Capítulo 24: Ciúmes e Desejos

Um conto erótico de Le Conteur
Categoria: Heterossexual
Contém 1712 palavras
Data: 05/05/2026 09:12:35

Na manhã seguinte, Jhonny acordou sentindo o sol filtrar pelas cortinas, o quarto iluminado por uma luz suave e acolhedora, os raios dançando nas paredes como um convite preguiçoso. O relógio marcava 8h, e o cheiro de café fresco já invadia o ar, misturando-se ao aroma residual de sexo da noite anterior. Andressa e Cintia ainda dormiam ao seu lado na cama – a noite anterior havia sido uma explosão de paixão e desejo, com os três transando intensamente, com as regras que Andressa e Jhonny definiram juntos em mente, corpos suados e entrelaçados em um emaranhado de prazer consensual. Eles pareciam renovados, o peso emocional da véspera aliviado pela intimidade crua, gostosa e consensual, o ar ainda carregado de um cheiro doce de suor e lavanda. Cintia foi a primeira a se mexer, espreguiçando-se com um bocejo preguiçoso: "Bom dia, galera… que noite louca, hein?" Andressa piscou, acordando devagar, os olhos verdes sonolentos: "Sim". Jhonny assentiu, sentando-se na cama, o corpo forte esticando com um estalo.

Cintia, com um sorriso tímido, pediu: "Antes de voltarmos ao normal… um último beijo? Pra selar a paz e voltar à amizade mais comum?" Jhonny, após uma pausa, deixou: "Tá bom… vai nessa." Ela se aproximou de Andressa primeiro, beijando-a suavemente – lábios se tocando com ternura, um roçar delicado e prolongado, sem a fome da noite anterior, só carinho e reconciliação, as mãos dela traçando levemente o braço de Andressa. Depois, para surpresa de Jhonny, virou-se para ele e o beijou da mesma forma, os lábios macios pressionando os dele por segundos que pareceram eternos, um toque leve mas carregado de emoção, praticamente o mesmo tempo que com Andressa. "Pronto… pra não ter ciúmes," zoou ela, piscando: "Careca sem capa, você é um fofo." Rindo, ela pulou da cama e foi pro banho, deixando o casal sozinho. “Essa cabelo de fogo…” - murmura Jhonny, balançando a cabeça com um sorriso.

Andressa sorriu, manhosa, esticando os braços magrinhos: "Quero tomar banho com você, amor… ontem não rolou, né?" Jhonny riu: "Verdade, nossos hálitos devem estar podres” – ele ri alto, o som ecoando pelo quarto! Eles se levantaram, ele fazendo cócegas nela, deslizando as mãos pelo corpo nu e pegajoso dela – dedos traçando as curvas magrinhas, roçando os seios pequenos e a barriga lisa, provocando risadas e arrepios, o pau dele ficando meia bomba, balançando levemente e acordando com a brincadeira. Ficaram se olhando no espelho do quarto, olhos nos olhos, um momento íntimo e silencioso, até que notaram Suzana na porta – o olhar dela estava diferente, uma mistura de carinho e algo mais profundo, talvez desejo contido, os olhos castanhos demorando nos corpos nus deles. "Ei, preguiçosos… venham tomar café," disse ela, voz carinhosa como sempre, mas parando para olhar ambos atentamente: Jhonny nu, pau meia bomba balançando levemente, músculos definidos suados da noite; Andressa nua e pegajosa, pele branquinha marcada por leves vermelhidões, boceta rosada ainda inchada. Suzana continuou olhando, observando cada canto de seus corpos – o peito forte dele, as curvas suaves dela –, e por fim, virou-se e voltou pra cozinha, um suspiro sutil escapando, o roupão solto balançando com o movimento.

Jhonny alertou Andressa, voz baixa, enquanto se vestiam: "Acho que precisamos conversar com a Su… o olhar dela tá estranho." Ela concordou, séria, ajustando o vestido: "Eu sei… ela ama o Chris de verdade, mas também ama a mim, a Cintia… e aparentemente tá amando você agora. Isso é... realmente complicado, amor. Mas vamos superar. Acima de tudo, somos as três mosqueteiras."

Eles entraram no banho juntos, logo após Cintia sair. Um banho rápido e cheio de beijos – lábios se encontrando sob a água quente, mãos ensaboadas explorando sem pressa, mas nada além disso, só intimidade reconfortante, a água lavando o suor e as memórias da noite.

Cintia tinha saído do banho de lingerie vermelha – simples mas sexy, o tecido colando aos seios redondos e ao bumbum empinado, realçando as curvas pálidas, os mamilos rosados marcando o material fino. Christopher já saíra pra rua, para ir à padaria, mas voltou rápido, carregando pães frescos e crocantes. O resto do dia foi dedicado a tentar conversar com Suzana – Andressa e Cintia insistindo, vozes suaves mas persistentes. Andressa tinha contado à ela o que rolou na porta: "Su, aquele olhar… o que tá acontecendo? A gente se ama, mas precisamos falar." Mas Suzana parecia evitar muita conversa, mudando de assunto para trivialidades como "O que vamos almoçar?" ou "A mudança amanhã vai ser ótima", o tom leve mas evasivo. Andressa acabou deixando pra lá, ansiosa pela mudança no dia seguinte: "Mal posso esperar pro nosso cantinho novo!" Cintia então anunciou: "Vou voltar pra minha cidade amanhã, pela manhã – vou fazer um projeto presencial, preciso ir pro escritório do meu amigo." Ouvindo isso, uma lágrima escorreu pelo rosto de Suzana: "Ah… já? Ou seja, as duas vão embora." Agora, eram Cintia e Andressa consolando Suzana: "Ei, por mais que não moremos na mesma casa, seremos inseparáveis, sempre – chamadas todo dia, visitas mensais!" Suzana sabia, mas se limitou a assentir, voz baixa: "É… tá bom."

Andressa cochichou no ouvido de Jhonny. Ele sorriu: "Só dessa vez".

As três resolvem sair pra espairecer, deixando Jhonny e Christopher em casa. Cintia queria saber o que ela cochichara: "Ei, Andi, o que foi aquilo? Me conta!" Mas Andressa não disse: "Segredinho nosso, ruiva – relaxa." Andressa pediu pra Christopher levá-las ao shopping: "Pra Su relaxar – um passeio vai fazer bem." Jhonny avisou: "Vou ficar, preparando um lanche especial pra noite e terminando de arrumar as malas." Christopher as levou, mas logo estava de volta, cara meio tensa mas positivamente – olhos brilhando, um sorriso sutil nos lábios. Jhonny imaginava o porquê: "Elas devem ter aprontado algo no carro… de novo," pensou, rindo internamente.

Elas ficaram horas por lá – compras, risadas, distrações, o tempo voando em um turbilhão de bolsas e vitrines. Jhonny e Christopher agitando tudo em casa: malas arrumadas com precisão, lanche de sanduíches e salada pronto, o aroma de queijo e ervas preenchendo o ar. Por fim, lá pras 20h, ligaram e pediram pra Christopher buscá-las. Ele foi, demorou um tempo e todos chegaram, animados, as bochechas coradas e os olhos brilhando. Andressa cochichou no ouvido de Jhonny: "Cumpri a promessa… depois conto tudo." Cintia zoou: "Velha fofoqueira, sempre cochichando!" Suzana defendeu: "Deixa ela, Su – segredinhos de casais são o tempero da vida!"

O dia acabou com Cintia se arrumando pra dormir na sala, deixando o quarto pro casal. Christopher, que bebera muito vinho durante o jantar, capotara e já estava na cama, roncando baixinho apesar de sua vontade de namorar gostoso com Suzana aquela noite. De repente, algo inesperado: Suzana retorna à sala, vestindo o mesmo roupão de seda da conversa íntima anterior com Jhonny, o tecido colando ao corpo curvilíneo, realçando as curvas morenas. Jhonny ficou sexualmente tenso, o pau dando um pulso involuntário ao lembrar da nudez por baixo, latejando como um eco da memória. Mas ela não abriu, apenas sentou ao lado dele no sofá: "Ei… não consigo dormir." Cintia elogiou: "Su, você é espetacular… uma deusa de ébano." Suzana sorriu, mas de repente se aproximou de Jhonny e o beijou na bochecha – lábios se tocando na lateral, bem mais que um pouco, um roçar quente e prolongado que enviou arrepios por sua espinha. "Saber que vocês três transaram mexeu comigo… muito mais do que imaginei," confessou ela, voz baixa. "Mas não vou trair o Chris."

Ainda assim, ela se levantou e, dessa vez, abriu e tirou o roupão – revelando o corpo nu, pele mulata reluzindo sob a luz fraca, seios médios firmes com mamilos escuros endurecidos, barriga lisa levando à boceta raspada, lábios majores carnudos e ligeiramente entreabertos, um brilho úmido sugerindo excitação. Deu uma volta lenta na frente de Jhonny, Andressa e Cintia – bumbum generoso tremendo levemente, curvas dançando sob a luz, o ar carregado de um cheiro sutil de desejo. Os três babaram, elogiando baixinho: Andressa: "Su, você é perfeita… tesão puro." Cintia: "Deusa absoluta!" Jhonny, voz rouca: "Linda… irresistível." Mas Suzana parou de frente pra Jhonny por alguns segundos, como procurando coragem, respirando forte, o peito subindo e descendo. Por fim, se retirou, pegando o roupão: "Isso é tudo o que posso fazer… mas obrigada pela tarde. Boa noite."

Jhonny e Andressa entraram pro quarto, o ar ainda carregado de tensão. Enquanto transavam gostoso – ela por cima cavalgando ritmada, boceta apertada engolindo o pau grosso, gemidos ecoando baixos para não acordar ninguém –, Andressa contou o passeio: "Fomos de vestido, sem calcinha… no carro do Chris, logo após dar partida, levantamos os vestidos e deixamos ele ver tudo muito bem – minha boceta branquinha piscando, lábios rosados úmidos; a da Su carnuda e raspada, clitóris inchado; a da Cintia ruiva e fofa, pêlos aparados, brilhando de tesão. Ele corou, mas sorriu: 'Vocês me matam!' No shopping, nos exibimos tanto – pernas abertas em bancos, flashes pra estranhos, saias subindo 'acidentalmente' – que tivemos que nos masturbar no banheiro de cadeirante, lá é espaçoso…. Uma… ajudando a outra: dedos voando nos clitóris, gozos rápidos e múltiplos, gemidos abafados… ajudou a Su a se animar. Ela confessou ciúmes – de mim, da Cintia, e de você. Se sentia culpada por isso. Consolamos com abraços, beijos suaves... meio que na boca hihi, tudo ali no banheiro. Fizemos uma a outra gozar com nossos dedos e toques, mas não nos chupamos. Eu nem tentei. A Su barrou a Cintia: 'Não, nada de agachar… só isso'."

"Na volta, no carro do Chris, a Su repetiu o que eu fiz antes – chupou ele na nossa frente, boca voraz no pau grosso, língua na glande, sugando até as bolas, gemendo enquanto dirigia. A gente zoava: 'Vai, mama tudo!' e elogiava: 'Que moreno pauzudo!' Foi quente, amor." Por fim, ouvindo tudo isso, metendo fundo em Andressa, Jhonny gozou junto com ela em missionário – pernas dela esticadas ao máximo, quase teve cãibra no orgasmo intenso, boceta pulsando, enchendo de porra. Jhonny ficou feliz por Suzana estar melhor, mas ressabiado: "Ela deixou claro que quer dar pra mim." Andressa concordou: "Nunca agiu assim… a intensidade hoje foi muito maior que aquele dia que me exibi pro Chris. Acho que ela tá te desejando de verdade." Eles banharam e deitaram, refletindo naquilo – o amor complicado, os desejos à flor da pele, mas a promessa de honestidade guiando o futuro.

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Hotwife dando e mamando motoristas de Uber, amigos do corno, desconhecidos na rua... Sou a esposinha safada e meu marido me filma pra eu postar porque ele é meu corno. Privacy:

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