(CONTINUAÇÃO)
A respiração de Naldo estava voltando ao normal. Eu permaneci deitado na cama simples, no quartinho apertado da garagem do prédio. O zelador dobrou uma perna e da abertura do pau escorreu porra mais líquida, descendo por sua barriga. Não aguentei e fui lamber, aproveitando para provocar ele. Lambi o esperma da barriga e da cabeça do pau. Naldo se apoiou nos cotovelos e continuou na cama.
Ainda em silêncio e sem me olhar, o homem segurou meu braço e me fez virar de bruços. O pau já estava pulsando. O cheiro de sexo, o calor de seu corpo magro e gosto estranho na boca, me fez querer mais ainda ele. Abri as pernas e ele veio para mim. Meteu o rosto no meio da minha bunda e disse que o meu cheiro dava tesão. Lambeu meu cu, admirado, elogiando como era bonito e apertado, metia a língua grossa, como se fosse um cacete! Deixou bem molhado e veio deitando por cima. Senti seus pelos nas minhas costas e a cabeça do pau deslizar em mim e parar na portinha, que piscava!
- Agora você vai ganhar rola, chupou gostoso, vai dar gostoso! - ele falou baixo e começou a meter.
Foi quando eu percebi como era grande aquela pica! Ele meteu a cabeça de uma vez! Eu gritei com o rosto enfiado no lençol suado. Ele parou um pouco. Eu respirava fundo e não queria deixar passar a oportunidade! Mandei ele enfiar devagar. A grossura do pau ia me alargando, parecia que eu sentia cada prega se rompendo, a ardência e a dor interna eram grandes. Pedi para parar e tentei relaxar. Ele tirou devagar, deitou e me fez sentar no pau dele. De costas para ele, eu via suas pernas e seus pés, e suas mãos grandes na minha cintura. Fui descendo naquela pica, relaxando e sentindo mais prazer agora. Apoiado nos pés e não minha mãos para trás, encaixei! Depois fiquei mais reto e sentei todo, sentindo ele me preencher até o fundo. Instintivamente, comecei a cavalgar. Sentia dor na barriga, mas ajeitava a posição para melhorar. Sentia os pentelhos na minha bunda, sentia suas mãos na minha pele e sentia ele todo dentro de mim, até o formato! Meu pau estava totalmente melado de tesão! Eu não conseguia emitir som algum, de tanto tesão que sentia! Não acreditei que estava com todo o pau dele dentro. Fiz movimentos circulares, esfregando meu cu nos pentelhos dele e empinando a bunda. Naldo também gemia abafado. Meu corpo todo respondia àquele momento de puro tesão! Cavalguei, me sentindo preenchido por Naldo. Durante a foda, sons não eram emitidos, gemidos eram abafados e o prazer silenciava tudo. Nossos gemidos mudos eram curtos e entrecortados. Eu estava em êxtase, suava frio! Continuei nos movimentos circulares e agora para frente e para trás e, de tão dentro, meu saco encostou no dele! Com suas mãos grandes, ele me fez girar no pau e fiquei sentado, de frente para ele, que me segurou pelas nádegas, por baixo e começou a dar estocadas, fundas e fortes. Minhas pernas estavam trêmulas e meu corpo se contraia de tesão! Meus mamilos pareciam que iam explodir, meu cu latejava e dilatava e uma sensibilidade enorme que ia do cu até o pau, me fazendo babar cada vez mais. Todo meu corpo respondia aos estímulos!
Apoiei minhas mãos em seu peito magro e cabeludo, olhei ele nos olhos e continuei os movimentos. A boca seca de tesão e nervoso, a falta de palavras e o desejo, me faziam sentir parte dele. Com uma mão, Naldo segurou minha perna e com a outra foi ao meu rosto, espaldada. Enfiou o polegar na minha boca, passando pelos dentes, pela língua e pelos lábios. Eu chupava seu dedo grosso e salgado, e ele tirou a mão da perna e brincou com meu mamilo. Comecei a chupar toda sua mão, dedo por dedo, passei a língua entre eles, na palma calejada e áspera, até sentir a outra mão, agora no meu pescoço. Com uma virada de corpo, me deitou de costas, sem tirar o pau e passou a meter de frente. Eu não conseguia falar nada além de me entregar e ele também! O zelador me puxou para a beira da cama e vi que agora ia gozar. Passou a meter com mais força, eu sentia a cabeça do pau no fundo, parecendo que ia me rasgar e sair pela barriga, meu cu ardia! Ele deitou seu peito no meu e senti seu hálito quente, respirando forte pela boca, com temperatura e cheiro de macho no cio. Eu abracei seu corpo quente e senti que ia gozar, e ele também. Naldo franziu a testa, apertou os olhos e em um urro abafado e mudo, começou a gozar. Dentro de mim, seu líquido quente se espalhava e quase queimava, pois primeiro ele gozou no fundo e tirou o pau até a metade, inundando por dentro, que estava alargado por aquele cacete grosso e grande. Gozei junto, muitos jatos também, apertando seu corpo e alisando sua cabeça.
Ao final de algumas contrações, ele relaxou em cima de mim, ainda de pau duro! Após alguns segundos, retirou o pau devagar e viu que estava melado do meu gozo. Fez uma cara estranha, limpou sua barriga com uma toalha de rosto de jogou para eu me limpar também. Levantei com dificuldade, parecia que seu pau ainda estava dentro de mim e senti a grande quantidade de esperma e procurei contrair o cu para não melar tudo. Com as pernas cansadas e o corpo dolorido, me vesti. Nu, com o pau pingando e melado e em silêncio, o zelador abriu a porta. Cheguei perto dele, de repente para um beijo, que ele não deu. Cheirei seu peito para ter mais um pouco do cheiro de macho, passei a mão pelo seu pescoço suado e fui embora.
Cheguei em casa com o cu ardendo. Cheirando meus braços e mãos, me dirigi ao banheiro. A cueca já estava melada de porra grossa. Senti no vaso e deixei escorrer tudo, sentindo o cheiro de sexo e esperma. Não quis tomar banho, quis dormir com o cheiro de homem em mim, coisa que eu tanto sonhei.
Passamos a foder sempre que dava, mesmo depois que a mulher dele voltou ao normal no trabalho.
Alguns meses depois, meus pais o chamaram para fazer um trabalho no nosso sítio. O caseiro era novo (tanto de idade quanto de tempo de trabalho lá) e não sabia fazer o serviço. Naldo estava de férias e passou uma semana lá. Claro que dormiu comigo todas as noites, levantando mais cedo e indo para o quarto dele ao lado da casa do caseiro. Percebi que o caseiro tinha sacado da gente quando o vi atrás de mim no quintal, enquanto eu pegava mangas do pé.
O rapaz moreno jambo, de uns 25 anos, parrudinho e alto, estava me olhando, com a mão no volume do short e um sorrisinho sacana. Retribuí o sorriso, mas essa já é outra história!
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