As aventuras de Daniel: De férias com o ex — Querem pica no rabo? Então toma! - parte 04 final (Episódio 11)

Um conto erótico de Jackson
Categoria: Gay
Contém 2360 palavras
Data: 16/05/2026 20:16:07

Olá pessoal, estou de volta para contar a história do Daniel, não sou um ótimo escritor, mas estou tentando, espero que gostem.

A calmaria do chalé número 5 de Eduardo e Rafael era o que eu precisava para baixar a adrenalina do atentado homofóbico. Enquanto a festa da noite não começava, deitei no sofá da sala com o celular conectado ao carregador do Eduardo. O cansaço físico daquela rotina insana de esporte, porrada e putaria cobrou o preço. Apaguei ali mesmo. Quando acordei, alguns minutos depois, a bexiga estava explodindo. Fui cambaleando, meio sonolento, em direção ao quarto deles onde ficava o banheiro principal.

A porta estava entreaberta. Dei duas batidas de leve, a voz rouca do sono.

Eu — Vou usar o banheiro de vocês, caras...

Rafael — Pode entrar, Daniel! Você já é de casa, porra! — a voz do Rafael respondeu lá de dentro, abafada.

Entrei sem olhar para os lados. O quarto estava na penumbra, com as cortinas blackout cortando o sol da tarde. Fui direto pro banheiro, fechei a porta, abaixei o short e peguei no meu pau, que já acordou um ferro de duro — aquela reação matinal clássica de quem transborda testosterona. Fiquei ali alguns segundos esperando o mijo sair, em seguida lavei o rosto na pia pra espantar a lentidão. Foi quando os barulhos começaram a vazar pela porta.

Eram gemidos grossos, pesados, o som abafado de colchão rangendo e o estalo molhado de pele batendo em pele.

Eu — Caralho... Rafael tá dando surra de rola no Eduardo — sussurrei, sentindo o meu pau dar um solavanco de puro tesão.

Rafael — Rebola nessa pica, Eduardo! Engole tudo!

A curiosidade e o tesão me dominaram. Abri a porta do banheiro devagar. A visão era um absurdo: Rafael estava deitado de costas na cama de casal, os músculos tensos, e o Eduardo, aquele urso peludo e enorme, estava montado em cima dele, cavalgando com uma fúria cega, jogando a bunda gigante para cima e para baixo. Eles estavam tão imersos naquele transe de luxúria que nem notaram a minha presença. Não aguentei. Encostei no batente da porta, abaixei o short até os joelhos e comecei a bater uma punheta violenta, vendo o suor brilhar nas costas peludas do Eduardo.

Eduardo, com os cabelos molhados e a respiração curta, continuava quicando, até que o Rafael me avistou na porta. Os olhos do cara brilharam de safadeza no escuro.

Rafael — Daniel... bota essa pica pra fora e manda o Eduardo chupar agora! — Rafael ordenou, sem parar o movimento.

Aproximei-me da cama com o pau latejando, completamente pelado. Subi no colchão, ficando de pé acima deles. Eduardo nem hesitou: abriu a boca e abocanhou minha rola grossa até a base, sugando com uma fome desesperada, enquanto o Rafael mudava a posição, ficando de pé atrás dele e enfiando o pau no cu do Eduardo de quarto. Eu dava estocadas na boca do urso enquanto o Rafael destruía o rabo dele por trás. O clima era de pura perversão. Rafael esticou o corpo, me puxando pelo pescoço e me dando um beijo de língua selvagem, misturando nossa saliva. O corpo dele estava pegando fogo, encharcado de suor.

Rafael — Daniel, vem foder o Eduardo — Rafael arfou, saindo de trás do cunhado. — Tô fodendo esse rabo faz tempo. O bicho é guloso e quer a tua rola. Eu já enchi o cu dele de leite, mas ele continua piscando e pedindo mais pica. Já tô esgotado, caralho.

Eduardo — Porra, Rafael... tu que é frouxo e não aguenta o tranco! — Eduardo provocou, com o cuzao todo aberto e babando porra na cama.

Eu — Então sai daí, Rafael, que o meu pau tá doido pra rasgar esse cuzinho. Você deixa eu enterrar a minha rola no teu macho? — perguntei, enfiando a camisinha na velocidade do tesão.

Rafael — Vem logo, caralho! Destrói ele! — Rafael respondeu, deitando de lado, ofegante.

Aproximei-me por trás do Eduardo, que continuava de quarto, empinando aquela bunda imensa.

Eu — Prepara esse rabo, que agora eu vou te arrombar de verdade, seu puto! — joguei o peso do meu corpo e enfiei de uma vez só.

Eduardo — Isso, Daniel! Fode meu cu! Caralho! Eu tava levando a rola do Rafael mas desejando a tua! — Eduardo gritava, enterrando a cara no travesseiro enquanto eu dava estocadas brutais, profundas, fazendo as pregas dele se dilatarem ao limite.

O suor escorria do meu peitoral e pingava nas costas dele. Foi quando senti o Rafael se colar por trás de mim. O safado estava de pau duro de novo, encostando o pau dele na minha bunda, passando as mãos pelo meu abdômen e lambendo o meu pescoço.

Rafael — Porra, Daniel... tu é gostoso pra caralho... — ele sussurrou no meu ouvido.

Eu sempre fui o macho alfa convicto, o cara que domina e nunca deixa outro homem ter esse tipo de intimidade por trás, mas aquela pegada bruta, o calor do pau dele roçando na minha retaguarda e o cheiro de sexo no quarto me deram um choque de tesão ainda maior. Eu socava o Eduardo e o Rafael se esfregava nas minhas coxas, seguindo o ritmo das minhas estocadas.

Mas o caçador aqui sabe virar o jogo. Pensei rápido: "Ele acha que vai comer o meu rabo? Vai ver só". Olhei pro Eduardo e falei baixo:

Eu — Quero ver você cavalgar no pau do Rafael agora... porque eu vou é chupar o cu dele.

Eduardo entendeu o recado na hora. Tirei meu pau de dentro dele. Rafael deitou de costas, e o Eduardo montou na pica dele, começando a quicar. Eu me ajoelhei entre as pernas do Rafael e, sem avisar, abocanhei as bolas pesadas dele, descendo a língua direto pro cu.

Meti a língua com força no meio das pregas dele, sugando e fazendo um trabalho molhado. Rafael deu um sobressalto na cama, os olhos virando de puro choque e prazer. Ele nunca tinha sido tocado ali. Enfiei um dedo lubrificado de uma vez, sentindo o aperto absurdo daquele cu virgem.

Rafael — Que porra é essa, Daniel?! — Rafael exclamou, travando o corpo.

Eu — Cara... deixa eu entrar? Prometo que vou devagar, mas eu quero esse teu cu pra mim — comandei, olhando no fundo dos olhos dele.

Rafael — Porra, cara... eu sempre fui ativo, nunca fiz isso... — ele gemia, hesitante.

Eduardo — Deixa, Rafael! A pica dele é uma delícia, você vai amar ser arrombado por ele! — Eduardo incentivou, rebolando em cima do pau do Rafael para mantê-lo distraído.

Rafael pegou o pote de lubrificante, jogou um monte no próprio rabo e me entregou.

Rafael — Passa bastante nessa tua tora e vai devagar, caralho... puta que pariu.

Pensei comigo: "Nem acredito que vou quebrar o orgulho desse ativo e tirar a virgindade desse cuzinho". Pincelei a cabeça da rola e fui empurrando milímetro por milímetro. A calça do Rafael era de dor pura; ele puxou o Eduardo pelo pescoço para enfiar a língua na boca dele e abafar os gritos enquanto minha pica grossa vencia a resistência das pregas dele. Na metade, parei.

Eu — Quer que eu pare, Rafael?

Rafael — Não! Fode de uma vez, porra! Quero sentir o que o Eduardo sente quando você destrói ele! Acelera essa porra! — ele berrou, totalmente entregue.

O Eduardo saiu de cima do pau do Rafael, sentou no canto da cama e começou a bater punheta, hipnotizado pela cena. Puxei as pernas do Rafael para cima dos meus ombros, me joguei com tudo e enterrei o pau até o talo, batendo meus ovos na bunda dele.

Eu — Aguenta, porra! O macho fodedor aqui agora sou eu! — rosnei.

Ele me puxou para um beijo faminto, misturando o gosto de saliva e suor. Eu socava aquele cu virgem com violência, ouvindo os gemidos roucos e altos dele ecoando pelo quarto. O pau do Rafael começou a pulsar e a babar tanto que o líquido derramava na minha barriga. Segurei no pescoço dele com força, dominando o cara por completo em estocadas rápidas. Eduardo explodiu em gozo no canto da cama. Senti que minha hora estava chegando. Tirei o pau do cu do Rafael, juntei a minha rola com a dele e comecei uma punheta dupla violenta, deitados corpo a corpo, esfregando o suor e as peles até que o Rafael urrou:

Rafael — Vou gozar! Ahhh! Tô gozando, Daniel!

Ele disparou jatos grossos de porra, e logo em seguida eu descarreguei tudo, misturando o nosso leite na cama. Ficamos os três jogados, sem forças, ofegantes e banhados de porra. Fomos pro banheiro tomar uma ducha.

Horas depois, a festa de empresários no sigilo começou. Como não mudei de chalé, vesti uma camisa e uma bermuda do Rafael que ficaram apertadas, marcando meus músculos. O chalé encheu de "casados enrustidos". Um cara baixinho, parrudinho e de bunda enorme começou a me cercar na piscina. Caímos na água, bebendo e nos pegando. Conforme a madrugada avançava, a galera foi embora, restando apenas o parrudinho e mais dois caras magros.

Eduardo levou um dos caras pro quarto para foder. O parceiro do Rafael foi embora, e o Rafael começou a arrumar briga do nada com o meu parrudinho. O cara ficou sem entender o ciúme possessivo do Rafael e preferiu ir embora. Ficamos só nós dois na piscina, a água morna e o silêncio da noite.

Eu — Cara, você foi um cuzão com o maluco. Que briga de merda foi essa? Por quê? — perguntei, cruzando os braços.

Ele nadou até mim, colando o peito no meu, os olhos injetados de desejo e ciúmes.

Rafael — Depois daquela socada que você deu no meu rabo, Daniel... eu não consigo pensar em mais nada. O Eduardo tá lá dentro levando rola, e eu quero a sua. Me fode no sofá da varanda, vai?

Eu — Quer rola, é? — provoquei. Ele ficou calado, engolindo em seco. — Mas dessa vez não vou ter piedade. Vou te foder com força até você pedir arrego.

Saimos da piscina. A sunga dele estava estourando com o pau duro. O meu também já estava pronto para o combate. Na varanda, no escuro, o abracei por trás. Abaixei a sunga dele, a minha, cuspi na mão, melei a cabeça do pau e fui forçando a entrada no cuzao que eu já tinha dilatado de mais cedo.

Eu — Isso, caralho... recebe o teu macho de verdade! — eu roncava no ouvido dele, dando as primeiras estocadas em pé. — O teu cunhado tá levando pica lá dentro, e agora é a tua vez de levar rola de um macho alfa de verdade!

Eu bombava com força, o som das metidas ecoando na noite do resort. Rafael gemia alto, agarrado na mureta da varanda. Para castigar, tirei o pau e segurei ele pelo quadril.

Eu — Pede a rola, Rafael. Diz que esse cuzinho é meu agora.

Rafael — Fode, Daniel! Puta que pariu, eu fiquei viciado nessa tua rola! Que pica é essa, caralho! Mete com força! — ele implorou, quebrando toda a pose de ativo.

Voltei a socar. Como eu já tinha gozado antes, sabia que ia demorar. Fiquei ali martelando o rabo dele até o cara ficar sem pernas, suado e arfando. Peguei no pau dele e comecei a bater uma punheta rápida. Senti a rola dele dar sinais de que ia disparar e apertei a base.

Eu — Segura essa porra! Vou te arrombar, mais antes de você gozar! Recebe o meu pau!

Rafael — Porra, Daniel... não para... vou gozar! — ele suplicou.

Soltei o aperto e ele disparou jatos violentos de porra no chão da varanda. Tirei meu pau de dentro dele imediatamente.

Eu — Ajoelha. Agora você vai limpar o seu macho e engolir tudo.

Ele caiu de joelhos na minha frente sem hesitar. Enfiei o pau na boca dele e bati as últimas punhetas até que urrei:

Eu — Vou gozar! Ahhh... caralho!

Jorrei minha porra direto na garganta do Rafael. O cara engoliu tudo, cada gota, deixando meu pau limpinho. Nos abraçamos ali no chão, os corpos colados pelo suor. Vesti minha roupa suja, devolvi as coisas dele e dei um tapa na bunda dele.

Eu — Que cuzinho gostoso de comer, Rafael.

Rafael — Que rola mais gostosa, Daniel... — ele sorriu, destruído.

De manhã, fui para a academia do resort fazer um cardio para tentar limpar a mente. Para a minha surpresa, o Ricardo estava lá. O urso parrudo que tinha me dado aquele chá de vestiário. Olhar para ele, sentindo o cheiro de macho treinando e vendo o suor escorrer pelos pelos do peitoral dele, me deixou de pau duro na hora. Pensei comigo: "Que homem gostoso... se ele quisesse algo sério, eu casava com ele hoje".

Mas a minha sorte durou pouco. A porta da academia abriu e o Rafael entrou, sozinho, sem o Eduardo. Meu estômago revirou. "Porra, agora esse fdp vai ficar no meu pé?". O Rafael, visivelmente viciado na minha pica, começou a cercar os nossos aparelhos, tentando se enfiar na conversa entre eu e o Ricardo de um jeito totalmente inconveniente. O clima ficou um lixo. Quando o Rafael foi até o bebedouro encher a garrafa, o Ricardo me olhou de lado, sério.

Ricardo — É impressão minha ou esse cara tá te cercando feito um cão de guarda, Daniel?

Eu — Tá sim, Ricardo... — respondi, vermelho de vergonha.

Ricardo — Nem precisa me dizer. Você comeu ele e agora o cara não larga do teu pé, acertei?

A expressão do Ricardo mudou na hora. O sorriso gostoso sumiu, dando lugar a uma cara fechada e fria. Minha raiva subiu ao topo; tive vontade de dar um soco na cara do Rafael ali mesmo. O fdp tinha acabado de estragar a única chance que eu tinha de me entender com o Ricardo. Quando o Rafael voltou, o gelo era tanto que dava para quebrar. Rafael percebeu e foi embora.

Tentei salvar o dia e ofereci uma carona para o Ricardo, já que nós dois iríamos embora mais tarde. Mas o Ricardo foi curto, grosso e rápido:

Ricardo — Não precisa, Daniel. Vou embora com um amigo de trabalho. Valeu.

Ele virou as costas e saiu. Fiquei ali parado no meio da academia, puto de raiva e com uma tristeza foda no peito. O Rafael tinha estragado tudo. Arrumei minhas malas e fui embora, com o coração amargando a solidão total. Fim do Carnaval.

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