Depois de ouvir e ver a minha irmã transando na sala de forma totalmente submissa eu simplesmente não queria ver a minha a minha irmã naquele final de semana, mandei mensagem para Pamela, contei tudo e expliquei que eu queria ficar fora o final de semana, ela me chamou para ir na sua casa e falou que a Luiza também iria.
Pensei (Meu Deus, não. A Luiza Não.) Refleti mais um pouquinho e pensando bem, melhor do que ficar em casa, acabei concordando e fui para casa da Pâmela.
Quem me atendeu foi Luiza, fiquei um pouquinho surpreso, demos um abraço e conversamos um pouco, eu perguntei de Pamela, ela falou que só iria chegar a noite achei bem estranho, Pamela poderia ter me avisado.
Tinha a tarde inteira juntos, fiquei um pouco confuso, mas fazer o que?!
Luiza me deu uma bebida forte, era uma pinga pura, falou que seria para melhorar o ânimo, a gente bebeu, e eu fui guardar as minhas coisas, logo após a gente foi pra piscina, olhei pro céu estava perfeito para entrar na água, eu queria evitar esse momento, fiquei em silêncio Luiza ficou me olhando, eu pensei (vai dar em nada.)
Eu disse “Vamos entrar?”
Ela sorriu abaixando o seu short revelando a sua cueca box onde guardava um monstro, eu tinha me esquecido disso e sob pressão abaixei meu short ficando de cueca, olhei pro meu volume só tinha vento, era um pouquinho constrangedor.
Eu e a Luiza ficávamos nadando até ela me perguntar.
“Você quer ficar com a Pamela?”
Fiquei em silêncio, ele veio pra cima de mim.
“Não mente pra mim, me conta.”
“Somos amigos.” eu falei.
E ficamos brincando na água.
“Que brincar de lutinha?” Falou Luiza.
Eu tentei jogar sujo mas ela foi muito rápido, ela me pegou por trás me prendeu na borda da piscina e passou o braço no meu pescoço, fiquei imóvel em menos de 10 segundos ela tinha me imobilizado.
“Eu ganhei.” Falei Luiza. “Agora me conta, você quer com a Pamela?”
“Verdade, você ganhou talvez eu tenha uma queda pela Pamela.”
“Viu não é tão difícil, você achou que iria ganhar de mim?”
“Você é maior né.” Eu falei.
O telefone dela começou a tocar, ela subiu em cima da borda e se esticou para pegar o celular, a cueca branca da Luiza ficou transparente e seu membro era visível a poucos centímetros de mim.
Eu senti meu pênis ficando duro nesse momento, eu fiquei com um pouco de vergonha, ela pegou o celular “é spam.”
E me viu eu olhando o pênis dela.
“Cueca errada né.”
“Hum…” eu não sabia o que realmente responder.
“Quantas garotas com pênis você conhece? É natural ficar curioso e apreensivo… sinceramente seria melhor eu mostrar ele pra você.”
“Porque você fala.” Fiquei com muito medo.
“Vejo você olhando pra ele o tempo todo, assim… se você ver… não vai ficar tão nervoso.”
“Ah, se você não tiver problema com isso.” mas na verdade eu queria muito ver.
Luiza se levantou e ficou pé fora da piscina e desceu sua cueca até os joelhos, entre as coxas musculosas um pênis grande e grosso acompanhando com um par de testículos.
Eu não sabia que um pênis mole poderia ficar daquele tamanho, Luiza não tinha nenhum pelo e era circuncidada e tinha uma grande veia que ia da base até a cabeça, um pênis perfeito.
“Meu Deus.” Eu falei.
“O que foi?” ela falou.
“Muito grande, enorme.”
“É enorme haha.” seu pênis balança enquanto ria.
“É muito grande.”
“Você acha? É maior que o seu ?”
“Sim, muito maior.”
“Você é homem, tenho certeza que o seu grande.”
“O seu é enorme.”
“Só sabe falar isso homem, deixa eu ver o seu.”
Eu saí da piscina e fiquei de frente com Luiza, agora não tinha como escapar, Luiza era mais alta e agora iria comparar nossos pênis, eu abaixei a cueca morrendo de vergonha, o meu pau duro era menor que o dela mole.
“Que fofo.” Falou Luiza.
Morrendo de vergonha eu tive que assumir.
“Te falei o seu é maior.”
“Ah, o João tem um pênis pequeno.” Ela falou brincando.
“Comparado ao seu, qualquer um é pequeno.”
“Talvez.”
“Qual é o seu tamanho final?”
“Se você quer mesmo saber, vai ter que me chamar igual a Pamela fala.”
“Como?”
“Senhora do pau grande.” falou com orgulho.
“Certo… (Com um pouquinho de receio eu falei) qual é o seu tamanho final senhora do pau grande?”
“São 25 centímetros.” ela falou rindo.
“Ual.” foi a única coisa que consegui falar.
“Eu sou maior em tudo pelo jeito.”
“Sim.”
O telefone dela tocou mais uma vez, ela pegou e Pamela falou que já estava chegando.
“Pamela está chegando vou me trocar e você também, não precisa mais ficar nervoso sempre comigo.”
“Tá bem.”
Ela puxou a cueca e foi saindo e fui pro banheiro, eu fiquei pensando (ela parece ser legal.)
Parte 8
Pamela chegou e me deu um abraço “fico feliz que tenha vindo, hoje vamos beber.”
Logo chegou um motoboy com várias bebidas, Pamela já tinha pagado, eu só guardei na geladeira, e a gente ficou sentados na sala bebendo.
A gente começou a beber, e depois de quase uma hora estávamos alto e Pamela começou a contar como eu fiquei traumatizado por ter pegado a minha irmã transando.
“Mais é claro, minha irmã é polícia né, aí chegou em casa no horário do serviço com outro policial que algemou ela ficou chamando a minha irmã de vadia bombava o pau dele na garganta dela e ela não podia fazer nada porque estava algemada… (elas ouvindo com muita atenção.)
“Você ouviu tudo?” perguntou Luiza.
“Sim, eu vi também fiquei escondido no meu quarto.”
“Nossa que safado e continua.” Luiza parecia curiosa.
“Ela jogou a minha irmã de quatro no sofá como se fosse uma criminosa, ela estava algemada com as mãos atrás ele abaixou as calças dela, ela não tinha como fugir estava indefesa e socou sem dó nela.”
“Que babado.” Falou Pamela
“Transar algemada deve ser bom.” Falou Luiza.
Pamela riu e depois ficou um silêncio, sabe quando você bebe e perde a noção do perigo.
“Luiza falou que tem um pênis mole de quinze centímetros, é grande e eu confesso, mas não deve ter 15 centímetros.”
Pamela levantou e voltou rápido com uma fita métrica “se você dúvida tirar a prova real.”
“Eu?”
“É claro, não fui eu que fiquei duvidando da palavra da minha amiga.” falou Pamela.
Nesse momento Luiza ficou em pé e novamente tirou o pênis para fora, deixando um silêncio na sala.
Pamela começou a rir “quando o assunto é nudez e colocar o pau pra fora ela faz na hora sem reclamar.”
Eu jamais iria medir aquilo.
“Vai, João anda logo com isso.” Falou Pamela.
Tremendo e com álcool na cabeça peguei a fita métrica e puxei, quando eu olhei pro pau da Luiza já se percebia que o trem é pesado, chegava a pender para baixo.
“Você vai ter que esticar pra ter a medida exata.”
“Já fiz.”
Mostrei a fita métrica.
“Não estou falando da fita métrica.”
Ela tinha razão, para ter a medida precisa teria que levantar o pênis da Luiza.
Eu olhei para Pamela e supliquei “Ajuda?”
Pamela rindo “na na ni na não.”
Eu estava fodido, eu e minha língua grande, eu com fita métrica presa entre os polegares um da base até a cabeça, com a mão esquerda na base e a mão direita erguendo o pênis da Luiza, era bem pesado e seu pênis era grosso eu podia ver meu dedo querendo segurar, me concentrei em medir eu juro que senti meu pau ficando duro, segurando o pau da Luiza.
“Realmente tem 15 centímetros.”
“Ah, viu só, eu jamais iria mentir.”
Pamela se levantou e abraçou a Luiza “tá vendo minha amiga não mente.”
Fiquei meio constrangido com aquilo e me sentei em silêncio. Pamela era muito boa para acabar com o climão.
“João teve uma vez que estava eu e Luiza na rua e ela queria mijar, eu fiquei de guarda vigiando enquanto ela mijava atrás da árvore, aí de repente eu escuto, plog plog plog plog, comecei a rir e perguntei ‘oque é isso Luiza’ ela respondeu ‘estou chacoalhando depois de mijar’ comecei a rir e duvidei foi quando ela vira esse negócio e começa a balançar ele é tão grande que batia na barriga e fazia o barulho… olha só.”
Pamela segurou o pau e ergueu a camisa até a altura do umbigo da Luiza e começou a balançar e não é que o negócio fazia plog plog plog plog eu fiquei rindo, Luiza rindo e Pamela rindo o clima descontraído, mas Luiza parecia que estava ficando com tesão e acabou indo no banheiro.
“Por que você faz isso?... Fica pegando no pênis dela e não faz nada, para de provocar a minha amiga.”
Bom aquilo foi um gelo eu fiquei meio sem mundo por causa disso, não era o meu dia.
Logo Luiza voltou e a gente continuou bebendo “Porque não vamos na piscina.” Falou Luiza.
Pamela concordou, ela foi colocar um biquíni, Luiza foi junto eu fiquei esperando depois de alguns minutos. Pamela me chamou “João vem aqui.”
Eu fui até o quarto, Pamela estava usando um biquíni vermelho, e Luiza estava de sainha rodada
“Faz pra ele ver.” falou Pamela.
Quando eu olhei, Luiza conseguia mexer a ponta da sala sem se mover só com a força do pau.
Eu fiquei impressionado.
“Você é demais amiga, eu queria ter um pênis também… (Pâmela olhou pra mim) igual o da Luiza, ter pênis pequeno não vale.”
“Tadinho do João amiga.” Falou Luiza.
“Eu amo ser mulher mais se eu fosse querer ter um pênis seria pra fazer essas palhaçadas, fica andando com ele balançando sabe… bom vamos João deixa a Luiza se trocar.”
E Pâmela foi me levando até a piscina, a gente entrou na água logo chegou a Luiza e ficamos bebendo na piscina, juro que quando deu umas 20 horas já estávamos todos bêbados demais.
E Pâmela foi buscar mais bebida e quando voltou pulou na água e acabou perdendo o sutiã estava muito bêbado pra ligar e falou “todo mundo pelado agora.”
Eu e Luiza nos olhamos.
“Se não for ficar pelado, melhor sair piscina.”
E Pâmela tirou a calcinha, não tivemos escolha ficamos todos pelados na piscina da Pamela, eu olhando os peitos da Pamela era igual duas laranjas firmes de cor marrom, Luiza tinha um peitos maiores eram silicones parecia firmes e auréolas grandes mas também bonito, eu não resisti e fiquei de pau duro.
Foi quando Pamela abraçou Luiza “você está com o negócio duro.”
Eu fiquei com tesão mais ainda,
“Deixa eu ver se o João também está.” Pamela veio e pegou no pau.
“Também esta… vem aqui Luiza.”
Luiza se aproximou, e Pamela pegou na minha mão “pega, sinta.” levou até o pênis da Luiza.
Era muito grosso e grande e estava super duro, impressionante.
“Aqui pega.” Falou Pamela levando a mão de Luiza no meu pau.
Ela pegou com a mão e passou nele todo envolvendo.
“Nossa, pra ser sincera não consigo acreditar o tanto que é pequeno comparado ao meu.” falou Luiza.
Ser comparado por uma travesti na frente da menina que estava querendo era humilhante demais.
“Sinta a diferença amiga.”
Pamela masturbava a gente simultaneamente.
“É enorme a diferença.”
Eu falei derrotado “sim.”
“Você gostaria de ter um assim João?” Perguntou Pamela.
Fiquei pensando “Não tenho ciúmes.”
“É eu percebi você não broxou.” falou Pamela.
“Você se sente atraída pelo meu pênis?” Perguntou Luiza.
“Qualquer um se sente atraído por esse pênis amiga.” Falou Pamela.
“Você quer segurar ele João?”
“Vamos juntos.” Falou Pamela.
Pegou a minha mão e novamente começamos a masturbar Luiza junto
“Vai e volta.” Pamela ditava o ritmo.
Luiza começou a gemer e começou a gozar na água. “Eu preciso de um banho.”
E Luiza saiu da piscina e Pamela segurando o meu pau, Pamela deu um jeito de praticamente colocar a sua bucetinha no pau e sentou em mim, eu nunca tinha transado na minha vida era a minha primeira vez.
Ela rebolava de um jeito sensual eu com o corpo durão sem saber como reagir estava perdendo a virgindade, segurei os peitos dela e tomei coragem e comecei a beijar sem parar e chupar seus peitos, ela começou a gemer.
“Eu nunca pensei que transar seria tão gostoso.”
“Você é virgem João?”
“Sim.”
Ela gemeu ainda mais e rebolou dentro da água, ela gemia meu nome a gente começou a gemer eu acabei gozando um pouquinho dentro dela enquanto eu tirava ela me pressionou na borda fazendo eu terminar de gozar nela enquanto ela rebolava e gozava também.
“Eu gozei dentro, me desculpa.”
“Eu sei, eu vi você saindo mas eu também estava gozando não podia parar… eu tomo remédio, fica tranquilo e o cloro da água mata tudo.”
“Tá bem.”
E a gente continuava abraçados.
“Eu preciso ver a Luiza.”
A Pamela saiu da piscina eu fiquei nas nuvens, fiquei pelado boiando olhando as estrelas.