Minha esposa santinha gostou do marido da irmã parte 17

Um conto erótico de Ricardo
Categoria: Heterossexual
Contém 3241 palavras
Data: 17/05/2026 07:12:20

A manhã do jantar de noivado nasceu com um sol pálido e doente na capital, bem diferente daquele mormaço bruto do Ceará que racha o chão da roça. O ar-condicionado da cobertura zumbia no meu ouvido, um som frio que combinava perfeitamente com a calma de psicopata que tinha tomado conta de mim.

Eu me levantei antes de todo mundo. Olhei para a Lia jogada na cama, com o lençol cobrindo apenas metade daquele bumbum surreal que o velho Cláudio tinha comprado por 50 mil reais. Senti um misto de nojo e de um tesão doentio, o verdadeiro fogo de corno que queima e te deixa cego. Mas eu não era mais o Robson submisso da roça; eu era o dono daquele tabuleiro.

Fui para a cozinha. O silêncio do apartamento era tão denso que o clique da cafeteira pareceu um tiro. Não demorou cinco minutos, ouvi o barulho arrastado de chinelos no corredor.

Era a Bruna.

A guria de 18 anos vinha com uma camiseta que batia no meio das coxas grossas, o cabelo loiro todo bagunçado e os olhos verdes inchados de sono — e de safadeza. Ela sentou na banqueta da bancada, abriu as pernas sem pudor nenhum e me olhou com aquele sorriso de víbora que adora ver o circo pegar fogo.

— Bom dia, bicho do mato... — ela sussurrou, a voz rouca, esticando os braços. — A Clara está trancada no banheiro do quarto desde as seis da manhã. Diz que está com cólica, mas eu sei que é o rabo dela que está pegando fogo por causa do estrago que você fez na dispensa. Você não tem pena, né?

Eu me aproximei devagar, segurando a xícara de café quente, e parei bem na frente dela. O cheiro de sono e de sacanagem daquela novinha me subiu à cabeça.

— O caipira aqui só faz o serviço completo, Bruna. Ela pediu, eu entreguei. E você? O cuzinho ainda está ardendo do mergulho na piscina?

Bruna deu uma risadinha gostosa, mordendo o lábio inferior. Ela esticou a mão e arranhou a minha coxa por cima do moletom.

— Tá ardendo sim... Mas é um ardido bom. A Gabi me ligou de madrugada, sabia? Ela disse que você deixou ela de pernas bambas no banheiro do restaurante. Ela está viciada em você, Robson. O Paulo está montando um plano de casamento com a Clara só para atingir o Sérgio, e nem imagina que você já passou o rodo nas mulheres da vida dele.

— O seu irmão é um frouxo, Bruna. Ele vigia o celular da noiva, mas não consegue ver a farsa debaixo do próprio nariz.

— É por isso que eu amo esse jogo — ela disse, levantando-se e colando o corpo dela no meu, os seios empinados marcando o tecido fino da camiseta. — Hoje à noite vai ser um massacre. O papai vai estar na mesa, a mamãe com a cara cheia de botox, o Sérgio pagando de rei, a Gabi louca para te dar... E a sua mulher achando que está rica. Você vai aguentar a pressão, caipira?

Antes que eu pudesse responder, o som da porta do elevador se abrindo nos fundos fez a Bruna se afastar num pulo e sentar na mesa, pegando uma torrada como se nada tivesse acontecido.

Era o Paulo. Ele vinha de terno, com o tablet na mão, a imagem perfeita do homem de negócios moderno.

— Bom dia, Robson. Bom dia, Bruna — ele disse, sem tirar os olhos da tela. — O dia hoje vai ser corrido. O buffet chega às duas da tarde, os garçons às quatro. Quero tudo perfeito para o anúncio de hoje à noite. Robson, você já separou aquele seu terno? Não quero que a família do Sérgio pense que a gente não sabe vestir nossos convidados.

Olhei bem para a cara daquele otário. Dava uma pena ver o orgulho dele, achando que era o rei da capital enquanto a noiva dele estava com o meu leite escorrendo até as pernas e a irmã dele era a minha putinha particular.

— Está tudo pronto, Paulo. O terno azul está no cabide. Pode ter certeza de que eu vou estar impecável para ver você selar o seu destino.

O dia passou como uma tortura lenta. A Lia e a Clara saíram de novo para o salão, enquanto eu e o Paulo ficamos na sala com o Sr. Cláudio, que assistia à TV com aquela cara de múmia viva. Cada vez que o velho tossia, eu lembrava do maço de dinheiro batendo na cara da minha mulher. O ódio me subia pela garganta, mas eu me controlava. O prato frio da vingança estava quase pronto.

Às sete da noite, a cobertura já estava transformada. Luzes de LED indiretas, arranjos de flores brancas que cheiravam a enterro de luxo, e garçons de luva branca circulando com taças de champanhe de cristal.

Eu fui para o quarto me arrumar. Vesti o terno azul-escuro que a Lia tinha insistido. No espelho, eu não via mais o Robson que trabalhava na roça no interior. Eu via um predador. O cabelo bem penteado, a barba feita, e um olhar que exalava o poder de quem tem a vida de todo mundo ali na palma da mão.

A Lia entrou no quarto, usando um vestido justo cor de ouro, com um decote generoso que mostrava as curvas daquela mulata que me pertencia, mas que tinha se vendido.

— Nossa, amor... você está lindo — ela disse, vindo me abraçar por trás, passando as mãos no meu peito. — O Paulo e o Sr. Cláudio vão ver que o meu marido também tem classe. Vamos descer? A família do Sérgio acabou de chegar.

Quando entramos na sala principal, a música clássica baixinha tentava abafar o clima de podridão. O Sérgio estava lá, de smoking, conversando com o Paulo perto do piano de cauda. Ao lado dele, a Verônica exibia as joias e o rosto esticado, me lançando um olhar de soslaio que quase me fez lembrar do gosto do whisky na biblioteca.

Mas quem realmente fez meu pau latejar debaixo do terno foi a Gabriela.

A ruiva estava um absurdo. Um vestido de veludo preto com as costas totalmente nuas até o início do quadril, destacando aquela raba gigante de cavala que eu tinha maltratado no banheiro do restaurante. O cabelo ruivo estava preso de um lado com uma presilha de brilhantes, e as sardinhas no rosto de anjo pareciam brilhar sob o lustre de cristal. Quando nossos olhos se cruzaram, ela mordeu o lábio inferior e levou a mão discretamente ao umbigo, por cima do tecido, me lembrando do piercing que eu tinha abocanhado.

A Bruna estava num canto, de vestido curto verde, bebendo champanhe e assistindo à minha entrada como se estivesse vendo o vilão do filme chegar. E a Clara... a noiva estava de vestido longo rendado, com o colar de diamantes que o Paulo tinha dado, mas com uma palidez que nem a melhor maquiagem da capital conseguia esconder. Ela mal conseguia se sustentar em cima dos saltos.

O Sr. Cláudio estava sentado na ponta da mesa de jantar principal, que já estava posta com talheres de prata e pratos com o brasão da família.

— Sentem-se todos, por favor — o Paulo anunciou, a voz ecoando com aquela autoridade forçada. — O jantar vai ser servido, e antes do prato principal, eu e o Sérgio temos um grande anúncio de negócios para fazer, que vai se juntar ao anúncio do meu casamento com a Clara.

Tomamos nossos lugares. A distribuição das cadeiras parecia um desenho do inferno:

O Paulo na cabeceira. A Clara à sua direita. O Sérgio ao lado da Clara.

De frente para eles, eu sentado entre a Lia e a Gabriela. A Bruna sentou-se na ponta, de frente para o pai, o Sr. Cláudio, e ao lado da mãe, a Verônica.

O primeiro prato foi servido — um tartare de salmão com ovas — mas ninguém ali tinha apetite. O silêncio era quebrado apenas pelo tilintar dos talheres de prata.

Debaixo da mesa, a putaria começou antes mesmo do primeiro gole de vinho.

A Gabriela não perdeu tempo. Com aquela perna grossa de cavala, ela tirou o sapato de salto e começou a subir o pé pelo meu tornozelo, subindo pelo terno até encostar a batata da perna bem no meio das minhas pernas, roçando o dedão no meu volume que já estava crescendo. Eu continuei comendo com a maior cara de paisagem do mundo.

Do outro lado, a Bruna, que estava na diagonal, me encarava com aqueles olhos verdes de safada, passando a língua nos lábios devagar toda vez que eu olhava para ela.

E a Lia? A minha esposa de ouro estava com o corpo inclinado para o lado do Sr. Cláudio, fazendo questão de deixar o decote generoso na linha de visão do velho gágá, que limpava a boca com o guardanapo a cada dois minutos, com a mão tremendo de tesão.

— O vinho está excelente, Paulo — o Sérgio quebrou o silêncio, a voz grossa de quem se achava o dono do mundo. — Mas estou mais interessado em assinar aquele contrato da fusão das nossas empresas. O futuro da nossa elite depende dessa união.

— Com certeza, Sérgio — o Paulo respondeu, dando um sorriso frio e olhando de relance para a Gabriela, a filha do sócio que ele planejava usar como troco. — O futuro está garantido. A Clara e eu já escolhemos a data. Vai ser em dezembro, na Catedral da Sé. Um evento para duas mil pessoas.

A Clara deu um sorriso forçado, a mão dela tremendo tanto que ela quase derramou o vinho na mesa. Ela olhou para mim, os olhos azuis implorando por socorro, lembrando do gosto da porra que ela tinha engolido na dispensa poucas horas atrás.

— Dezembro é uma época excelente, Paulo — eu intervim, com a voz grave, chamando a atenção de toda a mesa. O Paulo parou o garfo no ar e me olhou, surpreso pela minha audácia. — O mormaço da capital diminui um pouco. Mas sabe como é... na roça a gente aprende que quando a fundação de uma casa está cheia de cupim, não adianta botar telhado de ouro. A estrutura desaba do mesmo jeito.

O silêncio na mesa foi tão cortante que deu para ouvir o barulho do gelo derretendo no balde do champanhe.

O Sérgio estreitou os olhos, me medindo.

— O que o seu cunhado quis dizer com isso, Paulo? Ele tem alguma objeção ao casamento?

— Não, não, Sérgio — o Paulo gaguejou de leve, o ego ferido pela minha petulância na frente do sócio importante. — O Robson tem esses ditados do interior... Sabe como é, gente da terra pensa de outro jeito.

— É, gente da terra pensa na colheita, Paulo — eu continuei, dando um gole longo no vinho tinto e olhando fixamente para o Sr. Cláudio, que estava cinza na ponta da mesa. — E a colheita desse ano foi muito lucrativa. Cinquenta mil reais por uma noite de investimento... É um valor que muda a vida de muita vagabunda, não acha, Sr. Cláudio?

O velho Cláudio soltou um engasgo tão feio que o vinho tinto espirrou no prato de porcelana. A Verônica deu um grito contido, pegando o guardanapo para limpar o marido.

— Cláudio! Pelo amor de Deus, o seu coração! — ela exclamou, mas os olhos dela vieram direto nos meus, cheios de pânico. Ela sabia que eu estava com o pavio aceso.

A Lia ficou da cor do vestido de ouro dela, as mãos agarradas na borda da mesa até os nós dos dedos ficarem brancos. Ela olhou para mim com um terror que eu nunca achei que veria naquelas pupilas.

— Robson... por favor — ela sussurrou, a voz sumindo.

— O que está acontecendo aqui? — o Paulo levantou-se, batendo a mão na mesa, o rosto vermelho de raiva. — Que palhaçada é essa na minha mesa de noivado? Robson, você está bêbado? Quer que eu te bote para fora da minha casa?

Eu me levantei devagar, abotoando o paletó do terno azul com uma calma que parecia que eu estava no meio do pasto cuidando do gado. Olhei para o Paulo, depois para o Sérgio, depois para as quatro mulheres que estavam me servindo de prato principal naquela cobertura.

— Eu não estou bêbado, Paulo. Eu só cansei de ver tanto teatro de gente que se acha de "elite" — eu disse, puxando o celular do bolso do paletó. — Você quer falar de casamento? Quer falar de família? Então vamos ver como a sua noiva e a sua irmã celebram o amor por aqui.

A Clara deu um soluço alto, cobrindo o rosto com as mãos e começando a chorar desesperada na mesa.

— Não, Robson! Por favor, não faz isso! Eu faço o que você quiser! — ela gritava, o rímel borrando o vestido branco perolado.

O Paulo olhou para a noiva, totalmente perdido.

— Clara? Do que ele está falando? O que você fez?

— O mesmo que a sua irmã Bruna e a filha do seu sócio, a Gabriela, fizeram, Paulo — eu joguei a bomba na mesa, com a voz fria.

A Bruna levantou da cadeira com os olhos verdes arregalados de ódio e medo.

— Você é um doente, Robson! Um psicopata! Você prometeu!

— Eu não prometi nada para putinha nenhuma, Bruna — respondi seco.

virei a tela do meu celular direto para o rosto do Paulo, mostrando a conversa clonada da Lia com o pai dele, o Sr. Cláudio, e o comprovante do pix de 50 mil reais que o pai dele pagou para comer o cu da lia, e o video do pai dele tacando o pacote de cédula estalando na cara da minha esposa.

— Olha aí, Paulo. Olha o investimento que o seu pai fez na sua cunhada enquanto você achava que mandava na porra toda. O seu pai comprou o cuzinho da minha mulher pela metade do preço do anel da Clara.

O Paulo pegou o celular da minha mão, as pupilas dele dilataram enquanto ele arrastava os dedos pela tela, vendo o próprio pai bombando a cunhada no hotel de luxo. Ele olhou para o velho Cláudio, que estava jogado na cadeira, com a boca aberta, tentando puxar o ar, o braço esquerdo totalmente dormente.

— Pai... você... você comeu a mulher do Robson? — o Paulo falou, a voz saindo fina, o orgulho de homem de negócios desabando em cima dos cristais da mesa.

O Sérgio Albuquerque levantou-se, com uma cara de nojo que mudou tudo.

— Que baixaria é essa? Cláudio, você enlouqueceu? Paulo, eu não vou associar o nome da minha empresa a essa família de degenerados! O contrato está cancelado! Gabriela, vamos embora agora!

— Espera aí, Sérgio — eu disse, segurando o braço da Gabriela, que estava paralisada na cadeira, olhando para mim com o rosto vermelho de tesão e de pânico. O piercing no umbigo dela devia estar gelado de medo. — O senhor claudio não é o único que gosta de investir na carne dos outros. O Paulo aqui sabe muito bem que você passa o rodo na Clara e na Bruna com o seu dinheiro. Ele só queria casar com a Clara para ter a fachada e poder arrombar a sua filhinha ruiva aqui como troco.

O Sérgio parou no meio da sala, o rosto dele mudando de cor.

— O quê? Paulo... você...

— Sim, seu velho desgraçado! — o Paulo gritou, quebrando uma taça de cristal no chão de mármore, totalmente fora de si. — Eu sei que você come a Clara! Eu sei que você sustenta os luxos dela! E eu ia comer a sua filha sim! Eu ia destruir a Gabriela para você ver o que é bom!

A Gabriela olhou para o Paulo com um desprezo que quase cortou o ar.

— Você não ia comer nada, Paulo. Você é um frouxo! O Robson já fez o serviço completo no banheiro do restaurante! Ele entrou com tudo em mim e na sua irmã. E sua noivinha enquanto você roncava de bêbado! Ele é o único homem de verdade dessa casa!

O caos estava completo. A Verônica tentava acalmar o velho Cláudio que estava tendo um infarto na cabeceira da mesa; o Paulo voou no pescoço do Sérgio, os dois homens de terno caro rolando no mármore no meio dos cacos de cristal e do tartare de salmão; a Clara chorava de joelhos no chão, implorando pelo perdão que nunca viria; a Bruna passava a mão no próprio rabo, me olhando com um ódio que eu sabia que ia virar tesão na próxima vez que ficássemos sozinhos; e a clara me encarava , toda gozada por dentro do vestido , sabendo que o caipira tinha colocado o império deles abaixo com um clique.

Eu olhei para a Lia, que estava encolhida num canto da sala, o vestido de ouro todo amassado, soluçando e olhando para o marido que ela achava que era um bobo da roça.

Caminhei até a mesa, peguei a garrafa de conhaque de mil reais que o velho Cláudio tinha trazido, virei um gole direto no gargalo e olhei para a destruição ao meu redor.

— A colheita desse ano foi boa na capital, gente — eu disse, limpando a boca com as costas da mão e caminhando em direção ao elevador. — Mas o caipira aqui prefere o mormaço do Ceará. Lá a sujeira a gente limpa com enxada. Aqui, vocês se afogam na própria porra.

A porta do elevador privativo se fechou com um clique suave, deixando para trás os gritos, o choro e o som do império daquela elite desmoronando no chão de mármore preto. O bicho do mato tinha vencido o jogo na cidade grande, e o preço da passagem de volta estava pago com a alma de cada um deles.

O elevador privativo ia descendo, o painel digital marcando os andares daquela cobertura de luxo que agora estava cheia de sangue, choro e cristais partidos. Mas no meio da descida, com o gosto do conhaque queimando a minha garganta, eu soltei uma gargalhada que ecoou no espelho do elevador.

Apertei o botão de paragem de emergência. O elevador travou com um solavanco entre o 18º e o 17º andar.

Eles achavam que o espetáculo tinha acabado. O Paulo achava que a sua ruína era a noiva , a irmã arrombada por mim e o pai enfartando por causa da Lia. Mas a verdade é que aquele frouxo de apartamento ainda não tinha recebido o golpe de misericórdia. O "caipira nojento" guardou o veneno mais letal para o final.

Girei a chave do elevador e mandei de volta para a cobertura.

Quando as portas de mármore se abriram de novo na sala, o cenário era de um abatedouro. O Paulo estava com a boca sangrando, sentado no chão, encostado no piano. O Sérgio ajeitava o terno rasgado, a Gabriela chorava , e a Lia estava encolhida perto da mesa de jantar, soluçando tanto que o vestido de ouro parecia pesado demais para o corpo dela. O velho Cláudio já estava sendo amparado pela Verônica, esperando a ambulância que vinha buscar os restos da dignidade dele.

O silêncio voltou quando me viram sair do elevador. O Paulo olhou para mim com os olhos inchados de ódio.

— Veio fazer o que aqui de novo, seu desgraçado? — ele cuspiu o sangue no chão. — Você já destruiu a minha vida. Já fodeu a minha noiva, a minha irmã... O que mais você quer?

Caminhei devagar, chutando um pedaço de cristal de uma taça. Parei bem no centro da sala, olhei para a Lia, e depois foquei toda a minha fúria nos olhos do Paulo.

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Foto de perfil de Casal hotCasal hotContos: 32Seguidores: 87Seguindo: 34Mensagem Somo um casal bem safado

Comentários

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O parquinho pegou fogo, salve-se quem puder.

Só não entendi realmente a bronca dele com o Paulo, penso que a bronca maior deveria ser com a esposa.

outra coisa, ele saiu e voltou, onde ele foi, fazer o que e voltou pra fazer o que mais?

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Falando de bumbum surreal,será que o Robson chegou a enrabar a própria esposa nessa trama toda,afinal ele próprio confessou que ela tem um bumbum surreal.

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Larga essa puta,afinal foi ela que traiu primeiro.

Acho que montar um harém está fora de questão né.

Então e se a Clara desmanchar o noivado e ir passar uns tempos na roça com o Robson para esfriar a cabeça e de quebra ser a putinha submissa dele.

Talvez montar um novo harém na roça e dessa vez ser um verdadeiro alfa(nada de sentir tesão e tolerar a mulher dando para outro,lição aprendida dessa vez).

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Certa vez quando estava fazendo cursinho Pré vestibular li um ditado " A Sabedoria popular precede a Sabedoria dos livros " ou seja para um " Caipira" o Robson foi mais esperto, inteligente e perspicaz que os que viviam na Cidade e eram empresários.

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O Robson botou para lascar kkk,o Caipira é mais esperto que todos os engravatados

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Muito bom o conto! Aqui todo mundo trai todo mundo e não há inocentes, nem o Robson, que aproveitou toda situação. Agora uma questão com o Robson. Terminou o conto com ele com fúria do Paulo. Mas a pessoa que mais foi traidora com ele não foi o Paulo, mas a própria esposa dele que foi a Lia. Ela foi quem o fazia de bobo, quem o enganava. Não faz sentido ele voltar pra roça depois desse circo e viver feliz pra sempre com a Lia, culpando todos e deixando ela como esposa ideal.

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