Priscila já sabia que queria sua liberdade sexual, e depois daquela visita à casa de swing isso ficou ainda mais claro para ela. Ricardo definitivamente não a satisfazia em seu desejo de explorar toda a sua sexualidade. Porém, ter Ricardo ao seu lado durante suas realizações deixava tudo mais excitante. Era o complemento perfeito: ter o marido como cúmplice em suas fantasias.
Ricardo também percebia que ver sua esposa sendo explorada por outros homens — outras mãos, outros paus — o excitava muito. No entanto, isso também vinha acompanhado de uma certa culpa, talvez fruto de sua criação religiosa, que colocava o prazer carnal como algo ruim, um pecado. Essa mistura de sentimentos povoava a cabeça de Ricardo. Embora ele adorasse o que sentia durante a putaria, após os atos vinha a sensação de que o que estavam fazendo era errado.
Mesmo assim, as aventuras do casal continuaram, com Priscila dando para Pedro ao menos uma vez por semana. Pedro tinha aquele toque "rústico" e dominador que a atraía muito. Durante as fodas, era frequente Ricardo estar do outro lado da linha, ouvindo enquanto sua esposa era possuída como uma puta por Pedro, além das várias fotos trocadas em tempo real.
Como Ricardo continuava viajando muito, na sua ausência o casal trocava mensagens quentes. Priscila compartilhava fotos e relatos quando fodia com Pedro, ou simplesmente enviava imagens dela se masturbando com vibradores.
Em uma quinta-feira, enquanto Ricardo se preparava para voltar para casa, já no lounge do aeroporto, encontrou Léo, um antigo conhecido com quem estudou e de quem era relativamente próximo durante os anos de faculdade. Para sua surpresa, eles voltariam para a mesma cidade no mesmo voo, que sairia em algumas horas.
Léo sempre fora um sujeito bonito e que, durante a faculdade, defendia algumas ideias que Ricardo lembrava e, agora, achava ainda mais interessantes. Ele se recordava de que, nas cervejadas acadêmicas, era Léo quem sempre dizia que se os homens não ficassem expondo as mulheres com quem fodiam, todos iriam foder mais. Isso, em um ambiente universitário onde os homens tinham a necessidade de reafirmar sua virilidade expondo as parceiras, era algo pouco compreendido pelos colegas.
Depois de algumas cervejas no lounge onde aguardavam o voo, Ricardo tocou no assunto. Léo, que não se casara, contou que tinha uma namorada, mas que mantinham uma relação aberta. Ricardo quis saber como funcionava, e Léo explicou que eles tinham liberdade para sair com quem quisessem.
Foi então que Ricardo fez a pergunta que rondava sua mente, em meio às dúvidas sobre sua nova vida:
— Mas você não tem medo de que ela te largue por alguém com quem ela fodeu?
— Meu amigo, isso pode acontecer em uma relação aberta ou fechada — respondeu Léo. — Tanto da minha parte quanto da dela. Eu não sou dono dela, do mesmo jeito que ela não é minha dona. Eu não tenho o direito de dar ordens sobre como ou com quem ela vai usar o corpo dela, e vice-versa. Aliás, termos essa liberdade é o que faz nossa relação ser tão boa e, pelo menos da minha parte, não querer trocá-la por nada, apesar de não abrir mão de foder outras mulheres.
A conversa seguiu, com Léo mostrando a Ricardo que o sentimento de posse era algo fomentado pela criação patriarcal, e que todos tinham desejos e fetiches que deveriam ter o direito de realizar.
Naquele início de noite, Priscila fodia com Pedro. Ela sabia que seu marido estava com um amigo, então não ligou, mas enviou várias fotos da foda. Ricardo as via sempre que tinha oportunidade, mas a verdade era que o tom da conversa com Léo estava tão interessante que o deixava cada vez mais à vontade com seus próprios desejos e com tudo o que estava acontecendo.
Depois de muita conversa, Léo mencionou que fodia com algumas hotwifes e explicou que o termo se referia a mulheres casadas que tinha um "cominado" com o marido que possibilitada que elas transassem com outros homens. Ricardo, identificando-se imediatamente, quis saber mais detalhes. Léo relatou as experiências, inclusive mencionando que alguns maridos curtiam apenas assistir, enquanto outros gostavam de participar, e que para ele isso era ótimo. Léo demonstrou ser alguém que não julgava fetiches, o que deixou Ricardo confortável e tentado a contar sua própria experiência, embora ainda hesitasse.
Em um intervalo da conversa, quando Léo foi ao banheiro, Ricardo viu no celular uma imagem recém-enviada por sua esposa. A foto, claramente tirada por Pedro, mostrava Priscila na posição de frango assado, com a pica de Pedro no seu cu enquanto ela usava um sugador de clitóris na boceta. Ela estava visivelmente prestes a gozar, com os olhos fechados e o rosto expressando muito prazer.
Ricardo, de pau duro admirando a foto, mal percebeu quando Léo retornou à mesa. Decidiu, então, se abrir um pouco com o amigo.
— Léo, você mencionou que sai com mulheres casadas... Eu e a Priscila estamos abrindo a relação, mas eu me sinto estranho quando ela sai com outros homens.
— Amigo, que legal saber disso! Acho que isso é normal quando um casal começa a abrir a relação. Mas você já parou para pensar se ela se sente assim também quando você sai com outras mulheres?
Ricardo não queria revelar que apenas Priscila saía com outras pessoas, então mentiu:
— Não tinha parado para pensar nisso.
— Pois é, amigo. A gente tem que entender que esse sentimento de posse faz parte da cultura em que fomos criados, mas todos temos o direito de explorar nossos corpos. O que te recomendo é que vocês combinem de não contar um ao outro quando saírem com outras pessoas.
Ricardo parou por um tempo, respirou fundo e decidiu se abrir mais:
— Léo, é que eu gosto de saber quando ela sai com outros. Mas depois fico pensando que estamos fazendo coisas que não deveríamos.
— Isso é normal, porque fomos criados achando que o "normal" é o papai e mamãe, e tudo o que sai disso é ruim ou errado. Pense que crescemos assim. Na nossa cultura, o homem tem que foder com o máximo de mulheres possível, mas as mulheres não deveriam fazer o mesmo. A hipocrisia é foda. Adivinha a quantidade de gente que diz que "defende a família", mas tem amante? É só hipocrisia. Eu acredito que a gente tem que fazer o que nos dá prazer, desde que não ofenda ninguém envolvido. Todo prazer é válido, Ricardo. Vocês são um casal jovem, bonito, e não tem nada de errado em fazer as coisas que dão prazer a vocês. Se ambos sentem prazer com isso, está tudo certo.
Ricardo estava impressionado pelo fato de Léo não apenas deixar de julgá-lo, mas também de não invadir sua intimidade forçadamente. Isso lhe deu confiança para confessar que já havia assistido à esposa foder com outro de dentro do closet e que eles já tinham ido a uma casa de swing, embora tenha omitido que ela fodeu com 2 homens na casa de swing.
Ambos estavam visivelmente empolgados com a conversa no canto do lounge, até que chegou o momento de irem para o portão de embarque. Eles conseguiram alterar os assentos para viajarem juntos na aeronave e continuar o papo, agora já mais desinibido por parte de Ricardo, devido à segurança que sentiu em Léo e às bebidas que consumiram.
Já na fila do embarque, Ricardo enviou uma mensagem a Priscila dizendo que estava embarcando e pedindo para ela se programar para buscá-lo no aeroporto, conforme combinado.
Dentro do avião, sentados nas poltronas 2A e 2B, Ricardo viu que Priscila respondera. Ele abriu a mensagem ao lado do amigo, achando que era apenas a esposa confirmando o horário. Porém, era uma foto de Priscila com o rosto todo gozado por Pedro e um sorriso de satisfação.
Ao ver a foto, ele bloqueou a tela imediatamente e olhou para o amigo para garantir que ele não tivesse visto. Léo tinha visto, mas, apesar de um pouco constrangido por presenciar algo tão íntimo, disse:
— Parabéns, amigo. Esse tipo de cumplicidade é muito legal.
Ricardo estava de pau duro, mas ao mesmo tempo sentia um frio na barriga por seu amigo ter visto mais do que talvez devesse. Mesmo assim, a situação o excitou: o amigo flagrando a foto de sua esposa toda gozada como uma verdadeira puta. Talvez pela desinibição causada pelo álcool, perguntou:
— Quer ver de novo?
Léo, com um sorriso no rosto, respondeu:
— Adoraria.
Ricardo então abriu a galeria bloqueada de seu celular, onde guardava todo tipo de imagem: Priscila fodendo com Pedro, usando vibradores e até chupando outros homens no glory hole da casa de swing. Léo ficou visivelmente excitado. Com o celular de Ricardo na mão, passava as fotos e perguntava onde tinham sido tiradas, qual era o contexto e quem eram os homens, sempre falando baixo para que os demais passageiros não ouvissem. Isso durou boa parte do voo.
Quando pousaram no aeroporto, o celular de Ricardo recuperou o sinal e ele recebeu outra mensagem de Priscila:
"Amor, já estou próxima do aeroporto. Mas ainda estou com muito tesão. Você vai dirigindo enquanto vou te chupando."
Ao ler aquilo, já com segundas intenções, Ricardo perguntou a Léo onde ele estava morando e como iria para casa. Léo disse que morava na capital (uma cidade a cerca de 30 km de distância e próxima ao aeroporto) e que iria de Uber. Ricardo sugeriu:
— Quer uma carona até a nossa casa? De lá você chama o Uber mais fácil.
Léo percebeu que o amigo poderia estar planejando algo e consentiu, agradecendo.
Ricardo respondeu a Priscila:
"Que delícia, amor. Mas estou com um amigo da faculdade, ele vai com a gente até nossa casa e de lá chama um Uber."
Enquanto o avião taxiava, Priscila rebateu:
"Tudo bem, amor. Mas não é fora de mão para ele? Você está pensando em alguma coisa?"
Ela já desconfiava que o marido queria algum tipo de putaria com o amigo, mas tinha receio de se envolver com conhecidos por medo da falta de discrição.
Ricardo respondeu:
"Ele é de confiança. Mostrei as fotos para ele. Acho que ele está a fim de te foder. E como você disse que está com tesão..."
"Tem certeza, amor? Ele é de confiança mesmo? Não corremos risco de exposição?"
"Fica tranquila, amor. Pode confiar."
"Ok! Já estou com o carro parado aqui perto. Quando saírem, me avisa que vou até a área de desembarque."
Léo percebeu que o amigo trocava mensagens intensas com a esposa, mas não ficou olhando. Embora desconfiasse que pudesse rolar algo, não tinha certeza absoluta. Resolveu ver até onde aquilo iria.
Quando saíram do avião e caminhavam pelo finger, Ricardo avisou a esposa. Assim que chegaram ao ponto de encontro, Priscila saiu do carro, cumprimentou o marido com um beijo quente de língua e, logo em seguida, foi apresentada a Léo. Ela gostou muito do que viu: um homem alto, de aproximadamente 1,85 m, forte, de pele bem morena, quase negro.
Ricardo assumiu o volante, sua esposa foi ao seu lado no banco do passageiro e Léo acomodou-se no banco de trás. Nos primeiros dez minutos do trajeto de vinte minutos até a casa deles, o papo foi ameno. Ricardo contava como conheceu Léo e como perderam o contato após a formatura. Durante todo esse tempo, Priscila manteve a mão esquerda no pau do marido sobre a calça. Percebendo que ele estava bem duro, ela conversava normalmente enquanto apertava o membro dele. Como Leo estava sentado atrás de Ricardo, ele não via isso.
Até que, já próximo à entrada da cidade, Ricardo perguntou:
— E como foi com o Pedro?
Priscila, surpresa pela pergunta na presença do amigo, respondeu:
— Foi ótimo, amor. Tudo certo.
Ricardo insistiu:
— Eu vi a foto de você dando o cu para ele. Gozou gostoso?
Priscila ficou vermelha. Após uma breve pausa, olhou pelo retrovisor para Léo, que também exibia um olhar surpreso, e resolveu entrar no jogo do marido:
— Gozei gostoso, amor. Mas ele meteu muito. Estou toda vermelha, mas ainda com tesão.
Ela usava um vestido leve e simples, de estampa florida. Ricardo levantou o tecido para expor a buceta dela enquanto dizia:
— Deixa eu ver...
Priscila abriu as pernas, exibindo a buceta avermelhada, com o aspecto típico de quem acabou de ser fodida. Ricardo então provocou o amigo:
— Olha só, Léo... A buceta dela fodida.
Léo tentou se inclinar, mas do banco de trás não tinha uma boa visão, mesmo com Priscila abrindo bem as pernas. Ricardo ousou ainda mais:
— Vai para o banco de trás para ele ver direito, amor.
Priscila, ainda ruborizada com a situação que quebrava todas as barreiras do que já haviam feito, hesitou por um instante, mas lembrou-se da garantia do marido de que Léo era confiável. Ela passou para o banco de trás, sentando-se ao lado de Léo. Levantou o vestido e abriu as pernas, expondo-se completamente.
Léo perguntou se poderia tocar, e Priscila consentiu. Ao tocá-la, percebeu que ela estava encharcada e comentou:
— Que delícia sua buceta, Priscila. Ela é muito mais gostosa ao vivo do que nas fotos que o Ricardo me mostrou.
Enquanto enfiava alguns dedos na buceta molhada de Priscila, ela o puxou para um beijo, que foi imediatamente correspondido. Enquanto Ricardo dirigia olhando pelo retrovisor, sua esposa beijava seu amigo no banco de trás, apalpando o pau dele por cima da calça social enquanto recebia os dedos de Léo em sua intimidade.
Priscila notou o volume avantajado do pau de Léo e tentou abrir a calça dele. Léo a ajudou a tirar o cinto e a desabotoar a peça, revelando a cueca boxer que marcava perfeitamente a ereção. Quando ela tirou o pau para fora da cueca, surpreendeu-se e exclamou com empolgação:
— Amor, o pau dele é muito grosso!
Léo retirou os dedos da buceta dela, levou-os até a boca de Priscila e disse:
— Chupa.
Priscila lambeu os dedos, saboreando os próprios fluidos, e logo em seguida Léo empurrou suavemente sua cabeça para baixo, fazendo-a chupar seu pau.
Priscila estava profundamente excitada com aquela situação e, deixando para trás qualquer timidez inicial, assumiu o controle absoluto em busca da sua própria realização sexual. Após chupar Léo por alguns minutos e perceber que o carro já entrava na cidade, ela decidiu que o banco de trás era pequeno demais para o tamanho do seu desejo e voltou para o banco da frente, ditando o ritmo do retorno.
Ao chegarem em casa, assim que Ricardo estacionou o carro na garagem, Priscila tomou a iniciativa. Saiu do veículo puxando Léo pela mão e o encostou contra a parede da garagem, iniciando um beijo caloroso e faminto. Ela tateava o corpo do homem com autoridade, mapeando o que seria seu em instantes, completamente indiferente à presença do marido, até que Ricardo os interrompeu com um sussurro:
— Vamos entrar?
Os três entraram. No entanto, em vez de se submeter à pressa dos homens, Priscila impôs seu próprio tempo. Subiu as escadas sem olhar para trás. Não correu para se livrar dos vestígios da foda com Pedro; pelo contrário, no banheiro, apenas se refrescou estrategicamente, usando o próprio cheiro e a lubrificação da foda anterior como combustível para o que viria.
Enquanto isso, lá embaixo, Léo pediu a Ricardo para tomar um banho rápido. Ricardo lhe entregou uma toalha e o direcionou ao banheiro. Quando Léo saiu, vestindo apenas a calça social, passou a elogiar a beleza e a audácia de Priscila para o amigo.
Pouco depois, Priscila desceu as escadas. Ela vestia um robe que, ao chegar diante dos homens sentados no sofá, deixou cair deliberadamente, revelando um body de lingerie preta, totalmente transparente. Caminhou com segurança e sentou-se no colo de Léo. Ela comandava o beijo, explorando o abdômen e os braços fortes dele, enquanto usava o quadril para ditar a pressão sobre o pênis do homem por cima da calça. Ricardo, excitado pela imponência da esposa, começou a se despir em silêncio, posicionando-se como um espectador privilegiado do espetáculo dela.
Léo deslizou o body de Priscila para baixo, expondo seus seios. Priscila, sentindo o calor aumentar, saiu de cima dele e desabotoou a calça do homem. Ela segurou aquele pênis grosso, admirando o próprio poder de conquista. Deitou-se no sofá de barriga para cima, perfeitamente confortável com seu corpo, e distribuiu as funções: comandou Ricardo para que a chupasse e estendeu a mão para que Léo entregasse o membro à sua boca.
Ricardo, que conhecia detalhadamente os pontos de prazer da esposa, usou a língua com maestria. Priscila alternava o controle: ditava a profundidade com que recebia Léo na boca e, ao mesmo tempo, pressionava a cabeça de Ricardo contra sua vulva, exigindo mais intensidade. O foco era o estímulo duplo para o seu ápice.
Buscando ainda mais controle físico, Priscila mudou a dinâmica. Mandou Ricardo deitar-se no tapete e ajoelhou-se sobre o rosto dele, mantendo o controle total do peso e do encaixe de sua vulva na língua do marido. Nessa altura, ela olhou para Léo e, com um comando firme, permitiu que ele entregasse o pênis à sua boca novamente. Entre uma sucção e outra, ela deixou claro o que queria:
— Transa com a minha boca. Quero que você meta forte.
Léo obedeceu, segurando sua cabeça com firmeza e ritmando as estocadas. Sentindo o preenchimento na boca e a língua implacável do marido em seu clitóris, Priscila atingiu um orgasmo avassalador. Ela rebolou intensamente no rosto de Ricardo, com as pernas tremendo, segurando o quadril de Léo para extrair cada gota de sensação daquele momento que era puramente seu.
Ao se recuperar, Priscila ordenou ao marido:
— Ricardo, pega uma camisinha para mim na minha bolsa. Agora.
O marido obedeceu prontamente. Ao retornar, entregou o preservativo a Priscila, que fez questão de colocá-lo em Léo com as próprias mãos, saboreando o momento. Ela então se posicionou de bruços no braço do sofá, arrebitando a bunda na altura ideal para o seu conforto e prazer, e comandou:
— Me fode.
Quando Léo introduziu o pênis grosso na buceta já excessivamente lubrificada de Priscila, o rosto dela expressou o mais puro êxtase. Olhos fechados, respiração suspensa, entregue à sinestesia do toque. Léo mantinha um ritmo cadenciado e vigoroso. Priscila gemia alto, preenchendo a sala com o som do seu prazer. Ricardo assistia, masturbando-se, completamente hipnotizado pela satisfação da esposa. Priscila, então, estendeu a mão e chamou o marido para perto, oferecendo sua boca a ele, mas deixando claro:
— Chupa, mas não goza ainda. Eu dito as regras.
Sentindo o preenchimento duplo, Priscila quis testar seus limites. Léo perguntou se podia possuir seu cu. Ela consentiu, mas impôs a condição:
— Vai devagar. Eu quero sentir prazer, não quero dor.
Mesmo com a região maleável pela experiência anterior, a espessura de Léo exigiu paciência. Priscila cerrou os olhos, assimilando a pressão e transformando o desconforto inicial em puro tesão à medida que o espaço cedia. Contudo, percebendo que a posição no sofá limitava seus movimentos, ela ordenou uma pausa:
— Para. Léo, deita no chão e troca a camisinha.
Assim que ele obedeceu, Priscila montou sobre ele de frente, assumindo o controle total da penetração. Ela cavalgava no ritmo que desejava, controlando a profundidade do pênis de Léo em sua buceta. Sentindo-se a rainha daquela cena, olhou para o marido e comandou:
— Amor, lambe o meu cu agora.
Ricardo agachou-se atrás dela. À medida que Priscila quicava com autoridade sobre Léo, Ricardo tentava chupar o cu recem fodido por 2 paus, ocasionalmente tocando a base do pênis de Léo. O controle da velocidade era todo de Priscila. Em um movimento mais vigoroso dela, o pênis de Léo escapou momentaneamente e tocou o rosto de Ricardo. Sem perder o ritmo, Priscila segurou o membro do amante e o guiou de volta para dentro de si, concentrada apenas em manter o fluxo do seu próprio prazer.
Sentindo que o ápice de Léo estava próximo, ela decidiu como queria a finalização daquela etapa. Saiu de cima dele, ajoelhou-se e começou a chupa-lo, já sem a camisinha, olhando fixamente para o marido, que continuava excitado e submisso à sua vontade. Quando Léo avisou que ia chegar ao limite, Priscila direcionou:
— No meu peito. Quero ver você gozar no meu peito.
Léo retirou o membro e gozou fartamente sobre os seios de Priscila. Ela olhou para o próprio corpo marcado pelo gozo do amante, sentindo-se poderosa. Levantou-se, estendeu a mão para Ricardo e o puxou em direção ao banheiro mais proximo, dizendo a Léo:
— Espera um momento aqui, Léo.
No banheiro, diante do espelho, Priscila olhou para Ricardo e deu a ordem que encerraria o ciclo de sua fantasia:
— Limpa o peito da sua mulher com a língua. Quero que você sinta o gosto dele.
Ricardo obedeceu com devoção, limpando cada gota da ejaculação de Léo. Priscila segurava a cabeça do marido contra seu peito, excitada com a cena. Quando ele terminou, ela o puxou para um beijo profundo, misturando os sabores. Enquanto o beijava, Priscila começou a masturbar o pênis rígido de Ricardo. Sentindo que ele estava prestes a explodir, ela se ajoelhou por vontade própria, envolveu o membro dele com a boca e engoliu toda a sua ejaculação, selando a noite sob os seus próprios termos.
Ao saírem do banheiro, Priscila encontrou Léo já se vestindo. Com a postura de quem havia sido completamente saciada, ela se despediu do convidado com um sorriso confiante:
— Obrigada pela noite, Léo. Estou cansada e vou tomar meu banho. Ricardo te acompanha.
Léo agradeceu a Ricardo pela experiência, garantindo total discrição, e chamou um Uber, partindo em seguida.
Quando Ricardo subiu para o quarto, encontrou Priscila relaxada na cama. Ele começou a relatar impressões e detalhes que Léo havia dito sobre ela. Priscila ouvia com um sorriso de satisfação e autoesfinge, validando o próprio poder e concluindo, de forma autônoma:
— Eu adorei seu amigo. Podemos repetir quando eu quiser.