Provando pela primeira vez a porra do meu filho

Um conto erótico de Nandoexcitado
Categoria: Gay
Contém 2823 palavras
Data: 05/05/2026 07:31:19

Apesar de ter me masturbado desde muito cedo, quando era garoto, isso nunca foi algo que ocupasse um lugar importante na minha vida. Claro que depois que me separei, a masturbação virava um consolo nas noites de insônia. Mas nunca é a mesma coisa, comparado à sensação de alguém te chupando e engolindo o seu esperma.

Naquele dia, eu nem sabia que estava prestes a ter uma experiência inesperada... e uma aula de masturbação.

Meu filho Beto era um jovem cheio de energia, e em seus 18 anos, de repente havia se tornado um belo e tipicamente retraído exemplo de beleza.

Ele sempre foi um bom garoto; sempre atencioso e prestativo. E houve momentos em que considerei ter outro filho pra lhe fazer companhia, mas infelizmente isso não aconteceu. Tanto eu quanto a mãe dele estávamos muito ocupados com as nossas carreiras, e acabamos adiando, até que a nossa relação se deteriorou e nos separamos.

Nos primeiros meses do meu divórcio, as coisas na minha vida estavam bem atrapalhadas. Mas desde que passei a morar com meu pai ficou mais fácil recebê-lo pra ficar comigo nos fins de semana.

Como pai, agora com a ajuda do avô, parecia que estávamos de novo nos conectando. E facilitava estar numa casa só de homens, o que ele aproveitava pra fazer coisas que perto da mãe seria mais complicado... como assistir algum video pornô. Eu já tinha maturidade suficiente pra ter passado por isso, e sabia que quando se trancava no quarto, ele só podia estar se masturbando.

Fico pensando no dia em que ele vai conhecer alguma garota que vai iniciá-lo no mundo dos prazeres a dois. Mas, pra ser sincero, nem sei quais são os seus interesses, ou se ele já teve alguma experiência com garotas... ou então com algum garoto. E é aí que eu preciso entrar. Alguém em algum momento precisa ensiná-lo sobre o seu corpo e interações com o sexo oposto... uma conversa sobre sexo parece inevitável agora.

Eu tinha tido uma semana agitada no trabalho, e só queria passar o fim de semana com meu filho. Naquela sexta-feira, fui pegá-lo na casa da mãe dele e ele estava ansioso pra ficar comigo também.

Dormimos tarde e no sábado de manhã, ele ainda estava no seu quarto. Levantei cedo, me espreguicei, pensando em como deveria me comportar com ele. Deveria ser apenas seu pai, ou agir como um conselheiro? Às vezes, ter uma figura paterna que tem algumas respostas pode ajudar.

Aproveitei que meu pai tinha ido ao mercado e pensei que poderíamos conversar só nós dois. Fui até o quarto dele e estava prestes a bater na porta, quando ouvi um barulho lá dentro e me detive por um instante, ouvindo atento.

Havia alguma coisa acontecendo lá dentro, a julgar pelo som de gemidos e suspiros. Presumindo que interromperia nada mais que o óbvio, bati na porta, girei a maçaneta e a empurrei, entrando no quarto dele.

"Pai!", ele quase deu um pulo na cama.

Congelei na hora, não tanto pelo susto que ele levou, mas pela cena um tanto inesperada.

Ele estava recostado na cabeceira da cama, com o laptop aberto, provavelmente em algum site pornô. Com a bermuda aberta, ele tentava freneticamente puxar o zíper, para esconder o que aparentemente estava fazendo... nada mais que uma punhetinha pela manhã.

Os sons de gemidos revelavam o que ele estava assistindo no laptop. Inicialmente, vi corpos nus se contorcendo na tela, mas a imagem mudou repentinamente para um close de uma vagina depilada e molhada, bem aberta. Ele estava assistindo pornô!

Rapidamente, meus olhos absorveram as outras cenas, vendo os esforços do meu filho pra se cobrir e percebendo alguns centímetros do que parecia ser uma ereção bem rígida sob o computador. Com a mão, ele se esforçava para puxar a cueca.

"Pai... você tinha que bater antes!"

"Desculpa, filho", eu disse, com a voz amigável. "Mas não precisa se envergonhar de uma punhetinha."

"Tá, mas...", ele finalmente conseguiu esconder a ereção dentro da cueca. "A mãe vive implicando com o que eu vejo na internet!"

"Relaxa, filho, comigo não tem essas besteiras", tentei manter a minha calma controlada. "Mas, é exatamente sobre isso que eu queria conversar com você."

"Sobre o quê?"

Eu havia caminhado lentamente pelo quarto enquanto falava, até estar bem perto da cama. O vídeo ainda estava passando e todos continuavam transando, com sons de gemidos pelo quarto.

"Sobre isso", eu disse, apontando para a tela. "Era sobre isso que eu queria conversar, mas parece que você já sabe bastante."

O Beto ficou em silêncio, embora sua cabeça tenha balançado levemente.

"Também vejo uns desses de vez em quando."

Ele parecia um pouco mais calmo agora, embora sua bermuda ainda estivesse aberta, mostrando que ainda estava de pau duro. O fato de eu também assistir pornô parecia deixá-lo curioso.

"Mas o problema com esses vídeos é que são atores profissionais; dificilmente são pessoas reais", disse, sentando na beirada da cama. "Quer dizer, por exemplo, quantos caras normais têm um pau desse tamanho?"

Acenei para o membro em questão que agora preenchia a tela, uns vinte centímetros, brilhando com o líquido viscoso e a pele lisa. Era depilado e, enquanto observava, a câmera se afastou para mostrar um par de testículos. A mão de uma mulher envolveu o pênis e eu fiquei em silêncio, aguardando mais ação na tela... Acho que tinha ficado excitado.

"Se concentra!", pensei comigo mesmo e meu cérebro rapidamente voltou ao que estava falando ao meu filho.

"Hum, onde eu estava?", comecei, enquanto recuperava os sentidos. "Ah, sim, então pensei que era hora de termos uma boa conversa."

Meu filho continuava curioso com aquela conversa, então continuei...

"Você provavelmente deve ter alguma dúvida. Se tiver alguma coisa que queira saber, é só perguntar. Eu podia te ensinar."

"Tudo bem. Já sei o bastante."

"Não é bem assim", coloquei a mão no seu ombro. "Só porque você pode assistir pornô no computador não significa que já é adulto; há muito mais que você precisa saber."

"É, mas eu vou descobrindo aos poucos", ele parecia querer se mostrar mais maduro do que era.

"Claro que vai", retruquei. "Mas pense em algo complicado, raiz quadrada, por exemplo. A menos que comece pelo básico, você nunca vai entender direito."

"É, eu meio que entendo o que você quer dizer", ele concordou. "Então, o que você ia me ensinar?"

Droga, eu mal tinha pensado no que dizer. Só contava com o instinto paterno e falar com ele sobre sexo abertamente. Mas então meu filho me surpreendeu, querendo saber como eu fazia.

"Quer dizer, como eu me arranjo, agora que eu tô separado da sua mãe?", eu engoli em seco. "Bem, eu me viro, filho."

"Quer dizer que se vira na punheta, né?"

"Também não sou de ferro, garoto!"

"Por mim tudo bem", ele respondeu, e então concluiu, me deixando sem ação. "Se quiser, pode ficar à vontade."

"Eu sou seu pai. Não posso ficar batendo punheta com meu filho!"

"Foi você que entrou aqui querendo falar de sexo", ele soltou, me provocando. "Além disso, não disse que ia me ensinar as coisas?"

"Tá bem", eu concordei. "Mas deixa eu te mostrar um vídeo melhor que esse", e abri no seu laptop um vídeo com duas loiras gostosas. Na hora, percebi que meu filho ficou excitado, e não conseguia tirar os olhos da tela.

Não ia ser fácil falar sobre sexo agora. Mal sabia por onde começar, e ainda com aquele vídeo tocando no laptop dele. Talvez fosse mais fácil ensinar alguma coisa sobre masturbação.

O Beto ficou em silêncio, esperando a minha reação. E naqueles poucos instantes eu podia sentir meu coração batendo forte, meu sangue pulsando e minha respiração ofegante. De repente, reparei no seu braço e alguns músculos que eu não tinha notado antes.

Meus olhos percorreram seu corpo antes de pararem em suas mãos, que ainda acariciavam sua virilha — e naquele momento percebi que ele estava se tocando. Seus movimentos eram lentos e sutis, mas ele parecia estar se masturbando!

"Você já tá...", gaguejei, olhando em direção à sua virilha.

"Não consigo evitar, pai", ele disse, com os olhos vidrados na tela.

Até que ele meteu a mão na bermuda e tirou pra fora o pau, se masturbando do meu lado bem naturalmente.

Mas quando eu fiz o mesmo, colocando pra fora meu pau de 18 centímetros, ele me lançou um olhar de lado, impressionado com o primeiro pau de um adulto que deve ter visto.

Recostado na cabeceira da cama, o Beto se masturbava do meu lado, me vendo fazer o mesmo. Eu olhava pro seu pau, de tamanho normal pra sua idade, e tenho que admitir que fiquei excitado, vendo o pau do meu filho, desde a última vez que o vi sem roupas, quando era só um garotinho.

Nem me importava com o fato de estarmos fazendo algo tão pervertido. Estávamos a apenas alguns centímetros de distância, enquanto eu admirava a curvinha pra cima que fazia o seu pau.

Mas, depois de alguns minutos, os dois de pau duro na mão, ele teve uma ideia ainda melhor. E eu mal acreditei quando ele se virou pra mim com um sorriso de pura excitação e disse:

"A gente podia fazer um no outro... se quiser..."

Se quiser? Eu já tava salivando só de ver o seu pauzinho lindo! Acho que se ele me pedisse pra chupá-lo eu não pensaria duas vezes.

Comecei a tremer imediatamente, mas me contive e sorri de volta, dizendo que se ele queria assim, por mim tudo bem. Então, estendi a mão e fiz o que eu queria fazer desde que vi seu pau de perto: segurei nele e comecei a masturbá-lo. Estávamos agora fazendo isso um no outro. E eu só me enchia cada vez mais de água na boca, toda vez que surgia entre os meus dedos a cabecinha vermelha do seu pau.

E na hora em que a sua mão envolveu o meu pau, eu quase não podia acreditar como era macia, e com que curiosa excitação meu filho me tocava. Ele ofegava e tentava acompanhar o meu ritmo. E aos poucos eu aumentava a intensidade da punheta que fazia no seu pau, cedendo aos poucos ao desejo que me consumia.

Podia sentir o tesão no arrepio que me percorria, descendo pela espinha e fazendo o meu pau pulsar na sua mão. Até que eu não consegui mais segurar aquele gemido, que me escapou seguido de um profundo suspiro, enquanto tentava me recompor.

Se aquilo não passava de algo natural entre pai e filho, uma pequena diversão, dividindo uma intimidade que nunca antes havíamos experimentado, tudo o que eu queria era me inclinar sobre o seu pau e naturalmente engolir e começar a chupá-lo.

Até que não mais me contive.

"Não tá ficando excitado, tá?", perguntei a ele, que parecia perder o fôlego.

"Excitado? Tô quase gozando, pai!", ele ofegava, segurando forte o meu pau.

"Então espera, não goza ainda", eu sussurrei. "Acho que assim é bem melhor!"

Eu não consegui mais me conter; me inclinei um pouco, estiquei a língua e rocei a ponta na cabeça do seu pau.

"Ahhh!", ele suspirou enquanto a minha língua deslizava por toda a extensão do seu pau em direção à base, e de volta à glande.

Não havia como parar agora. Sendo meu filho ou não, eu simplesmente precisava tê-lo na minha boca. Eu precisava sentir aquela sua ereção contra os meus lábios. Respirei fundo, abri a boca, usei uma das mãos para puxar seu pau para cima e o abocanhei.

"Ohhhhh!", ele soltou um gemido. "Aaaai, pai!"

Lentamente, movi minha cabeça para cima e para baixo, deslizando-o para dentro e para fora da minha boca. Podia sentir na ponta da língua o sabor agridoce do seu pré-gozo, meus lábios apertados ao redor. As mãos dele agora estavam no meu cabelo, guiando minha cabeça para cima e para baixo enquanto ofegava de prazer.

Então, com uma combinação de lábios, língua e dedos, eu o levei ao paraíso, deslizando a boca pelo seu pau. Até que o engoli todo de uma vez. De repente, ele empurrou minha cabeça para baixo, me mantendo com seu pau no fundo da garganta, enquanto suspirava ofegante.

Fechei os olhos e me entreguei a ele. Não sei se foi o primeiro boquete que o meu filho recebia, mas ele parecia seguir seus instintos, num movimento de penetração que fazia com os quadris.

Àquela altura eu já não tinha reação, deixando que meu filho fodesse a minha boca. Acho que no lugar dele também acabaria fazendo o mesmo. Só não esperava que ele se entregasse tão rápido ao prazer de meter seu pau no fundo da minha garganta.

No fundo sabia que estava passando por cima de todos os meus princípios. Mas não conseguia resistir ao seu lindo pau dentro da minha boca, deslizando entre os meus lábios.

Tudo o que eu conseguia fazer era aproveitar a sensação maravilhosa do seu pau enquanto ele pulsava na minha língua, com seu corpo meio trêmulo recostado na cabeceira da cama. Eu ainda chupava o seu pau, sentindo seus pentelhos me roçarem no rosto quando o engolia todo. Mas será que meu filho já gozava?

Num instante eu estava tendo com ele uma conversa de pai e filho, no outro eu tinha o seu pau no fundo da garganta. Minha mente incapaz de criar palavras, minha boca incapaz de formá-las, apenas engolir a sua carne pulsante. Meu corpo inteiro se debatia em turbilhão, mesmo assim eu agarrava com tanta força entre os lábios, que ele estava prestes a gozar. E então aconteceu.

"Ai, pai!", ele gemia.

E quando meu filho não aguentou mais, eu pude sentir o seu clímax tomar o seu corpo. Suas estocadas cessaram por um momento; seu pênis pareceu inchar dentro da minha boca. E então, com um longo grunhido de prazer, meu filho começou a gozar na minha boca.

Senti aquela primeira explosão energética do seu pau assim que o tremor pelo seu corpo o sacudiu. No instante seguinte, seu primeiro jato de porra me desceu direto pela garganta. Abri a boca e estendi a língua quando sua próxima ejaculação me acertou em cheio, quase me fazendo engasgar. E ainda continuei me deliciando com o seu gozo.

Eu tinha o meu filho totalmente entregue ao prazer do seu orgasmo. Minhas mãos deslizavam pelo seu peito, por baixo da camisa, e podia sentir seus mamilos eriçados. Seu pescoço estava ligeiramente tenso, até que foi relaxando com o contato mais íntimo que já experimentamos.

Lentamente, meus sentidos retornaram e meu aperto afrouxou, minhas pernas caindo de volta na cama mais uma vez para descansar. À medida que meus sentidos se reagrupavam, comecei a sentir a pressão nos meus testículos. Precisava desesperadamente me aliviar e gozar de uma vez.

Mas, no momento em que levantei a cabeça e meus olhos esbarraram com os do meu filho, me vi de novo me inclinando em sua direção. Seus braços abertos me envolveram, me recebendo contra o seu peito. Eu o beijei no rosto, sentindo o calor na sua pele, meio ruborizada. No instante seguinte, meus lábios encontraram o canto da sua boca, me fazendo roçar nela, e aos poucos abrir a boca, num beijo inevitável. E, pra minha surpresa, ele reagiu ao meu beijo, com sua boca entreaberta.

Aquele definitivamente não era um beijo de pai e filho, e eu estava mais do que disposto a lhe ensinar os segredos de um beijo de língua. Como um bom aluno, ele abria um pouco mais a boca à minha língua intrusiva, curioso com a sensação. Até que estávamos os dois fazendo o mesmo e explorando a boca um do outro. E, tão bom quanto provar o seu pau, era a sensação de chupar a sua língua, deixando ele de novo de pau duro.

"Melhor eu ir tomar um banho", eu disse, interrompendo o nosso beijo... mais com a intenção de me masturbar e me aliviar.

"Posso ir com você?", ele se levantou e veio atrás de mim.

Aquela cena me lembrava de outra que havia acontecido há não muito tempo, quando tudo começou entre meu pai e eu. E agora tudo parecia se repetir, só que com meu filho e eu. Deixei a porta do banheiro aberta e ele entrou, me seguindo e tirando a roupa, junto comigo.

Ele me olhava com admiração, alternando sua atenção aos pêlos do meu peito e o meu pau. E a sua nudez era um colírio pros meus olhos. Não sei o que mais me excitava, se o seu peito lisinho, igual a sua bunda meio empinada, ou o seu pau, já durinho de novo.

O que aconteceria em seguida, não muito diferente do que houve com meu pai e eu, mudaria para sempre a minha vida... como também minha relação com meu filho. E eu só deixava as coisas acontecerem… tão naturalmente quanto inevitáveis, àquela altura.

Depois eu conto tudo o que aconteceu.

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