Que loucura aquilo! Eu tava resfolegando pelas reboladas que dei. Fiquei em pé, puxando a saia pra baixo, tentando me cobrir ao máximo, tentando me esconder do olhar de safado dele sobre mim. “Caio, Caio! Vc sabe como eu funciono e faz de propósito, né?” O desgraçado riu daquele jeito descarado que só os meninos sabem fazer. (Por falar nisso comecei seguir um perfil no insta de um cara muito parecido com Caio. O nome dele é Neto Baetas. Um gostoso desgraçado. Achei o físico muito parecido, e o cavanhaque também.)
Ele não ficou no sofá, obviamente. Estendeu a mão e me puxou de volta pela camisa que eu usava. Eu caí direitinho no colo dele, tenho 1,56 de altura, peso 52 quilos, gosto inclusive que me façam de boneca.
- Pq tá fugindo?
Perguntou me agarrando. Ele devia tá num tesão desgramado. Fiquei montada nele, com as minhas pernas para trás, de forma a deixar minha bunda bem empinada, sentada sobre as coxas dele.
- Caio, vc tem dezenove anos! E-Eu nunca tinha ficado com alguém tão mais novo do que eu!
- Melhor ainda, não? Vou mostrar pra você o que é um novinho de verdade, pq esses que vc pegou são uns velhos já.
Dei uma olhadinha safada pra ele, sentada por cima e sentindo a mão dele espalmar minha raba. Ele deu um apertão, o que me fez soltar um gemidinho perto dele, fazendo uma carinha de brava reclamando. Ele gostou, pq dessa vez apertou mais, me puxando contra o pau dele, e abrindo as duas bandas com vontade.
- Arr!!
Gemi baixinho, pensando no quanto meu cuzinho estaria exposto caso n fosse a minha calcinha fio dental. Caio deve ter pensado na mesma coisa, pq fez mais uma vez. E dessa vez abriu mais, fazendo aquela cara de desgraçado, e passando as pontas dos dedos da mão direita bem por cima da entradinha:
- Cê sabe que vai me dar ele, né?
- Vc querr ele amooorrr???
- Quero!!
- Se quer, então é seu já.
Somos dois desgraçados mesmo! A gente dava falando pertinho da boca um do outro, sentindo a respiração quente dos dois naquele momento. Eu amo essas coisinhas. Essas preliminares cheias de safadeza. Principalmente confessando as putarias ocultas que a gente guarda, mas que na hora do tesão acaba soltando. Fico tão envergonhada. Fico envergonhada e gosto da sensação de constrangimento enquanto tô na pica. Me afastei dele, pondo minhas mãos para trás, de forma a ficar encaixada no quadril dele, mas empinando meus peitinhos pra ele.
- Eu falei que vc vindo morar aqui seria um perigo, n avisei? (Falei manhosa, com cara de puta rebolando lentinho.) E agora? Vc toma toda a responsabilidade? Hum?
Falei rebolando lentinho, mas no final dei uma esfregada mais bruta com uma cara de vagabunda sedenta, falando assim: “VC toooomaa?? Promete que toma???”
- Siim… claro!!
- Então diiizzz… Diz que vc é quem manda, diz!! Diz que sou apenas uma fêmea indefessa que vc pegou pra brincar, faala…
Posso falar por mim, não sei ele, mas eu estava já bem louca aí. Como eu tô agora lembrando também. Fiquei toda melecada aqui. Vontade de maltratar meu grelinho que tá todo inchado e pulsando. Pior que depois que o sexo passa que eu vejo as coisas que fiz ou disse. E sei que faço muitas caras e bocas, é algo que eu ouvi com frequência de ex ficantes/namorados meus.
A iluminação da casa também ajudava na falta de vergonha na cara. Gosto de manter a casa no escuro, ficando apenas iluminada com as TVs e alguns abajures.) Nem sei o quanto eu rebolei e o quanto eu falei, antes dele arrancar minha calcinha e procurar a entradinha da minha buceta. Caio estava um gostoso. Havia me colocado de quatro sobre o sofá, e estava atrás de mim, em pé, pondo uma camisinha.
- Volte a tomar hoje mesmo. Quero lhe comer no pêlo.
- Mete amoorr… mete gostoso logo!
Caio meteu tão gostoso em mim… tão tão tão gosssstosoo! Com minha cara contra o estofado do sofá, naquela sala iluminada pela televisão, eu queria encontrar uma maneira de sentir mais e mais aquela picona se esbaldando dentro de mim!
- Assimmm… dá piica!!! Dá piiiiiicaa amor!!! (As vezes o tom era choramingo, implorando por pica quase chorando)
Caio teve que colocar uma perna sobre o sofá para conseguir estocar ainda mais fundo, me fazendo perder o fôlego até para gemer! Sabe quando a mulher tá revirando os olhos, com a boca aberta de quem quer gritar mas não consegue? De tanta pica que tá levando? Foi assim que ele me deixou quando tava metendo tanto que meus joelhos estavam saindo do sofá. Fiquei um tempão pendurada assim, sendo erguida do sofá e arremessada para cima várias e várias vezes. Só consegui gemer uma vez ou outra, tateando pelo encosto do sofá, procurando uma saída daquela tortura que só um macho de verdade pode proporcionar!
- Você tá fudida em minhas mãos, Laura.
Até o jeito que ele respirava me causou tremor naquela hora. Imaginei em como fui louca de ter provocado aquele menino. Eu havia criado aquele monstro. E, não só criei, como dei corda. Deixei bem bem claro os caminhos para me usar. E me usar pra fazer de puta mesmo.
E nessa noite ele me usou. Acho que nunca tinha ganhado pica como daquela vez. Caio me mudou de posição umas cinco vezes, e em todas ele me usou e abusou quase chegando ao máximo dele. Eu sei que, nem quando eu gozei ele me deixou escapar! Eu super sensível e ele me pondo em outra posição.
Eu fiz carinha de choro algumas vezes, confesso. Realmente a idade dele foi um ponto forte. O fôlego e a disposição dele me assustaram um pouco nessa noite kkk. Tinha encontrado um parceiro de trepada. Isso me deixou pensando muito. Principalmente durante as trocas de posições. Fiquei me perguntando se eu iria ter fôlego para acompanhar. Sei que depois que ele gozou, a gente ficou deitado, no sofá.
Primeiro respirando fundo, como vocês sabem, depois deixando a mente voltar, e também se cobrindo devagarinho até começar a puxar assunto.
- E aí?? Kk
Perguntei, o surpreendendo. Ele olhou para mim.
- Nossa que safada vc, Laura. Tnc!
- Eu??? Vc me levantou com a pica e eu que sou safada??
- Só fiz pq você aguenta.
- Como você tem tanta certeza?
- Acha que eu não te conheço, é? Vc é muito sonsa. Isso me preocupa. Vc sabe que eu não vou perdoar se descobrir uma mentira.
- Isso tudo por causa de uma simples pergunta?
Ele suspirou fundo:
- Tá, tá, Laura. Você nunca percebe as coisas que fala, é sempre inocente e eu o errado.
Fiquei muito irritada com aquilo. Sempre me magoava ele achar que eu falei algo de propósito. Agora, escrevendo, eu percebo que as vezes falho muito na comunicação. Mas tenho que relatar como foi, fazer o que né?
Me levantei um pouco chateada. Não era possível que seria tratada como puta dele de verdade! Fiquei até perplexa.
- Que foi? Agora vai me deixar falando sozinho aqui, é?
- Vou tomar um banho.
Estava muito irritada. Como falei, n costumo deixar as luzes da minha casa acesas. A única que fica mesmo é a da cozinha.
- Se você entrar nesse quarto sem me responder eu pego minhas coisas e tchau, não vou tolerar não.
Eu parei rápido e me virei pra ele.
- Vc ficou chateado e descontou em mim, me tratando como uma puta, Caio.
- Pq? Porque eu falei que vc aguenta? Vc sabe que eu lhe conheço e fica falando toda sonsa.
Caio se levantou do sofá, pegando as roupas dele junto.
- Eu sei quem vc é, porra!
Fiquei calada e cruzei os braços. Caio veio na minha direção e fiquei quietinha. A verdade era que ele tava certo. Eu n era inocente.
- Porque acha que vim para cá?
Caio me olhou ali pertinho, já tendo passado por mim, quase entrando primeiro no meu quarto.
- Eu poderia ter feito minha faculdade fora, mas preferi vir pra cá pq aqui eu sei que terei aonde gozar sempre que eu quiser. Acha que eu tô errado?
- Um pouco estranha sua motivação.
- Vc acha? Aiai. Deixa eu falar uma coisa pra você, a energia sexual é muito importante para mim. Eu fico produtivo. Eu rendo mais.
Caio falou isso e estendeu a mão, pondo no meio de minhas pernas:
- Entendeu?
Eu me deixei levar e me encostei na parede do corredor. Deixei caminho para ele entrar mais.
- Acha que consegue? Consegue ser minha putinha ou é muito para vc? Porque eu preciso de muuito, muito sexo. E preciso de uma buceta boa. Uma bem safada assim que nem a sua.
Segurei nos braços dele e depois no peito. Fiz menção de que o iria empurrar, mas ao invés disso, o olhei com os olhos já muito caídos e me abri logo toda. Estava pelada. Soltei todas as peças de roupa no chão.
Senti um calorzinho por dentro, que foi descendo pelo meu canal vaginal e escorreu pelos dedos dele, que estavam dentro da minha calcinha. Ele olhou para mim com cara de orgulho, e quele sorrisinho na cara:
- Vc tava doida para ser minha puta, né? Nem disfarça…
- A-A-Amooor… (foi quase um soluço, enquanto eu revirava meus olhos de tão gostoso que tava os dedos dele circulando o meu grelinho bem devagar, mas pressionando bem gostoso) … De verdaaadee??? Quer me usar de puuta, mas puuta de verdade mesmo??
Falei, rebolando um pouquinho mais agora. Quase não consegui dizer as palavras corretamente. Ele me respondeu, compenetrado me assistindo:
- Siim… de verdade.
- Ninguém pode descobrir, amoorr!
- Não, não pode. Ninguém vai descobrir. Ninguém pode saber que eu como puta!
- Quer me comer escondido? Hum? Sem ninguém suspeitar, é? É amor??? Faaala… Fala vaiii… Fala que vai me comer enquanto bem entender, faala!!
- Claro que ninguém pode saber. Só vão saber que a puta aposentou. Que anda cansada e indisposta. Mal saberão que é pq finalmente encontrou o novinho que tá acabando com ela.
Agora eu deslizava meu grelo pelos dedos dele mais do que ele mesmo. Queria abrir mais as pernas e deixar elas completamente arreganhadas para sentir o prazer que ele me infligia na maldade.
- Vem, vem que eu vou te fazer de puta de verdade! Vem. Vc vai ser toda minha hoje.
Bem, nós dois temos um monte de trepadas assim. A gente já trepou pela casa toda, inclusive começando em um cômodo e ir indo para o outro sem nem perceber. Só na base da pica e na tentativa de tatear pelos cantos a procura de socorro por minha parte. Quando a gente mal percebe, já estamos na varanda, dando corda pra quem estiver no estacionamento nos flagrar. Já aconteceu até de treparmos na porta do apartamento dele, correndo risco de alguém um dia assistir e acabar comentando até chegar nos ouvidos da mãe dele. Já pensou? “Teu filho recebe uma querida aí muito desbocada. Nem te conto as coisas absurdas que as pessoas contam quando ela vai por lá.” Não é paranoia minha, lá nesse prédio tem duas senhoras da mesma cidade dele. Conhecem dona Fátima, mãe de Caio.
Acontece que os pais dele não gostam muito de mim. Contei pra vcs que no início eles me procuraram e a gente conversou bastante. Na época eu estava apática a ideia de o conhecer, pq eu havia o entregue para ser criado por um pai e uma mãe, sabe? Um casal. Um homem e uma mulher. Nunca pensei em mim como mãe, e, depois do meu diagnóstico, sofri muito tentando me tratar. Sabia que poderia ser um retrocesso para mim e também poderia acabar fudendo com a cabeça dele. Comentei isso com os pais e eles resolveram voltar atrás. Ficaram receosos também. Principalmente o pai. Vi que ele retorceu a cara quando falei o nome do transtorno. A partir daquele dia ele não quis mais muita conversa pro meu lado.
Porém, tempos depois eles voltaram, e, de acordo com eles, Caio quem tinha tomado essa decisão. Que se fossem por eles, preferiam que não nos encontrássemos. Foi bem tenso, mas acabou acontecendo como contei pra vcs. Nos conhecemos e nos aproximamos.
O problema é que eles mexeram muito com meu emocional nessa época. Ficavam fiscalizando, sabe? Ficavam em cima quando eu e Caio estávamos conversando. Principalmente seu André. Odeio isso. Odeio ser controlada. Então passei a sugerir a Caio que seria melhor conversar só quando estivéssemos à sós. Perguntava se os pais dele estavam lá, quando ele me ligava. Assim a gente foi passando a ter mais privacidade, o que me explica muita coisa também. Fico pensando se não foi isso que mexeu com ele. Por ter uma mulher mais velha o chamando para conversar no sigilo. Talvez tenha sido, ó.
Enfim. Quando Caio decidiu vir morar aqui, o pai dele me procurou, fazendo perguntas bem por longe, até descobrir que o apartamento que Caio queria alugar era perto daqui. Não sei o que eles pensam ou sentem. As vezes acho que eles sabem que minhas conversas com Caio eram mais ativas do que assumíamos. Mas eu não vou dar satisfação da minha vida para eles, e não vou entregar meu filho também. Prefiro só saber o que ele me conta e só.
Nessa noite mesmo eu sei que a mãe dele ligou várias vezes enquanto ele me comia. Depois ele me contou que havia falado para os pais que iria jantar comigo e depois, se não tivesse cansado, iria pro apartamento dele. Até hoje é assim. Há muita desconfiança, principalmente por conta de umas vezes que andei testando a sorte indo nos limites. Acreditam que já transei no meu carro com ele, estacionados na mesma rua da casa dos pais dele? A gente ficou lá dentro por cinco horas. Juro. De noite. A gente suspeita que alguém se aproximou para ver em algum horário, inclusive Caio comentou que fizeram umas perguntas estranhas pra ele no outro dia…
Enfim, são conversas para outros momentos. Tô doida para contar coisas mais recentes para vcs! Espero que tenham gostado do conto. Vou escrever outras histórias nossas aqui.