Entre Garçons e o Corno

Um conto erótico de Felizarda da surpresa
Categoria: Grupal
Contém 1001 palavras
Data: 01/05/2026 05:24:19

Quando cheguei ao local combinado, a incerteza me dominava. O Sr. Carlos, o motorista de aplicativo, confirmou que o destino era ali, mas o cenário era desolador. Pedi que ele esperasse por alguns segundos e liguei para Sandro. Ele atendeu apenas no quinto toque. Eu não conseguia disfarçar o nervosismo; o local era esquisito, mergulhado na escuridão, e o medo começava a rastejar pela minha espinha.

Sandro avisou que já estava saindo. Implorei ao motorista que não me deixasse sozinha naquela rua deserta. O Sr. Carlos, com uma gentileza rara, assentiu. Três minutos depois, Sandro surgiu no portão. Reconheci sua silhueta, agradeci novamente ao Carlos — trocando contatos com um olhar cúmplice — e caminhei em direção ao meu destino.

Antes de qualquer palavra, ele me tomou em um beijo possessivo. "Você está linda", sussurrou. Eu vestia exatamente o que ele pedira, a pele queimando sob o tecido fino. Entramos rapidamente; a rua não me trazia conforto, mas o que encontrei lá dentro mudou meu pulso.

O espaço parecia um salão de festas adaptado, sem fachadas, escondendo um luxo clandestino. No centro, uma piscina refletia a luz da lua cheia, e o som ambiente era um lounge de baixa frequência que vibrava no baixo ventre. Sobre uma mesa, o balde de gelo ostentava o espumante que é meu ponto fraco. Agradeci com outro beijo, provocando-o: "Você sabe exatamente como me ganhar. Adoro beber e foder". Sandro sorriu enigmático: "As surpresas mal começaram".

Ele me conduziu para o interior. Ao atravessar uma porta de vidro espelhado, o cenário se transformou em um altar de luxúria. Uma mesa enorme, adaptada com um colchão macio, dominava o centro. As luzes principais estavam apagadas; apenas arandelas laterais banhavam o ambiente com um tom âmbar. Uma máquina de fumaça lançava névoa baixa, criando uma atmosfera onírica. E então, eu os vi: doze homens negros, esculturais, completamente nus. Todos ostentavam cavanhaques — meu fetiche confesso — e se masturbavam ritmicamente enquanto me devoravam com o olhar. Senti-me a protagonista de um gang bang de alto nível.

Inerte, vi Sandro deslizar o vestido pelo meu corpo. Eu não sabia para onde olhar, mas queria ser caçada. A excitação era um choque elétrico. Enquanto Sandro soltava meu sutiã, um dos homens levantou-se. Ele era um gigante. Aproximou-se com a garrafa de espumante e serviu minha taça. No processo, seu membro pulsante, enorme e teso, roçou propositalmente em mim. Bebi o líquido gelado sentindo o calor dele. Sandro, atrás de mim, beijava minha nuca e sussurrava perguntas que eu só conseguia responder balançando a cabeça. Quando tentei tocar aquele pau monumental, o "garçom" recuou, dando lugar a outros dois que me ergueram e me deitaram na mesa.

Minha calcinha foi rasgada sem cerimônia. Começaram a espalhar creme pelo meu corpo. Eu tentava tocá-los, mas a ordem de Sandro era absoluta: "Não a deixem tocar". Eles eram soldados da luxúria, obedientes e cruéis. Enquanto eu sentia mãos por todos os lados, via Sandro — o contraste pálido, de baixa estatura e dotes modestos — observando tudo. Minha bunda era bolinada com força; dedos invasores exploravam meu rabo sem piedade. Eu mordia os lábios, em êxtase, vendo meu marido se masturbar diante da soberania daqueles machos.

Fui vendada e meus braços amarrados, deixando-me vulnerável e exposta. O cheiro de perfume caro misturava-se ao odor viril de feromônios. Mais espumante foi derramado sobre minha boca e meus seios, o líquido borbulhando enquanto mãos anônimas massageavam meu clitóris. O clímax veio como uma explosão; gozei desesperadamente sem saber quem me tocava. Logo após, uma boca gelada — banhada em espumante — envolveu minha intimidade, sugando-me com uma técnica que me fazia perder os sentidos. Eu queimava e pedia por mais, implorando para ser liberta enquanto o rodízio de bocas e toques continuava.

Tapas estalavam em meu rosto e nádegas. A mão era pesada, máscula, bem diferente da de Sandro. Eu estava em transe. Fui desamarrada e conduzida, ainda vendada, até ser presa em pé, abraçada a um suporte. Senti a primeira penetração. Pedi por proteção, e a voz de Sandro surgiu no meu ouvido garantindo que tudo estava sob controle.

Aproveitei o ápice para humilhá-lo. "Pau pequeno! Corno!", eu gritava enquanto era possuída alternadamente. "Gosta de ver como homens de verdade me usam?". Eu era estuprada consensualmente por turnos de força e carinho. Gozei horrores sob a chuva de tapas que, eu sabia, vinham da mão ressentida de Sandro.

Após o que pareceu uma eternidade de prazer abjeto, o silêncio retornou. Fui solta e sentei-me com dificuldade; meu rabo ardia pelos hematomas que agora desenhavam mãos em minha pele. Sandro retirou minha venda. A claridade incomodou, mas ele me ofereceu frutas e seu próprio membro. Atendi à ordem de imediato, mas fiz questão de sussurrar entre os movimentos: "Vou foder com o Sr. Carlos, e você vai assistir também". O nome de outros homens escapava dos meus lábios até que ele não resistiu e gozou na minha boca.

Ao olhar ao redor, o salão estava vazio. Apenas a bagunça de taças e lençóis restava. Quando perguntei pelos homens, Sandro riu com um cinismo perturbador. "Não havia ninguém, querida. Foi tudo uma fantasia da sua cabeça. Você bebeu demais". Ele me entregou uma garrafa de espumante como se fosse um troféu de corrida.

No banho, a água quente denunciava cada marca em meu corpo. O rabo pegava fogo, mas meu desejo era de voltar e foder todos novamente. Voltamos para casa no carro dele. Ele continuava negando o gang bang, ignorando as marcas roxas que eu exibia como medalhas.

Eu apenas sorria. No banco do carona, mandei uma foto da minha intimidade para o Sr. Carlos, o motorista, agradecendo a "gentileza". Sandro ria, o riso de quem sabe o peso dos chifres que carrega.

Cheguei em casa destruída. Apaguei. Na manhã seguinte, o café na cama foi a desculpa perfeita para mais um boquete matinal. Afinal, leite pela manhã é fundamental para a saúde, e o Sr. Carlos me espera para o próximo capítulo dessa história, com Sandro na primeira fila, como sempre.

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 0 estrelas.
Incentive Negão_RJ a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.
Foto de perfil de Negão_RJNegão_RJContos: 350Seguidores: 127Seguindo: 8Mensagem Gosto de Ler, Gosto de Escrever

Comentários