Luiz Felipe chegou ao feirão da NewCar com o coração acelerado de expectativa, o corpo ainda quente das fotos que havia feito mais cedo. Seus olhos percorreram os carros reluzentes, mas os preços nos parabrisas fizeram seu estômago apertar. Foi então que Alfredo surgiu, caminhando com aquele sorriso largo, confiante, quase predatório. O homem era puro carisma: peito estufado, camisa social aberta no colarinho revelando um triângulo de pele morena, o olhar brilhando com a mistura perfeita de profissionalismo e desejo velado.
— Fala, Luizão! — exclamou Alfredo, dando um tapa firme no ombro do jovem — Até que enfim resolveu tirar o escorpião do bolso, hein, rapaz? Já tem algo em mente? Modelo… cor… ou talvez algo mais… potente?
— E aí Alfredo, nada cara, agora que consegui um adiantamento por causa das fotos que fiz para a promoção da loja e com o que eu tenho guardado queria dar uma boa entrada em um usado, mas pelos valores que estou vendo aqui... Sei não.
— Que isso rapaz, você veio no lugar e no dia certo, vem cá que vou te mostrar um diamante que acabou de chegar…
Alfredo já guiava Luiz Felipe pelo braço, falando empolgado sobre torque, potência e “entrada que cabe no seu bolso”, dizia Alfredo com sua voz grave.
Enquanto isso, em outro canto da cidade, o ar estava carregado de tensão. Eduardo tentava acalmar Maria Eduarda, que andava de um lado para o outro como uma leoa enciumada. Seus olhos faiscavam, o peito arfava, os lábios carnudos apertados em um biquinho furioso e sexy ao mesmo tempo.
— Amor, por favor… eu não fiz nada — murmurou Eduardo, tentando puxá-la pela cintura.
— Não fez? — ela quase gritou, empurrando o peito largo dele. — Você parou de me beijar pra olhar a bunda daquela vadia!
— Não meu amor, eu olhei porque ela passou por trás de mim e...
— O que Eduardo, o que aquela piranha fez?
Questiona aos berros Maria Eduarda. A discussão subiu de tom. Manu estava furiosa: bochechas coradas, cabelo bagunçado, corpo tenso pronto para o ataque. Gustavo apareceu, tentando apartar.
Gente o que está acontecendo? Estava te ouvindo lá de dentro Manu, o que aconteceu?
— Não foi nada Gustavo, a Manu que surtou porque a Milena passou por trás de mim e me encostou sem querer eu olhei para ver quem era porque eu estava beijando a Manu e...
— Eu sabia que aquela vadia tinha feito algo, aquele sorrisinho demoníaco... Eu vou matar aquela vadia.
Disse Manu tentando ir em direção a casa de Milena mas foi impedida por Eduardo que a agarrou pela cintura.
— Calma Manu, óbvio que a Milena fez de propósito só para te provocar. E hoje ela estava por conta viu como ela estava provocando todo mundo?
Tentou fazer a amiga refletir Gustavo.
— Calma amor, acha mesmo que vou trocar uma mulher linda, carinhosa, inteligente, fiel como você por aquela lá? Nunca!
Disse Eduardo.
Manu foi se acalmando, mas ainda não estava pronta para encarar Eduardo sem seu beicinho.
_ Espero mesmo que se lembre que sou muito melhor que aquela piranha.
Disse Manu, ainda com o beicinho irresistível, deu um tapa forte no braço musculoso de Eduardo. O som ecoou. Ele sorriu, puxou-a com força contra o corpo e sussurrou algo quente em seu ouvido que a fez morder o lábio inferior, já molhada de tesão misturado com raiva. E todos juntos foram até em casa.
Marilda no local de sempre, mas bem mais cedo que o habitual já estava a espera de Gurizão quando o rapaz apareceu correndo virando a esquina. A visão do jovem correndo com o short preto curto colado nas coxas grossas, a regata branca colada no peitoral definido
querendo se revelar pelo pouco pano da regata branca só atiçava ainda mais o desejo da loba, ela sentiu o clitóris pulsar.
— Demorei, meu amor? — ele perguntou, ofegante, com aquele sorrisinho safado.
— Vai ficar aí na porta pra alguém te ver? — provocou ela o alertando.
_ E qual é o problema? Não posso perguntar a minha patroa sobre meu desempenho na campanha?
_ Sua patroa quer saber do seu desempenho em Eu ligar agora.
Com um semblante safado, sorridente Gurizão pergunta já Sabendo a resposta.
_ Sério? E onde você quer ver meu desempenho patroa?
_ Na cama!
Atirou Marilda a queima roupa. Gurizão não perdeu mais tempo e entrou dentro do carro com o pau já endurecendo dentro do short.
O problema é que dessa vez Marilda estava sendo seguida e fotografado todos os seus passos.
Kenji chegou em casa com o corpo pegando fogo. O motivo? Enquanto quadrada o equipamento revisava takes das filmagens, principalmente os de Luiz Felipe: o jeito que o jovem posava, o volume na calça, o olhar inocente misturado com tesão reprimido. O nipobrasileiro estava duro desde então.
Quando abriu a porta do banheiro, o vapor quente envolveu seu corpo como um convite. Brian e Miguel estavam lá, os dois corpos molhados brilhando sob a água quente. Miguel, o moreno brasileiro de pele canela, costas largas e bunda empinada, ria de algo que Brian dizia. Brian, branco mamilos rosados, loiro, corpo definido de quem malha com disciplina, virava o rosto para o jato d’água.
Kenji não disse uma palavra. Tirou a roupa em segundos, o pau médio mas grosso e curvo já latejando, e entrou no box.
— Porra… — murmurou Miguel ao sentir o corpo firme de Kenji colar nas suas costas.
Kenji agarrou a nuca de Brian com uma mão enquanto a outra deslizava pelo abdômen molhado de Miguel, puxando os dois contra si. O beijo que veio em seguida foi faminto: língua profunda na boca de Brian, depois virando para devorar a de Miguel. Água escorrendo pelos três corpos colados. Mãos explorando. Gemidos abafados pelo barulho do chuveiro.
Kenji geralmente passivo, despertou o versátil que o habitava, empurrou Miguel contra a parede azulejada. O moreno apoiou as mãos na parede, empinando a bunda gulosa. Kenji ajoelhou por um instante, abriu aquelas nádegas e enfiou a língua sem piedade, comendo aquele cu gostoso enquanto Brian se masturbava devagar, olhando a cena com olhos semicerrados de tesão.
— Caralho, Kenji… assim… — grunhiu Miguel, voz rouca, testa apoiada nos azulejos.
Brian não aguentou só olhar. Puxou Kenji para cima e o beijou com intensidade, mordendo seu lábio inferior enquanto sua mão descia e começava a masturbar o pau do namorado asiático com movimentos firmes e molhados. Kenji gemeu na boca dele, o som vibrando entre os três.
Eles trocaram de posição fluidamente. Miguel ficou no meio: Kenji atrás dele, roçando o pau entre suas nádegas enquanto o penetrava devagar, centímetro por centímetro, até enterrar tudo. Brian na frente, beijando Miguel com fome, descendo a boca pelo peito dele até engolir seu pau até a garganta, chupando com vontade enquanto a água caía sobre seus rostos.
Os gemidos enchiam o banheiro. Kenji metia fundo, uma mão no pescoço de Miguel, leve pressão, possessiva, a outra puxando o cabelo de Brian para guiar o boquete. Miguel estava no paraíso, sendo fodido e chupado ao mesmo tempo, o corpo tremendo de prazer.
— Quero os dois… — pediu Miguel, voz quebrada.
Eles o deram. Brian sentou no banco do box, puxou Miguel para seu colo e o empalou devagar. Kenji ficou atrás, pressionando a cabeça do pau contra o cu já ocupado, forçando a dupla penetração com cuidado e tesão. Os três gemiam alto agora, corpos suados e molhados colados, bocas se buscando, mãos apertando carnes, unhas arranhando.
O ritmo aumentou. Kenji mordia o ombro de Miguel enquanto metia, Brian segurava a cintura do namorado e estocava para cima. O barulho molhado de carne contra carne misturava-se com o chuveiro. Miguel gozou primeiro, jatos grossos pintando o peito de Brian, o cu apertando forte em volta dos dois paus.
Brian e Kenji não demoraram. Com grunhidos guturais, gozaram quase juntos, Brian dentro de Miguel, Kenji puxando o pau no último segundo para gozar nas costas e na bunda do namorado, marcando-o.
Os três ficaram abraçados sob a água quente por longos minutos, beijos mais calmos agora, carinhos molhados, respirações entrecortadas. Kenji, no meio, sorria satisfeito, sentindo os dois corpos fortes ao seu redor.
— Eu precisava disso pra caralho, murmurou ele, voz rouca.
Brian riu baixo e mordeu sua orelha.
— Então toma banho direito, porque a noite ainda nem começou.
Mais tarde, o TobasBar pulsava com o som alegre do pagode ao vivo. O batuque grave do surdo e o timbre molhado do cavaquinho faziam os corpos se moverem quase por instinto. O ar estava denso: cheiro de cerveja gelada, suor, perfume e tesão coletivo. Quase toda a turma estava reunida — Manu grudada em Eduardo, Gustavo rindo alto, Romário e Luiza dançando, Kenji sentado com Brian e Miguel, os três ainda com os cabelos úmidos do banho recente e olhares cúmplices que diziam que a foda no chuveiro tinha sido só o aperitivo.
A pista improvisada fervia. Corpos se esfregando sem pudor ao som do refrão safado. Miguel mantinha uma mão possessiva na coxa grossa de Brian, enquanto Kenji, entre os dois, procurava por alguém que ainda não havia chegado. Miguel mordia o lábio inferior toda vez que o olhar de Kenji e Brian encontravam o dele, ainda sentia o pau dos namorados latejando dentro dele.
De repente, a energia do bar mudou.
Marcelo chegou rebolando ao som do pagode. O cropped branco justo marcava os mamilos escuros por baixo do tecido fino, desenhos das Winx esticados sobre o peito definido. O short curto rosa subia perigosamente nas coxas grossas e lisas, deixando à mostra a curva generosa da bunda empinada. Cada passo era uma provocação: quadril girando, ombros soltinhos, um sorrisinho safado e superior nos lábios brilhantes.
Os olhos de quase todos os presentes grudaram nele. Alguns com desejo oculto, com olhar de apoio, outros com inveja da alegria, da coragem e outros ainda com raiva, fúria, preconceito.
Eduardo fechou a cara no mesmo instante. Seu maxilar travou, o peito largo inflou por baixo da camisa de time, e os músculos dos braços tencionaram visivelmente. O preconceito, a fúria reviravam seu estômago. Ele já não gostava de Marcelo, o jeito afeminado, provocador e exibido do rapaz sempre o tirava do sério, especialmente quando ele se aproximava de Gustavo.
E foi exatamente isso que Marcelo fez.
Com o olhar fixo em Gustavo, Marcelo rebolou direto para o amigo, passando propositalmente perto de Eduardo. O short rosa subia ainda mais a cada movimento, revelando a marca da calcinha fina por baixo. Ele parou na frente de Gustavo, deu um giro lento, jogou o cabelo para o lado e encostou a bunda de leve na virilha dele ao ritmo do pagode, fingindo que era apenas a dança.
— E aí, gostoso? — provocou Marcelo, virando o rosto com um olhar matador por cima do ombro, lambendo o lábio inferior.
Gustavo riu, meio sem graça, as mãos quase subindo instintivamente para a cintura dele.
Foi o suficiente.
Eduardo se levantou da cadeira com um movimento brusco, a cadeira arrastando no chão. O peito arfava, punhos cerrados, olhar escurecido de raiva territorial. Manu reagiu rápido, levantando-se também e segurando firme o braço musculoso do namorado, cravando as unhas na pele.
— Eduardo… calma — murmurou ela, mas sua própria voz carregava um tom perigoso ao ver o homem dela tão possessivo.
Marcelo virou-se devagar, encarando Eduardo com um sorrisinho desafiador, quase debochado. Ele rebolou uma vez mais, deliberadamente, e deu um passo na direção da mesa, como se quisesse testar até onde o outro aguentaria.
O ar entre eles ficou ainda mais tenso. A banda continuava tocando, mas ao redor da mesa o clima era outro: tensão pesada, testosterona, deboche desafio e a iminência de algo explodir. Kenji, Brian e Miguel observavam tudo em silêncio.
Autor Mrpr2