Os dias voaram em um turbilhão de prazos e noites longas, levando-os até 12 de dezembro de 2023. Jhonny mal conseguia piscar com um projeto de emergência no trabalho – um sistema de logística que precisava estar pronto antes do Natal, consumindo suas horas como um buraco negro. Ele pouco sabia sobre o novo emprego de Andressa; ela só mencionava que tudo corria bem, que estava feliz e se adaptando ao ritmo agitado do escritório. “Ela parece radiante nas mensagens rápidas… mas sinto falta de detalhes” - pensou Jhonny, sentindo uma pontada de ciúme sutil misturada à orgulho. Era quase meio-dia quando seu celular vibrou sobre a mesa bagunçada do escritório. Era Suzana. "Ei, carequinha… tá livre pro almoço? Saudade de bater papo. Pode ser?" - A voz dela soava leve, mas com um tom carente que ele reconheceu de imediato. Jhonny sorriu, o coração acelerando um pouco. "Claro, Su. Vamos nos encontrar em algum lugar no meio do caminho? Tipo aquele bistrô na Avenida Beira-Mar?" - Ela riu: "Perfeito. Te vejo em 20 minutos."
O restaurante era aconchegante, com mesas de madeira escura e um aroma tentador de ervas frescas e carnes grelhadas flutuando no ar. Não era perto do trabalho de Jhonny, mas valia o desvio – e para Suzana, com sua agenda lotada de alunas ansiosas por corpos perfeitos para o verão, era prático. Eles não se viam desde a comemoração do aniversário de Andressa, semanas atrás, e a rotina apertada de ambos havia criado uma distância incômoda. Jhonny chegou primeiro, pedindo uma mesa pequena no canto, e quando Suzana entrou, o ar pareceu carregar uma eletricidade sutil. Ela usava um vestido solto de verão, verde-claro, que abraçava suas curvas atléticas, os cabelos castanhos escuros e cacheados soltos, caindo sobre os ombros bronzeados de sua pele mulata. “Porra, ela tá linda… sempre tão… viva” - pensou Jhonny, levantando para um abraço apertado. O cheiro dela – um misto de perfume floral e suor leve do dia quente – o invadiu, despertando memórias quentes.
Eles se sentaram lado a lado na mesa apertada, pedindo pratos leves: salada de frango grelhado para ela, um belo bife grelhado com legumes para ele. A conversa fluiu fácil, como sempre, cheia de risadas sobre as loucuras do grupo. "Minhas alunas tão enlouquecidas com o verão chegando… malham o dia todo e ainda sobra energia pra reclamar haha" contou Suzana, os olhos verdes brilhando. Jhonny riu: "Eu tô soterrado em um projeto. Precisamos terminar antes do dia 25 e nem sei se será humanamente possível... Natal vai ser uma bênção se eu sobreviver." Entre garfadas e piadas, Suzana esticou a mão por baixo da mesa, tocando a dele suavemente. Jhonny sentiu um frio na barriga, como se fosse um primeiro encontro – o coração batendo forte, a pele arrepiando. “Nem parece que a gente se conhece há meses… que já transamos... que compartilhamos tanta coisa.” - Jhonny pensou, segurando de volta, os dedos entrelaçando nos dela, quentes e firmes, escondidos da vista dos outros clientes.
A conversa continuou, mas o toque evoluiu. Suzana guiou a mão dele para sua coxa nua, o vestido subindo levemente com o movimento. A pele dela era macia, quente, levemente suados, os músculos tonificados pulsando sob os dedos de Jhonny. A cada risada compartilhada – sobre as trapalhadas de Chris em viagens ou as fotos ousadas no grupo – ela subia a mão dele um pouco mais, o ar ficando carregado de tensão. Jhonny sentiu a ponta de seu dedinho roçar na borda da calcinha, um tecido fino e quente, já úmido de excitação. Seu pau acordou instantaneamente, endurecendo na calça jeans, uma onda de tesão misturada a confusão o invadindo. “Isso… isso é loucura aqui no meio do restaurante.” - pensou. Ele tentou puxar a mão, murmurando: "Su, isso não é… errado? Tipo, a gente tá em público. Sem a Andi e sem o Chris." - Mas ela segurou com gentileza, os olhos travessos e sedutores fixos nos dele, voz manhosa: "Tá tudo bem, Jhonny… desde que a gente conte pra Andi assim que possível. Ela sabe que a gente ia almoçar juntos, inclusive. E eu… tô com tanta saudade. Depois eu conto pro Chris também. Ele vai até reclamar, mas acho que vai ficar de boa. Eu espero..." - Ela piscou, subindo a mão dele mais, agora com mais dedos sobre a calcinha, sentindo o calor macio da boceta dela , o tecido encharcado e quente.
Jhonny engoliu em seco, o pau latejando dolorosamente contra o zíper. Involuntariamente, seus dedos começaram a circular, apertando suavemente o clitóris inchado através do pano fino, sentindo a umidade crescer. Suzana soltou um gemido baixo, abafado, os lábios entreabertos em prazer. A mão livre dela agora repousava sobre a calça dele, massageando o membro ereto com toques leves, circulares, o calor da palma dela o enlouquecendo. "Ouvi da Andi que você e o Chris… não tão no melhor momento" - comentou Jhonny, voz rouca, tentando manter a compostura enquanto os dedos dele exploravam mais, sentindo os lábios inchados se abrindo sob a calcinha. Suzana assentiu, mordendo o lábio: "Ele tá viajando tanto… vendendo bem nesse fim de ano, trazendo grana boa, mas quando tá em casa, namora gostoso e logo some pro trabalho de novo... Me deixa horas sem atenção. Tô tão carente, Jhonny… com saudades do homem da minha vida…" Ela pausou, corrigindo rápido: "Quer dizer, do meu querido amigo." O peito de Jhonny apertou – ele percebeu o erro logo corrigido, o "homem da vida dela" ecoando em sua mente. “Por que isso me afeta tanto? Eu amo a Andi de todo coração… mas a Su mexe com algo mais profundo. Não é só tesão, como com a Cintia ou a Anna. Ela definitivamente mexe com meu coração.” - pensou ele.
Ele continuou os carinhos, dedos pressionando ritmados, sentindo a calcinha encharcar mais, o corpo dela tremendo levemente. Suzana tentava esconder, tampando a boca com a mão livre, controlando os gemidos suaves que escapavam. "Jhonny… ah, isso…” - “tô atrasado pro trabalho," murmurou ele, mas não parava, hipnotizado pelo prazer dela. De repente, ela se comprimiu, olhos fechando, corpo tensionando em um orgasmo sutil – a boceta pulsando contra os dedos dele, a calcinha ficando ainda mais encharcada e molhando a cadeira com seu gozo quente. Jhonny viu a hora no relógio de parede: tinha que ir. Antes de se levantar, Suzana o puxou para um beijo – língua dançando carinhosa, deliciosa, o gosto dela e de suco de uva com um desejo invadindo sua boca. Um beijo longo, demorado e molhado. Ao final, ela puxou o ar , mas hesitou, como se fosse dizer algo, mas desistiu antes que as palavras saíssem, pegando o celular em vez disso. "Vou falar com a Andi agora… mostrar como fiquei depois do carinho do marido dela" - disse Suzana, com um sorriso safado, tirando uma foto discreta da calcinha, do vestido e do banco molhados sob a mesa.
Jhonny piscou, confuso, mas deixou pra lá. Então, Suzana mudou de assunto: "Ei, viu o status safadinho da Andi?" - Ele franziu a testa: "Que status?" - Ela mostrou o WhatsApp: uma selfie antiga de Andressa, só de lingerie branca com bordados delicados, parecendo algo de noiva, o corpo esguio e tentador realçado pelo tecido translúcido. "Essa lingerie… ela tem uns quatro anos, né?" - comentou Jhonny, o pau ainda latejando. A ficha caiu: "Vocês… as meninas fazem isso? Colocam fotos sensuais no status?" - Suzana riu, confusa mas divertida: "Sim, desde que você descobriu tudo. Mas configuramos só pras meninas e você verem. As outras pessoas tão bloqueadas." - Ela gargalhou, e Jhonny riu amarelo, aliviado: "Caramba, me assustei à toa. Nunca reparo em status… o que será que perdi?" - Ele checou rápido: no de Andressa, só aquela foto. No de Suzana, uma dela de biquíni verde de meses atrás, o corpo atlético brilhando ao sol. No de Cintia, nada. No de Anna, uma ousada: ela chupando uma boceta morena, provavelmente de Suzana, os detalhes sensuais e explícitos. "Quem pode ver esses?" - perguntou Jhonny, excitado. "Só a gente – as meninas e você. Chris vê só o meu; as outras não liberaram pra ele," explicou Suzana, piscando.
Eles se despediram com um selinho rápido, os lábios dela macios e quentes contra os dele. Jhonny correu pro carro, o corpo ainda zumbindo de tesão, e mandou uma mensagem pra Andressa: "Ei, amor… adorei sua foto no status, sexy pra caramba. Almocei com a Su, foi… interessante. Depois te conto."
Quase uma hora depois, ela respondeu: "Obrigada pelo elogio, safado! Finalmente você viu um status meu, hein? Kkk. Como a Su tava? Ela anda cabisbaixa de novo, com o Chris ausente… mas fico feliz que você a agradou com um carinho." - E veio um áudio, voz rouca e provocante: "Mais tarde, sou eu que vou querer um carinho desses… prepare-se." - O que de fato foi devidamente feito a noite. Porém, naquele momento, Jhonny apenas sorriu, o coração dividido entre o amor por Andressa e os sentimentos complicados por Suzana, o dia deixando um rastro de excitação e reflexões profundas.