Tinha quarenta e três anos e carregava uma beleza madura que chamava atenção sem esforço. O cabelo escuro caía em ondas pelos ombros, os olhos verdes tinham sempre um brilho provocador, e o jeito como cruzava as pernas ou inclinava o corpo ao conversar parecia cuidadosamente calculado. Marcelo, meu marido de quarenta e nove anos, era o tipo de homem que atraía olhares pela presença segura: voz grave, mãos fortes, um sorriso discreto e uma calma que deixava tudo mais intenso. Moramos em uma pequena e pacata cidade do interior de São Paulo, onde todos se conhecem e comentários correm rápido pelas ruas.
Naquela sexta-feira, minha mãe chegou para passar o fim de semana. Helena tinha sessenta e cinco anos, elegante, vaidosa e dona de uma personalidade que misturava sofisticação e ousadia. Um corpo maravilhoso apesar de sua idade. Desde o instante em que Marcelo abriu a porta para recebê-la, ela o observou com um interesse difícil de esconder, sempre notei isso em minha mãe, desde que namorávamos.
— Você fica mais charmoso a cada ano, Marcelo — disse minha mãe, segurando o braço dele por um segundo além do necessário.
Percebi que seria um final de semana que daria o que falar.
Durante o jantar, ela bebia vinho lentamente enquanto lançava comentários provocativos. Marcelo tentava manter a postura educada, mas havia algo no clima daquela noite que parecia atravessar limites invisíveis. Observava os dois como quem aprecia um jogo perigoso.
Mais tarde, depois de algumas taças, ela apareceu na sala usando uma camisola fina de seda escura que delineava suas curvas maduras com elegância. Marcelo levantou os olhos por instinto — e ela percebeu.
— Espero não estar inadequada — disse ela, fingindo inocência.
— Você sabe que está linda — respondi antes que Marcelo dissesse qualquer coisa.
O silêncio seguinte ficou pesado. Sensual. Deliberado.
Ela sentou-se perto de Marcelo no sofá. Cruzou as pernas devagar. O perfume dela parecia envolver o ambiente inteiro.
— Sabe, filha… — começou olhando diretamente para mim — eu sempre achei seu marido um homem muito atraente.
Marcelo ficou imóvel.
Apenas ergui a sobrancelha.
— Sempre? — perguntei.
— Desde que vocês começaram a namorar.
A confissão caiu no ambiente como um fósforo aceso.
Ela deslizou os dedos pela borda da taça.
— Há homens que despertam desejos mesmo quando sabemos que não deveríamos olhar desse jeito.
Marcelo respirou fundo. Observava tudo com um brilho intenso nos olhos, claramente excitada pela tensão crescente.
— Talvez o proibido seja justamente o mais tentador — falei.
Ela sorriu devagar.
O clima tornou-se carregado de sedução e exibicionismo silencioso. Ela parecia gostar de ser observada; Gostava de perceber o efeito dela sobre Marcelo; e Marcelo, dividido entre desconforto e desejo, não conseguia desviar o olhar.
Quando minha mãe se levantou para buscar mais vinho, a seda da camisola deslizou suavemente pelas pernas, revelando mais pele do que seria casual. Ela sabia exatamente o que fazia.
Me aproximei do meu marido e sussurrou ao ouvido dele:
— Está tentando resistir… mas eu conheço esse olhar.
Marcelo apertou a minha mão.
— Sua mãe está brincando com fogo.
— Talvez nós três estejamos. Respondi.
Ela voltou lentamente, trazendo a garrafa. E naquele instante, entre olhares demorados, respirações contidas e desejos finalmente admitidos, a noite pareceu ganhar uma promessa silenciosa de que certos limites talvez não sobrevivessem até o amanhecer.
No meio da noite, Marcelo se levantou para beber água, chegando na cozinha se deparou com Helena encostada no balcão. Trocaram algumas palavras, mas o ambiente estava carregado de desejos, medos, sensações reprimidas. A luz suave da cozinha deixava o ambiente quase irreal, quando próximos demais, se beijaram ardentemente.
Notei que Marcelo não estava ao meu lado e fui ver onde estava, chegando próximo a cozinha eu vi os dois se beijando, observava em silêncio, como se estivesse absorvendo cada detalhe daquele instante proibido. Minha mãe naquele momento libertou seu desejo que carregava havia anos.
Marcelo passou a mão pela nuca, tentando recuperar algum controle.
— Isso saiu do limite rápido demais…
— Talvez porque o limite já estivesse fraco há muito tempo — respondi, aproximando-se deles.
Minha mãe soltou um suspiro discreto e desviou o olhar para a janela escura da cozinha.
— Eu devia ter ido dormir, mas não parava de pensar em vocês — disse minha mãe
— O desejo estava em nossas cabeças — respondi.
Ela sorriu de leve, sem negar.
O silêncio voltou carregado de tensão. Marcelo sentia a presença de nós duas quase como um jogo psicológico impossível de abandonar. Estava excitada pela situação; ver minha mãe e meu marido se beijando.
Caminhei até a geladeira, peguei a garrafa de vinho e três taças. Depois peguei na mão de minha mãe e fomos em direção ao meu quarto. Olhando para trás, Marcelo estava paralisado, e balançando a cabeça o chamei para nos acompanhar.
Entrando no quarto, coloquei as taças no criado e me posicionei atrás dela.
— Mãe, você estava linda hoje — comentei. — Acho que até mais ousada do que nunca.
Ela suspirou com o toque de minha mão em seus braços.
— Está me provocando agora?
— Talvez eu tenha herdado isso de você — comentei
Marcelo bebeu um gole de vinho tentando esconder o quanto a conversa e a cena mexia com ele.
Devagar fui abaixando as alças da camisola, deixando cair em seus ombros. Sentia a pele dela arrepiar. Marcelo estava parado, paralisado na nossa frente.
Ainda encostada atrás de minha mãe, fui puxando sua camisola para baixo, fazendo seus fartos seios, com as auréulas pequenas e rosadas saltarem na frente do meu marido. Minha mãe era o oposto de mim, loira, branquinha, puxei muito a família de meu pai.
Fiz sinal para ele se aproximar, peguei suas mãos e coloquei nos seios dela. Nesse momento começaram a se beijar novamente. Tirei sua camisola por completo, deixando somente com uma minúscula calcina de renda.
Também tirei minha roupa e fui até a cama chamando os dois. Marcelo ainda estava travado, então me aproximei e tirei sua roupa, quando sua pica linda ficou livre, pedi para minha mãe aproveitar. Deitamo-nos uma de cada lado e começamos a dividir a pica de Marcelo em nossas bocas, ela chupava com delicadeza, muitas vezes nossos lábios se tocavam.
Foi quando falei que ela poderia aproveitar, foi quando se levantou se ajeitando em cima dele e encaixou sua buceta rosada, sentando-se na pica de Marcelo. Sentei-me ao lado de Marcelo apreciando minha mãe e meu marido fudendo na minha frente. Minha buceta estava encharcada de tesão.
Foi uma noite maravilhosa para nós três, Marcelo nos fudeu em todas as posições que possam imaginar. O proibido, o pecado, o perigo, foi o combustível para que pudéssemos viver aquele momento maravilhoso.
Adormecemos os três grudados na cama quente, o cheiro do suor de nossos corpos no ar aquecia nossos corpos.
Pela manhã quando acordei estava sozinha na cama, escutei o barulho do chuveiro e fui em direção ao banheiro, a névoa da água quente se dissipou mostrando os dois juntos num beijo quente. Imediatamente me juntei aos dois.
Após esse dia, vivemos os três juntos em nossa casa, formamos hoje um verdadeiro trisal, somos felizes e nos amamos muito.
