Capítulo 6
— Ju… você tá bem? — Dedé insistiu, voz baixa, quase carinhosa.
Eu mordi o lábio, sentindo a língua do Daniel entrar um pouco, depois sair, lambendo tudo de novo, devorando devagar, como se quisesse me fazer gozar ali mesmo, no telefone com o marido. O tesão subiu rápido, quente, misturado com a adrenalina da ligação. Meu corpo tremia, a buceta pulsando contra a boca dele, molhada de novo, pronta pra mais.
— Tô… tô ótima, amor… só… só tô relaxando aqui…
Minha voz saiu entrecortada, rouca, tremendo no final de cada sílaba. O Daniel riu baixo contra minha buceta, o som vibrando direto na carne sensível, e continuou chupando, mais fundo, mais lento, a língua achatada lambendo tudo de baixo pra cima, depois circulando o clitóris com pressão exata, me levando ao limite enquanto eu tentava segurar o fio da conversa. O prazer era insuportável, delicioso, proibido. Eu queria desligar, queria mandar ele parar, queria que ele não parasse nunca, queria tudo ao mesmo tempo — o pau dele, a língua dele, a voz do Dedé no meu ouvido, o ciúme dele misturado com aceitação, tudo me consumindo.
— Fala pra mim! — Dedé pediu, meio suplicante, voz baixa e rouca do outro lado.
— Amor… é… que ele tá me chupando agora…
Um silêncio profundo caiu na ligação. Por um segundo lembrei das palavras dele: “Eu tenho ciúmes de você. Muito. Mas quero ver você feliz.” Meu peito apertou, mas o tesão não deixou espaço pra culpa. Só aumentou.
— E ele chupa bem, amor?
Eu poderia ter dito a verdade: sim, ele chupava gostoso, na média, forte, faminto. Mas escolhi apimentar. Puxei o Daniel pelos cabelos, me abrindo mais, permitindo que a boca dele me devorasse com permissão total agora, e soltei, voz melíflua:
— Mas você chupa melhor, amor.
Não existe “chupa melhor”. Nunca fiz ranking, nunca comparei de verdade. Dedé me deu chupadas épicas, sim — ele sabia o ritmo, a pressão certa, quando sugar devagar, quando acelerar —, mas na real era mais eu que estava disposta, afim, molhada pra caralho, então tudo ficava intenso. Mas naquele momento, mentir assim, com a boca do outro entre minhas pernas, era puro tesão.
— Chupo? Olha… fiquei orgulhoso agora… E como ele tá fazendo?
Falar estava difícil. Meu marido falando no meu ouvido enquanto meu amante lambia minha buceta gozada dele era insano. O tesão me corroía por dentro, queimava a barriga, fazia as coxas tremerem.
— Amor, eu não consigo falar…
E não conseguia mesmo. Daniel tinha voltado com tudo: língua achatada subindo devagar pela entrada, coletando o sêmen misturado com meu mel, depois sugando o clitóris inteiro na boca, dentes roçando de leve, língua batendo rápido em cima enquanto os lábios apertavam. Depois descia de novo, enfiando a língua fundo, fodendo devagar com ela, saindo molhado, voltando pro clitóris em círculos apertados. Cada lambida mandava choques pelas costas, fazia minha buceta pulsar forte, escorrendo mais, as paredes internas se contraindo querendo algo pra apertar.
— Ensina, amor. Ensina pra ele como deve ser feito… ensina?
Coloquei o celular no viva-voz na hora, soltei o aparelho em cima dos meus seios, os mamilos duros roçando na tela fria, e fechei os olhos. Agora eles que conversassem entre si. Um silêncio grave na ligação, depois a voz do Dedé, calma, baixa, autoritária de um jeito que eu nunca tinha ouvido:
— Primeiro, abre ela bem. Mãos nas nádegas, abre devagar, olha tudo. Não tem pressa. Depois lambe devagar do cu até o clitóris, língua inteira, sente o gosto dela misturado com você. Faz isso três vezes, devagar.
Daniel obedeceu na hora. Mãos grandes abrindo minha bunda, língua quente percorrendo o rego inteiro, lenta, possessiva. Arrepio subiu pela espinha, ventre apertou forte.
— Agora dois dedos dentro. Devagar. Curva eles pra cima, procura aquele ponto que faz ela arquear as costas. Entra até a segunda junta, depois mexe em “vem cá”, ritmo constante, não acelera ainda.
Dois dedos grossos entraram em mim, escorregadios, curvando exatamente onde Dedé mandou. O ponto G inchado, sensível, sendo massageado em círculos lentos. Gemi alto, sem controle, quadril subindo sozinho.
— Polegar no cu agora. Não entra. Só pressiona a entrada, faz círculos leves, aperta de leve, como se quisesse entrar mas não entra. Mantém a pressão constante enquanto os dedos continuam mexendo.
O polegar veio, quente, pressionando a entrada apertada do meu cu, circulando devagar, apertando ritmado, sem forçar. A sensação dupla — dedos fodendo a buceta, polegar brincando no cu — me fez perder o ar. O corpo inteiro tremia, prazer subindo em ondas quentes, pesadas.
— Agora acelera os dedos um pouco. Mais fundo, mais rápido. Língua no clitóris, só a pontinha batendo rápido, sem parar. Não suga ainda. Deixa ela sentir tudo subindo.
Daniel acelerou. Dedos entrando e saindo mais rápido, curvando forte, batendo no ponto certo. Língua na pontinha do clitóris, batendo rápido, leve, constante. Eu rebolava contra a mão dele, gemendo rouco, os seios subindo e descendo rápido, o celular escorregando pros lados.
— Quando ela começar a apertar os dedos, quando as coxas tremerem forte, aí suga o clitóris inteiro. Forte. Mantém os dedos mexendo sem parar. Deixa ela gozar na sua boca.
Eu já estava lá. Buceta apertando os dedos dele como um punho, coxas tremendo violentas, ventre se contraindo em espasmos. Daniel sugou o clitóris inteiro, lábios apertando, língua batendo rápido dentro da boca. Dedos não pararam, polegar pressionando o cu ritmado. O orgasmo explodiu forte, me atravessando inteira. Gritei alto, corpo arqueando, buceta pulsando em volta dos dedos, gozando em ondas quentes, molhando a mão dele, a boca dele, o lençol. As pernas fraquejaram, visão embaçou, prazer se espalhando até as pontas dos dedos.
Dedé ficou em silêncio na ligação, só a respiração pesada dele preenchendo o viva-voz, pesada como se estivesse segurando o ar junto comigo. Depois veio a voz baixa, quase um sussurro rouco:
— Não deixa ela respirar não. Levanta e mete. Mas não soca devagar não, faz com força.
André tinha acabado de me ouvir gozar aos berros, os gemidos ecoando sem pudor, misturados com o barulho molhado da boca do Daniel devorando minha buceta. Aquele som úmido, obsceno, tomava o quarto inteiro, reverberando nas paredes, dando ritmo aos meus gemidos que saíam como melodia descontrolada no ar. Daniel se ergueu ao ouvir a ordem, ficando de joelhos entre minhas pernas. Agarrou meu corpo mole pelos quadris, dedos cravados na carne, alinhou o pau ainda duro como pedra e entrou de uma vez, reto, fundo, sem aviso.
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