A noite de sábado mal caíra, o céu escurecendo em tons profundos de índigo, quando a porta da frente se abriu com um clique familiar da chave, ecoando pela casa silenciosa. Jhonny, que ajudava Andressa a preparar o jantar – um ensopado aromático de carne com legumes borbulhando na panela, o vapor enchendo a cozinha de cheiros reconfortantes, temperos dançando no ar –, ergueu a cabeça: "Ouvi a porta… quem será?" Andressa, limpando as mãos no avental, franziu a testa: "Deve ser a Cintia voltando – mas ela não disse que horas chegaria. Achava que tava em algum encontro, talvez demorasse mais." Mas ao virarem para a entrada, o sorriso casual dela congelou. Cintia estava lá, maquiagem borrada correndo pelas bochechas pálidas como rímel derretido, olhos vermelhos e inchados de tanto chorar, os cabelos ruivos desgrenhados e a roupa amassada, como se tivesse passado o dia em uma viagem emocional exaustiva. "Que merda. Tô uma bagunça, né?" murmurou ela, voz rouca e trêmula, os ombros caídos em derrota, a chave ainda na mão tremendo levemente.
Andressa imediatamente correu para abraçá-la, com Suzana vindo em seguida, um emaranhado de braços e sussurros carinhosos: "Cintia, o que houve? Vem cá, ruivinha," disse Suzana, puxando-a para dentro e envolvendo-a em um abraço apertado, os seios se pressionando contra os dela, o perfume doce de lavanda misturando-se ao cheiro salgado de lágrimas. Andressa se juntou, beijando sua bochecha úmida: "Ei, amiga… conta pra gente, tá tudo bem? O que aconteceu" Jhonny foi logo em seguida, mas manteve um espaço respeitoso, parando a um metro delas, mãos nos bolsos, o peito apertando ao ver as lágrimas frescas escorrendo pelo rosto sardento dela, o peito subindo e descendo em soluços contidos: "Ei, Cintia… respira fundo. Estamos aqui," disse ele, voz suave, sentindo uma pontada de empatia por aquela mulher vibrante que, em poucos dias, já o cativara com sua energia caótica.
Cintia desabafou, ainda nos braços delas, voz entrecortada e baixa, como se as palavras doessem ao sair: "Eu… marquei um reencontro com uma antiga ficante do primeiro semestre da faculdade. Nada sério, só um sexo casual, pra matar a saudade. Ela ia levar o namorado junto – um rapaz bonito, alto, daqueles morenos tatuados que chamam atenção. Mas eles me enrolaram a manhã toda pelo WhatsApp, ficavam zoando, marcando detalhes… eu tava animada pra caramba, esperando eles no quarto de um Hotel da hora. Mas aí veio a desculpa: 'Surgiu um compromisso de última hora.' Era mentira, claro – eles enrolaram até depois das 14h pra admitirem que não iam. O rapaz deu pra trás, sabe-se lá por quê… talvez medo, ou nojo de mim, sei lá. Que ódio!" Ela parou, os olhos marejados: "Me sinto suja, uma puta qualquer, por querer passar um dia com uma ex e o namorado dela, pedindo tão pouco – só diversão sem compromisso – e ainda assim ser rejeitada. Como se eu não valesse nem isso." As lágrimas voltaram, e ela correu pro banheiro, batendo a porta com um soluço abafado, o som ecoando como um eco de dor.
Suzana foi logo atrás, mas antes pediu a Christopher: “Amor, vai na rua comprar umas coisas que eu sei que a Cintia ama – chocolate amargo, aquele chá de camomila, e uns biscoitos de aveia.” Fez uma lista rápida. Ela rabiscou correndo em um papel e entregou pra ele, que assentiu, beijando sua testa: "Tô indo – cuida dela, tá? Volto rapidinho." Jhonny ficou terminando de aprontar o jantar – faltava pouco, só temperar o ensopado, terminar o cozimento do mesmo e fatiar o pão –, e Andressa, vendo que ele daria conta sozinho, piscou: "Vou ajudar a Su com a Cintia – obrigada, amor." Ela seguiu para o banheiro, deixando Jhonny sozinho na cozinha, mexendo a panela com uma colher de pau, o vapor quente subindo como um véu reconfortante.
Uns 15min depois, com o jantar pronto e coberto para manter quente, Jhonny foi até o banheiro, querendo saber boas notícias, o coração apertado pela ruiva que já se tornara parte daquela louca família improvisada. Ele já gostava daquela ruivinha – sua energia, sua vulnerabilidade disfarçada de zoeira o tocava, e não queria vê-la daquele jeito, destruída por uma rejeição. Mas foi surpreendido. Ao chegar perto da porta, ouviu barulhos: o chuveiro fraco ligado, água caindo em um fluxo suave, e sons de beijos – daqueles molhados, lábios se chocando com fome, línguas dançando em um ritmo úmido e urgente. Então, a voz de Cintia, chorosa mas carregada de emoção: "Eu amo vocês duas… só vocês me compreendem. Ninguém mais me quer – nem homens, nem mulheres. Eu aceitaria viver um relacionamento com vocês, ainda que tivesse que transar com seus maridos. O Christopher é um moreno gostosinho, sei que ele é pauzudo, mas… o Jhonny, ah, ele é um tesão de homem. Mais que isso, eu amo vocês e quero ficar pra sempre com vocês."
Mais barulhos de beijos, suaves e intensos, impossíveis de discernir quem beijava quem – sucções molhadas, suspiros abafados ecoando no vapor. Cintia gemeu baixo, um som gutural de prazer. O barulho cessou por um instante, e Andressa falou, voz ofegante: "Cintia, isso é tudo o que podemos fazer por você." Barulho de beijo novamente – certeza que era de língua, o som úmido e ritmado ecoando. Cintia gemeu mais alto. Andressa continuou: "Eu vou te fazer relaxar hoje, mas isso é tudo. Não vamos transar. Eu nem deveria estar fazendo isso… mas você…" Suzana interrompeu, voz carinhosa mas firme: "Você é especial, ruiva. É a nossa ruiva." Barulho de beijo, Andressa: "Não, Cintia." Ela gemeu, um som rouco de desejo. "Deixa só eu e Su te acarinharmos." Mais gemidos, suaves e crescentes. "Não precisa me tocar também." Cintia soltou um "Delícia…" e Andressa pediu: "Tira a mão da minha boceta, por favor… ahhh que dedinhos…" Ela gemeu, Suzana também, um coro de suspiros. Cintia: "Eu amo vocês." Barulho de beijo intenso, as três gemendo em uníssono, um trio de vozes entrelaçadas em prazer. Mas Andressa interrompeu enfaticamente: "Não!" O tom era definitivo. "Eu amo o Jhonny e prometi a ele não transar mais com outras pessoas – isso inclui você."
Suzana foi ainda mais grossa, voz cortante: "Para com isso, Cintia – se recomponha, ou nossa amizade pode se fragmentar. Isso poderia ser visto como traição. O Christopher fica ressabiado, mas atura… quanto ao Jhonny, ele ainda não nos conhece bem. Se souber que a esposa dele tá beijando, masturbando e sendo masturbada pela amiga… o que ele vai pensar? Não queremos enganá-lo. Devemos nos endireitar. Você tomou um toco – isso é horrível, mas não é o fim do mundo." Andressa: "É isso, amiga… dói, mas passa."
Jhonny ficou bolado, o estômago revirando com a cena imaginada, mas se excitou muito mais – o pau endurecendo nas calças ao pensar nos beijos molhados, gemidos e toques, as três possivelmente nuas sob o chuveiro, corpos escorregadios se friccionando. Ele gostou do que ouviu: a posição firme de Andressa diante do que ele sabia ser uma fraqueza dela, conseguindo dizer não pra Cintia apesar de ter cedido um pouco até demais – os limites traçados, a lealdade a ele brilhando como um farol. "Ela me escolheu… mesmo tentada," pensou, um misto de orgulho e tesão aquecendo o peito. Ele voltou pra cozinha discretamente, o coração batendo forte, latejando como um eco do desejo.
Não demorou, e elas saíram do banheiro – Cintia ainda muito triste, mas menos chorosa, o rosto lavado e os cabelos úmidos pingando; as três molhadas, sugerindo que também entraram no chuveiro e deram um banho nela, o ar carregado de um cheiro fresco de sabão. Jhonny percebeu, se excitando com a ideia – imaginando as mãos delas ensaboadas no corpo pálido e curvilíneo de Cintia, água cascateando sobre seios e curvas de cada uma, as três nuas, peles reluzindo –, mas tentou não pensar nisso naquele momento, focando na empatia. Ao invés disso, foi até Cintia, sem ninguém esperar, e a abraçou forte, os braços musculosos envolvendo-a com carinho: "Ei, ruivinha… você é linda, única e especial. Qualquer homem ou mulher que ficasse com você teria uma experiência magnífica, dentro e fora da cama – tenho certeza, porque você transborda energia e carinho. Não se deixe derrubar porque terceiros não veem seu valor; você vale ouro, Cintia. Um dia, alguém vai te ver e te valorizar como você merece." As palavras saíram sinceras, reconfortantes, e Cintia desabou em seus braços, chorando copiosamente: "Ah, Jhonny… isso foi a coisa mais linda que um homem já disse pra mim, com ou sem roupa. Obrigada… você é incrível." Jhonny sorriu, e logo foi abraçado também por Andressa e Suzana – ele no meio das três, corpos quentes e úmidos se apertando forte, cheiro de shampoo e lágrimas misturados, um emaranhado de afeto. Todas choravam, se apertando: "Jhonny, você é especial pra nós," disse Andressa, voz embargada. "Tô feliz por ter escolhido tão bem meu marido." Suzana e Cintia concordaram: "Acertou em cheio, Andi." murmurou Suzana. Elas riam entre lágrimas, choravam e riam mais, um ciclo emocional até Christopher chegar minutos depois, carregado de sacolas, o rosto confuso ao ver a cena.
Ele, vendo a situação, ficou ressabiado, mas tentou quebrar o momento triste com zoeira, voz leve: "Ué, o que rolou aqui? O Jhonny brochou com as três pra vocês estarem chorando abraçadas nele?" Suzana imediatamente o defendeu, voz afiada mas carinhosa: "Ei, bobo! Não consigo imaginar isso – o Jhonny é forte, cuida da gente… para de bobagem!" Cintia entrou no coro: "É isso aí, Chris – ele é top, não brocha não!" Andressa finalizou, rindo: "Não estamos brigando, Cris – só zoando pra aliviar a tensão. O Jhonny nem tentou nada safado, seu idiota." Finalmente, pararam de chorar, o clima se aliviando em risadas, o ar mais leve como após uma tempestade.
Eles comeram e conversaram até bem tarde – o ensopado quente, pão fresco crocante, vinho tinto fluindo em taças, histórias da faculdade e zoeiras leves enchendo a mesa. Cintia estava mais leve, cismando em pegar no pé de Jhonny: "Ei, careca sem capa, se você fosse solteiro, eu te pegava! Na moral. Ia te dar um chá que tu nunca ia esquecer." Andressa ria apenas e sugeriu: "Cintia, fica no nosso quarto hoje – dorme relaxada na cama, a gente fica na sala." Suzana e Christopher se despediram e se recolheram: "Boa noite, galera – durmam bem," disse Chris. Mas quando Cintia se levantou pra deitar, perguntou, voz manhosa: "Ei, vocês dois não aceitariam… dormir comigo? Só pra não ficar sozinha essa noite." Andressa arregalou os olhos, surpresa, e mais ainda quando Jhonny disse calmamente: "Vou conversar com a Andi e te dou a resposta já já." Cintia prometeu: "É sem segunda intenções, juro… só companhia," mas sua carinha de safada era evidente, olhos verdes brilhando com malícia.
Após Cintia entrar no quarto, Jhonny abraçou Andressa pela cintura, beijando seu pescoço macio: "Ei, amor…" Ela se virou, olhos curiosos e um pouco cautelosos: "Quer saber do que rolou no banheiro?" Jhonny disse imediatamente: "Sim, conta tudo." Andressa respirou fundo, voz baixa e sensual, recontando o que rolou, sem pressa: "Quando entrei, a Cintia tava desabando no chuveiro, nua e chorando, a água caindo devagar sobre sua pele pálida, os seios redondos tremendo com os soluços. A Su já tava lá, abraçando ela por trás, mãos nos ombros, também já nua. Eu me juntei, tirei a roupa rápido e entrei no chuveiro – a água quente nos envolvendo, corpos colados. Começamos com beijos suaves na bochecha, dando um carinho leve, pra animá-la, mas Cintia virou e me beijou na boca, língua molhada dançando com a minha, gosto salgado de lágrimas misturado ao sabão. Gemi baixinho, sentindo os lábios dela macios, quentes. A Su se juntou, beijando o pescoço de Cintia, mãos descendo pelas costas dela, roçando o bumbum empinado. Cintia gemeu, dizendo que nos amava, que aceitaria tudo, até transar com vocês maridos – 'O Chris é pauzudo, mas o Jhonny… tesão de homem'."
Ela continuou, voz rouca de lembrança, os dedos traçando padrões no braço dele: "Mais beijos, línguas se entrelaçando, eu chupando o pescoço dela enquanto a Su lambia os seios, mamilos duros e rosados sob a água. Cintia gemeu alto quando eu tomei coragem e a masturbei. Suzana revezava comigo no carinho em sua deliciosa boceta. Então ela levou sua mão pra minha boceta, dedos deslizando por minha boceta e entrando ritmado. 'Delícia…', sussurrei, mas pedi pra parar – 'Tira a mão, Cintia'. A Su gemia também, olhei e vi a outra mão de Cintia na bocetinha dela, carnuda e úmida, dedos circulando o clitóris. As três gememos, corpos escorregadios se friccionando, mas eu interrompi: 'Não! Eu amo o Jhonny, prometi não transar mais com outras pessoas – incluindo você'. A Su foi grossa: 'Para, ou isso vira traição. O Chris talvez até aceite, mas o Jhonny… se souber que estamos masturbando você, e você nos tocando… não queremos enganá-lo'. Desligamos o chuveiro, nos secamos. Eu disse que seria delicioso tê-la na cama com a gente, mas não arriscaria o meu casamento. Expliquei que relacionamentos abertos trazem riscos – ciúmes, brigas. A Su concordou. Saímos dali, tentando acalmá-la."
Por fim, Jhonny sorriu e admitiu: "Ouvi o final… queria ver se você seria sincera. Tô feliz que foi." Andressa, olhos marejados, admitiu mais: "Nas duas vezes que te traí com Cintia, sempre prometia a ela que a próxima seria com você, mas dava pra trás, temendo sua reação a algo tão diferente da nossa rotina. A Su sabia… por isso choramos tanto abraçando você – entendi que meu medo era falta de confiança no seu amor." Ela chorou novamente, jurando: "Te amo tanto, Jhonny… mais que tudo." Ele a beijou: "Eu também, Andi." Ela perguntou, voz trêmula: "Teria coragem de ir pro quarto, pra nós três dormirmos juntos? De transar com outra…" Parou, a expressão de confusão e irritação de Jhonny mudando para tesão puro, olhos brilhando. Ela percebe que ele já tinha topado a ideia, então diz: "Deixa eu assistir vocês primeiro… depois eu entro na brincadeira." - disse Andressa.
Jhonny disse firme: "Não estamos virando um trisal. Será um sexo gostoso, vamos passar a noite, mas ao amanhecer, voltamos a ser apenas amigos. Nada de sexo pelas costas – somente com nós dois juntos." Andressa concordou, excitada: "Sem amantes, nem pra mim nem pra você. E cuidado com a Cintia – ela é sensualmente insistente, vai querer bis." Eles acordaram os termos: nada de sexo de um sem o outro. E se levantaram. Era hora de fazer algo que até então nunca tinham feito.