A Manhã da Rendição
A luz suave do amanhecer entrava pelas cortinas finas do quarto de lua de mel. Ana acordou primeiro, o corpo dolorido de forma deliciosa. Sentia o latejar entre as pernas, os mamilos sensíveis roçando o lençol, e o gosto dele ainda na boca. Pedro dormia ao lado, um braço possessivo jogado sobre a cintura dela.
Eu deixei ele me usar como uma puta ontem... engoli tudo... implorei pra ele me foder... e eu amei cada segundo. A culpa veio como uma onda quente, apertando o peito. Ela era a mesma Ana que ia à missa com a mãe todo domingo, que dava aula de reforço para crianças. Agora, casada há menos de um dia, só conseguia pensar em como queria mais. As coxas se apertaram involuntariamente, sentindo a umidade nova se formando.
Ela tentou sair da cama devagar, mas a mão de Pedro apertou firme na cintura dela, puxando-a de volta.
— Aonde você pensa que vai? — murmurou ele, voz rouca de sono, olhos ainda fechados, mas o tom era de comando.
— Só... tomar um banho. Tô melada, Pedro... — sussurrou ela, envergonhada.
Ele abriu os olhos, um sorriso predador se formando. Virou o corpo dela de costas para ele e pressionou o pau já duro contra a bunda macia, encaixando-se entre as nádegas.
— Você tá melada porque eu quis. E vai continuar assim até eu decidir que pode se limpar. Entendeu?
Ana soltou um gemidinho, o conflito explodindo dentro dela novamente. Deus, por que isso me excita tanto? Eu deveria querer ser respeitada... mas eu quero que ele me trate assim.
— Sim... marido — respondeu baixinho, submissa.
Pedro deslizou a mão grande pela barriga dela, descendo até cobrir a buceta inchada. Dois dedos abriram os lábios molhados e começaram a circular o clitóris devagar, torturando.
— Tão inchadinha... tão sensível. Você gozou tanto ontem que ainda tá latejando, né? — Ele mordeu o ombro dela, deixando uma marca vermelha. — Diz pra mim o que você sentiu quando eu gozei na sua cara.
Ana gemeu, rebolando contra a mão dele, o rosto queimando de vergonha.
— Eu me senti... suja. Barata. Mas tão desejada... tão sua. Eu chorei de tesão, Pedro. Queria que você me marcasse mais.
Ele enfiou dois dedos fundo de uma vez, fazendo ela arquear as costas e soltar um grito abafado.
— Boa menina. Hoje você vai aprender a tomar banho do jeito que eu gosto.
Ele se levantou, puxando-a pela mão com firmeza. No banheiro da suíte, o box amplo com chuveiro grande. Pedro ligou a água quente e entrou primeiro, depois puxou Ana para dentro, colando o corpo dela contra o azulejo frio enquanto a água quente caía sobre os dois.
Ele a virou de frente para a parede, mãos dela espalmadas no azulejo.
— Não tira as mãos daí — ordenou.
Pegou o sabonete líquido e começou a ensaboar o corpo dela com calma possessiva. Mãos grandes deslizavam pelos seios, apertando, beliscando os mamilos até eles ficarem vermelhos e duros. Desceu pela barriga, entre as coxas, esfregando a buceta com dedos escorregadios, abrindo-a, limpando e excitando ao mesmo tempo.
Ana tremia, testa encostada no azulejo, respiração falhada.
— Pedro... por favor... eu tô ficando louca... — choramingou.
— Louca de quê? Fala.
— De tesão... de culpa... eu amo você, mas eu quero ser sua vadia... eu não consigo parar de pensar em você me fodendo.
Ele riu baixo, satisfeito, e pressionou o pau duro contra a entrada dela por trás. Com um movimento lento e fundo, entrou inteiro, esticando-a novamente. Ana gemeu alto, unhas arranhando o azulejo.
— Isso... toma o pau do seu marido — grunhiu ele, começando a estocar devagar, profundo, enquanto a água caía sobre eles. Uma mão segurava o cabelo molhado dela, puxando a cabeça para trás. A outra mão desceu e esfregava o clitóris no ritmo das estocadas.
— Você vai gozar assim, de pé, sendo fodida como uma puta no banho. E vai agradecer.
O conflito dentro de Ana era insuportável e delicioso. Cada estocada forte fazia os seios dela balançarem, a água escorrendo pelos mamilos sensíveis. A culpa dizia que uma esposa decente não deveria querer ser dominada assim logo pela manhã. O desejo respondia que ela nunca se sentiu mais viva.
— Obrigada... obrigada por me foder... — soluçou ela, voz rouca. — Eu sou sua putinha... sua esposa safada... por favor, me deixa gozar...
Pedro acelerou, batendo fundo, bolas contra a bunda molhada, o som obsceno ecoando no banheiro. Ele puxou o cabelo com mais força, inclinando a cabeça dela para morder o pescoço.
— Goza agora. Goza apertando meu pau enquanto eu te encho.
O orgasmo bateu forte. Ana gritou, pernas tremendo, buceta pulsando em volta dele em espasmos violentos. Pedro não aguentou — estocou mais três vezes fundo e gozou dentro dela, jatos quentes enchendo-a enquanto rosnava o nome dela.
Eles ficaram assim por longos segundos, água caindo, corpos colados, ofegantes. Pedro virou Ana de frente, segurou o rosto dela com as duas mãos e a beijou com fome e ternura ao mesmo tempo.
— Eu te amo pra caralho, Ana. Amo a professora doce que todo mundo vê... e amo ainda mais a putinha que só eu conheço.
Ela chorou baixinho contra o peito dele, alívio e culpa misturados.
— Eu também te amo... mesmo com medo de quanto eu quero isso. Não me deixa parar, tá? Mesmo quando eu disser que tô com vergonha... continua me controlando.
Pedro sorriu, beijando o topo da cabeça dela.
— Pode deixar. O casamento mal começou.