O Milésimo - Capítulo 7/10: "Outras experiências"

Da série O Milésimo
Um conto erótico de SevenRJ
Categoria: Gay
Contém 1318 palavras
Data: 04/05/2026 19:56:31

Não leu os capítulos anteriores? Leia rapidinho! São curtos, de fácil leitura e simplesmente deliciosos! Conheça melhor nosso protagonista! E você vai entender bem melhor o relato!

Voltando à narrativa:

Se não me engano, estava com trinta e quatro anos. Amadurecendo, fiquei mais encorpado, sempre cuidando da saúde.

Voltei a frequentar festas, bares, chats de bate papo e conheci os sites de encontros (eu preferia assim). Sempre um cara diferente. No chat Uol eu sempre achava minha presa para aquele dia. Todas as fodas eram interessantes, mesmo as não boas! Conheci vários tipos de caras, de todas as idades e o que mais você imaginar. Sem contar que em alta temporada, o Rio lota de turistas nacionais e estrangeiros, passivos e em busca de sexo! Era uma festa para quem estava solteiro!

Um primo que morava no Sul veio passar uns dias no Rio com a esposa e meus pais marcaram um almoço. Tinha um tempo que não via ele. Na adolescência eu sentia tesão nele, mas nunca pintou clima. Quando nos olhamos, senti que ia acontecer alguma coisa. Eduardo era dois anos mais velho e era um homem atraente demais e me olhou com surpresa, também! Depois do almoço, enquanto sua esposa conversava com meus pais, ele puxou assunto. Durante o papo, saquei logo a dele e sabia que não podia perder tempo, já que não ia demorar no Rio. Eu falava e ajeitava o pau, sempre olhando dentro dos olhos dele, até que percebi o volume na bermuda.

- Eduardo, já perdemos tempo demais, não acha? Como a gente faz?

- Cara, você foi direto!

- Como sempre sou! - respondi rindo. Ele disse que a esposa ia passar o dia com uma amiga e que estaria livre. Marcamos no meu apartamento.

Mal entrou e já nos beijamos. Ele estava que era só tesão, parecia que não fazia sexo há meses! e não fazia mesmo! Arranquei sua roupa e admirei o corpo bonito. O cabelo bem cortado, barba feita e seu bronzeado do Rio, completavam a cena, mas quando ele segurou meu pau com a mão que ele usava uma aliança enorme de casado, me deu um prazer secreto, sempre é bom comer um típico conservador, são os melhores chupadores! Ele engolia, babava e sugava tudo. Sem eu quase fazer nada, ele esfregava e batia com meu cacete no rosto. Chupou minhas bolas a ponto de eu pedir para parar, de tanta sede que estava. Abriu bem a boca e foi puxando meu corpo, fazendo meu pau entrar todo. Senti sua garganta na ponta e ele se preparou para ir mais. Muito vermelho e lacrimejando, ele repetia quase me fazendo gozar. Segurei pelo cabelo, puxando, e meti em sua boca mais vezes. Ele tossiu, salivou muito e me olhou balançando a cabeça e com olhar de que pedia alguma coisa. Eu já tinha entendido. Bati com meu pau no seu rosto, dei dois tapas e fiz ele engolir. Suas mãos estavam nas minhas pernas. Quando ele sentiu meu pau dilatar, começou a se masturbar. Tirei o pau da boca dele e me masturbei também, e ele de boca aberta, esperava. Dei dois jatos no seu rosto e enfiei de novo na boca, terminando de soltar meu gozo em mais três jatos fartos. Eduardo gozou sugando meu pau, já tinha engolido minha porra e tirava gemidos de mim, já que o pau fica sensível depois do orgasmo.

Suspirando, continuei na frente dele que levou com o dedo a porra do rosto para boca. E a aliança brilhando e melada. Eduardo se jogou para trás, com sorriso no rosto ainda esporrado.

- Se eu soubesse que sua porra era gostosa assim… caralho cara! Teu pau é muito bom! Sei que você é um cara responsável e se cuida, então vou querer agora dentro de mim! Tem tempo que não pego um macho, ainda mais assim como você, pauzudo, gostoso, másculo… você tem comido muitos viadinhos aqui no Rio? - perguntou com cara de safado e desejo.

- Tenho sim e vou comer você agora. Limpa meu pau e deixa ele pronto para alargar seu rabo! - falei.

Eduardo sugou e passou a língua na fenda e no freio, me deixando de pau duro de novo. Depois de chupar bem, não deixando de brincar com o saco e os pentelhos, ficou apoiado no sofá, ajoelhado para mim, com o rabo pedindo pica. Abri sua bunda e lambi todo o rego. O cuzinho piscava e ele mexia gemendo. Peguei o lubrificante e passei no pau. Encostei a cabeça e ele começou:

- Mete, cara, mata minha fome de pica, quero sentir tudo, mete sem dó! - pediu, quase implorando.

Ordem dada, ordem cumprida! Enfiei de uma vez, deslizando rápido, vendo ele jogar a cabeça para trás e sua coluna se encurvar. Arrepiado, ele apertava o sofá e falava mais coisas. Soquei fundo e dei um tapa na bunda dele, que gemeu e rebolou, implorando por mais. A voz grossa, a bunda peludinha de macho e seus arrepios, me inspiraram. Dei vários tapas e puxei seu cabelo. Meu primo gemia grosso, viajava no prazer que sentia. Tirei meu pau de uma vez e olhei: cu vermelho e larguinho. Meti de novo, de uma vez, até o fundo. Eduardo estava em transe! Virei ele de frente e o empurrei com força para que ele se deitasse de costas e na hora abriu as pernas e se acomodou.

- Vem, primo, vai ser meu macho hoje, quero sentir esse pau latejar dentro de mim, estou um tempão sem dar e agora com você está gostoso demais, machuca meu rabo, soca, me faz de puto! - Eduardo falava de maneira diferente da que estava na casa dos meus pais! Como ele conseguiu segurar tanto tesão! Com as mãos me apoiei no sofá e meti de novo de uma vez e com força. Seu cuzinho de veludo era guloso e quente! Eu estava gostando muito daquilo, um homem daquele virando puto do primo! Cada vez que eu socava ele sorria, aproveitando cada segundo de prazer. Ele segurou meus braços e vi de novo a aliança em sua mão. Pelo aperto no meu braço, senti que ele ia gozar sem se tocar, o que me excitou mais!

- Quer pau, vadio? Quer ganhar leite dentro agora?

- Quero, primo, goza, quero sentir meu rabo cheio do seu esperma, quero sair daqui largo e melado!

Comecei a gozar e ele também. Os gemidos eram altos, fiquei até preocupado com os vizinhos! Jorrei muito dentro dele e ele banhou sua barriga com seu gozo. Enfiei até o fundo, pulsando, e ele reclamou de dor, pedindo para tirar. Aos poucos, fui tirando e por milagre não sujou o sofá, ele se levantou rápido. Olhando para mim, com a respiração ainda rápida, Eduardo sorriu. Meu esperma escorria pelas pernas dele.

- Que foda! Que pau gostoso que você tem, Arthur! Estou trêmulo, nem sei agora…

- Toma um banho, vai lá, vou levar uma toalha. - falei. Ele foi em direção ao banheiro e admirei minha porra escorrendo e sua bunda máscula toda marcada dos meus tapas. Segurei meu pau que ainda saía um pouco e fui pegar uma toalha para ele.

Fui me limpar e ele já terminava o banho, tinha pouco tempo para encontrar com a esposa. Continuei sem roupa, até porque ia tomar banho logo que ele saísse. Observei Eduardo se vestir, sua roupa era elegante e cara, roupas clássicas de um homem casado, mas que adorava se sentir puto de macho! Olhando ele vestido e sério, não daria para imaginar que tinha acabado de levar pica e que talvez estivesse ainda com leite dentro.

- Tchau, Arthur, não vejo a hora de voltar e repetir! Estou sentindo meu rabo alargado… tesão, cara!

Ele me deu um abraço e um beijo rápido e antes que eu abrisse a porta, se abaixou e cheirou meus pentelhos.

- Nunca vou esquecer deste cacete gostoso e com cheiro de macho, de foda…

E saiu. Nunca mais transamos, claro.

(CONTINUA)

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Foto de perfil de Seven RJSeven RJContos: 138Seguidores: 139Seguindo: 1Mensagem Escrevo histórias reais. Escrevo relatos meus, de amigos e de pessoas que gostam da minha narrativa e me procuram para que eu possa contar as suas histórias e experiências. Escrevo pensando no leitor, que vai se identificar, seja pela realidade ou fantasia que tem. Alguns relatos viraram livros, por terem se tornado relações que envolveram pessoas e sentimentos depois do tesão inicial. Conheça meus livros na Loja Kindle da Amazon. Procure por mim lá: CM Sèven. Instagram já em atividade: @_cmseven_ Quer contar sua história? seven2002@bol.com.br

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