, bebeu de um gole só, os olhos nos meus olhos.
— Senta aqui – ela disse, batendo no colo dela.
— Você já está sentada na cadeira.
— Então senta na minha boceta.
Sentei. Ela passou a mão no meu pau. Ainda estava duro.
— De novo? – perguntei.
— De novo. Sempre de novo.
Ela montou em mim na cadeira da cozinha, a mesa ao lado, o café esfriando, o sol entrando pela janela. Enfiou meu pau na boceta dela com a mesma voracidade de antes. Cavalgou, gemia, gozava. Eu gozava dentro dela. Nós nos beijávamos. O café ficou frio. O sol subiu. O mar chamava.
A gente não ouviu.
No dia seguinte, a praia estava vazia. O vento soprava forte. As ondas batiam na areia.
— Hoje é o dia – Fernanda disse, quando voltamos para a casa.
— Hoje é o dia de quê? – Cecília perguntou.
— Hoje é o dia de nós três.
Ela trancou a porta da casa. Fechou as cortinas. Acendeu uma vela de baunilha na mesa de centro.
— Tira a roupa – ela ordenou.
Tiramos.
Cecília ficou pelada – os seios pequenos, os mamilos claros, a boceta peluda, os pelos castanhos, os grandes lábios rosados e escondidos.
Fernanda ficou pelada – os seios médios, os mamilos escuros e duros, a boceta depilada, lisa, rosada.
Eu fiquei pelado – o pau duro, as bolas pendendo.
— Deita no tapete – Fernanda disse.
Deitei.
— Cecília, senta na cara dele.
Cecília sentou. A boceta peluda e rosada encostou na minha boca. Lambi. O gosto era doce, ácido, inesquecível. Os pelos roçavam no meu nariz. O cheiro subia forte. Ela gemeu.
— Fernanda, senta no pau dele.
Fernanda sentou. A boceta lisa e rosada engoliu meu pau. Ela cavalgou devagar, os olhos verdes nos meus olhos.
— ASSIM, CARALHO! ASSIM!
Cecília gozou na minha cara. O líquido claro escorreu pelo meu queixo, escorreu pelo meu pescoço, misturou com os pelos dela.
Fernanda gozou no meu pau. A boceta dela apertou com força.
— TROCA! – Fernanda gritou.
Elas trocaram. Cecília sentou no meu pau – a boceta peluda, virgem, apertada, quente, molhada, escorrendo. Fernanda sentou na minha cara – a boceta lisa, madura, úmida, gostosa, os grandes lábios roçando no meu nariz.
— VOCÊS VÃO ME MATAR! – eu gritei.
— É O OBJETIVO!
Mordi o clitóris de Fernanda. Ela gritou. Gozou na minha boca.
Cecília cavalgava mais rápido no meu pau. Os seios pequenos balançavam. A boceta peluda dela apertava, os pelos roçavam na minha base.
— VOU GOZAR! – ela gritou.
— GOZA JUNTO COMIGO!
Gozei dentro de Cecília. Jatos grossos, quentes, dentro da boceta peluda e virgem da minha enteada. Ela gozou junto – o líquido claro escorreu pela minha haste, molhou minhas bolas, misturou com a porra.
Fernanda desceu do meu rosto, desceu para o meu pau. Lambeu a boceta da filha, lambeu o meu pau gozado, lambeu a mistura dos dois – porra, lubrificação, suor.
— DELÍCIA – ela disse. – GOSTO DE FAMÍLIA.
As três caíram no tapete. Exaustos. Suados. As bocetas escorrendo – porra, lubrificação, suor, tudo misturado.
— Pronto – Fernanda disse, ofegante. – Agora somos uma família de verdade.
— Agora somos um harém – eu disse.
— Com um único homem – Cecília completou.
— E dois cus.
— E três bocetas.
— E muito amor.
— Muito sexo – Fernanda corrigiu.
— Muito amor no sexo – Cecília completou.
Ficamos em silêncio por um minuto. O barulho do mar lá fora. O vento batendo nas cortinas.
— A gente precisa tomar um banho – eu disse.
— Não – Fernanda respondeu. – A gente precisa ficar sujos mais um pouco.
— Por quê?
— Porque o cheiro de sexo é o melhor perfume. E eu quero que ele sinta o nosso cheiro quando chegar.
— Quem? – Cecília perguntou.
— Daniel – Fernanda respondeu. – Meu ex-namorado. O único homem que me fez gozar antes de você, Marcos. Pensa que é só que serei corna nesse fim de semana, você também vai ganhar seu chifre
Ela confessou que ele tinha tirado a virgindade do meu cusinho, amei e por isso vai tirar o da minha filha ela merece um pinto grande em sua bundinha.
Depois do banho – que demorou mais de uma hora, porque nós três nos ensaboamos, nos beijamos, nos tocamos, nos limpamos e nos sujamos de novo – sentamos na sala. Fernanda pegou o celular.
— Daniel – ela disse, com a voz doce, quase cantada. – Saudade. Lembra de mim?
— Lembro – a voz dele saiu do outro lado da linha, grave, grossa, de homem que já viu de tudo. – Lembro do seu cheiro. Lembro do seu gosto. Lembro dos seus gemidos. Lembro do seu cu apertado, ela nunca tinha dado o cu para o atual marido.
— Eu quero você aqui. Na praia. Na casa alugada. Hoje.
— Hoje?
— A estrada esta sem transito no máximo em 1hora você chega aqui.
— E o seu marido?
— Ele quer te conhecer. Ele está aqui do meu lado. Ele quer saber se você é tão bom quanto eu falo.
— Ele sabe? Sobre a gente? Sobre o passado?
— Ele sabe tudo. Ele é igual a você.
— Corno?
— Corno. E manso. E inteligente. E vai adorar você.
— E a sua filha? Aquela menina dos olhos de jabuticaba?
— Ela também quer te conhecer. Ela está doida para dar o cu.
— Ela já deu?
— Não. Você vai ser o primeiro. Você vai tirar a virgindade do cu da minha filha. Ela quer perder o cabaço do cu com você.
— Por quê?
— Porque ela merece um pau grande. E o seu é grande. E porque ela pediu. E porque eu quero ver. Eu quero ver a minha filha gemendo no seu pau.
— Ainda é? Grande? Ainda é grande como eu lembro?
— Ainda é. Maior. Mais grosso. Mais veiado. Você malhou?
— Malhei. Academia, suplementos, bomba. Tô com 20 centímetros duros. E 18 moles.
— Caralho.
— Caralho é o meu.
— Estou indo – Daniel disse. – Manda localização. Daqui a pouco estou aí. Não comecem sem mim. Guardem o tesão para mim.
Desligou.
Depois de Fernanda desligar o telefone, ela se virou para mim e para Cecília com os olhos brilhando.
— Uma hora – ela disse. – Daniel chega em uma hora.
— O que a gente faz enquanto espera? – Cecília perguntou, os dedos já na própria boceta peluda, se masturbando distraidamente.
— A gente se prepara. A gente depila. A gente fica lisa. A gente fica cheirosa. A gente fica pronta para receber um homem de verdade.
Ela abriu a mala e tirou um estojo preto. Cera quente – ela comprou na farmácia antes de viajar. Espátulas de madeira. Tiras de pano. Óleo de amêndoas pós-depilação. Pinças.
— Cecília, deita – Fernanda ordenou, apontando para a toalha branca que ela estendeu no chão da sala.
— Eu nunca depilei – Cecília confessou, a voz trêmula. – Eu só aparava com tesourinha. Tinha vergonha. Não queria nem olhar para minha própria boceta.
— Hoje você vai perder essa vergonha – eu disse. – Quem vai depilar você sou eu.
— Você?
— Eu. O padrasto depila a enteada. Não tem nada mais íntimo do que isso. Depois sua mãe depila o marido.
Cecília hesitou. Olhou para Fernanda. Fernanda assentiu. Cecília deitou na toalha, de bruços.
— Vamos começar pela perna – eu disse, ajoelhando ao lado dela. – Pra pegar o jeito. Cera quente, espátula, passa a favor do pelo. Tira contra o pelo. Rápido. Uma puxada só.
Passei a cera na panturrilha dela. Os pelos finos e claros ficaram cobertos pela cera amarelada. Esperei secar uns dez segundos.
— Puxa – ela disse, os olhos fechados, as mãos apertando o chão.
Puxei.
— AI! – ela gritou.
— Doeu? – Fernanda perguntou, rindo.
— Doeu... mas foi gostoso – Cecília respondeu, passando a mão na pele lisa. – TÃO LISA. PARECE OUTRA PELE. NUNCA ESTIVE TÃO LISA.
— Continua – eu disse.
Depilei a perna inteira dela – panturrilha, joelho, coxa, até a virilha. Os pelos saíam em tiras. A pele ficava rosada, lisa, brilhando. Fernanda assistia sentada na cama, os dedos na própria boceta, se masturbando devagar.
— Agora a axila – eu disse.
Cecília levantou o braço direito. A axila peluda – pelos castanhos, finos, com um cheiro suave de suor. Passei a cera. Puxei. Ela gemeu mais alto.
— ISSO, CARALHO! TIRA TUDO! QUERO FICAR LISA IGUAL MINHA MÃE!
Puxei tira por tira. A axila dela ficou completamente lisa. Sem um pelo sequer. O suor escorreu direto pela pele lisa.
— Levanta o outro braço – Fernanda pediu.
Cecília levantou. Repeti o processo. A outra axila ficou lisa também.
— Cheira – ela pediu, estendendo o braço na minha direção.
Cheirei. O cheiro estava diferente – mais puro, mais ácido, mais intenso. O suor não ficava preso nos pelos. Escorria direto, escorria pela costela, escorria pela cintura.
— Agora a boceta – Fernanda disse, a voz mais grave.
Cecília abriu as pernas. A boceta peluda apareceu. Os pelos castanhos, finos, bem aparados. Os grandes lábios rosados, inchados – ela já estava molhada de tesão. O clitóris pequenininho, escondido. O cheiro subiu – doce, ácido, virgem.
Passei a cera com cuidado. Nos grandes lábios. No períneo. Na virilha. Nos pequenos lábios – com muito cuidado, a pele era fina.
— PUXA – Cecília gritou.
Puxei a primeira tira. Os pelos escuros saíram em massa. A pele rosada e lisa apareceu por baixo.
— CARALHO, QUE DOR GOSTOSA! CONTINUA! NÃO PARA!
Puxei tira por tira. Os pelos foram sumindo. Os grandes lábios ficaram rosados, inchados, lisos como vidro. O clitóris apareceu – pequeno, vermelho, pulsando. A lubrificação escorria livre, sem pelos atrapalhando.
— O CU TAMBÉM – Cecília pediu, sem vergonha, a voz rouca de tesão.
— Vira de bruços.
Ela virou. Empinou a bunda. O cu apareceu – cercado de pelos castanhos e finos, uma pequena mata. Passei cera. Puxei.
Ela gritou de novo – dor e prazer juntos.
— TUDO! TIRA TUDO! QUERO MEU CU LISINHO IGUAL PELE DE BEBÊ!
Puxei tira por tira até o cu dela ficar completamente liso. Rosado. Piscando. Os pequenos pelinhos sumiram.
— Pronto – eu disse. – Olha.
Ela se levantou, foi até o espelho, se olhou de costas, abriu as pernas, agachou.
— ESTOU TODA LISA – ela sussurrou, os olhos marejados. – NUNCA NA MINHA VIDA ESTIVE TÃO LISA. ATÉ O CU TÁ LISO. NUNCA IMAGINEI QUE FICAR LISA FOSSE TÃO GOSTOSO.
— Agora é a sua vez, Fernanda – eu disse, limpando a espátula.
Fernanda se levantou. Deitou na toalha ao lado da filha.
— Me depila – ela disse. – Quero ficar lisa igual minha filha.
— Quem vai depilar você sou eu? – perguntei.
— Não. Quem vai me depilar é ela – Fernanda disse, apontando para Cecília. – Ela precisa aprender. Um dia ela vai depilar o homem dela.
Cecília pegou a espátula. As mãos tremiam.
— Calma – Fernanda disse. – Começa pela perna. Devagar. Não precisa ter medo.
Cecília passou a cera na panturrilha da mãe. Os pelos claros e finos – Fernanda já era depilada, mas tinha alguns pelinhos nascendo. Cecília esperou secar. Puxou.
— AI! – Fernanda gritou, mas era um grito de prazer.
— ISSO, FILHA! TIRA TUDO! TIRA CADA PELINHO QUE OUSAR CRESCER NESSA BOCETA!
Cecília puxou tira por tira. As pernas de Fernanda ficaram lisas, brilhando.
— A axila – Fernanda ordenou.
Cecília passou cera nas axilas da mãe. Puxou. Fernanda gemeu.
— A boceta – Fernanda ordenou.
Cecília passou cera nos grandes lábios da mãe. Puxou. Fernanda arqueou as costas.
— O cu – Fernanda ordenou.
Cecília passou cera no cu da mãe. Puxou. Fernanda gozou – um orgasmo rápido, silencioso, mas o líquido claro escorreu pela perna dela.
— Pronto – Fernanda disse, ofegante. – Agora estamos iguais. Mãe e filha. Bocetas lisas. Cus lisos. Axilas lisas.
As duas se levantaram. Foram até o espelho. Mãe e filha. Bocetas iguais. Uma mais madura, uma mais jovem. Fernanda passou a mão na própria boceta lisa, depois na boceta lisa da filha.
— Iguaizinhas – ela disse.
— A não ser pelos lábios – Cecília respondeu. – O seu é mais escuro.
— É da idade. Você vai ficar assim também. Com o tempo. Com mais sexo.
— A senhora está gozada?
— Não. Só molhada. Só de pensar no que a gente vai fazer depois. Só de pensar no Daniel.
— Agora é a vez dele – Cecília disse, apontando para mim.
— Deita, Marcos – Fernanda ordenou.
Deitei na toalha. Pelado. O pau já estava duro – tinha visto as duas se depilando, os gemidos, os dedos mergulhados nas próprias bocetas, a cera quente arrancando os pelos, a intimidade entre mãe e filha.
— Começam pelo peito – eu disse.
Fernanda passou a cera quente nos pelos do meu peito. Cecília puxou a primeira tira. A dor foi uma facada – mas boa.
— ISSO! CONTINUA!
Elas depilaram meu peito inteiro. Tira por tira. Os pelos sumiram. A pele ficou lisa, vermelha, sensível.
— Barriga – Cecília disse.
Passaram cera na minha barriga. Os pelos que desciam do peito até o umbigo desapareceram.
— Axila – Fernanda disse.
Levantei os braços. Minhas axilas eram peludas – pelos escuros, grossos. Fernanda passou cera. Cecília puxou a primeira tira.
A dor foi intensa. Mas eu não gritei.
— Ele é forte – Cecília disse, rindo.
— É. Por isso a gente casou.
— E por isso a senhora dividiu ele comigo.
— Isso também. E por isso o Daniel vai comer ele.
Puxaram tira por tira. Minhas axilas ficaram lisas. Nunca tinha ficado sem pelos ali. O suor escorreu direto pela pele lisa.
— Agora o pau e o saco – Fernanda disse, com a voz tremendo.
— Coragem – eu disse. – Passem cera. Mas cuidado. Muito cuidado. A pele do pau é fina. A pele do saco é fina também.
Cecília passou a cera na base do meu pau – os poucos pelos que nasciam ali. Puxou. Gritei baixo. Fernanda passou a cera no meu saco escrotal. A pele fina, enrugada. Os pelos escuros e grossos. Ela esperou secar. Cecília puxou.
Gritei mais alto.
— DOEU MUITO? – Fernanda perguntou.
— DOEU PRA CARALHO. MAS CONTINUA. NÃO PARA AGORA.
Puxaram tira por tira. Meu pau ficou completamente liso na base. Meu saco ficou completamente liso. Macio. As bolas pendiam, lisas, sensíveis, balançando.
— Agora o cu – Cecília disse, com a voz safada, os olhos brilhando.
Virei de bruços. Empinei a bunda. Meu cu apareceu – cercado de pelos escuros e grossos. Nunca tinha depilado ali. A vergonha era grande, mas o tesão era maior. Fernanda passou a cera. Cecília puxou.
Gritei de novo – dessa vez foi um grito de surpresa e prazer misturados.
— TIRA TUDO! ARRANCA ESSES PELOS!
Puxaram tira por tira. Meu cu ficou liso, rosado, piscando. Senti o ar gelado do ar-condicionado entrar no meu cuzinho pela primeira vez na vida.
— Pronto – Fernanda disse, admirando o trabalho. – Agora você está liso igual a gente. Peito liso, barriga lisa, axilas lisas, pau liso, saco liso, cu liso. Um golfinho.
Levantei. Andei até o espelho. Meu corpo estava irreconhecível – não tinha um pelo sequer do pescoço para baixo. A pele brilhava, lisa, macia.
— Tô parecendo um golfinho – eu disse.
— Um golfinho gostoso – Cecília respondeu, passando a mão no meu peito liso. A palma da mão deslizou sem atrito.
— Um golfinho que vai ser comido pelo Daniel – Fernanda completou, rindo.
— A gente vai ver – respondi.
As duas vieram para cima de mim. Mãe e filha. Bocetas lisas. Corpos lisos. Peles deslizando como seda. Não tinha atrito. Não tinha pelo atrapalhando. Era só pele na pele, suor no suor, calor no calor.
— Ele vai chegar em uma hora – Fernanda disse, beijando meu pescoço.
— Não, ele vai chegar em 20 minutos – Cecília disse, mordendo meu ombro.
— Então a gente tem 20 minutos para aproveitar – eu disse.
— 20 minutos para o quê? – Fernanda perguntou.
— Para sentir essa pele lisa. Para sentir o que é pele na pele sem nada atrapalhando.
Deitei de costas no tapete. As duas se deitaram em cima de mim – uma na minha barriga, uma no meu peito. Os quatro corpos lisos se esfregaram devagar, como cobras.
Ninguém gozou. Foi só carinho. Pele na pele. Pelo nenhum.
— 15 minutos – Fernanda disse, olhando o relógio.
— Dá tempo de mais uma – Cecília disse.
— Mais uma o quê?
— Mais uma gozada. No pau liso dele.
Ela montou em mim. Enfiou meu pau na boceta lisa dela. Cavalgou rápido. Gozou em dois minutos.
— Pronto – ela disse, ofegante. – Agora eu estou pronta.
— 10 minutos – Fernanda disse. – Vamos nos arrumar.
Levantaram. Foram se vestir, se perfumar, se arrumar.
Eu fiquei no tapete, pelado, liso, o pau ainda duro, o cheiro de cera e sexo impregnado na pele.
A campainha tocou.
Daniel estava na porta. Devia ter uns 42 anos. Cabelos grisalhos nas laterais, bem cortados. Barba fechada, preta, bem aparada, com alguns fios brancos. Olhos castanhos, fundos, que pareciam ver através da roupa. Mais alto que eu – 1,85m, corpo atlético, braços fortes, veias saltadas. Jaqueta de couro preta, camisa preta por baixo, calça jeans escura, botas.
Ele cheirava a couro, a perfume francês, a homem.
— Você deve ser o Marcos – ele disse, estendendo a mão.
— E você deve ser o Daniel – respondi, apertando.
Aperto forte. Mão de quem malha. Mão de quem manda.
— Entre. A casa é sua.
Ele entrou. Olhou para as mulheres. Fernanda estava na sala, as pernas cruzadas, o vestido preto curto mostrando as coxas depiladas, o decote profundo mostrando os seios. Cecília estava ao lado, de pé, vestido azul marinho longo até os joelhos, sem sutiã, os mamilos marcando o tecido, a boceta lisa roçando no tecido fino.
— Fernanda – Daniel disse, com a voz grossa. – Você está... mais linda do que eu lembrava. Mais gostosa. Mais mulher.
— Você também mudou – ela respondeu, levantando, indo até ele. – Está mais... homem. Está mais... grande. Mais forte. Mais cheiroso.
— Sempre fui grande. Você que não soube aproveitar. Você que correu para os braços de outro. Você que me largou por um engenheiro mais novo.
— Por isso chamei você de volta. Para aproveitar agora. Para você aproveitar o que perdeu. Para você aproveitar a minha família. Para você me comer na frente do meu marido. Para você comer a minha filha.
Daniel olhou para Cecília.
— Você deve ser a filha. A menina dos olhos de jabuticaba. A menina que a sua mãe não parava de falar. A menina que ela dizia que tinha a boceta mais peluda que ela já viu, mas depilou pela primeira vez para você.
— Cecília – ela disse, estendendo a mão. A mão tremia um pouco. O rosto estava vermelho.
Ele pegou a mão dela. Levou aos lábios. Beijou. A barba roçou na pele dela. Ela se arrepiou toda.
— O prazer é meu – ele disse.
— O prazer vai ser nosso – ela respondeu, com a voz mais firme do que eu esperava.
— Espero que sim. Sua mãe falou que você é virgem.
— Sou.
— De boceta?
— Não. Apenas do cu.
— Meu padrasto tirou meu cabacinho
— Mas a mamãe disse que o cabaço da bundinha seria para você
— Eu quero.
Ele olhou para mim.
— Você sabe o que vai acontecer aqui, Marcos? – ele perguntou, os olhos castanhos fixos nos meus.
— Sei – respondi. – Você vai comer a minha esposa. Você vai comer a minha enteada. E talvez você me coma também.
— Talvez?
— Depende do seu pau. Depende se você tem culhão. Depende se você sabe usar. Depende se você é homem o suficiente para me fazer de puta.
Ele sorriu. Abriu o zíper da calça jeans. O pau pulou para fora.
20 centímetros. Grosso. Veiado. A cabecinha roxa, brilhando de pré-gozo. As bolas pesadas, cheias, pendendo para baixo. A base envolta por pelos escuros, bem aparados.
— Grande o suficiente? – ele perguntou, apontando o pau na minha direção.
— Grande o suficiente – respondi, sentindo o meu próprio pau endurecer dentro da bermuda.
— Então vamos começar. Mas antes, uma regra – ele disse.
— Qual? – Fernanda perguntou.
— Aqui ninguém manda em mim. Nem você, Fernanda. Nem você, Marcos. Nem você, menina dos olhos de jabuticaba. Eu faço o que eu quiser. Com quem eu quiser. Quando eu quiser. E vocês agradecem. Vocês gemem. Vocês pedem mais.
— Combinado – Fernanda disse, sem hesitar.
— Combinado – Cecília repetiu.
— Combinado – eu disse.
Daniel sorriu. Guardou o pau na calça. Fechou o zíper.
— Então vamos comer primeiro. Eu estou com fome. Estou com fome de comida. E estou com fome de vocês. Mas a comida espera. Vocês não.
Ele se sentou no sofá, abriu as pernas, cruzou os braços.
— Sirvam. Estou esperando.
Daniel se sentou no sofá como se fosse o dono da casa. As pernas abertas, os braços estendidos no encosto, a cabeça inclinada para trás. Ele não estava ali para ser servido – estava ali para mandar.
— Eu disse para servir – ele repetiu, a voz grossa. – Estou esperando.
Fernanda foi a primeira. Pegou um prato, serviu um pouco da salada, um pouco do frango, arrumou os talheres na mesa de centro. Ajoelhou na frente dele.
— Abre a boca – ela disse.
Ele abriu. Ela colocou um pedaço de frango na boca dele. Ele mastigou devagar, os olhos nos olhos dela. Ela não desviava o olhar.
— Você não mudou – ele disse, depois de engolir. – Continua servil. Continua puta.
— Continuo. Por isso chamei você.
— E ele? – Daniel apontou para mim com o queixo.
— Ele também serve. Ele aprendeu comigo.
— Então ele que sirva a Cecília. Eu quero ver como ele trata a sua filha.
Olhei para Cecília. Ela estava parada ao lado da mesa, o vestido azul marinho colado no corpo, os mamilos marcando o tecido. A boceta lisa roçava no tecido fino.
— Senta na cadeira – eu disse.
Ela sentou. Ajeitei o prato na frente dela. Cortei o frango em pedaços pequenos.
— Eu não sou criança – ela disse, rindo.
— Mas eu quero te servir. Hoje você é princesa.
Ela corou. Abriu a boca. Coloquei o pedaço de frango. Ela mastigou, os olhos nos meus.
— Gostou? – perguntei.
— Gostei. Do frango e de você.
Daniel observava tudo. Ele tinha tirado a jaqueta de couro. A camisa preta estava aberta no peito – pelos escuros, uma cicatriz na costela, um corpo de homem que malhou a vida inteira.
— Agora é a sua vez, Marcos – ele disse, apontando para a cadeira ao lado dele. – Senta aqui. Eu vou te servir.
Sentei. Meu corpo estava liso, sensível, a pele ainda vermelha da depilação. O pau já estava duro dentro da bermuda.
Daniel cortou um pedaço de frango. Levou à minha boca.
— Abre.
Abri. Ele colocou o garfo na minha boca. O metal tocou meus dentes. Ele não tirou o garfo rápido – deixou ali, pressionando minha língua.
— Você já fez isso com algum homem? – ele perguntou.
— Não. Nunca.
— Hoje você vai fazer. Hoje você vai ser comido por um homem de verdade.
— A gente vai ver.
Ele riu. Tirou o garfo. Comeu um pedaço ele mesmo. A mandíbula forte mastigava devagar.
— Eu já comi a sua esposa – ele disse, olhando para mim. – Muitas vezes. Antes de você casar com ela. Ela nunca te contou?
— Ela contou. Disse que você era o único homem que fazia ela gozar.
— É verdade. Até hoje. O seu pau é bonito, Marcos. Mas o meu é mais grosso. Mais comprido. E eu sei usar.
— Eu também sei.
— Vamos ver.
Terminamos de comer. Daniel se levantou. Olhou para Cecília.
— Você está menstruada? – perguntou.
— Não. Desceu na semana passada. Já passou.
— Melhor. Na primeira vez, sangue de menstruação pode atrapalhar. Sangue de virgindade é diferente.
— Eu não sou mais virgem de boceta – ela disse, corando.
— Eu sei. Seu padrasto já comeu sua boceta. Mas seu cu... seu cu ainda é virgem. E eu vou tirar essa virgindade.
— Hoje?
— Hoje. Agora.
Ele a puxou pelo braço. Levou para o quarto – o mesmo quarto onde eu e Fernanda dormíamos. Ela não resistiu. Os olhos dela estavam vidrados, a respiração ofegante.
— Deita na cama. De bruços.
Ela deitou. Empinou a bunda. O vestido azul subiu, mostrando a calcinha – uma calcinha de renda preta, pequena, que Fernanda tinha comprado para ela naquela manhã. A calcinha não escondia nada. A boceta lisa aparecia por baixo, os grandes lábios rosados, o clitóris já pulsando.
— Tira a calcinha – Daniel ordenou.
Ela tirou. A boceta lisa ficou completamente à mostra. O cu também – liso, rosado, piscando, depilado por mim horas antes.
— Linda – Daniel disse, passando o dedo no cu dela. – Seu cu é lindo. Parece uma flor.
— Vai doer? – ela perguntou, a voz trêmula.
— Vai. Mas depois você vai gostar. Depois você vai pedir mais.
Ele abriu o zíper. O pau pulou para fora – 20 centímetros, grosso, veiado, a cabecinha roxa. O pré-gozo já escorria.
— Olha – ele disse, apontando para mim e Fernanda. – Vocês dois vão assistir. De joelhos. Sem se tocar.
Fernanda ajoelhou no chão. Eu ajoelhei ao lado dela. Nossos ombros se encostavam. Nossos joelhos doíam no piso frio.
Daniel passou lubrificante no cu de Cecília. Passou no pau dele. Enfiou a ponta.
Cecília gritou. Não foi um grito de dor – foi um grito de susto.
— CALMA – Daniel disse. – RESPIRA.
Ela respirou fundo. Ele enfiou mais. O pau grosso entrou devagar, centímetro por centímetro. O cu dela apertava, rosado, lisinho.
— TÁ DENTRO – ela sussurrou.
— Todo?
— Não. Só metade.
— Quer parar?
— NÃO! CONTINUA! QUERO TUDO!
Ele enfiou tudo. O pau sumiu no cu dela. A base encostou no períneo. As bolas balançavam.
— METE! – ela gritou.
Ele meteu. Devagar no início, sentindo o cu dela se acostumar com o tamanho. Depois rápido. O barulho era molhado, obsceno, delicioso.
— ISSO, CARALHO! ASSIM!
— MAIS! – ela gritou.
Ele meteu mais forte. Os seios pequenos dela balançavam. A boceta lisa dela escorria. O líquido claro escorria pela coxa, molhava o lençol.
— VOU GOZAR! – ela gritou.
— GOZA NO MEU PAU!
Ela gozou. O líquido claro jorrou da boceta, escorreu pelo pau de Daniel, escorreu pelas bolas dele. Ele continuou metendo. Ela gozou de novo. E de novo. Três orgasmos só de cu.
— AGORA VOCÊ – Daniel disse, olhando para mim. – VEM AQUI. LAMBE O CU DA SUA ENTEADA ENQUANTO EU COMO.
Fui. Ajoelhei na cama. Enfiei a cara no cu de Cecília – liso, rosado, aberto pelo pau de Daniel. Lambi. O gosto era de lubrificante, de sexo, de cu.
— ISSO, PADRASTO! LAMBE MEU CU! LAMBE ENQUANTO ELE ME COME!
Daniel metia. Eu lambia. Cecília gemia. Fernanda, do chão, se masturbava – não aguentou ficar sem se tocar.
— EU DISSE SEM SE TOCAR! – Daniel gritou.
— NÃO AGUENTO! – Fernanda respondeu.
— ENTÃO ESPERA. QUANDO EU TERMINAR COM ELA, É A SUA VEZ.
Daniel acelerou. O pau dele entrava e saía do cu de Cecília com violência. Ela gritava, os dedos arrancando o lençol.
— VOU GOZAR! – ele gritou.
— GOZA DENTRO! – Cecília pediu.
Ele gozou. Jatos grossos, quentes, dentro do cu virgem dela. Ela sentiu cada jato, gemeu a cada jato, tremeu a cada jato.
Daniel tirou o pau. O cu de Cecília ficou aberto, piscando, vermelho. A porra escorria, escorria pela bunda, escorria pela coxa, escorria pelo lençol.
— Pronto – ele disse, ofegante. – Agora você não é mais virgem de cu. Agora você é minha puta.
— Sua puta – Cecília repetiu, a voz falhando.
Daniel se virou para Fernanda.
— Sua vez – ele disse.
Fernanda já estava pelada – tinha tirado o vestido enquanto assistia. A boceta lisa, rosada, já escorrendo.
— Deita de quatro – ele ordenou.
Ela deitou. Empinou a bunda. O cu liso, a boceta lisa, as duas entradas brilhando.
— Você sentiu falta do meu pau? – ele perguntou.
— Senti. Muita.
— Do que você sentiu mais falta?
— Do tamanho. Da grossura. Do jeito que você bate no fundo. Do jeito que você me enche.
— Você vai ser preenchida agora.
Ele enfiou o pau na boceta dela. Não foi devagar. Foi de uma vez. Ela gritou – de prazer.
— ASSIM, CARALHO! ASSIM QUE É BOM! SEU PAU É MUITO MAIOR DO QUE EU LEMBRAVA!
— VOCÊ ESQUECEU? – ele perguntou, metendo forte.
— ESQUECI! MAS AGORA LEMBREI!
— O QUE VOCÊ LEMBROU?
— QUE VOCÊ É O ÚNICO HOMEM QUE ME FAZ GOZAR DE VERDADE!
Ele metia. Rápido. Fundo. As bolas batiam no clitóris dela.
— E O SEU MARIDO?
— ELE É BOM! MAS VOCÊ É MELHOR!
— E A SUA FILHA?
— ELA É VIRGEM DE CU! MAS VOCÊ TROUXE ELA!
— AGORA ELA É MINHA PUTA TAMBÉM!
— ELA É! ELA É SUA PUTA! EU SOU SUA PUTA! NÓS DUAS SOMOS SUAS PUTAS!
Ele gozou dentro dela. Jatos grossos, quentes. Ela gozou junto. Os dois gemeram juntos.
Daniel tirou o pau. A porra escorreu da boceta de Fernanda, escorreu pela coxa, escorreu pelo lençol.
— Lambe – ele disse, apontando para mim.
Fui. Lambi a boceta de Fernanda. O gosto era de Daniel, de porra, de sexo.
— Lambe o cu dela também – ele ordenou.
Lambe o cu de Fernanda. Liso, rosado, também cheio de porra.
— Agora você – Daniel disse, apontando para Cecília. – Lambe o pau do seu padrasto enquanto ele lambe a sua mãe.
Cecília veio. Ajoelhou na minha frente. Enfiou meu pau na boca – ainda duro, ainda sujo do sexo. Chupou. Babou. Engoliu.
Eu lambia Fernanda. Cecília me chupava. Daniel assistia, se masturbando.
— AGORA TROCA! – Daniel gritou.
Daniel se virou para mim.
— Sua vez, Marcos – ele disse.
— Minha vez de quê?
— Minha vez de comer você. De quatro. Igual sua esposa. Igual sua enteada. Igual a puta que você é.
Olhei para Fernanda. Ela assentiu. Olhei para Cecília. Ela sorriu.
— Vem – eu disse.
Deitei de quatro na cama. Empinei a bunda. O cu liso, rosado, piscando. Nunca tinha dado o cu para ninguém. Nunca tinha deixado ninguém me penetrar.
Daniel passou lubrificante no meu cu. Passou no pau dele – 20 centímetros, grosso, veiado, ainda duro.
— Vai doer – ele avisou.
— Eu sei. Mas eu quero. Eu quero saber como é.
Ele enfiou a ponta.
Gritei. A dor foi uma facada.
— CALMA – ele disse. – RESPIRA.
Respirei fundo. Ele enfiou mais. O pau grosso entrou devagar.
— TÁ QUASE INTEIRO – ele disse.
— ENFIA TUDO! – eu pedi.
Ele enfiou tudo. Meu pau sumiu no meu cu. O pau de Daniel sumiu no meu cu. Senti a cabeça roçando na próstata.
— METE! – eu pedi.
Ele meteu. Devagar no início, sentindo meu cu se acostumar. Depois rápido. O barulho era molhado.
— ISSO, CARALHO! ASSIM!
— VOCÊ GOSTA DE SER COMIDO? – ele perguntou.
— AMEI! NUNCA IMAGINEI QUE AMAVA TANTO!
— VOCÊ É VIADO?
— SOU! SOU VIADO! SOU CORNO! SOU O QUE VOCÊ QUISER!
— ENTÃO TOMA!
Ele meteu mais forte. Eu gemia, os dedos arranhando o lençol.
— VOU GOZAR! – eu gritei.
— GOZA!
Gozei. O líquido claro jorrou do meu pau – sem ninguém tocar. Só com o pau de Daniel no meu cu.
— CARALHO, DANIEL! GOZEI SÓ COM O CU!
— É assim que homem goza quando é comido por um homem de verdade.
Ele continuou metendo. Gozou dentro de mim. Jatos grossos, quentes.
Cai na cama. Exausto. Fernanda veio, lambeu meu cu gozado. Cecília lambeu o pau de Daniel. Os quatro se abraçaram.
Dormimos. Acordamos no meio da noite. Estávamos os quatro na mesma cama – corpos nus, suados, lisos, as bocetas e cus escorrendo.
— Mais – Daniel disse.
— Mais o quê? – Fernanda perguntou.
— Mais uma rodada. Dessa vez, todos com todos.
— Como?
— Você, Fernanda, monta na cara do seu marido. Você, Cecília, monta no pau do seu padrasto. Eu vou comer a Fernanda por trás enquanto ela beija a filha. E todo mundo goza junto.
— Combinado – Fernanda disse.
— Combinado – Cecília disse.
— Combinado – eu disse.
Fizemos exatamente como ele mandou.
Fernanda montou na minha cara. A boceta lisa e rosada encostou na minha boca. Lambi.
Cecília montou no meu pau. A boceta lisa e rosada engoliu meu pau. Cavalgou.
Daniel enfiou o pau no cu de Fernanda – enquanto ela estava na minha cara. Metia. Ela gemia na minha boca.
Cecília se inclinou para beijar a mãe. As duas se beijaram, língua na língua, enquanto eu lambia uma e o pau de Daniel fodia a outra.
— VOU GOZAR! – eu gritei.
— GOZA JUNTO COMIGO! – Daniel gritou.
Gozei dentro de Cecília. Daniel gozou dentro de Fernanda. Cecília gozou no meu pau. Fernanda gozou na minha cara.
Os quatro caíram na cama. Exaustos. Felizes.
— Agora sim – Fernanda disse, ofegante. – Agora somos uma família de verdade.
— Uma família de putas – Daniel disse.
— Uma família de cornos – eu disse.
— Uma família feliz – Cecília disse.
Dormimos. O sol nasceu. O cheiro de sexo impregnava o lençol.
O cheiro de quem finalmente encontrou o que procurava.
A viagem acabou. Voltamos para São Paulo na segunda-feira, o carro cheio de areia, sal e memórias. As três malas – a enorme de Fernanda, a pequena de Cecília e a minha – estavam amontoadas no porta-malas. O rádio tocava MPB baixo. Fernanda dormiu no banco do passageiro. Cecília, atrás de mim, passava a mão na minha nuca de vez em quando.
Chegamos em casa no fim da tarde. Descarregamos as malas. Cecília foi para o quarto dela, fechou a porta. Fernanda me puxou pelo braço.
— Precisamos conversar – ela disse.
— Sobre o quê?
— Sobre a gente. Sobre o que aconteceu. Sobre o que vem agora.
Sentamos na cama. A mesma cama onde dormimos por anos. Agora parecia diferente. Tudo parecia diferente.
— Eu gostei – ela disse. – Gostei de ver você com ela. Gostei de ver você com ele. Gostei de ver você sendo comido.
— Fernanda...
— Deixa eu terminar. Eu quero mais. Mas não quero mais Daniel. Ele é do passado. Eu quero algo nosso. Algo que a gente construa junto.
— Como assim?
— Eu quero um consolo duplo.
— Um consolo duplo?
— Sim. Daqueles que entram nas duas ao mesmo tempo. Você vai comprar. Hoje.
— Hoje?
— Hoje. Agora. Tem uma sex shop no shopping. Eu vi. Você vai lá e compra. E hoje à noite, você vai me ver comer a minha filha com ele.
— Você quer comer a Cecília?
— Quero. Ela nunca foi comida por uma mulher. Ela nunca chupou uma boceta. Ela nunca sentiu uma língua de verdade. Eu vou ensinar. E depois, eu vou comer você também.
— Me comer como?
— Com o consolo. No seu cu. Você vai ser comido pela sua esposa. Você vai sentir o que é ser penetrado por mim.
— E a Cecília?
— Cecília vai assistir. Vai se masturbar. Vai gozar vendo a mãe comer o padrasto.
— E depois?
— Depois você vai comer ela. A Cecília. De novo. Mas dessa vez, ela vai estar menstruada.
— Ela está menstruada?
— Vai estar. Amanhã desce. Eu sei o ciclo dela. Eu sou a mãe.
— Você quer que eu coma a sua filha menstruada?
— Quero. Sangue é tesão. Sangue é vida. Sangue é mulher.
— Você é louca.
— Louca de tesão. E você também.
Ela me beijou. A língua entrou na minha boca. A mão dela apertou meu pau por cima da calça.
— Vai – ela disse. – Compra o consolo. Eu vou preparar a Cecília.
Voltei da sex shop uma hora depois. O consolo era rosa, de silicone, com duas extremidades – uma para cada boceta. 30 centímetros no total, 15 para cada lado. Grosso, veiado, textura realista.
Quando entrei em casa, o cheiro de velas de baunilha tomava conta da sala. Fernanda tinha fechado as cortinas, acendido velas, colocado música ambiente. Cecília estava sentada no sofá, de vestido curto, as pernas cruzadas, os pés descalços. As duas tinham tomado banho – a pele brilhava, cheirava a sabonete de lavanda.
— Chegou o brinquedo – Fernanda disse, pegando o consolo da minha mão. Ela segurou o objeto na frente do rosto, admirando a textura, o tamanho.
— É grande – Cecília disse, os olhos arregalados por cima dos óculos.
— É. Vai entrar em você. Em nós duas. Ao mesmo tempo.
— Mãe...
— Vem. Vamos para o quarto.
Fomos. Fernanda trancou a porta. Acendeu mais velas – o quarto ficou numa penumbra quente, quase mística.
— Tira a roupa – ela ordenou.
Tiramos. Cecília ficou pelada – os seios pequenos, os mamilos claros, a boceta lisa (ela continuava depilada desde a praia), os pequenos lábios rosados, o clitóris já inchado, já pulsando. Fernanda ficou pelada – os seios médios, os mamilos escuros e duros, a boceta lisa, os grandes lábios escuros e úmidos. Eu fiquei pelado – o pau duro, o corpo liso, o cu liso, o peito liso.
— Deita na cama – Fernanda disse para Cecília. – Deita de barriga para cima. Abre as pernas.
Cecília deitou. As pernas abertas. A boceta lisa apareceu – rosada, inchada, brilhando. Fernanda deitou em cima dela, de frente, os seios da mãe roçando os seios da filha, os mamilos se tocando. As duas bocetas se encostaram – uma jovem, uma madura; uma clara, uma escura; as duas lisas, as duas escorrendo.
— Olha – Fernanda disse, mostrando para mim. – Mãe e filha. Boceta com boceta.
— Linda – eu disse, sentando na cadeira do canto, o pau na mão. – A visão mais linda que já vi.
Fernanda pegou o consolo duplo. Passou lubrificante nas duas pontas. Passou nas duas bocetas. Enfiou uma ponta na própria boceta. Ela gemeu alto.
— ISSO... ISSO É BOM... TÁ ENTRANDO...
A ponta desapareceu dentro da boceta de Fernanda. O silicone rosa sumiu entre os grandes lábios escuros dela.
— Agora você – ela disse, apontando para Cecília.
Ela guiou a outra ponta até a boceta da filha. Enfiou devagar. Cecília gritou – não de dor, de prazer.
— TÁ DENTRO! TÁ DENTRO DE MIM!
— AS DUAS! – Fernanda gritou. – AS DUAS ESTÃO COM O MESMO PAU DENTRO! NÓS DUAS ESTAMOS LIGADAS POR ESSE PLÁSTICO!
— MEXE! – Cecília pediu, os dedos apertando os ombros da mãe. – MEXE, MÃE! QUERO SENTIR!
Fernanda começou a se mexer. Seu quadril rebolava devagar, empurrava o consolo para dentro de si, que empurrava a outra ponta para dentro de Cecília. O plástico deslizava para dentro de uma, para dentro da outra, num ritmo sincronizado, perfeito. As duas gemiam juntas. As duas bocetas apertavam o mesmo objeto.
— ASSIM, CARALHO! ASSIM!
— VOCÊ ESTÁ SENTINDO? – Fernanda perguntou, a voz ofegante.
— SINTO! SINTO O SEU TESÃO! SINTO A SUA BOCETA APERTANDO O PLÁSTICO! PARECE QUE A SENHORA ESTÁ DENTRO DE MIM!
— AGORA EU VOU LAMBER VOCÊ – Fernanda disse.
Ela desceu. Enterrou a cara na boceta da filha. Lambeu. O consolo ainda estava dentro das duas – a ponta na mãe, a ponta na filha. A língua de Fernanda percorreu os grandes lábios de Cecília, o clitóris pequenininho, o períneo, a base do consolo.
— MÃE! ISSO... ISSO...
Cecília gozou. O líquido claro jorrou da boceta dela, escorreu pelo queixo da mãe, escorreu pelo consolo, escorreu pelo lençol. Fernanda lambeu, bebeu, pediu mais.
— AGORA VOCÊ ME LAMBE – Fernanda ordenou.
As duas trocaram de posição. Cecília desceu. Lambeu a boceta da mãe. O consolo continuava dentro das duas. O líquido claro de Fernanda escorreu. Cecília bebeu, a língua percorrendo os grandes lábios escuros, o clitóris pulsante.
— VOU GOZAR DE NOVO! – Cecília gritou.
— GOZA JUNTO COMIGO! – Fernanda respondeu.
As duas gozaram juntas. O líquido claro escorreu pelas duas bocetas, escorreu pelo consolo, escorreu pelo lençol. Os corpos das duas tremeram juntos, as pernas se entrelaçaram, os gemidos se misturaram num só som.
— PRONTO – Fernanda disse, ofegante. – AGORA É A SUA VEZ.
Ela puxou o consolo devagar. As duas bocetas soltaram o plástico com um barulho molhado. As duas ficaram abertas, piscando, vermelhas.
— O que você vai fazer? – perguntei, o pau latejando na minha mão.
— Vou comer você – Fernanda disse. – De quatro. Com o consolo. Igual eu comi a minha filha.
Ela limpou o consolo com um lenço. Passou lubrificante novo. Olhou para mim.
— Deita de quatro.
Deitei de quatro na cama. Empinei a bunda. O cu liso, rosado, piscando.
— Você nunca deu o cu para mim – Fernanda disse.
— Nunca. Só para o Daniel.
— Agora você vai dar para a sua esposa. Vai ser a minha primeira vez comendo um cu.
— É a sua primeira vez comendo um cu?
— É. E vai ser com o seu.
Ela ajoelhou atrás de mim. Passou lubrificante no meu cu. Passou no consolo. Enfiou a ponta devagar.
Gritei. Não de dor – de surpresa.
— DEVAGAR – eu pedi.
— CALMA. RESPIRA.
Ela enfiou mais. O consolo entrou. Era diferente do pau de Daniel – mais macio, mais frio, mas do mesmo tamanho.
— TÁ DENTRO – ela disse.
— ENFIA TUDO! – eu pedi.
Ela enfiou tudo. O consolo sumiu no meu cu. A base encostou na minha bunda.
— MEXE! – eu pedi.
Ela começou a meter. Devagar no início, sentindo o meu cu se acostumar. Depois rápido. O barulho era molhado, obsceno.
— ISSO, FERNANDA! ASSIM!
— VOCÊ GOSTA DE SER COMIDO PELA SUA ESPOSA?
— AMEI! NUNCA IMAGINEI QUE AMAVA TANTO!
— VOCÊ É MINHA PUTA?
— SOU! SOU SUA PUTA! SOU O QUE VOCÊ QUISER!
— ENTÃO TOMA!
Ela meteu mais forte. Eu gemia, os dedos arranhando o lençol. Cecília assistia, se masturbando, os olhos vidrados na cena.
— VOU GOZAR! – eu gritei.
— GOZA!
Gozei. O líquido claro jorrou do meu pau – sem ninguém tocar. Só com o consolo de Fernanda no meu cu.
— CARALHO, FERNANDA! GOZEI SÓ COM O CONSOLO!
— É assim que homem goza quando é comido pela mulher que ama.
Ela continuou metendo. Eu gozei de novo. Ela tirou o consolo. Meu cu ficou aberto, piscando.
— Pronto – ela disse. – Agora você já foi comido pelos dois. Pelo Daniel e por mim.
— E por mim – Cecília disse, rindo. – Eu comi o cu dele com o consolo na praia, lembra?
— Lembro – eu disse, ofegante. – Vocês três me comeram.
— E vamos comer de novo – Fernanda disse. – Amanhã. Depois de amanhã. Sempre.
CECÍLIA MENSTRUADA – A ÚLTIMA VEZ
No dia seguinte, acordamos tarde. O sol entrava pelas frestas da cortina. Fernanda já tinha saído – deixou um bilhete na mesa da cozinha: "Fui ao mercado. Volto à tarde. Aproveitem."
Cecília estava na cama ao meu lado. Os cabelos castanhos espalhados pelo travesseiro. Os óculos em cima da mesa de cabeceira. A camisola curta subiu, mostrando a calcinha de algodão branca.
— Ela foi embora – eu disse.
— Eu sei. Ela me acordou para avisar.
— E por que você não foi junto?
— Porque eu queria ficar sozinha com você.
— Para quê?
Ela sentou na cama. Tirou a camisola. Ficou só de calcinha. Os seios pequenos, os mamilos claros, já duros.
— Desceu – ela disse.
— Desceu o quê?
— A menstruação. Veio hoje de manhã. Eu estava esperando. A mamãe falou que você gosta.
— Eu nunca disse que gosto.
— Mas você vai gostar. Eu vou fazer você gostar.
Ela tirou a calcinha. A boceta apareceu – lisa, rosada, e molhada. Molhada de sangue. Sangue vivo, vermelho, escorrendo pelos grandes lábios, escorrendo pela coxa.
— Olha – ela disse. – Estou toda suja.
— Está linda – eu disse, sentando na cama ao lado dela.
— Cheira.
Cheirei. O cheiro era de ferro, de sangue, de mulher. Meu pau endureceu na hora.
— Lambe.
Passei a língua no sangue da boceta dela. O gosto era metálico, salgado, único. Ela gemeu.
— Enfia a língua.
Enfiei a língua. Senti o gosto forte, a textura, o calor. Ela gozou na minha boca – o líquido claro jorrou, misturado com sangue, escorreu pelo meu queixo.
— Agora me come – ela pediu. – Me come menstruada. Me come sangrando. Me come como você nunca comeu ninguém.
— Deita.
Ela deitou. Abriu as pernas. A boceta apareceu, aberta, sangrando, esperando.
— Vai doer? – ela perguntou, mesmo sabendo que não era mais virgem.
— Não. Só vai ser diferente.
— Diferente como?
— Mais molhado. Mais escorregadio. Mais cheiroso.
Passei lubrificante – não precisava, o sangue já lubrificava, mas passei por hábito. Enfiei a ponta.
Ela gemeu.
— ISSO... ASSIM...
Enfiei tudo. Meu pau sumiu na boceta menstruada da minha enteada. O sangue escorreu, manchou a base do meu pau, manchou minhas bolas, manchou o lençol.
— METE – ela pediu.
Metti. Devagar no início, sentindo a textura diferente, o sangue escorrendo. Depois rápido.
— ASSIM, CARALHO! ASSIM!
— GOSTA DE SER COMIDA MENSTRUADA?
— AMO! AMO O CHEIRO! AMO O GOSTO! AMO O SANGUE ESCORRENDO NO SEU PAU!
— É A PRIMEIRA VEZ QUE EU COMO UMA MULHER MENSTRUADA.
— E ESTÁ GOSTANDO?
— ESTOU. NUNCA IMAGINEI QUE FOSSE TÃO BOM.
Ela gozou. O líquido claro jorrou, misturado com sangue, escorreu pelo meu pau. Continuei metendo. Ela gozou de novo. E de novo.
— VOU GOZAR! – eu gritei.
— GOZA DENTRO DE MIM! GOZA NA MINHA BOCETA MENSTRUADA!
Gozei. Jatos grossos, quentes, dentro dela. O sangue e a porra se misturaram, escorreram, formaram uma poça vermelha e branca no lençol.
Ficamos abraçados. O pau ainda dentro dela. O sangue ainda escorrendo.
— Pronto – ela disse, ofegante. – Agora você me comeu de todos os jeitos.
— De todos?
— Virgem. Peluda. Depilada. Na mesa da cozinha. No tapete da sala. Na cama. Com a mamãe junto. Com o Daniel junto. Agora menstruada. Só faltou uma coisa.
— O quê?
— Você me comer grávida. Um dia.
— Um dia.
— Um dia.
Ela sorriu. Eu sorri. Dormimos. O sangue secou nos nossos corpos.
Fernanda chegou do mercado. Parou na porta do quarto. Olhou para nós dois – nus, sujos de sangue, abraçados.
— Que lindo – ela disse. – Que sangue lindo.
Ela ajoelhou na cama. Lambeu a boceta da filha. Lambeu o meu pau gozado. Lambeu o sangue e a porra misturados.
— Delícia – ela disse. – Sangue de família.
Ela se deitou do outro lado. Os três na mesma cama. Os três sujos de sangue. Os três felizes.
— Agora sim – Fernanda disse. – Agora somos uma família de verdade.
— Uma família de sangue – Cecília completou.
— Uma família feliz – eu disse.
Dormimos. O sol se pôs. O sol nasceu. O cheiro de sangue e sexo impregnava o lençol.
O cheiro de família.
O cheiro de quem finalmente encontrou o que procurava.
FIM