COMI A AMIGA E UM FINAL DE SEMANA QUE PROMETE MUITA BUCETA

Um conto erótico de DENTISTA DOM
Categoria: Heterossexual
Contém 1157 palavras
Data: 07/05/2026 17:59:15
Assuntos: Heterossexual

ALGUNS MESES DEPOIS…

Agora que já estávamos namorando, as coisas eram diferentes. Quando íamos visitar os pais da Giovana na cidade onde ela cresceu e onde eles ainda moravam e eles eram bem tranquilos comigo. Como já fazia um tempo que estávamos juntos, deixavam nós dois dormirmos no mesmo quarto sem problema nenhum.

Mas, na primeira vez em que fui para o apartamento dela com as amigas, a situação foi um pouco diferente. As duas não curtiram muito a ideia de eu dormir lá. No fim, acabaram deixando, mas com uma condição: eu dormiria na sala. O que nem eu e nem a Giovana imaginávamos era que existia uma segunda intenção por trás dessa história.

Devia ser umas duas da manhã quando acordei com uma claridade vindo do corredor. Olhei e vi a Débora indo até a cozinha pegar água. Ela tinha acabado de fazer 18 anos, era pequenininha, devia ter uns 1,48, bundinha arrebitada, e estava usando um baby doll que praticamente não escondia nada.

Na volta da cozinha, ela parou no corredor e ficou me olhando. Quando percebeu que eu estava acordado, perguntou baixinho:

“Tá sem sono também?”

Falei que sim, que não tinha conseguido dormir até aquele momento. Ela deu uma risadinha e disse que também estava sem sono, mas que o motivo dela era tristeza.

Perguntei o que tinha acontecido e ela começou a desabafar comigo. Disse que estava sozinha fazia mais de dois anos. Enquanto ela falava, eu só conseguia pensar como uma menina bonita daquele jeito podia estar sozinha.

Em determinado momento ela comentou, rindo:

“Tô subindo pelas paredes já.”

Acabei abraçando ela com carinho, quase como se fosse uma irmã mais nova. Só que aquele abraço despertou outra coisa. Quando percebi, a gente já estava se beijando.

Uma coisa levou à outra e acabamos no sofá.

Foi intenso. Débora parecia estar guardando aquilo fazia muito tempo. Meti feito um louco, coloquei de quatro, montei em cima, pisei na cabeça e dalhe pica na buceta e ela gemendo e eu falei, fecha essa boca vagabunda ou você quer que sua amiga ouça? Ela só me responde: Quero, aí ela vem aqui e eu tenho uma buceta pra chupar… “fiquei com isso na cabeça, mas como já estava a pinto de gozar, tirei a pica da buceta e ela então desceu e começou a me chupar devagar, olhando pra mim de um jeito que me desmontou inteiro. Não demorou muito pra eu gozar.

Depois ficamos alguns segundos em silêncio.

E foi justamente nesse silêncio que a culpa bateu.

Na mesma hora me arrependi do que tinha acontecido. Pedi pra ela não contar aquilo pra ninguém, falei pra ela voltar pro quarto dela e tentei dormir, mesmo sabendo que minha cabeça não deixaria.

Quando a Giovana acordou e veio me dar bom dia, eu não consegui fingir que nada tinha acontecido. Pedi pra conversar com ela e contei tudo.

Falei que entendia perfeitamente se ela não quisesse mais me ver, se quisesse terminar comigo ou simplesmente me mandar embora.

Ela ouviu tudo em silêncio. Sem interromper. Sem mudar a expressão.

Só percebi, no final, que os olhos violetas dela estavam marejados.

Depois de alguns segundos, ela soltou um suspiro fundo, me abraçou forte e falou baixinho no meu ouvido:

“Amor… você é uma raridade. Quem dera todos os homens fossem assim.”

Eu nem consegui responder. Então ela continuou:

“A Débora já tinha me contado o que aconteceu. Ela me pediu perdão também. Disse que talvez você não me contasse nada… mas eu falei pra ela que, mesmo com pouco tempo juntos, eu sabia que você era diferente. Sabia que você acabaria me contando.”

A gente se beijou depois disso, mas o clima continuou estranho. Nos arrumamos praticamente em silêncio e seguimos o dia.

Passamos alguns dias sem nos ver.

Na sexta-feira seguinte, por volta das duas da tarde, Giovana me mandou mensagem dizendo que a Débora não iria trabalhar na segunda e que, por isso, ela tinha chamado ela e a Viviane — a outra amiga que morava com elas, para irem passar uns dias na casa de praia da madrinha dela, em São Sebastião, no litoral norte de São Paulo.

Ela disse que, a princípio, seriam só as três, mas que, se eu quisesse ir, estava tudo bem.

Claro que aceitei. A única coisa que ela respondeu depois foi:

“Vai ter uma surpresa, amor.” Achei estranho, mas deixei pra lá.

Na quinta seguinte, antes de sair de casa, coloquei minha mala no carro porque iria direto da faculdade para o apartamento dela. As aulas passaram voando naquele dia. Assim que acabou, fui correndo pro estacionamento esperar a Giovana.

Quando ela apareceu, nos beijamos e seguimos pro apartamento.

Como as meninas ainda não tinham chegado, tivemos um tempo só nosso. Almoçamos juntos e depois fui ao mercado comprar algumas coisas pra viagem.

Quando voltei, Débora e Viviane já estavam lá.

Mesmo com a Giovana já tendo contado pra elas que eu tinha pedido desculpas e assumido tudo, ainda existia um clima estranho no ar. Principalmente comigo e a Débora.

A Giovana percebeu e falou pra todo mundo parar com aquilo e seguir em frente.

À noite saímos os quatro pra jantar numa pizzaria e depois voltamos pra dormir cedo. Queríamos sair no máximo umas seis e meia da manhã pra chegar na praia no começo da tarde.

No dia seguinte, pegamos estrada cedo.

Apesar do feriado, a estrada estava tranquila. Como a sexta era feriado só na nossa cidade, muita gente trabalhou normalmente.

Eu conhecia bem o caminho até São Sebastião, então foi fácil chegar na casa da madrinha da Giovana.

Chegamos por volta de 13h45.

A casa era muito boa. Não ficava tão perto da praia, mas também não era longe. E ainda tinha piscina.

Eu e Giovana ficamos na suíte. Débora e Viviane pegaram os outros quartos.

Depois que todo mundo se instalou, fomos andando até a praia.

E foi ali que eu realmente reparei na Viviane.

Ela estava usando um biquíni laranja que contrastava absurdamente com a pele morena dela. Débora estava de verde. Giovana também.

Brincando, falei:

“Hmmm… se verde já fica assim, imagina quando amadurecer.”

As três riram.

Eu nunca gostei muito de usar sunga, sempre preferi bermuda, mas a Giovana insistiu pra eu usar naquele dia.

Só depois fui entender o motivo.

Ela queria que a Viviane tivesse uma noção da grossura da minha pica.

Porque, pelo jeito, enquanto eu achava que aquele final de semana seria só uma viagem pra praia… as três já estavam planejando algo muito diferente. As três já saíram de SP planejando dar muito e foder nós 4, afinal das 3, só a Viviane não tinha fudido comigo e pelo jeito, a Débora gostou e muito de ter fudido comigo pisando a cabeça dela outro dia e a Giovana deve contar o modo como fodo ela todas as noites, então já que só falta uma… bora foder muito esse final de semana…

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Comentários

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Mas e sua namorada... vc permitiu que ela experimente outra rola, ou só vc pode trair?

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