Quando Marcelo anunciou que o irmão mais novo passaria uma temporada morando com eles, tentei parecer indiferente.
— É só até ele se organizar — disse Marcelo durante o jantar. — Depois da separação, o Renato ficou meio perdido.
Concordei com a cabeça, embora tivesse sentido um desconforto estranho desde o instante em que ouvi a notícia. Gostava da minha liberdade em usar minhas camisolas, regatas soltas e somente de calcinhas por baixo, literalmente livre.
Renato tinha trinta e dois anos, bem mais novo que Marcelo, carregava uma energia completamente diferente. Enquanto meu marido era previsível, sereno e acomodado à rotina da pequena cidade do interior paulista, Renato chegava trazendo movimento: barba por fazer, adorava ficar sem camiseta, olhar intenso e um jeito provocador de falar baixo demais.
Na primeira noite em casa, desci até a cozinha para beber água e encontrei Renato encostado na pia, sozinho, tomando cerveja no escuro.
— Insônia? — ele perguntou.
— Costume.
Sorri.
A partir dali pequenos detalhes começaram a acontecer.
Olhares demorados durante o café da manhã.
Silêncios constrangedores quando Marcelo saía para trabalhar.
Renato andando pela casa com roupas leves demais e sem camiseta, para alguém dividindo espaço com a cunhada.
Percebi tudo. E odiava perceber.
Mas também gostava.
Na cidade pequena, sempre fui vista como esposa exemplar. Casada há mais de vinte anos, elegante, discreta, respeitada. Só que Renato parecia enxergar algo por trás daquela imagem perfeita. Como se percebesse a mulher inquieta escondida sob os vestidos comportados que tinha que usar com ele ali.
Numa tarde, Marcelo viajou para resolver problemas da empresa que trabalha numa cidade vizinha. Voltaria apenas no dia seguinte.
A chuva caiu no começo da noite.
A energia oscilou.
Encontrei Renato sentado sozinho na varanda, observando o temporal.
Usava um vestido fino, leve demais para o vento frio que começava. Renato levantou os olhos lentamente quando eu apareci.
— Você faz ideia do efeito que causa? — perguntou ele, quase num sussurro.
Deveria entrar naquele instante.
Mas fiquei.
O coração acelerava de um jeito perigoso. Havia algo intoxicante em ser desejada daquele modo tão direto, tão proibido. Principalmente por alguém que convivia conosco todos os dias, irmão do meu marido.
— Você está confundindo as coisas — disse, embora minha voz não demonstrasse firmeza.
Renato levantou-se devagar.
— Não estou.
A tensão cresceu entre nós como a própria tempestade lá fora. Sentia o peso do risco em cada segundo. O irmão do marido. A mesma casa. A possibilidade constante de sermos descobertos.
Talvez fosse exatamente isso que tornasse tudo ainda mais intenso.
Me puxando pelo braço, Renato me levantou fazendo ficar frente a frente com ele e me beijou. Tentei sair daquela situação, colocando a mão em seu peito, tentando afastar de mim, mas não conseguia ter forças. Seus lábios deliciosos encostados aos meus, faziam um calor subir pelas minhas costas.
Senti suas mãos puxando o tecido fino do vestido, levantando até minha cintura, tentava abaixar, mas ele continuava segurar, até sentir suas mãos na minha pele, acariciando meu bumbum. Estava inteira arrepiada, entregue.
E num piscar de olhos ele tirou meu vestido. Nesse momento ele parou, olhando para meus fartos seios nus, as auréulas grandes e escuras, bicos durinhos e pontudos. Parecia ter ficado hipnotizado, mas logo me puxou e começou a chupá-los com uma força que parecia querer arrancá-los. Senti minha calcinha ficar encharcada de tesão.
Estava muito arriscado ali na varanda, mesmo com a chuva, os vizinhos poderiam nos ver, ainda mais eu somente de calcinha. Então peguei ele pela mão e fomos até meu quarto, na cama que durmo com seu irmão.
Ele foi tirando sua roupa, quando pude ver uma pica linda, grossa, cheia de veias...... bem diferente do irmão. Arranquei minha calcinha, me deitei e abri as pernas, ele começou a chupar minha buceta carnuda e depilada. Não aguentei muito tempo, acho que pela situação, fuder com o próprio cunhado, a chuva caindo lá fora, então gozei muito.
Me colocando de quatro na cama, se posicionou e foi penetrando tudo aquilo em mim, eu rebolava com sua pica me fudendo. Era fascinante saber que o irmão do meu marido estava saboreando minha buceta e naquela posição, tinha a visão do meu cuzinho que piscava de tanto tesão.
Deitei ele e fui em cima, sentando gostoso e cavalgando como louca, meus seios balançando em seu rosto, os gritos e gemidos no quarto, o perigo, a sensação de que Marcelo poderia chegar e nos pegar fudendo. Tudo me fazia ficar mais louca, gozando novamente.
Mas quando ele foi gozar, pedi para avisar, pois queria tudo em minha boca, e assim Renato fez. Me ajoelhei e abri bem a boca e engoli tudo, sem deixar uma gota cair.
Fudemos muito até cairmos desmaiados na cama. Quando acordei pela manhã, Renato estava abraçado comigo, como a muito tempo Marcelo não fazia.
Aproveitamos o dia inteiro juntos em casa fudendo, muito mesmo!
Quando Marcelo chegou, tudo parecia normal, a rotina do dia a dia para ele não havia mudado. A partir dalí, o que havia mudado era a minha rotina, estava viva novamente.
Todos os dias quando Marcelo saia para trabalhar, Renato vinha para meu quarto tomar o lugar e a mulher do irmão. Passávamos o dia inteiro juntos, sentindo cada parte do corpo, cada respiração, cada sensação.
Não sei o que vai ser de mim quando Renato for embora
