O Pecado Mora em Casa

Um conto erótico de Cris Bitch
Categoria: Heterossexual
Contém 2147 palavras
Data: 18/05/2026 22:33:04

Meu nome é Cristina. Você já me conhece, ou pelo menos conhece a mulher que me tornei: loira, 29 anos, dona de um corpo que faz os homens perderem a razão, com seios fartos e uma bunda que atrai olhares como um ímã. Você sabe que sou safada, que gosto de sexo sujo, intenso e sem amarras. Mas eu nem sempre fui assim. Houve um tempo em que eu era apenas uma garota de 18 anos, descobrindo o poder que tinha sobre os homens, e foi exatamente nessa época que a minha vida virou de cabeça para baixo.

Tudo começou na igreja. Sim, por mais irônico que pareça, foi naquele ambiente de aparente pureza que eu conheci Josué. Ele tinha 37 anos, era divorciado e exalava aquela aura de homem maduro, protetor e experiente. Eu, com meus 18 anos recém-completados, ainda usava vestidos comportados e tentava esconder as curvas que já começavam a chamar atenção demais. Mas Josué notou. Ele sempre notava.

Nós começamos a conversar depois dos cultos. Ele era gentil, atencioso, e logo me vi completamente apaixonada por ele. Foi o meu primeiro amor, a primeira vez que me entreguei de corpo e alma a alguém. O romance engatou rápido, e em poucos meses eu já passava a maior parte do meu tempo na casa dele. Josué me ensinou muito sobre o prazer, mas ele era um homem tradicional, que gostava de estar no controle. Eu gostava, mas havia uma chama dentro de mim que ele não conseguia apagar completamente.

E foi aí que Breno entrou na história.

Breno era o filho de Josué, fruto do primeiro casamento dele e morava com o pai. Quando eu comecei a frequentar a casa, Breno me tratava com uma mistura de indiferença e hostilidade. Ele era um adolescente típico: rebelde, calado, sempre trancado no quarto jogando videogame ou ouvindo música alta. Mas, à medida que os meses passavam, a dinâmica entre nós começou a mudar.

A primeira vez que percebi que havia algo diferente foi em uma tarde quente de domingo. Josué tinha saído para resolver um problema no trabalho, e eu fiquei em casa, deitada na beira da piscina, usando um biquíni branco que, molhado, deixava muito pouco para a imaginação. Eu estava de olhos fechados, tomando sol, quando senti uma sombra sobre mim. Abri os olhos e vi Breno parado ali, me encarando. O olhar dele não era o de um enteado para a madrasta. Era o olhar de um homem faminto.

— O pai ligou. Disse que vai demorar — ele murmurou, a voz um pouco rouca, os olhos fixos nos meus seios, que quase saltavam do biquíni.

— Obrigada por avisar, Breno — eu respondi, me espreguiçando de propósito, arqueando as costas para empinar ainda mais os seios. Vi o pomo de adão dele subir e descer enquanto ele engolia em seco. Ele deu as costas e entrou em casa rapidamente, mas eu sabia que tinha plantado uma semente.

A segunda ocasião foi algumas semanas depois. Eu estava na cozinha, preparando o jantar, usando um shortinho jeans bem curto e uma blusa soltinha. Breno entrou para pegar um copo de água. O espaço entre a pia e a ilha central era estreito, e quando ele passou por mim, nossos corpos se roçaram. Não foi um esbarrão acidental. Ele passou devagar, o quadril dele roçando na minha bunda. Eu parei de cortar os legumes e prendi a respiração.

— Desculpa, Cris — ele sussurrou, bem perto do meu ouvido, a respiração quente batendo no meu pescoço.

— Tudo bem, Breno. Só toma cuidado por onde anda — eu respondi, virando o rosto levemente para encará-lo. Nossos rostos ficaram a centímetros de distância. O cheiro dele, uma mistura de sabonete e hormônios adolescentes, me deu um frio na barriga. Ele sorriu de canto, pegou a água e saiu, me deixando ali, com as pernas bambas e a calcinha úmida.

O jogo de sedução continuou, cada vez mais perigoso. A terceira vez foi a mais arriscada até então. Josué estava no banho, e eu estava no quarto de hóspedes, procurando uma toalha limpa. Breno entrou no quarto sem bater. Ele estava sem camisa, o corpo magro, mas já definido pelos treinos na academia, o peito liso e o abdômen marcado.

— Cris, você viu o meu... — ele parou de falar assim que me viu. Eu estava apenas de calcinha e sutiã, de costas para a porta.

Virei-me devagar, sem tentar me cobrir. Deixei que ele olhasse. Deixei que ele devorasse cada centímetro do meu corpo com os olhos.

— Viu o quê, Breno? — perguntei, a voz baixa, quase um sussurro.

Ele deu um passo na minha direção, os olhos escuros brilhando de desejo.

— Nada. Esquece — ele respondeu, a voz falhando. Ele levantou a mão, como se fosse tocar o meu ombro, mas o barulho do chuveiro sendo desligado no quarto ao lado nos trouxe de volta à realidade. Ele recuou rapidamente e saiu do quarto, me deixando com o coração acelerado e um tesão absurdo.

A quarta vez foi a gota d'água. Estávamos sozinhos em casa novamente, assistindo a um filme na sala. Eu estava sentada no sofá, com as pernas encolhidas, e ele estava na poltrona ao lado. Em um determinado momento, o controle remoto caiu no chão, bem entre nós. Nós dois nos abaixamos para pegar ao mesmo tempo, e nossas mãos se tocaram. Ele não recuou. Em vez disso, ele segurou a minha mão, os dedos dele entrelaçando nos meus.

Eu olhei para ele, e a tensão no ar era tão densa que podia ser cortada com uma faca. Ele se aproximou, o rosto quase colado no meu.

— Você sabe que eu não consigo parar de pensar em você, né? — ele sussurrou, os olhos fixos na minha boca.

— Breno... isso é errado. O seu pai... — eu tentei argumentar, mas a minha voz não tinha convicção nenhuma.

— Eu não ligo pro meu pai agora — ele respondeu, e antes que eu pudesse dizer mais alguma coisa, ele me beijou.

Foi um beijo rápido, desesperado, cheio de medo e desejo. Eu correspondi por um segundo, sentindo o gosto dele, antes de empurrá-lo de leve.

— Não podemos, Breno. É muito perigoso — eu disse, ofegante, me levantando e indo para o meu quarto. Mas eu sabia que era apenas uma questão de tempo. A represa estava prestes a estourar.

E estourou na semana seguinte.

Josué tinha viajado para um congresso da igreja e só voltaria no dia seguinte. Eu e Breno estávamos sozinhos na casa. O clima estava insuportável. Nós mal nos falávamos, evitando olhar um para o outro, sabendo que qualquer faísca causaria um incêndio.

Era tarde da noite. Eu estava no meu quarto, deitada na cama, usando apenas uma camisola de seda preta, tentando dormir, mas o meu corpo queimava. Eu me tocava por cima da calcinha, imaginando as mãos de Breno em mim, quando a porta do quarto se abriu devagar.

Ele entrou, fechou a porta e trancou. O barulho da chave girando na fechadura foi o gatilho que eu precisava.

Ele caminhou até a cama, os olhos fixos em mim. Ele estava usando apenas uma cueca boxer, e o volume ali era impossível de ignorar.

— Eu não aguento mais, Cris — ele disse, a voz rouca, cheia de urgência.

— Então vem, Breno. Vem pegar o que você quer — eu respondi, abrindo as pernas e puxando a camisola para cima, revelando a minha calcinha já encharcada.

Ele não pensou duas vezes. Pulou na cama, arrancando a minha calcinha com uma brutalidade que me surpreendeu e me excitou ainda mais. Ele colou a boca na minha, um beijo voraz, faminto, enquanto as mãos dele apertavam os meus seios com força.

— Caralho, você é tão gostosa... eu sonhei com isso tantas vezes — ele murmurava entre os beijos, descendo a boca pelo meu pescoço, mordendo a minha pele.

— Mostra pra mim, Breno. Mostra o que você sabe fazer — eu provoquei, enfiando as mãos nos cabelos dele.

Ele desceu os beijos até a minha barriga e, sem aviso, enterrou o rosto na minha intimidade. A língua dele era quente e ágil, explorando cada dobra, chupando o meu clitóris com uma vontade desesperada. Eu joguei a cabeça para trás, gemendo alto, me contorcendo na cama.

— Isso... ah, Breno... que delícia... — eu gemia, sem me importar com o volume da minha voz. Afinal, estávamos sozinhos.

Ele me chupou até eu gozar, tremendo e gritando o nome dele. Assim que eu me recuperei, ele se levantou, abaixou a cueca e revelou um pau grosso, duro como pedra, latejando de tesão.

— Agora é a minha vez — ele disse, se posicionando entre as minhas pernas.

Eu segurei o pau dele, guiando-o até a minha entrada.

— Mete, Breno. Mete com força.

Ele enfiou tudo de uma vez. Eu gritei, sentindo a grossura dele me preencher completamente. Era diferente de Josué. Josué era contido, metódico. Breno era puro instinto, selvagem, inexperiente, mas cheio de uma energia inesgotável.

Ele começou a estocar com força, o barulho dos nossos corpos batendo ecoando pelo quarto. Plaft, plaft, plaft.

— Puta que pariu, Cris... a sua buceta é muito apertada... — ele gemia, ofegante, suando em cima de mim.

— Mete mais forte, Breno! Arromba a sua madrasta! — eu gritava, completamente entregue à vulgaridade, falando as maiores baixarias para deixá-lo ainda mais louco.

Nós mudamos de posição. Eu fiquei de quatro na cama, empinando a minha bunda grande para ele. Ele segurou a minha cintura com força e voltou a meter, cada estocada mais profunda que a anterior. Eu gemia alto, o rosto afundado no travesseiro, sentindo o pau dele bater no fundo do meu útero.

O quarto cheirava a sexo, a suor, a pecado. Nós estávamos completamente perdidos na luxúria, cegos e surdos para o mundo ao nosso redor.

Foi por isso que não ouvimos o barulho do carro na garagem. Não ouvimos a porta da frente se abrir. Não ouvimos os passos no corredor.

— Cris, eu vou gozar... eu vou gozar dentro de você! — Breno gritou, acelerando o ritmo, as estocadas violentas me fazendo quicar na cama.

— Goza, Breno! Enche a minha buceta de porra! — eu gritei de volta, sentindo o meu próprio orgasmo se aproximar.

Ele deu um gemido tão forte, e eu senti o jato quente de sêmen inundando o meu interior. Eu gozei junto com ele, contraindo os músculos ao redor do pau dele, tremendo de prazer.

Ele caiu por cima de mim, exausto, ofegante, o peso do corpo dele me esmagando contra o colchão. Nós ficamos ali, tentando recuperar o fôlego, o silêncio do quarto quebrado apenas pela nossa respiração pesada.

E então, o som que gelou o meu sangue.

O barulho da maçaneta sendo forçada.

— Cristina? A porta tá trancada. Tá tudo bem? — A voz de Josué soou abafada do outro lado da porta.

O congresso. Ele tinha voltado mais cedo.

Breno congelou em cima de mim. Os olhos dele se arregalaram em pânico. O pau dele, ainda dentro de mim, amoleceu instantaneamente.

— Cristina? Abre a porta! — A voz de Josué ficou mais alta, mais impaciente.

Eu olhei para Breno, o terror estampado no rosto dele. O meu coração batia tão forte que parecia que ia rasgar o meu peito. O cheiro de sexo no quarto era inegável. A minha calcinha rasgada no chão. Nós dois nus, suados, a porra do filho dele escorrendo pelas minhas pernas.

— Cristina! Eu sei que você tá aí! Abre essa porta agora! — Josué gritou, e em seguida, um estrondo. Ele estava chutando a porta.

Breno saiu de cima de mim num pulo, tropeçando nos próprios pés, tentando desesperadamente achar a cueca no escuro. Eu puxei o lençol para cobrir o meu corpo nu, tremendo da cabeça aos pés.

BAM!

A porta cedeu com um estrondo ensurdecedor, a madeira lascando ao redor da fechadura.

Josué parou no batente da porta. A luz do corredor iluminou o quarto, revelando a cena em todos os seus detalhes sórdidos.

Ele olhou para mim, encolhida na cama, segurando o lençol. Depois, olhou para Breno, nu, segurando a cueca nas mãos, paralisado de medo.

O silêncio que se seguiu foi a coisa mais aterrorizante que eu já experimentei na vida. Josué não gritou. Ele não avançou para cima de nós. Ele apenas ficou ali, parado, os olhos escuros passando de mim para o filho dele, absorvendo a traição, o pecado, a destruição da sua família.

O que aconteceu depois? Bem, essa é uma história para outra hora. Mas posso te dizer uma coisa: aquela noite mudou a minha vida para sempre. E foi ali, naquele quarto com cheiro de suor e sêmen, sob o olhar destruído do homem que eu achava que amava, que a verdadeira Cristina nasceu. A mulher que não tem medo de nada, que toma o que quer e que sabe que, no fim das contas, o pecado sempre mora em casa.

Para quem quiser saber mais de mim, pode me chamar no whatsapp onze, nove, cinco, quatro, nove, cinco, sete, sete, quatro, dois.

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