As duas faces do meu marido Parte 6

Um conto erótico de Marina
Categoria: Heterossexual
Contém 3197 palavras
Data: 07/05/2026 13:37:40

Eu segurava aquele pequeno teste de gravidez como se fosse o objeto mais precioso do mundo. Ali, no visor, as duas linhas não deixavam margem para dúvidas. O resultado era positivo. Eu estava grávida. Senti um calor súbito subir pelo meu rosto e meus olhos imediatamente lacrimejaram, turvando a visão daquela confirmação que mudaria o curso das nossas vidas para sempre. Saí do banheiro com as pernas um pouco trêmulas e fui até onde Diego estava, estendendo a mão com o teste.

— Diego, eu estou grávida! — as palavras saíram em um sopro, misturadas a uma emoção que eu nem sequer conseguia descrever. Era um misto de medo, alegria absoluta e uma esperança que eu achei que tinha perdido.

Diego ficou imóvel. O rosto dele, antes ansioso, tornou-se completamente pálido, como se o sangue tivesse fugido de suas veias de uma vez só. Por alguns segundos que pareceram uma eternidade, ele não conseguiu demonstrar nada. Ele apenas olhava para o teste e depois para mim, com uma expressão de choque absoluto que me fez prender a respiração. Mas, então, o silêncio foi quebrado por uma onda de euforia avassaladora. Ele avançou em minha direção com um ímpeto que quase me derrubou e me envolveu em um abraço apertado, desesperado.

— Meu Deus, amor... quer dizer então que eu vou ser pai? — ele perguntou, levando seus braços a me abraçar, envolvendo meu pescoço, com aquela voz embargada pela surpresa e pela felicidade que finalmente transbordava.

— Sim, meu amor, você será pai! — respondi, sentindo as lágrimas correrem livremente agora. Eu olhei diretamente nos olhos dele enquanto minhas mãos envolviam completamente o seu corpo, sentindo cada batida acelerada do seu coração contra o meu.

— Eu realmente não sei o que pensar, não sei o que dizer! Meu Deus do céu... — ele exclamava, passando as mãos pelo cabelo, os olhos brilhando de um jeito que eu não via há muito tempo.

— Calma, amor, assim você vai ter um troço! — eu disse, tentando rir apesar do choro, sentindo o peso daquela revelação nos acalmar.

Diego me soltou por um momento, mas não para se afastar, e sim porque não conseguia mais conter a energia. Ele começou a andar em círculos pela sala da nossa casa, gesticulando, fazendo planos em voz alta, cálculos rápidos sobre meses e datas, pensando em tudo o que precisaríamos mudar. Eu o observava, encostada na parede, vendo-o planejar o futuro com uma intensidade que me aquecia por dentro. Um filho, ou uma filha, não importava o sexo; o que importava era a vida que agora crescia em mim. Eu sentia, no fundo da minha alma, que ele traria a renovação que o nosso casamento tanto precisava. As coisas não estavam indo bem entre nós, o distanciamento estava nos vencendo, mas aquele teste positivo era o recomeço que estávamos esperando.

Eu estava tomada pela euforia quando Diego me puxou de novo para os seus braços. Nossos corpos se colaram com força e o beijo que começou doce virou algo faminto, profundo, cheio de carinho e de um tesão que parecia acumulado há meses. Senti a língua dele deslizando na minha com urgência, enquanto suas mãos apertavam minha cintura. Meu coração batia descontrolado.

Sem aviso, ele me pegou no colo como se eu não pesasse nada. Soltei um suspiro surpreso contra a boca dele e me agarrei ao seu pescoço enquanto ele me carregava até o quarto.

— Preciso te amar hoje, Marina. Preciso te fazer minha mulher ainda mais. — Ele falou, com os lábios contra o meu.

Me deitou com cuidado no lado dele da cama, mas não havia nada de delicado no jeito como seus olhos me devoravam. Diego tirou a camisa rapidamente, revelando o peito largo e definido que eu tanto amava, e se deitou ao meu lado.

— Vem cá, meu amor — murmurei, puxando-o para mim.

Nossas bocas se encontraram de novo, agora mais intensas. Senti as mãos dele subindo pela minha camisola, quentes e possessivas. Ele a ergueu devagar, expondo minha pele, e quando chegou à minha bunda, apertou firme, arrancando um gemido rouco de mim. Eu adorava quando ele me pegava assim, como se quisesse me marcar. Sua mão desceu mais, deslizando por dentro da minha calcinha fina. Seus dedos habilidosos encontraram minha buceta já molhada e começaram a me acariciar devagar, circulando meu clitóris inchado, descendo até a entrada e voltando.

— Ahh… Diego… — suspirei no meio do beijo, rebolando contra a mão dele. O prazer subia em ondas quentes enquanto ele me dedilhava com calma, mas com intenção. Eu estava encharcada, latejando por ele.

Não aguentei só receber. Com as mãos trêmulas de desejo, abri o botão da calça dele e ajudei a tirá-la junto com a cueca. O pau dele pulou livre, duro, grosso e latejando. Passei a mão por ele, sentindo o calor e a rigidez, e Diego soltou um gemido rouco que me deixou ainda mais molhada.

— Fica por cima — pediu ele, a voz grave de tesão. — Quero ver seu rosto enquanto você me cavalga. E acho que assim não vai machucar...

Eu ri baixinho, ainda ofegante.

— Calma, amor… eu ainda nem tô de barriga! — respondi, mas obedeci porque queria tanto quanto ele.

Subi nele, abrindo as pernas ao redor dos seus quadris. Segurei o pau dele com uma mão, esfreguei a cabeça grossa entre meus lábios molhados algumas vezes, provocando nós dois, e então desci devagar. Senti ele me abrindo, me preenchendo centímetro por centímetro até estar completamente enterrado dentro de mim. Soltamos um gemido juntos. Estava tão fundo, tão perfeito.

Comecei a me mover. Subia e descia no pau dele, sentindo cada veia, cada pulsação. Diego segurava minha bunda com as duas mãos, apertando forte, guiando meus movimentos enquanto metia para cima com força, encontrando cada descida minha. O som dos corpos ecoava pelo quarto, junto com o barulho das bolas dele batendo contra mim. Eu rebolava no pau dele, girando os quadris, sentindo-o roçar e me preencher toda.

— Isso… assim, Marina… — grunhiu ele, os olhos fixos nos meus, cheios de amor e luxúria.

Ele puxou minha camisola para cima e levou a boca até um dos meus seios, chupando com fome, sugando o bico duro enquanto eu cavalgava mais rápido. A sensação da língua dele me enlouquecia. Voltei a beijá-lo, encontrando seus lábios, com nossas línguas se enroscando, enquanto eu quicava com mais força, sentindo o prazer se acumulando no fundo da minha barriga.

Diego apertava minha bunda, me puxando contra ele a cada estocada. Eu estava pingando, escorrendo pelo pau dele. O tesão era tanto que eu só conseguia gemer o nome dele entre beijos molhados e desesperados.

— Eu te amo… porra, como eu te amo — sussurrei contra a boca dele.

Ele meteu mais fundo, mais forte, e eu senti que não ia aguentar muito mais. Meu clitóris roçava contra o corpo dele a cada movimento. O orgasmo veio forte, me fazendo tremer inteira, apertando o pau dele dentro de mim em espasmos deliciosos. Diego gemeu alto, segurou minha bunda com mais força ainda e gozou logo depois, pulsando quente e fundo dentro de mim, soltando jatos grossos e longos que me encheram completamente.

Caí sobre o peito dele, exausta, suada, com o coração batendo contra o dele. Senti os braços dele me envolvendo com carinho, uma mão acariciando minhas costas enquanto eu aninhava o rosto no pescoço dele, ainda sentindo ele pulsar dentro de mim.

Dormi assim, cheia dele, amada e completamente satisfeita.

No meio da noite, o mal-estar me trouxe de volta à realidade. Senti meu estômago revirar, uma onda de náusea que não pedia licença, e instintivamente estendi a mão para o lado da cama, buscando o apoio de Diego. Meus dedos encontraram apenas o lençol frio. Abri os olhos, piscando contra a escuridão, e notei que ele não estava ali.

Levantei-me devagar, lutando contra a tontura, e caminhei em direção ao banheiro. No corredor, percebi que a luz da cozinha, no andar de baixo, estava acesa, projetando um rastro pálido sobre o piso. Entrei no banheiro e, após uma crise de vômito exaustiva, lavei o rosto, tentando recuperar o fôlego. O silêncio da casa era absoluto, exceto por um murmúrio quase imperceptível vindo da cozinha.

Desci as escadas com passos cautelosos, confesso que tive uma curiosidade, misturada com empolgação. Ao me aproximar da entrada da cozinha, parei. Diego estava de costas para mim, com o telefone colado ao ouvido, falando o mais baixo possível. Consegui captar apenas fragmentos da conversa.

— Eu não quero fazer parte disso... eu realmente não quero — ele dizia, com uma voz tensa e contida.

Houve uma pausa, como se alguém estivesse respondendo do outro lado. Então, Diego retrucou com firmeza:

— Não, Débora. Eu não quero te ver amanhã. Se for pra aparecer com isso, esquece.

— Que Débora? — perguntei, saindo da penumbra e entrando na cozinha.

O susto foi tão grande que o sangue pareceu abandonar o corpo de Diego instantaneamente. Ele ficou pálido, com os olhos arregalados enquanto me encarava. Ele gaguejou algo rápido no telefone antes de desligar:

— Escuta, a gente se fala no escritório amanhã. Não me ligue mais.

Ele colocou o celular emcima da mesa, tentando forçar um sorriso que não chegava aos olhos. Eu continuei parada ali, esperando.

— Tá bom, Diego, mas agora eu quero saber: que Débora é essa que está te ligando às três horas da madrugada?

— É a secretária do Otávio, amor — ele respondeu, aproximando-se de mim com as mãos estendidas. — Ela está me ligando porque eles querem organizar uma nova festa nesse fim de semana, e eu disse que não estou interessado. Só isso.

— Era isso mesmo? — perguntei, aproximando-me dele, buscando saber a verdade em seu rosto e palavras.

Ele me envolveu em um abraço protetor e olhou profundamente nos meus olhos.

— É isso mesmo, meu amor. Eu não tenho o menor interesse em participar dessas comemorações, principalmente agora que tenho que cuidar de você. Você está grávida, logo serei pai. Eu não deixarei que o trabalho destrua nosso casamento.

Eu quis acreditar. Naquele momento, com o calor do seu corpo contra o meu, eu escolhi acreditar. Dei-lhe um longo beijo e voltamos para o quarto, abraçados. Mas, no fundo da minha mente, o nome Débora ficou ecoando, uma semente de dúvida que eu mal sabia que brotaria muito mais cedo do que eu esperava. Ao menos se fosse "aquela Débora".

O fim de semana chegou e, para minha surpresa e alívio, Diego cumpriu o que havia prometido. Ele se desligou completamente das obrigações da empresa e dedicou cada minuto a mim. Fomos ao shopping, passeamos sem pressa, assistimos a um filme juntos e, ao voltarmos para casa, o tempo esfriou significativamente. Preparamos um fondue de queijos, acompanhado de um bom vinho, aproveitando a companhia um do outro como nos velhos tempos. Parecia que a harmonia finalmente havia voltado ao nosso lar.

Aproveitando o bom momento, marquei o jantar com meu pai para o próximo fim de semana. Eu estava decidida: apresentaria Pedro ao Diego e contaria a ele tudo o que precisava ser dito. Eu precisava revelar quem meu pai era de verdade e o papel que ele tinha em nosso relacionamento.

No entanto, o destino resolveu armar uma peça para nós.

Na segunda-feira, Diego chegou em casa com uma notícia que mudou tudo. Haveria uma grande festa de confraternização no Grupo Valente. Não era apenas mais um evento; era um jantar onde todos os funcionários deveriam levar suas esposas, pois contaria com a presença do próprio presidente da empresa.

— Marina, eu preciso que você desmarque o jantar com seu pai — Diego insistiu, com uma ansiedade que beirava o desespero. — Esse jantar na empresa é o jantar da minha vida. O presidente vai estar lá! É a minha chance de ser notado pelo topo da pirâmide.

Pensei em relutar, mas afinal, era um jantar do grupo Valente. Acabei por aceitar, afinal, era uma boa oportunidade para, também, resolver esse e outro assunto em nosso casamento.

Enfim, o dia do jantar da empresa chegou. Eu me preparei com um cuidado meticuloso, sentindo uma mistura de nervosismo e expectativa. Usei um vestido elegante, que realçava minha silhueta , enquanto eu ainda podia usar algo mais justo, já que sequer eu estava formando barriga ainda. Eu estava impecável, pronta para estar ao lado de Diego no que ele chamava de seu grande momento.

O salão era um ambiente luxuoso, decorado com uma sofisticação e elegância que em outros tempos, eu já fui habituada. O tilintar de taças e o murmúrio das conversas preenchiam o ar. Diego segurava minha mão com força e me levou para conhecer pessoas que trabalhavam com ele.

Eu estava ali por ele, mas não podia deixar de sentir que aquela noite reservava algo que nenhum de nós dois poderia prever.

Uma música de fundo, suave e envolvente, ecoava pelo ambiente, tentando mascarar o som das risadas forçadas e das conversas fúteis de quem estava ali sendo ditas.

— O Grupo Valente não economizou nesse jantar, hein? — comentei, observando o brilho dos cristais e a elegância das pessoas ao redor.

— A filial quer dar boa impressão para o dono — Diego respondeu, a voz carregada de uma expectativa ansiosa. — Ele deve chegar aqui logo mais.

— Então... O dono estará aqui hoje? — Perguntei.

— Sim, eu nunca o vi. será um grande momento.

Eu sabia exatamente o que esperar daquele lugar. Sabia que encontraria rostos do passado, mas um, em especial, me mantinha em alerta. Virei o rosto levemente para o lado e, de repente, dei de cara com uma figura familiar. Era o nome que estivera presente em quase todas as minhas conversas recentes com Diego.

— Boa noite, senhorita — disse Otávio.

Antes que eu pudesse reagir, ele pegou minha mão com uma intimidade que me incomodou, puxando meu braço levemente para si. Ele inclinou a cabeça e encostou os lábios nas costas da minha mão em um beijo protocolar, mas carregado de segundas intenções. Eu apenas o observei, mantendo a fachada de educação que o momento exigia.

— Boa noite — respondi, seca.

Diego não disse uma única palavra. Em um gesto brusco, ele me puxou para mais perto de si, afastando-me de Otávio. Notei que ele sequer cruzou o olhar com o do chefe; ele parecia evitar qualquer contato visual direto, uma mudança drástica para quem o idolatrava semanas atrás.

— Aconteceu alguma coisa com seu chefe? — perguntei em voz baixa, assim que nos distanciamos. — Você vivia falando bem dele, agora parece que está tentando evitá-lo.

— Aconteceu sim, mas... depois nós falamos disso — ele cortou o assunto, visivelmente desconfortável.

Não tivemos muito tempo para divagar, pois fomos abordados por outras pessoas. O senhor Alberto, o homem que Diego sempre citava como seu grande mentor no início da carreira, aproximou-se com um sorriso largo.

— Diego, meu amigo! Já faz alguns meses que eu não te vejo. Acabei sendo transferido para a matriz — disse Alberto, apertando a mão de Diego com entusiasmo.

No entanto, quando Alberto olhou para o lado e me viu, seus olhos se arregalaram de uma forma que não pôde ser ignorada. O choque era evidente em seu rosto.

— Essa mulher... ela é a sua esposa? — perguntou ele, a voz falhando por um segundo.

— Sim, senhor Alberto. O nome dela é Marina — Diego respondeu, orgulhoso, sem notar a tensão no ar.

— Você é quem eu estou pensando? — Alberto perguntou, fixando o olhar em mim, como se buscasse confirmar uma linhagem ou um rosto que ele conhecia de outros círculos.

Eu apenas dei de ombros, mantendo o mistério que sempre cercou minha origem.

— Acho que não. Eu não sei o que você está pensando — respondi, com um sorriso enigmático.

Continuei analisando as pessoas ao redor, tentando me manter centrada, até que senti o sangue fugir do meu corpo. Meus olhos travaram em uma mulher que se destacava na multidão. Ela era ruiva, tinha lábios carnudos e um sorriso cínico. Vestia um modelo preto colado, sem alças, que brilhava intensamente da cintura para baixo. Uma figura que eu conhecia bem demais.

— Diego, não vai me dizer que a Débora com quem você estava conversando é aquela sirigaita — eu disse, a voz cortante como uma navalha.

— Sirigaita? Você a conhece? — Diego perguntou, e a palidez que tomou conta do rosto dele foi a resposta que eu precisava. Ele parecia ter sido pego em flagrante, ficando visivelmente nervoso diante de mim.

— Conheço sim essa vagabunda — respondi, sem medir as palavras. — Mas depois eu falo dela. E se for com ela que você está conversando, eu não quero você perto dela, entendeu?

Eu estava fervendo por dentro, pronta para exigir explicações, mas o momento foi interrompido. Enquanto eu ainda processava a presença daquela mulher, alguém tocou o ombro de Diego. Ao virar, vi que a pessoa estava acompanhada de Otávio.

— Veja, esse aqui é o Diego, é praticamente o nosso melhor na filial.

— Entendi — disse o homem. — É um grande prazer conhecer você, Diego. Prazer, o meu nome é Carlos. Sou o presidente do Grupo Valente.

Eu olhei para o Carlos, e ele olhou de volta para mim. Não conseguimos desviar os olhos um do outro, e ele aproveitou a oportunidade para se aproximar um pouco mais.

— E você, seria...? — ele perguntou.

— Meu nome é Marina, eu sou a esposa do Diego.

— Esposa... — ele repetiu, me olhando atentamente. — Entendi. Preciso cumprimentar as outras pessoas, prazer em conhecer vocês. Diego, eu espero que você continue crescendo cada vez mais no Grupo Valente. Eu, Carlos Valente, prezo bastante todos aqueles que são esforçados, como eu sempre fui.

Carlos era um homem jovem, parecia mais novo que eu, pelo menos uns três anos. Tinha cabelos lisos, soltos, olhos verdes e uma presença. Era elegante, se vestia bem, principalmente para aquele evento, e tinha uma grande presença.

Pedi licença ao Diego e fui até o banheiro. Lá, joguei um pouco de água no rosto enquanto me encarava no espelho. Senti uma leve dor de cabeça começando a latejar, mas, tentando me recompor, saí do banheiro. Logo em seguida, senti a mão de alguém agarrando o meu braço. Eu me virei.

— Então você finalmente voltou — eu disse.

— Já faz um ano — Carlos Valente respondeu.

— Que bom, aproveite então a sua festa — respondi, dando de ombros. Eu já estava me virando para ir embora, até que ele me chamou.

— E você vai continuar me tratando desse jeito até quando, Marina?

— Eu não estou fazendo nada. Eu só estou evitando falar com você. Você não me traz boas lembranças, somente isso.

— Apesar do seu jeito marrento, você sabe que eu te amo, e você pode contar comigo sempre, não é?

— Bom, então se é assim, eu gostaria que, por enquanto, você não contasse ao meu marido sobre nós dois. Tudo bem assim? Vai ter o momento certo para isso.

— Tudo bem. Na verdade, já tive uma conversa sobre isso. Não se preocupe.

Eu apenas o olhei por mais uma vez, em silêncio, antes de dar as costas e voltar para o Diego. Carlos ficou ali, me observando de longe e cruzando os braços, enquanto voltava a caminhar pelo salão.

— Você ta sendo o centro das atenções aqui, hein Marina? — Comentou Diego.

— Eu acho que não tem nada demais. — Comentei, porém, por dentro já estava incomodada de ficar naquele lugar. E eu tinha algumas coisas a acertar, quando chegar em casa.

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 38 estrelas.
Incentive Kayrosk II a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários

Foto de perfil de Sensatez

Tenho mais dúvidas e grande curiosidade na estória entre Marina e Débora, o que faz uma mulher bem nascida, bem educada e de bom caráter, descer do salto ao se referir a uma outra mulher, pelo tipo de xingamento a Débora seduziu alguém que Marina amava, mas quem???????????????????????????????

1 0
Foto de perfil genérica

Esses mistério que nos prendem e nisso o autor é ótimo

0 0
Foto de perfil de Sensatez

O Universo Kayrosquiano fez falta, no retorno, tentou se esconder mas seu estilo inigualável logo o caguetou kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

0 0
Foto de perfil de Ramses

Bom dia!!

Será que Debora de alguma maneira esta ligada quando seu pai traiu a mãe?

Sabemos que Débora é ligada a Otávio. Se Carlos for seu irmão, será que Otavio esta a serviço dele? Pedro , o pai luta para trazer Marina para perto. Marina de alguma maneira coloca a posição de Carlos a a frente dos negócios em risco?

Muitos mistérios ainda a serem desvendados!

0 0
Foto de perfil de Sensatez

Todos seus questionamentos são válidos, mas a interação entre Marina e Carlos, por parte da Marina, eu percebi uma mágoa profunda, mas não identifiquei aversão, ódio e nem mesmo raiva, Carlos demonstrou um carinho que me pareceu genuíno, sem nenhuma denotação sarcástica, bem diferente das interações entre Marina e Débora que foi ódio genuíno e aversão total e também com Otávio que foi de raiva e repulsa instintiva, resumindo acho que Carlos tem boa índole.

0 0
Foto de perfil genérica

Suspeito que essa mágoa que ela tem desse césar seja pq ele não é irmão genuíno dela, caso ele seja irmão, e sim um meio-irmão, ele deve ser filho da amante e por isso ela prefere distância dele, de alguma forma ele deve lembrar ela o que aconteceu.

0 0
Foto de perfil de Ramses

É isso aí Junior xd...vai jogando as suas teorias que enriquece o chat!!

Tamos juntos!!!

0 0
Foto de perfil de Sensatez

Junior XD, agora tô boiando Cesar é o Carlos e o Carlos é o Cesar, senão, quem é César?

0 0
Foto de perfil genérica

Vai no capitulo 2, no mercado a Marina encontra um antigo amor dela que a deixou pq se apaixonou por outra e parece que essa outra o destruiu

0 0
Foto de perfil de Ramses

Capítulo 3, mas não aparece o nome dela não.

0 0
Foto de perfil de Sensatez

Mas a Débora se encaixa no perfil esteoripado de Femme Fatale uma ManTrap de Sedução, viu a descrição dela???? Kkkkkk

0 0
Foto de perfil de Ramses

Não sei não. Não consigo me empolgar com a moça sendo essa Débora. Só me empolgo se esse Cesar aparecer de novo.

0 0
Foto de perfil de Sensatez

Acho que o César já passou na vida da Marina, mas deixou a Destruidora de Homens para tirar a paz e o sossego dela, as vezes o raio cai duas vezes no mesmo lugar sim, e geralmente da segunda vez o estrago acaba sendo maior.

0 0
Foto de perfil de Ramses

A não ser que a Marina seja um "alvo" a muito tempo!! To me empolgando amigo Sensatez!!

0 0
Foto de perfil de Sensatez

É possível pela importância que a Marina tem para todos na estória, ela é a herdeira desgarrada de um Império, isso trás muitas inseguranças para todos os envolvidos, direta e indiretamente, onde tem dinheiro e poder envolvidos, podemos esperar de tudo e ainda inventar um pouco mais kkkkk

0 0
Foto de perfil de Ramses

Sem dúvidas Marina é o pivô de tudo. Rapaiz, imagina o estrago que vamos fazer quando Clair de Lune voltar??? Mark tá muito quieto.

0 0
Foto de perfil de Sensatez

Verdade, se voltar, terei o prazer de ler novamente desde o início, dei uma desconectada, não dá personalidade dos protagonistas que são impagáveis, mas do trama que ela está metida, principalmente para entender a dinâmica a partir do Crossover com a estória da Renata, que por sinal é uma estória primorosa do Neto.

Vamos aguardar.

0 0
Foto de perfil de Ramses

Qual é esse Crossover? O prequel da Annemarye foi a Marmita né.

0 0
Foto de perfil de Sensatez

A Renata do Neto entrou na estória da Annemarie do Mark.

0 0
Foto de perfil de Ramses

Não li esse conto do Neto eu acho...vcs podem me dizer o nome por favor!!

0 0
Foto de perfil de Sensatez

"Renata um grande amor" aínda tá no perfil do Neto.

https://www.casadoscontos.com.br/perfil/179366

0 0
Foto de perfil de Ramses

Tem um crossover no Jornada tambem, mas nunca achei a estória.

0 0
Foto de perfil de Ramses

Não li e começarei hoje ainda!!! Muito obrigado!!!!

0 0
Foto de perfil genérica

Eu dei uma lida nesse conto do Neto já, ela e a Nara as duas maiores vadias que ele já criou.

0 0
Foto de perfil de Ramses

A Renata tava "salvando" a Annemarye dos planos do Rubens.

0 0
Foto de perfil de Sensatez

Ou não, ainda não confio nela, afinal ela que colocou a Annemarie nessa furada, pode estar arrependida, mas pode ser parte de um plano para ganhar a confiança da Delícia da Annemarie.

0 0
Foto de perfil de Ramses

Vamos aguardar, pq se a Renatinha ainda for duas caras, o Mark vai pesar a mão com a Anne nas mãos dos canalhas.

0 0
Foto de perfil de Sensatez

A Renata se vendeu para uma turma da pesada, tenho que ler a estória da Annemarie, mas a Renata aparece por lá se não me engano, inclusive tentando seviciar a Muneirinha Sem Travas.

0 0
Foto de perfil de Ramses

A Renata aparece bastante no Clair. Tanto que o ultimo episodio postado ela ta salvando a Anne.

0 0
Foto de perfil genérica

Não conheço a história em questão, mas não lerei também kkkk

0 0
Foto de perfil de Sensatez

Foi mal, parei kkkkkkk

0 0
Foto de perfil de Ramses

Desculpe Kayrosk...voltando a Marina...precisamos de mais dados da estória com urgencia urgentissima!!

0 0
Foto de perfil genérica

Não parem não, podem falar, só não sei que história estão falando, só vi que é do Mark, ai não lerei porque os contos dele não me atraem tanto kkkk

0 0
Foto de perfil de Ramses

É o Clai de Lune, um conto dele bem diferente, uma pitada de comédia deliciosa. Sobre o seu Crossover to falando do"Peguei meu marido me traindo com minha sobrinha, mas não deixei barato" que para mim é um dos melhores do CDC. O personagem em questão é o Mario Cassilas. Ele parace em um outro conto mas não achei. Ou estou enganado?

0 0
Foto de perfil de Sensatez

Sua fleuma britânica me impressiona, mas cada um tem seu espaço não é a toa, na minha opinião esse espaço pode e deve ser usado abertamente, mas não deve ser desvirtuado.

0 0
Foto de perfil de Ramses

Concordo contigo e pedi desculpas, mas a males que vieram para o bem...Agora ja tenho um fio da meada para desvendar a estória do Mario Cassilas.

0 0
Foto de perfil de Sensatez

Sempre há uma porcentagem positiva quando se há boa vontade, inclusive já até mandei um email pro Kayrosk pedindo para me enviar as considerações dele para mim também, sou intrometido de carteirinha kkkkk

0 0
Foto de perfil de Ramses

kkkkkk....ja mandei tbm!!!!

0 0
Foto de perfil de Ramses

Quero aqui publicamente agradeçer a atenção do Grande Kayrosk (ja o agradeci no e-mail).

0 0
Foto de perfil de Sensatez

Se me permite, faço minhas as suas palavras, o Kayrosk, além de genial escrevendo, tem uma forma bastante interessante e dinâmica de interagir com os seus leitores, devo confessar que foi observando a interação dele com os leitores nos foruns dos contos dele, que vi condições de eu experimentar comentar, antes eu até evitava ler os comentários, ainda evito ler os comentários de alguns espaços que o conto seja interessante, mas os comentários nem tanto, sou meio esquisito mesmo. kkkkk

0 0
Foto de perfil de Ramses

Mas vc sabe que comigo aconteceu quase a mesma coisa. Demorei um pouco para ler comentários, quando comecei a ler, me deparei com umas aberrações da natureza, mas vendo comentários principalmente os seus, do Kiquinho, do Hugostoso e do Zanon vi que eu poderia começar a me aventurar. Hj to vendo alguns autores participando mais e tem sido muito mais gostoso.

0 0
Foto de perfil genérica

Desde meu primeiro conto eu sempre participo dos comentários, eu crio histórias pra isso, pra conversar com todos

0 0
Foto de perfil de Ramses

Oh Kayrosk, falando em Crossover, o conto seu da Solange faz Crossover com qual outro conto seu?

0 0
Foto de perfil genérica

Bom como eu não sei se vou dar continuação naquela história ou não, o Mário que estava se aproximando da Solange é o mesmo Mario que tirou o José Pedro dos Estados Unidos e mandou pro brasil, com o plano de ajudar ele a destruir a vida do delegado Diego, pois ele tinha intenções de iniciar sua entrada no mundo do Narcotráfico produzindo metanfetamina mas a primeira carga que ele produziu a pf ferrou a investigação, então ele queria o cara fora da jogada.

Então só ai vocês estão vendo que o Mário não era um homem ideal pra Solange.

0 0
Foto de perfil de Ramses

Vou reler. Se vc diz que ainda não sabe se vai dar continuação me enche de esperança!

0 0
Foto de perfil genérica

Mas a verdadeira chefe é a Aldama, a que se diz secretária dele, é a verdade a mentora, e ela é apaixonada no José Pedro, que por sua vez não consegue mais sentir amor por ninguém depois da sacanagem que aconteceu na sua vida.

Porém, iria acontecer umas coisas ai que dariam uma reviravolta na história, na verdade existem 3 contos meus interligados ali, na verdade, 4.

0 0
Foto de perfil de Ramses

Quais são na sequencia porrr favorrr!!!!

0 0
Foto de perfil de Sensatez

Me liguei, fui lá, não tinha dado importância, pois foi um final ameno, achei Red Herring, mas você tem razão, pode ser, muito provável até.

0 0
Foto de perfil de Ramses

Eu estou com meus sentidos aranha todos em alerta!!

Como vc diz, estamos no universo Kayrosquiano.

0 0
Foto de perfil de Sensatez

Que pode acontecer de tudo dentro de uma Lógica Cartesiana.

0 0
Foto de perfil de Ramses

Interessante, tudo correndo dentro de uma lógica cartesiana, exceto....Marina!!

0 0
Foto de perfil de Sensatez

É o tempero, o imponderável, a licença poética, senão a obviedade toma conta e junto dela a emoção se esvai.

1 0
Foto de perfil genérica

Vocês escrevem bonito demais, quando eu crescer quero ser igual a vocês.

0 0
Foto de perfil de Sensatez

Sua sensibilidade que vê Beleza em nossas palavras.

0 0
Foto de perfil de Ramses

Rapaizz...tenho que pesquisar muita coisa no Google!! hahaha

Mas uma coisa é certa sobre o aprendizado que temos aqui. Eu tenho a impressão que minha escrita e forma de explanar minhas ideias e teorias deu uma melhorada!

0 0
Foto de perfil genérica

Débora é a mulher que fez o antigo relacionamento dela com o César, já apresentado aqui na história terminar lá atrás e que depois destruiu a vida dele.

0 0
Foto de perfil genérica

O Carlos não é irmão da Marina, caso Contrário não teria dito: "você sabe que eu te amo, Marina". Mas parece que a situação vai começar a pegar fogo, e pelo andar da carruagem, tanto Marina quanto Diego. tem rabo preso.

0 0
Foto de perfil de Ramses

"Apesar do seu jeito marrenta, vc sabe que eu te amo."

Para mim essa é uma frase mais de irmãos que de amantes.

0 0
Foto de perfil genérica

Eita lasqueira , conto de kayrosk é sempre bom .

0 0
Foto de perfil de Caco22

Fiquei perdidão agora, leiam esse parágrafo com atenção. "Carlos era um homem jovem, parecia mais novo que eu, pelo menos uns três anos. Tinha cabelos lisos, soltos, olhos verdes e uma presença. Era elegante, se vestia bem, principalmente para aquele evento, e tinha uma grande presença.". Uai aqui parece que ela não conhece ele, mas logo à frente ele para ela e diz que a ama, e ela diz para ele não falar nada sobre os dois para o Diego. Só que no parágrafo acima ela parece não conhecer o cara, nem a idade ela sabe ao certo. Como disse o Kiquinho, buguei também mister Kayrosk II esse II é a versão 2.0?

0 0
Foto de perfil genérica

Usei esse paragrafo apenas para descrever como ele era, foi só um jogo de palavras. O II é porque eu tinha perdido acesso ao meu perfil I kkkkk

1 0
Foto de perfil de Ramses

Pelo jeito Marina tem um irmão. Kayrosk, excelente, os segredos de Marina muito bem escondidos. Não tenho a menor ideia do que ela esconde!

0 0
Foto de perfil genérica

então entendi errado. mas de qualquer forma ela também tem muitos segredos ou seja os dois tem duas faces

0 0
Foto de perfil genérica

A esposa tem um segredo sim, no caso é se desligar de sua família por algo que aconteceu que ela guarda mágoa, ou guardava, quando ela se envolveu com o Diego, ela queria levar apenas uma vida simples de alguém que não tinha nada e que conquistaria as coisas aos poucos, sem depender de terceiros, porém, o destino é foda e ta tratando de puxa-la para eles de novo e ela não falou nada pro Diego ainda por motivos bem obvios kkk

1 0
Foto de perfil genérica

Não faz sentido ser irmão dela, pois tipo, poque a Marina não iria querer manter contato com o próprio irmão?

0 0
Foto de perfil genérica

Junior , eu tenho um irmao q nao converso faz 20 anos

0 0
Foto de perfil de Ramses

Pq ela é brigada com a família.

0 0
Foto de perfil genérica

No caso com o pai, não foi falado dela ter um irmão, somente que o conhece e que ele ama ela, mas ela parece que despreza ele.

A NÃO SER....

0 0
Foto de perfil genérica

Ramsés, Kayrosk é mestre na supresa e nos mistérios e por isso é o melhor do site se dúvida.

0 0
Foto de perfil de Ramses

Doda, sou muito fã de Kayrosk desde quando conheci a primeira página dele. Já comentei com ele que lá tem preciosidades inacabas. Ele é PHODA D+!!

0 0
Foto de perfil genérica

Buguei agora, ela tinha ou tem um amante?

caraca, se for isso a historia muda totalmente.

0 0
Foto de perfil genérica

to achando que é algum ex namorado kkkk

0 0
Foto de perfil genérica

Kiquinho , acredito q seja irmao dela

0 0