A gentileza do novinho tinha segundas intenções?

Um conto erótico de Deborah
Categoria: Heterossexual
Contém 1856 palavras
Data: 13/05/2026 18:41:49

Oi amores, primeiramente quero dizer que é um prazer escrever e ter a companhia de vocês aqui. Me chamo Deborah, tenho 27 anos. Branca, cabelos negros até os ombros, muitos me apelidam de japinha devido aos meus olhos levemente puxadinhos. Meus seios são grandes, auréolas bem desenhadas e bicudos, além de bunda grande o que faz com que mesmo sem querer eu chame atenção e atraia olhares masculinos e até mesmo femininos. Sou casada com o Thiago, 42 anos (em breve 43), e juntos administramos uma empresa, o que faz com que muitas vezes nossos horários se desencontrem, como aconteceu nesse dia que vou relatar a vocês. Lembrando que todos os meus contos são reais, e, inclusive, a maioria filmado.

Era manhã de segunda feira, já perto de meio dia, quando fui almoçar com algumas amigas do prédio onde trabalho. Fomos a um restaurante não muito longe dali, no Centro do Rio de Janeiro. Caía uma leve chuva na cidade, a rua do meu trabalho estava praticamente vazia. Ao acabarmos nosso almoço, ficamos alguns minutos ali, conversando x até que cada uma tomou um rumo. Uma ia ao banco, outra ia comprar alguns itens em uma loja próxima, outra ia descansar na praça e eu resolvi voltar ao prédio, antes que a chuva apertasse. Assim que entrei na rua onde fica o prédio, andando alguns metros à frente, percebi vindo de uma rua transversal um pequeno grupo de pessoas correndo na direção contrária. Nesse momento eu estava na pista, que é de paralelepípedos e me assustei. Ao me virar e tentar me esconder pois não sabia ainda o que estava rolando, acabei tendo uma leve torção no meu pé esquerdo, talvez devido ao salto que uso diariamente. Vi estrelas de tanta dor mas ainda assim tentei acelerar os passos. Foi quando vi um rapaz uniformizado na saída de uma garagem. Um rapaz moreno claro, barba e cabelo bem alinhados, que vendo que as outras pessoas já estavam bem à frente e que fiquei pra trás devido à dificuldade de locomoção, acenou pra mim para que eu entrasse ali. Era uma rampa por onde os carros sobem e antes de entrar, consegui ver que todos corriam de um grupo de moleques. Certamente uma tentativa de assalto ou um arrastão, o que no Rio de Janeiro não é incomum. Ele fechou a porta da garagem e pediu que eu apoiasse o braço em seu ombro. Me pegou pela cintura para me dar sustentação e me guiou devagar e com paciência para uma salinha lá embaixo. Leonardo era o nome dele, mas vou chamar aqui de Léo. Leo me colocou sentada em uma cadeira preta que havia na salinha e foi ao frigobar pegar gelo. Envolveu em uma toalhinha de rosto e logo aplicou no meu pé que começava a inchar. Doía muito, e eu já pensando em como cumpriria meus compromissos da tarde, que incluía uma ida à outro bairro para negociar com fornecedores. Leo dizia que a violência anda demais e que sempre vê casos como aquele acontecerem na rua, pelo menos umas 2 vezes na semana. Enquanto isso, Léo passava o gelo e massageava meu pé, batata da perna e tentava me acalmar devido a terrível experiência. A atenção que ele me dispensou me deixava tranquila e assim fomos conversando. Descobri, além do nome dele, que ele tem apenas 19 anos. Um menino novo (8 anos mais novo que eu). Falei que acho todo trabalho digno, mas que na minha opinião ele deveria estar fazendo uma faculdade e trabalhando em algo maior. Ele me explicou que as coisas apertaram em casa e que o tio dele, que também trabalha em um prédio no Centro do Rio, que lhe arrumou aquele emprego. Disse também, com brilho nos olhos, que tem sim, sonhos grandiosos e que aquilo ali era apenas uma fase. Para completar com essa frase que me pegou de surpresa:

_ mas se eu não trabalhasse aqui, não teria a sorte de ter conhecido a senhora

_ não, por favor... Senhora não. Me chame de você. Eu me chamo Deborah

Leo pediu desculpas, disse que só me chamaria assim agora. Senti que a massagem no pé e perna estava se transformando em carinho... Ele se perdeu ali em pensamentos que eu adoraria saber quais eram. Foi quando disse que eu tenho pernas muito bonitas. Fiquei sem jeito mas extremamente envaidecida. Falei que precisava ir, e ele me ajudou a me levantar. Ainda doía quando eu toquei o pé no chão. Ele se abaixou e me pegou novamente pela cintura me erguendo. E nesse movimento acabamos ficando abraçados, frente a frente, e nossas bocas a pouquíssima distância uma da outra. Foi quando Léo olhou no fundo dos meus olhos e sem dizer uma palavra, aproximou sua boca da minha. Bem devagar, como quem quer primeiro se certificar que não será rejeitado. O clima não me dava outra vontade senão a de ceder aquele eminente beijo. Nossas bocas se uniram, em um beijo doce, e nossas línguas lentamente buscavam uma à outra. Leo me abraçou forte, me envolvendo totalmente em seus braços, e eu a ele, trazendo-o mais perto de mim... Após esse beijo gostoso, falei baixinho para ele:

_ para um garoto de 19 anos você beija muito bem...

_ e a senhora... Perdão... Você também. Seu beijo é uma delícia

_ quer mais? - eu ri

_ claro...

Novamente nos beijamos, e dessa vez o garoto foi mais ousado, pousando sua mão aberta sobre minha bunda... Como não ofereci resistência, ele ainda deu aquele apertão, mostrando confiança... Leo não ia parar por ali e dentro de mim subia um fogo inesperado... Sem parar de beija-lo, desabotoei os botões da minha blusa... Por baixo, um sutiã vermelho, meia taça... Leo ao ver, desceu me beijando o rosto, rápidos selinhos na boca, foi pelo pescoço, beijando e lambendo de leve... Isso me causou arrepios, pelo tesão e pela baixa temperatura no ambiente... Leo esticou a mão e desligou a lâmpada, deixando a salinha bem escuro, iluminada apenas pela luz nem tão próxima vindo do estacionamento. E seguiu descendo, boca e língua, até encontrar meus seios que logo foram expostos para ele mamar... Léo lambia, chupava, e eu fui ficando ofegante, com os biquinhos enrijecidos e sentindo minha vagina umedecer... Agora com uma mão no meu seio e segurando-o e chupando, a outra mão foi direto na minha bucetinha... Se olhar, Léo tentou tirar a minha calcinha, mas a meia calça atrapalhava. Interrompi rapidamente para me livrar da peça, já ávida por aquele corpo, e aproveitei para tirar também a lingerie... Calcinha, sutiã, saia, tudo foi parar naquela cadeira que outrora eu estava sentada, apenas conversando com aquele gentil rapaz, sem imaginar que minutos depois eu estaria com aquele fogo... Sentei em cima de minhas roupas e trouxe o rapaz para mais perto. Meus olhos não saíam daquele volume que crescia dentro de sua calça e abri o zíper... Afrouxei o cinto, deixando a calça larga e logo abaixei... Ainda tinha a cueca, marcando aquele volume imenso... Meti a mão por dentro de sua cueca e tirei... O pau dele é clarinho, veias totalmente visíveis, grande, cabeça rosinha... Olhei para ele, de baixo para cima, com um sorriso maldoso nos lábios e o pau duro na mão... Ele me retribuiu com a mesma "maldade" no olhar, acariciando minha cabeça e já sentindo que receberia o melhor boquete da vida dele... Abocanhei devagar o pau duro e viril de Léo, arrancando-lhe um suspiro profundo e denso, típico de quem está com tesão nos níveis máximos... Enquanto eu o chupava caprichosamente (eu amo chupar pau duro, boquete é um tesão pra mim também) ele segurava firme meu peito e com a outra mão, minha cabeça, me guiando, quase que mostrando o ritmo que o excita... Caprichei na cabeça do pau, nas bolas, onde eu beijava, lambia...

_ vem Deborah, não estou aguentando de vontade de vc...

Leo me ergueu novamente, voltamos a nos beijar e ele me colocou de quatro, de costas para ele... Jogamos nossas roupas agora em cima da mesa, apoiei o pé bom no chão e o dolorido suspenso. Fiquei com o joelho apoiado na cadeira e as pernas abertinhas, de jeito que minha bucetinha tinha uma leve abertura. Abertura essa onde Léo se meteu, boca, língua e tesão, me chupando deliciosamente...

Falei baixinho para não correr o risco que nos ouvissem lá fora:

_ aaaaai, Leeeeo... Que delícia meu menino...

Leo usava a língua, quente e habilidosa, e dois dedos, para explorar ao máximo minha bucetinha por dentro...

_ chega, vem, vem logo... Aaaaah... - eu disse, .e segurando para não gozar naquele momento...

Léo pegou uma camisinha e encapou o pauzão... Foi lá na entradinha, pincelou, esfregando a cabeça duríssima na minha vagina, quase entrando, depois tirava... Bateu com o pau na minha bunda, parecia querer me torturar antes de finalmente... Meter...

Entrou gostoso, com minha buceta bem molhadinha... Leo com uma mão apertava meu peitão e com a outra tapou minha boca... Aquele menino novinho e gentil, deu lugar a um comedor faminto... Não gritei por ele estar tapando minha boca e talvez ele soubesse que isso ia acontecer... Leo metia forte, rápido e ia lá no fundinho da minha bucetinha... Com a boca silenciada, gozei a ponto de sentir meu mel escorrer... Lei não parava, me dava tapas fortes na bunda e ficava o ferro o máximo que podia em mim... Tirou a mão da minha boca, segurou minha cintura com as duas e metia forte, vindo até meu ouvido e dizendo baixinho, já colando em mim:

_ aaah Deborah, vou gozar bem dentro de vc gostosaaa...

Leo meteu mais fundo, puxando pela cintura para eu sentir cada centímetro de pica... A pica dura começou a vibrar dentro de mim, senti o leitinho enchendo a camisinha... Minha buceta totalmente aberta com ele dentro e que delícia... Olhei pra trás e ele me beijou, enquanto largava toda porra dentro de mim... Um rostinho tão lindo, de um novinho que eu acabara de fazer gozar... Léo no auge da idade, 19 aninhos, mostrava que era homem de verdade fudendo com tanta força e dureza e quando aquele pau imenso saiu de dentro de mim ainda não estava mole... Certamente daria para mais umazinha mas... Eu precisava ir.

_ Léo, tenho que ir agora...

_ e quando vamos nos ver de novo? - perguntou ele, enquanto vestia a calça e eu colocava minha roupa

_ Léo, eu sou casada...

_ e daí Deborah? Vc quis, eu quis, e quero de novo...

_ não sei Léo, outro dia a gente conversa sobre isso tá? Agora preciso ir mesmo.

_ me passa seu número?

Passei o telefone para ele.

_ é sempre tranquilo assim, aqui?

_ só de vez em quando que o encarregado aparece mas ele deu uma saída. É raro ele vir aqui na sala.

Me despedi dele com um beijo na boca e me apressei em voltar ao trabalho. Com gostinho de quero mais...

(Continua)

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