***Essa é a parte 1 da série: Janaína - A vadia que habita em mim - Pela narrativa de Janaína.
Janaína está de volta em uma nova série, e para uma melhor imersão, sugiro que leia a série de contos anterior: Casada, caindo em tentação com o primo. ***
Para quem não leu a série anterior, vou apenas atualizar com sou fisicamente. Tenho vinte e três anos, branquinha, cabelo liso, loiro, com algumas mechas pretas, até o meio das costas.
Corpo chamativo, peitos médios, quadril largo, coxas grossas e bunda grande, carnuda, sempre empinada, que chama atenção onde quer que eu esteja, com a roupa mais discreta que esteja usando. Não sou uma atrofiada de academia, mas tbm não sou gorda, minha barriga é retinha, apesar do quadril largo.
Sou casada há mais de três anos com Caio. Ele é mecânico de automóveis. Nos conhecemos quando eu tinha dezoito anos. E estamos casados até hoje.
Se você leu a série anterior, até o final, sabe muito bem o que aconteceu, então seguirei daqui a história.
Moro na casa de cima de onde meu pai e minha avó moram. Minha mae é divorciada e mora com meu padrasto em outra cidade. Vivo numa cidade do interior de São Paulo e trabalho no RH de uma transportadora.
Alguns meses se passaram, depois que meu primo Augusto voltou pra Capital.
Eu seguia notando que Caio continuava a ter o seu caso com minha vizinha Joyce. Não ligava mais, me fingia de besta, como se caísse nas desculpas esfarrapadas que ele dava pra encontrar a safada da Joyce.
Depois daquela semana em que fui uma puta dentro do meu próprio lar, não me sentia à vontade para confrontar sua infidelidade.
Meu casamento é real, Caio é uma boa pessoa, se o sexo entre nós é quase inexistente, passei a dizer para mim mesma, que era natural que fizéssemos isso com alguém que nos satisfaça. Era algo que eu sabia, mas ele não. Pelo menos nunca demonstrou saber o que aconteceu durante aquela semana.
Por mais que nunca mais tenha sido a mesma pessoa, naqueles meses que se passaram, eu nunca mais vi outra rola na minha frente. Fui num sexshop e me masturbava quando meu marido nao estava em casa. Escondi nas minhas coisas um consolo e um plug anal, para me ajudar a lembrar das safadezas que fiz com Augusto durante uma semana. Tem dia que estou tão excitada, que vou trabalhar com o plug enfiado no meu rabo.
Mas a rotina de uma mulher recatada so lar, voltou a ser a minha realidade.
A transportadora em que trabalho, fica dentro de um grande complexo, na zona norte da cidade, uma vez que precisamos ter espaço de garagem que comporte caminhões, carretas, Vans, motos e carros. Geralmente, as entregas que transportamos são dentro da cidade e em torno de cinco cidades vizinhas. Grande parte das principais lojas virtuais, usam o nosso serviço.
E como disse anteriormente, eu trabalho no RH. Já cuidei de folha de pagamento, recrutamento, atestados e tudo que envolve o trabalho dos funcionários.
Atualmente sou supervisora geral. Ano passado, minha chefe aposentou e como estou aqui desde o inicio, o diretor me promoveu à essa função.
Além do grande galpão do estacionamento, o prédio administrativo tem quatro andares. Aqui era uma fábrica antigamente, pelo que me contaram. Os dois primeiros andares são espaços enormes que servem como almoxarifado. A parte administrativa fica no terceiro e quarto andares.
O RH fica no quarto andar, numa sala que comporta em torno de 12 funcionários. Dividimos o andar com a Copa, onde os funcionários almoçam e uma grande sala de descanso, que funciona como descompressão, com jogos, pufs, redes, televisão e outras coisas.
A empresa em si, não é tão grande, mas precisamos de espaço, por isso ela tem esse layout complexo.
Numa terça-feira, fazia uns 36 graus, fui trabalhar de vestido, preto, um pouco justo. Apesar de ter muitos peões que auxiliam no carregamento dos produtos para entrega, eu nunca tive problemas com ninguém em relação a comentários ou até algum assédio de alguém sem noção.
No meu departamento, trabalham sete pessoas, contando comigo. Um dos colaboradores, é o Michel. Ótimo profissional, tem cerca de trinta anos, é gordinho fisicamente, cerca de trinta anos, ótima pessoa e assumidamente gay, daqueles bem afeminados. Assim que sentei em minha mesa, ele me falou:
--Bom dia, chefe! A Lourdes está com Covid e vai ficar afastada. Como uma das tarefas dela é a entrevista pro recrutamento, temos uma seleção pela manhã. Ela por mensagem me disse onde estão os currículos que separamos. É pra vaga do almoxarifado. Temos duas moças vindas do mercado e um jovem aprendiz que fez dezoito anos mês passado e trabalha na expedição. Como você quer fazer isso?
-- Poxa, Michel. Que chato. Espero que não seja grave. Hoje em dia com a vacina, ela se recupera logo. Mais tarde dou uma ligada pra ela.
Quanto à vaga, faz o seguinte, entrevista você as duas moças que chegarem, que eu falo com o jovem aprendiz. Veja se as duas não levam jeito pras vagas da recepção, pois eu não gostei daquelas que vieram semana passada.
As demais tarefas que surgirem, nós vamos dando conta.
Michel assentiu e voltou para sua mesa. Ainda pela manhã, o ramal do Michel tocou, mencionando que as moças haviam chegado. Ele veio até minha mesa e questionou se poderíamos iniciar as entrevistas.
Assenti e pedi pra ele ligar na expedição para chamar o rapaz que se candidatou para a vaga. Michel me entregou a pasta com o seu currículo. Haviam duas salas de reunião. Logo as três pessoas estavam esperando nos assentos do corredor. Michel chamou uma das moças. Ela era muito bonita, me pareceu bem novinha. Eu saí da minha sala e fui chamar o rapaz.
Ele se chamava Leonardo. Fui até o corredor, e falei alto assim que o vi.
-- Leonardo. Sou a Janaina, supervisora do RH.Podemos conversar um pouco?
-- Ele abriu um belo sorriso e assentiu com a cabeça.
Ele se levantou, parecia ter 1,80 mais ou menos, moreno claro, cabelo raspado, e um pouco de barba no rosto. Alias, seu rosto era bonito, pele lisinha. Usava uma camiseta Polo roxa e uma calça jeans preta.
Entramos na sala de reunião, eu fechei a porta, e pedi que se sentasse. Não havia uma mesa naquela sala de reunião, mas tinham algumas cadeiras de escritório. Eu me sentei em uma delas, de frente para ele e cruzei minhas pernas. Seu semblante parecia um pouco ansioso, fiz algumas perguntas básicas, daquelas normais em uma entrevista de emprego. Ele respondia bem, mesmo parecendo ansioso, mas notei que enquanto falava, seus olhos iam de encontro em minhas coxas.
Pra quem leu os contos com meu primo, sabe que meu marido raramente me procura pra transar, e eu estava há mais de uma semana sem sexo. Aqueles olhares do rapaz, já mexeu um pouco comigo. Estava num ambiente de trabalho, então precisava agir como uma profissional.
A vaga era de ajudante geral do almoxarifado, o que falei pra ele, fazia sentido:
-- Leonardo, algumas vezes vamos precisar de você para carregar algumas caixas pesadas, até onde você trabalha hoje, na expedição, pode pedir algum auxílio. Você acha que dá conta desse trabalho mais manual?
-- Sim. Eu faço academia, levantou peso, então acho que posso dar conta desse trabalho.
Ali eu reparei melhor em seu corpo. Para um rapaz de dezoito anos, ele já era bem fortinho. Bíceps cheios, trapézios firmes, ombros largos. E ali, fiz algo que jamais pedi para alguem fazer numa entrevista.
-- Aparentemente você parece apto para essa função. Mas para eu ter certeza, você poderia ficar de pé?
Ele prontamente aceitou e ficou em pé. Sem pensar direito falei:
--Você pode levantar a camiseta até o peitoral, só por um instante?
Ele sorriu e falou:
-- Claro, dona Janaína.
Ele levantou a camiseta e segurou na altura do peito. Eu ainda sem pensar direito, soltei um --Nossa! Olhando para aquele abdomen novinho, cheio de gominhos. Ele possivelmente notou em meu semblante que havia gostado do que estava vendo, e me surpreendeu dizendo:
--Quer tocar pra sentir a firmeza, dona Janaína?
Ali, a vadia que habita em mim, falou mais alto. É óbvio que jamais deveria pedir uma coisa daquelas pra um candidato a uma vaga, e muito menos assentir àquele pedido, mas não resisti.
Coloquei a palma de minha mão em seu abdomem durinho, firme com alguns pelinhos acima do umbigo. Mas disfarcei, dizendo:
-- É, você é forte mesmo. Pode descer a camiseta.
-- Que bom que gostou.
Aquele moleque, apesar da pouca idade, não era inocente. Quando ele desceu a camiseta, reparei no volume de sua calça. Apesar de ser uma calça jeans, notei que seu pau estava bem saliente. Mas aí já era demais. Respirei fundo e disfarcei. Fiz outras perguntas por alguns minutos e logo notei que ele seguia me olhando com um semblante de desejo para as minhas coxas.
Antes de concluir, eu fiz outra coisa que jamais faria numa entrevista com quem quer que seja. Descruzei as pernas e abri por algumas fracôes de segundo. Cruzei-as novamente, mas foi suficiente para ele olhar minha calcinha que já eatava molhada naquele clima de tensão sexual que pairava naquela sala.
Me levantei dizendo:
-- Bom, Leonardo. Vou analisar com a nossa equipe e te daremos uma resposta até o final desta semana. Tá certo?
Ele se levantou e disse:
-- Claro dona Janaína, fico no aguardo, então.
Normalmente, eu só dou um aperto de mão na despedida, mas naquela situação, fui ao seu encontro e lhe dei um beijo no rosto. Senti seu perfume, uma fragrância amadeirada, senti sua mao direita no limite das minhas costas, por cima do vestido e assim que fiz o movimento de me afastar do seu rosto, sua mão deslizou pela minha bunda. Dei um passo pra tras e abri a porta. Ele saiu, me dando tchau e um sorriso largo.
Acho que a entrevista durou pouco mais de meia hora, mas na minha mente, aquilo teve um tempo muito maior. Passei o restante do dia lembrando do toque da palma da minha mão em seu abdômen, no seu olhar afoito, quando me viu descruzar as pernas, deixando o volume de minha buceta à mostra por poucos segundos, além do volume por dentro de sua calça, e seus dedos deslizando pela minha bundona.
Nâo via a hora de chegar o fim do expediente e ir pra casa.
Tive que lutar muito para nao me masturbar no banheiro do trabalho.
Cheguei em casa, por volta das 18:00, dei uma olhada em minha avó que estava na sala de sua casa. Apenas acenei com a mao e falei que ia tomar um banho.
Caio já havia chegado, subi às escadas, e senti o cheiro de comida. Abri a porta e ele estava na cozinha.
Lhe dei um beijo na boca e disse que ia pro banho e já voltaria pra jantar.
Arranquei a roupa, fui pro banheiro e levei meu celular.
Durante o trabalho, o procurei no Facebook e no instagram. Foi fácil lhe achar pois temos amigos em comum na empresa.
Cliquei em uma foto dele de corpo inteiro e comecei a enfiar os dedos na minha buceta, fazendo o movimento rápido. Quando estava próxima de gozar, joguei o celular no cesto e comecei a tocar com a outra mao em meu clitoris. Tive que me conter pra nao berrar, mesmo assim, um gemido alto saiu e eu abri o chuveiro pra abafar o barulho.
Aquele novinho tinha mexido com minha libido naquela entrevista.
***E essa foi a parte 1, da série - Janaína - A vadia que habita em mim Com a Narrativa de Janaína. Espero que estejam gostando..
Pra quem não leu nenhum conto que escrevi aqui, vou ressaltar somente dessa vez que procuro contar as histórias do jeito que gosto de ler, aos poucos, subindo cada degrau, sem correr pros finalmentes.
Tentarei postar em breve a segunda parte.***