Dei pro calouro da PUC no apartamento dele

Um conto erótico de Rainha da Orla
Categoria: Heterossexual
Contém 2584 palavras
Data: 17/05/2026 09:11:03

Meus amores, vim logo de manhã contar a vocês como foi a minha noite de ontem com aquele calouro da PUC.

A minha semana foi de muita expectativa para o nosso segundo encontro, desta vez no apartamento dele estava me deixando maluca. Não vou mentir. Toda vez que eu passava por um sedã preto na rua, minha mente voltava para aquele banco de couro. Relembrar o vigor daquele branquinho, o suor, e o jeito que ele lidou com a minha experiência de quarentona foi o meu combustível para aguentar a rotina e pelo visto, o impacto foi mútuo. O garoto passou a semana me mandando mensagem.

"Não consigo prestar atenção na aula. Fecho os olhos e ainda sinto o cheiro do seu perfume..."

"Foco nos estudos, calouro! Mas confesso que o test-drive no seu carro superou as minhas expectativas. O couro do banco traseiro que o diga..."

"Isso foi só o aperitivo. Imagina o que eu posso fazer com você tendo uma cama e uma noite inteira?"

É claro que, para manter o interesse lá no alto, a gente não ficou só nas palavras. Ele me mandava umas fotos "casuais" no espelho da academia, exibindo aquele abdômen de 18 anos que é um desaforo.

Eu retribuí à altura. Mandei uma foto de costas para o espelho do meu guarda-roupa, sem nada. Minhas costas e bunda nuas para ele.

A melhor parte desse encontro? O alívio. Diferente da primeira vez, em que eu tive que cronometrar cada gemido no banco do sedã para voltar logo para o meu filho, desta vez o pequeno estava com o pai. Eu tinha todo o tempo do mundo para aproveitar aquele playboy.

Para deixar o queixo dele no chão, escolhi um vestido preto de seda, daqueles com alças finíssimas e um caimento que abraça cada curva. O comprimento era perigoso, um palmo acima do joelho e tinha uma fenda lateral que, quando eu cruzava as pernas, deixava ele totalmente sem ar. Mas o verdadeiro segredo estava por baixo. Como eu sabia que a noite terminaria no ap dele, investi em uma lingerie de renda francesa bordô. Era um conjunto de sutiã tomara que caia e uma calcinha fio-dental minúscula.

O garoto não veio para brincadeira. Ele estacionou o sedã preto na minha porta e quando entrei o cheiro de carro novo misturado ao perfume importado dele já me deu um nó no estômago. Ele estava impecável, camisa de linho entreaberta, aquele sorriso de quem sabe que é herdeiro e um olhar que dizia "Eu lembro de cada detalhe daquela noite no carro".

Ele me levou a um restaurante caro, daqueles em que a vista para o mar compete com o preço. O objetivo dele era claro, me impressionar. E, olha, ver aquele branquinho tentando manter a pose de homem de negócios enquanto pedia uma taça do vinho mais caro da carta, só para me agradar, foi um charme à parte.

A conversa fluiu como o vinho, mas a tensão sexual entre a gente era tão alta que o garçom quase precisou de um extintor. Quando ele pagou a conta (com aquela marra de playboy que eu adoro), ele não sugeriu o carro. "Meu apartamento está vazio e você não tem hora para chegar em casa, vamos?"

Chegando lá, já deu para ver que o imóvel era de primeira linha. Ele mora sozinho em um apartamento que, claramente, é bancado pelo papai. Tudo novo, moderno e com aquela cara de quem não sabe o que é um boleto vencido. Ele, todo orgulhoso, resolveu me fazer um tour completo pelo local. E eu, claro, fui comentando cada detalhe com a minha visão afiada de corretora. Analisei o acabamento, a iluminação estratégica e até a vista da varanda, sempre com aquele tom de quem entende do assunto, mas deixando claro que meu interesse ali não era apenas imobiliário.

No quarto, a tensão que acumulamos explodiu.

"Você não tem ideia do quanto eu esperei por esse momento." Ele sussurrou, me prensando contra a parede do quarto.

A gente se beijava com uma fome absurda, daquelas que fazem a gente esquecer até o próprio nome. Enquanto as mãos dele exploravam as minhas curvas, as roupas foram ficando pelo caminho. Meu vestido, a lingerie que escolhi a dedo, tudo no chão. Quando finalmente nos deitamos nus naquela cama enorme, o mundo lá fora parou.

A gente se beijou mais um pouco comigo por cima, sentindo o calor do corpo um do outro. No primeiro encontro, a pressa e o aperto do carro não deixaram eu fazer tudo o que queria, mas ali nada me impedia. Eu me descolei do beijo, dei aquele olhar de quem sabe exatamente o que está fazendo e fui descendo pelo corpo dele. O playboyzinho até prendeu a respiração quando percebeu minhas intenções. Eu queria compensar a falta que fez uma bela mamada no nosso primeiro encontro.

Diferente das meninas da idade dele, eu não tenho pressa e nem frescura. Usei toda a minha experiência para deixar o calouro da PUC completamente hipnotizado. Olhando para ele de baixo, vendo a cara de prazer que ele fazia enquanto eu chupava aquela pica.

Eu continuei ali, de joelhos, sugando com uma intensidade que fazia ele enterrar os dedos no meu cabelo castanho, mas a corretora aqui queria fechar o contrato com chave de ouro. No carro, o espaço era reduzido, mas ali, naquela cama imensa bancada pelos pais dele, o cenário era outro.

Eu me levantei devagar, sentindo o olhar dele devorando cada centímetro do meu corpo nu.

“E a proteção?" Eu tinha uma na minha bolsa, mas queria ver se ele tinha se preparado.

Ele com aquele sorrisinho de quem quer mostrar serviço, esticou o braço até a mesa de cabeceira e puxou um pacote de camisinhas novinho, lacrado.

“Comprei hoje cedo. Pensei em cada detalhe.” Ele disse, com a voz já meio trêmula de desejo.

Eu mesma fiz as honras. Encapar aquele pau rígido e pulsante foi como dar o visto final na documentação. Só depois que ele estava devidamente "seguro" é que eu me posicionei. Eu sabia que ele estava hipnotizado. Para deixar aquilo realmente inesquecível, eu não ia apenas sentar. Eu ia dar a ele uma visão inesquecível.

Fiquei de costas para ele, agachei devagar, aquele treino de pernas e glúteos da academia servindo para o seu propósito maior e dei a ele uma visão privilegiada da minha bunda, que estava ali, firme e convidativa. Antes de colocar o pau dele dentro de mim, olhei por cima do ombro, com aquele brilho de malícia nos meus olhos cor de mel, e perguntei com a voz rouca: “Vai aguentar?”

Ele nem conseguiu falar, só balançou a cabeça positivamente, com os olhos estalados e a respiração pesada.

Então, eu me guiei e senti o pau dele, rígido e pulsante, entrar na minha buceta. Quando ele preencheu tudo, eu comecei a sentar. De costas, eu tinha o controle total do ritmo. Comecei devagar, sentindo cada centímetro, e logo comecei a cavalgar com vontade. O som da nossa pele se batendo, os meus gemidos ecoando no quarto e aquela sensação de domínio... meus amores, é por isso que eu amo os novinhos. Eles têm o fôlego, mas eu tenho a técnica. Eu sentava com força, sabendo que aquela imagem da minha bunda subindo e descendo ia ficar gravada na memória dele por muitas e muitas aulas na PUC.

Eu comecei a sentar, primeiro devagar, sentindo o encaixe perfeito. Foi aí que ele não aguentou: esticou os braços e agarrou a minha bunda com as duas mãos, apertando com vontade, como se quisesse ter certeza de que aquela visão espetacular era real. Os dedos dele se enterravam na minha pele, e eu sentia o calor das mãos dele me puxando para baixo em cada estocada.

“Isso... aperta, garoto!”

Eu comecei a cavalgar com uma intensidade que eu não tive espaço para ter no banco de trás do carro. Eu usava toda a força das minhas pernas. Valeu cada agachamento na academia para subir e descer com força. A cada vez que eu sentava, eu sentia ele chegar no fundo, e o som das nossas peles se batendo era música pros meus ouvidos.

Eu olhava por cima do ombro e via o rosto dele se contorcendo, os olhos quase revirando enquanto eu dominava o ritmo. Ele tentava acompanhar, jogando o quadril para cima, mas quem mandava ali era a coroa. Eu acelerava, girava o quadril, e sentia o playboyzinho completamente entregue, hipnotizado pelo movimento da minha bunda entre as mãos dele.

A gente estava num ritmo frenético, o quarto cheirando a sexo e perfume caro.

Eu acelerei o ritmo. Sentava firme, com vontade, fazendo o corpo dele arquear na cama. Eu via pelo ombro que ele estava chegando no limite. A respiração dele era um ruidoso "hmpf, hmpf" e os olhos dele já estavam virando.

"Caralho, você é muito gostosa!” Ele balbuciou, quase sem ar.

Eu dei as últimas sentadas, as mais profundas, sentindo a pressão aumentar. Foi quando ele travou o corpo, deu uma estocada final para cima e descarregou tudo na camisinha. O gemido dele foi alto, preenchendo o apartamento silencioso. Ele desabou no colchão, suado e completamente nocauteado pela performance da coroa aqui. Eu saí de cima dele devagar, sentindo aquele vazio gostoso. Eu não cheguei ao orgasmo nessa rodada, mas quer saber? Eu não estava nem um pouco preocupada. Diferente do nosso primeiro encontro no carro, onde tudo foi corrido, o cronômetro estava a meu favor.

Eu me deitei ao lado dele, sentindo o peito dele subir e descer freneticamente. Dei um beijo molhado no pescoço dele e sussurrei. “Descansa um pouquinho, calouro, que eu ainda quero mais.”

A gente foi até a cozinha. Eu, claro, não fiz questão nenhuma de me vestir. Coloquei apenas a calcinha de volta, deixando o resto do corpo à mostra. Ver os olhos dele me seguindo enquanto eu pegava uma garrafa de água gelada era viciante.

"Você é um perigo. Como eu vou conseguir focar na aula depois de ver essa cena?" Ele disse, encostado na ilha de mármore da cozinha, ainda nu.

Eu dei um gole na água, deixando uma gota escorrer pelo meu pescoço.

Levamos duas taças de vinho para a varanda. O vento do mar batia no meu rosto e eu me sentei no colo dele naquela poltrona de design. Ficamos ali, com as luzes apagadas, admirando a vista da orla, com ele fazendo carinho na minha coxa.

A conversa ficou ainda mais picante. Ele me contou o quanto as fotos que eu mandava durante a semana o deixavam louco nas aulas. Eu, por outro lado, confessei que o jeito decidido dele no banco do sedã preto foi o que me fez querer dar para ele de novo.

O intervalo não durou nem trinta minutos. O vinho ficou pela metade na mesa da varanda. Ele me pegou no colo, a força desses meninos é uma delícia, e me levou de volta para a cama.

Eu me virei de costas, ficando de quatro no centro da cama, empinando bem o bumbum enquanto ele abria outro pacote de camisinha e colocava no pau. Senti o corpo dele colar no meu, o calor daquela pele de 18 anos contra a minha. Ele me segurou firme, as mãos dele quase se fechando na minha cintura, os dedos cravando na minha pele com uma possessividade que me deu um estalo de puro desejo.

Ele veio por trás como um animal faminto. Quando ele entrou em mim, não foi com calma. Foi uma estocada funda, seca, que me fez arquear as costas e soltar um gemido que ecoou pela cobertura inteira.

"Ahhh... caralho... isso! Vai, me fode com essa vontade!" Eu gritava, sem medo de ser ouvida, enterrando o rosto no travesseiro por um segundo antes de empurrar o quadril ainda mais contra ele.

"Você é muito gostosa... puta merda, que corpo é esse?" As mãos dele apertavam minha cintura com força.

O ritmo era frenético. O som da pele dele batendo na minha, o estalo da mão dele dando um tapa firme na minha bunda, um estalo alto que ardeu gostoso e me fez soltar um ganido agudo. Eu rebolava contra ele, buscando cada centímetro, sentindo o calor daquele corpo jovem que parecia não ter fim.

"Gosta assim, é? Toma, sua puta gostosa..." A voz dele completamente distorcida pelo tesão, intercalando as palavras com estocadas violentas e rápidas que me faziam deslizar um pouco pelo lençol a cada impacto.

"Sim! Mais forte! Dá mais tapa, vai!" Eu implorava.

Ele ergueu a mão novamente e deu outro tapa firme, estalado, bem na outra banda da minha bunda, fazendo minha carne tremer. Eu curvei ainda mais a espinha, me oferecendo inteira para ele.

Ele acelerou ainda mais, os movimentos ficando curtos, brutos e implacáveis. Eu sentia o suor dele pingando nas minhas costas, misturando com o meu. Ele prendeu os dedos nos meus cabelos castanhos, puxando os fios com força para trás, me obrigando a erguer o queixo e olhar para o teto, e depois forçando minha cabeça para o lado para que eu olhasse nos olhos dele pelo espelho do armário enquanto ele me comia.

O olhar do garoto estava fixo, focado, as pupilas dilatadas enquanto ele metia com tudo, sem dó. A cada batida do quadril dele contra o meu, um gemido longo e arrastado escapava da minha garganta.

Senti a musculatura dele travar, os braços dele me envolvendo por completo, me apertando contra o peito dele enquanto ele dava as últimas três estocadas mais profundas da noite, gozando firme na camisinha, outra vez, acompanhado por um urro rouco que ele tentou sufocar no meu pescoço. Eu gozei ali mesmo, presa nos braços dele e desabamos juntos na cama, os corpos colados pelo suor, ofegantes sob o silêncio que voltou a tomar conta da cobertura.

O quarto estava quente, com aquele cheiro inconfundível de sexo misturado ao perfume importado dele. Ele me puxou para perto, colando o peito dele, branquinho e liso, nas minhas costas, e passou o braço firme pela minha cintura, me segurando como se eu fosse um prêmio que ele tinha medo de perder se soltasse.

Dormir abraçada com aquele frescor juvenil, sem a preocupação de olhar para o relógio ou ter que voltar correndo para casa de madrugada, foi a melhor parte do "negócio". Dormi relaxada, embalada pelo som do mar que entrava de leve pela fresta da varanda.

Quando os primeiros raios de sol começaram a clarear o quarto, eu abri os olhos devagar. Ele continuava capotado, respirando calmo, com o rosto encostado no meu ombro. Parecia até um anjo, nem lembrava o "animal faminto" que tinha me puxado pelos cabelos horas atrás.

Comecei a me mexer devagar, deslizando para fora dos lençóis. Minhas pernas ainda estavam meio trêmulas e a minha bunda ardia de leve, uma lembrança deliciosa dos tapas estalados da noite anterior. Fui até o banheiro, tomei uma ducha rápida e comecei a me vestir com o meu vestido de seda preta.

Antes de pegar a minha bolsa, olhei para a cabeceira da cama. Ali do lado estava a minha calcinha de renda francesa bordô. Olhei para o garoto, que começou a dar os primeiros sinais de que ia acordar, se espreguiçando na cama. Sorri maliciosamente com uma ideia de puro marketing de relacionamento. Peguei a calcinha, dei um beijo no tecido e a deixei bem em cima do celular dele

Saí da cobertura na ponta dos pés, deixando o playboyzinho com a melhor recordação que ele poderia querer.

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Comentários

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Adorei teu conto e sou seu colega de profissao, me chame no email e vamos conversar consultor.rodrigobastos@gmail.com

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