A Dentista Gostosa, O Marido Nerd , A Estagiária e os Órfãos Negros PT8 A Orgia de aniversário de casamento

Um conto erótico de Carvalhinho
Categoria: Heterossexual
Contém 2669 palavras
Data: 18/05/2026 12:18:10

Na manhã seguinte, Jaque acordou com um cheiro delicioso de café fresco. Maurício estava ao lado da cama, segurando uma bandeja com café, torradas, frutas e suco de laranja. Ele sorriu timidamente, ainda com olheiras, mas tentando ser carinhoso.

— Bom dia, amor. Fiz seu café da manhã preferido.

Jaque se sentou na cama, surpresa e tocada. Tomou o café enquanto conversavam sobre coisas banais. Depois de comerem, Maurício tirou a bandeja e voltou para a cama, beijando o pescoço dela.

O clima esquentou rapidamente. Jaque puxou o marido para cima dela, beijando-o com desejo. Maurício tirou a camisola dela e chupou seus seios siliconados com vontade, mordendo os mamilos enquanto ela gemia baixinho. Ele desceu, abriu as pernas fortes dela e lambeu sua buceta com fome, enfiando a língua fundo.

— Você tá tão molhada… — murmurou ele.

Jaque o puxou para cima e abriu as pernas, sentindo ele penetrá-la. Maurício começou a meter com ritmo, olhando nos olhos verdes dela. O sexo estava intenso, cheio de paixão acumulada.

No meio da foda, Jaque segurou o rosto dele e sussurrou, ofegante:

— Você quer comer meu cu hoje?

Maurício parou por um segundo, surpreso. Seus olhos se arregalaram.

— Jaque… você nunca quis fazer anal… Tem certeza?

Ela sorriu, virou de quatro na cama e empinou a bunda empinada para ele.

— Hoje eu quero. Vem.

Maurício lubrificou o pau com saliva e o cuspe dela, posicionou a cabeça na entrada apertada do cuzinho e empurrou devagar. Jaque gemeu alto, sentindo a pressão. Ele entrou centímetro por centímetro, devagar, até estar todo dentro.

— Porra… tá tão apertado… — gemeu Maurício.

Ele começou a meter devagar, depois foi aumentando o ritmo. Jaque gemia de prazer e dor misturados, empinando mais a bunda. Maurício segurou sua cintura e meteu com mais força, o pau de 18cm entrando e saindo do cuzinho dela.

— Isso… fode meu cu… — pediu Jaque, a voz rouca.

Maurício acelerou, batendo contra a bunda dela, gemendo alto. Jaque gozou tocando o próprio clitóris, tremendo inteira. Maurício não aguentou e gozou logo depois, enchendo o cuzinho dela de porra quente.

Eles desabaram na cama, suados e ofegantes. Depois de alguns minutos, Maurício falou, ainda recuperando o fôlego:

— Tudo tem que ser bem planejado, Jaque. Se a Marina estiver comigo… você tem que estar com os meninos. E vice-versa. Sem mentiras. Sem ciúmes escondidos. Combinado?

Jaque virou o rosto para ele, sorriu e respondeu:

— Combinado.

Após o café da manhã, Jaque e Marina saíram juntas para o posto de saúde. Durante o dia, Henrique e Gegê ficaram em casa com Maurício, ajudando com pequenos consertos e assistindo TV. O clima estava estranho, mas ninguém tocou no assunto.

No final da tarde, quando Jaque e Marina voltaram, as duas estavam vestidas de forma provocante: vestidos curtos, leves e colados ao corpo. Jaque usava um vestido preto justo que marcava seus seios siliconados e mal cobria a bunda empinada. Marina usava um vestido vermelho ainda mais curto, que deixava suas coxas à mostra. As duas estavam sem calcinha.

Durante o jantar, as provocações foram constantes. Jaque e Marina cruzavam e descruzavam as pernas, deixavam o vestido subir, roçavam os corpos nos meninos “sem querer”. Maurício tentava disfarçar o desconforto, mas o volume na bermuda era visível.

No início da noite, enquanto todos estavam na sala, a luz acabou de repente. A casa ficou completamente escura.

Jaque se levantou, pegou a mão de Maurício no escuro e sussurrou no ouvido dele:

— Vai até o quarto da Marina e transa com ela. Eu vou pro quarto dos meninos.

Maurício hesitou por um segundo, mas Jaque o empurrou levemente na direção do corredor. Ele foi.

No quarto de Marina , Maurício entrou. Marina o esperava na cama, já nua. Ela puxou ele para si, beijou com fome e tirou a roupa dele. Logo estava de quatro, empinando a bunda média. Maurício meteu nela com força, segurando seus quadris, batendo contra sua bunda enquanto ela gemia alto:

— Isso… me fode… sou sua putinha hoje…

No quarto dos meninos, Jaque entrou e fechou a porta. Henrique e Gegê já estavam nus, paus duros. Ela tirou o vestido e ficou nua no escuro , Henrique a jogou na cama e enfiou os 22cm grossos de uma vez. Jaque gemeu alto, sentindo ele abrir ela inteira. Gegê enfiou o pau de 19cm na boca dela. Os dois começaram a fodê-la com força — Henrique metendo fundo na buceta enquanto Gegê fodia sua garganta.

Eles trocaram várias vezes. Jaque foi comida de quatro, de lado, cavalgando um enquanto chupava o outro. Seus gemidos ecoavam no quarto escuro, misturados com o barulho molhado dos corpos.

Henrique a virou de quatro e meteu com violência, batendo contra sua bunda empinada. Gegê enfiava na boca dela, segurando seu cabelo loiro. Jaque gozou tremendo, apertando o pau de Henrique. Pouco depois, Gegê gozou na boca dela, enchendo sua garganta. Henrique meteu mais fundo e gozou logo em seguida, enchendo sua buceta de porra quente.

No outro quarto, Maurício fodia Marina com força, gemendo o nome dela enquanto ela rebolava embaixo dele.

A casa inteira estava tomada por gemidos, tapas e o som de sexo intenso.

Jaque, deitada entre Henrique e Gegê, suada e cheia de porra, sorriu no escuro.

Nos dias seguintes, o clima de sexo na casa se tornou constante e quase insaciável.

A dinâmica estava estabelecida: cada casal ou trio , tinha seu espaço e seu momento. Não havia mais mentiras, apenas um acordo silencioso e excitante.

No quarto do casal:

Jaque estava deitada de costas na cama, pernas abertas, enquanto Maurício metia nela com ritmo firme. Ele segurava suas coxas fortes, olhando para os seios siliconados balançando a cada estocada. Jaque gemia baixinho, as mãos cravadas nas costas dele.

— Mais forte, amor… — pediu ela.

Maurício acelerou, metendo fundo, o pau de 18cm entrando e saindo brilhando. Jaque gozou primeiro, apertando ele com a buceta, gemendo o nome dele. Maurício gozou logo depois, enchendo-a de porra quente enquanto tremia.

Eles ficaram abraçados, suados, trocando beijos carinhosos. Maurício, mesmo ainda tímido, parecia mais relaxado e satisfeito do que nunca.

No quarto dos meninos:

A cena era bem mais selvagem.

Marina estava completamente nua, de quatro no meio da cama. Henrique metia nela por trás com força, segurando sua cintura e batendo aqueles 22cm grossos fundo na buceta. Gegê estava na frente, fodendo a boca dela com seu pau de 19cm, segurando o cabelo loiro da estagiária.

— Isso… me fode… me usam… — gemia Marina, a voz abafada pelo pau de Gegê.

Henrique dava tapas fortes na bunda dela, acelerando o ritmo. Gegê enfiava mais fundo na garganta, fazendo Marina babar inteira. Eles trocaram de posição várias vezes: Marina cavalgando Henrique enquanto chupava Gegê, depois sendo comida de lado por um enquanto o outro enfiava na boca.

Marina gozou várias vezes, tremendo, gemendo alto. No final, os dois a colocaram de joelhos no chão. Henrique gozou primeiro, jorrando porra grossa no rosto e nos seios dela. Gegê gozou logo depois, enchendo sua boca.

Marina engoliu parte, o resto escorrendo pelo queixo, e sorriu satisfeita.

Após as noites de sexo intenso, a casa ficava em um silêncio satisfeito.

Jaque estava genuinamente satisfeita. Seu corpo se sentia vivo como nunca, sua libido havia explodido e o casamento, paradoxalmente, parecia mais estável. Maurício, apesar de ainda ser tímido e às vezes carregar um pouco de culpa, também estava mais relaxado e sexualmente ativo do que nos últimos anos.

Marina vivia radiante, sempre sorridente e provocante. Henrique e Gegê pareciam ter encontrado um paraíso particular.

Todas as noites a casa se dividia em dois mundos: no quarto do casal, um sexo mais carinhoso e apaixonado; no quarto dos meninos, um sexo selvagem, intenso e sem limites.

E, surpreendentemente, todos pareciam felizes com esse novo arranjo.

Jaque deitou ao lado de Maurício, passou a mão no peito dele e sorriu no escuro.

Tudo estava exatamente como ela queria.

Maurício estava trabalhando em casa, concentrado no notebook na sala. Jaque e Marina desceram arrumadas, com bolsas de viagem.

— Amor, eu e a Marina resolvemos passar o final de semana na fazenda só nós duas, pra descansar um pouco — disse Jaque, dando um beijo nele. — Você fica bem com os meninos?

Maurício concordou, um pouco surpreso, mas sem desconfiar de nada.

Assim que o carro delas saiu, Henrique e Gegê se aproximaram de Maurício com um sorriso.

— Agora somos só nós três, né chefe? — brincou Gegê.

O dia começou leve. Eles jogaram videogame, beberam refrigerante e conversaram. Até que Gegê pegou o celular e disse:

— Vou chamar a Larissa pra gente se divertir um pouco. Topa?

Maurício hesitou, mas depois de alguns minutos de insistência e piadas, acabou concordando.

Larissa chegou cerca de uma hora depois, vestindo um short jeans curto e uma blusa cropped. Assim que entrou, o clima mudou.

Na Fazenda pelas câmeras ,Jaque e Marina estavam sentadas no quarto da casa rústica, com o notebook aberto. As câmeras da sala de casa transmitiam tudo em alta qualidade.

Larissa estava no sofá, completamente nua. Henrique a fodia de quatro com força, segurando a cintura dela e metendo aqueles 22cm grossos até o fundo. O barulho molhado era nítido.

— Isso… me fode com essa rola grande… — gemia Larissa.

Gegê enfiava o pau de 19cm na boca dela, fodendo sua garganta enquanto Maurício assistia, visivelmente excitado, mas ainda tímido.

Henrique puxou o pau e deu espaço. Gegê virou Larissa de lado e meteu nela, enquanto Henrique enfiava na boca da garota. Depois os dois a colocaram de quatro no chão da sala.

Maurício não resistiu. Larissa chupou o pau dele enquanto Henrique metia por trás. Gegê alternava entre a boca e os seios dela.

Eles a foderam forte e sem piedade. Larissa de quatro, sendo comida por Henrique enquanto chupava Maurício. Depois Gegê meteu nela com força, batendo contra a bunda enquanto ela gemia alto. Maurício, cada vez mais solto, fodeu a boca dela com vontade.

No final, os três gozaram quase juntos: Henrique enchendo a buceta dela, Gegê gozando nos seios e Maurício gozando na boca de Larissa.

Larissa engoliu parte, o resto escorrendo pelo queixo, e sorriu satisfeita.

Na fazenda , Jaque e Marina assistiam tudo em silêncio. Marina mordia o lábio, claramente excitada. Jaque sentia uma mistura estranha de ciúme, tesão e satisfação.

— Olha só o seu marido… — murmurou Marina. — Tá se soltando rapidinho.

Jaque não respondeu. Apenas fechou o notebook, respirou fundo e sorriu.

O plano estava funcionando melhor do que ela imaginava.

No sábado à noite, a casa estava iluminada e cheia de vida. Era o aniversário de 10 anos de casamento de Jaque e Maurício. Eles decidiram fazer um churrasco íntimo, só para os cinco.

O quintal estava perfeito: a piscina com luzes subaquáticas acesas, a churrasqueira fumegando, uma playlist variada tocando (sertanejo romântico misturado com funk mais pesado), mesas com saladas, pães e molhos, e várias garrafas de refrigerante, suco e cerveja sem álcool.

Jaque estava deslumbrante. Vestia um short jeans branco muito curto que deixava metade da sua bunda empinada à mostra e um top cropped preto que realçava seus seios siliconados e a cintura definida. O cabelo loiro ondulado solto, maquiagem leve e um sorriso que misturava doçura e perigo.

Marina não ficou atrás: usava um vestido vermelho curtíssimo, quase transparente quando a luz batia, sem sutiã, os seios firmes marcando o tecido. Henrique e Gegê estavam de bermuda e regata, exibindo os corpos definidos.

O churrasco começou animado. Maurício, mesmo tímido, cuidava da carne com atenção. Jaque e Marina provocavam sem parar: roçavam os corpos nos meninos ao passar, cruzavam as pernas de forma que o short ou o vestido subia, lambiam os dedos lentamente depois de comerem. Henrique e Gegê retribuíam com olhares famintos e toques “acidentais”.

Após comerem bastante carne, todos já estavam mais soltos. A música ficou mais pesada, com batidas de funk. Marina começou a dançar no meio do quintal, rebolando a bunda média de forma safada, descendo até o chão e subindo devagar. Jaque se juntou a ela, dançando colada, os corpos se roçando.

Jaque se aproximou de Maurício, abraçou ele por trás e sussurrou bem baixinho no ouvido dele, mordendo a orelha:

— Fode ela aqui na minha frente. Agora. E eu dou pra eles aqui, na sua frente.

Maurício ficou paralisado, o pau endurecendo imediatamente. Ele olhou para Jaque, que sorria com um brilho dominante nos olhos verdes.

— Tem certeza? — perguntou ele, a voz rouca.

— Absoluta.

Maurício chamou Marina. Ela se aproximou sorrindo. Ele a puxou com desejo, beijou sua boca com fome e a colocou de quatro no grande sofá da varanda, bem à vista de todos. Puxou o vestido dela para cima, viu que ela não usava calcinha e enfiou o pau de 18cm nela de uma vez.

— Aaaahh… isso, Maurício… me fode! — gemeu Marina, empinando a bunda.

Maurício começou a meter com força, segurando a cintura dela, batendo contra a bunda média enquanto olhava para Jaque.

Do outro lado, Jaque tirou o top e o short, ficando completamente nua. Henrique e Gegê não perderam tempo. Gegê a deitou no outro sofá e enfiou o pau grosso de 19cm na buceta dela de uma vez. Henrique se ajoelhou ao lado e enfiou os 22cm na boca dela, fodendo sua garganta.

O quintal virou um verdadeiro cenário de sexo coletivo.

Maurício fodia Marina com vontade, gemendo, dando tapas fortes na bunda dela. Marina rebolava, olhando para Jaque sendo comida pelos dois.

Jaque gemia alto com o pau de Gegê metendo fundo na buceta enquanto chupava o pauzão de Henrique, babando inteira. Eles trocaram várias vezes: Jaque cavalgando Henrique com força, rebolando a bunda empinada enquanto chupava Gegê. Depois de quatro, sendo comida por Henrique enquanto Gegê enfiava na boca dela.

— Isso… me fode… me usam… — gemia Jaque.

O som de pele batendo, gemidos altos e respirações pesadas dominava o quintal. Maurício virou Marina de lado e meteu fundo, apertando os seios firmes dela. Jaque foi colocada de quatro no sofá, Henrique metendo por trás com violência enquanto Gegê enfiava na boca dela.

Jaque gozou primeiro, tremendo inteira. Marina gozou logo depois, gemendo alto. Os homens não demoraram: Gegê gozou na boca de Jaque, Henrique encheu a buceta dela, e Maurício gozou dentro de Marina.

Todos ficaram ofegantes, suados e satisfeitos, deitados nos sofás da varanda.

Jaque olhou para Maurício, sorriu e pensou:

Agora sim… tudo está perfeito.

No dia seguinte à festa de aniversário de casamento, a casa ainda cheirava a churrasco e sexo da noite anterior. Jaque e Maurício estavam na sala, relaxados no sofá, quando Henrique e Marina desceram juntos, com expressões mais sérias.

— Podemos conversar um minuto? — perguntou Henrique, olhando para os dois.

Jaque e Maurício se sentaram melhor. Marina sentou ao lado de Henrique, parecendo animada, mas contida.

Henrique foi direto:

— As obras de reconstrução da ONG Novo Horizonte estão nas últimas semanas. Em uns 15 ou 20 dias, o lugar já vai estar habitável de novo. Nós três vamos voltar pra lá.

Maurício piscou, surpreso. Jaque manteve o rosto neutro, mas sentiu uma pontada estranha no peito.

Marina continuou, com um sorriso:

— Mas isso não significa que as coisas vão acabar aqui. As transas vão continuar. A gente quer manter o que construímos… só que de outra forma.

Henrique completou, olhando especialmente para Jaque:

— Temos alguns fetiches que queremos realizar. Coisas que ainda não fizemos. Queremos explorar isso com vocês… se estiverem dispostos.

Maurício ficou visivelmente desconfortável, mas não disse nada. Jaque sentiu o corpo esquentar só de imaginar o que eles poderiam querer.

Marina sorriu de forma safada e acrescentou:

— Queremos fazer tudo mais intenso. Sem limites. E queremos que vocês participem ativamente.

O silêncio que se seguiu foi carregado. Jaque olhou para Maurício, depois para Henrique e Marina, e finalmente falou com a voz calma, mas firme:

— Vamos conversar sobre isso com calma. Mas sim… as transas vão continuar.

Henrique sorriu satisfeito. Marina mordeu o lábio, excitada. Maurício apenas baixou o olhar, aceitando silenciosamente a nova fase que estava por vir.

A reconstrução da ONG estava quase pronta… mas a reconstrução ou destruição do casamento deles estava apenas começando.

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Comentários

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A história estava legal até a Jaque dar uma de malandra. Estava traindo o cara, que estava resistindo. Fez a outra atentar até o cara nao resistir para fazer chantagem. Acho que seria mais correto jogar limpo com o Maurício desde o começo. O cara pediu divórcio e pelo jeito a pularia vai aumentar. Espero que Maurício pule fora e deixe ela na mão.

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