QUANDO O CASAMENTO ABRE AS PORTAS DE UM NOVO PRAZER.
Olá pessoal, sou eu, o Felipe. Tenho 34 anos e sou casado há 10 anos com a Marina, uma mulher de 33 anos que é um espetáculo da cabeça aos pés. Baixinha, branquinha, com aquela carinha de anjo que esconde um vulcão de safadeza por dentro. Nossa vida era boa, estável, mas a rotina tinha matado a paixão. O sexo tinha virado mecânico, daqueles de "cumprir tabela" umas três vezes por mês, sem graça, sem alma.
Até que numa noite, decidimos por tudo pra fora. Conversamos das 20h às 4h da manhã. Foi uma daquelas conversas de adulto, de gente que se ama mas quer mais, que quer sentir o sangue ferver de novo. E foi ali que a bomba explodiu:
— Amor, acho que precisamos de um empurrão... e se a gente abrisse a relação? — sugeri, tremendo de medo e excitação.
Ela me olhou fundo nos olhos, sorriu aquele sorriso que me derrete e disse:
— Eu estava esperando você falar isso... eu também quero sentir algo novo, algo que me faça tremer de novo. Mas tem que ser com alguém que valha a pena.
A PROPOSTA, O CARA E O SEGREDO
Algumas semanas se passaram e o clima entre nós estava pegando fogo, só de imaginar as possibilidades. Até que numa noite, ela se aproximou, me abraçou por trás, senti o calor do corpo dela colado no meu e sussurrou no meu ouvido:
— Amor... eu conheci alguém.
Meu coração deu um salto.
— Sério? E quem é o sortudo?
— Ele se chama Raul. Tem 50 anos, alto, branco, um homem feito, educado, cheiroso... é gerente do banco aqui perto. — ela falava com os olhos brilhando. — Ele é separado há anos, disse que a ex-mulher dele era fria, só ligava pra dinheiro. Ele procura carinho, procura paixão.
— E já rolo alguma coisa? — perguntei, com um pouco de ciúmes mas sentindo o pau endurecendo de tesão.
— Nada além de conversa, olhar e umas cantadas... até ontem.
— Como assim "até ontem"?
— É... não aguentei o clima, amor. A química foi tão forte que eu perdi o juízo.
— Tá, mas então fala logo o que aconteceu! Não me deixa curioso!
— Nada muito direto... mas passou do ponto. Ele ficou trocando o pneu pra mim no estacionamento e quando terminou, a camisa dele ficou toda suja de graxa.
— Tá, e daí?
— Daí que eu falei pra ele vir pra nossa casa!
— O QUÊ?! Marina, tu tá louca? Trazer ele pra cá, pra dentro do nosso lar?
— Não amor, por favor... eu estava excitada demais, o clima estava muito forte. Ele tirou a camisa e ficou esperando na sala enquanto eu fui lavar o que dava pra salvar. Quando voltei, ele estava olhando as nossas fotos na estante. Me olhou devagar, sorriu e falou: "Você é muito linda, seu marido é um homem de sorte".
— E depois?
— Ficamos sentados pertinho um do outro, conversando... o clima foi esquentando, a respiração ficou ofegante... e acabamos passando dos limites, Felipe. Nos beijamos com muita vontade, e eu... eu acabei ajoelhando e chupando ele. Foi só isso, mas foi demais! Me senti tão viva!
— TU CHUPOU O CARA AQUI DENTRO, NA MINHA CASA? — falei, sentindo o pau pulsar forte na calça.
— É... me perdoa amor, não deu pra controlar! Ele tem um pau enorme, gostoso...
— Meu Senhor... tu é impossível, mulher! Te amo pra caralho! — falei, puxando ela pra um beijo roubado e cheio de desejo. — E agora, como que fica?
— Não sei ainda... mas se tu quiser, eu ligo pra ele AGORA!
— Então o que tu tá esperando, safada? LIGA LOGO! QUERO VER VOCÊ GOZANDO PRA CARALHO!
Naquela noite, transamos como nunca. Duas horas de puro fogo, ela gemendo alto, me apertando forte, dizendo que queria sentir dois homens dentro dela.
No dia seguinte, fui até uma loja de informática e comprei três câmeras minúsculas, 4K, com áudio sensacional. Também instalei um rastreador GPS discreto na bolsa dela. Eu queria saber de tudo, ver tudo, sentir tudo. Ela amou a ideia.
— Perfeito! Assim eu me sinto ainda mais safada sabendo que você tá me vendo de longe... me sentindo a putinha de vocês.
O DIA DA CAÇA E A VERDADE
Quinta-feira, a ansiedade estava me comendo vivo. Por volta da tarde, ela me ligou dizendo que ia ao shopping fazer umas compras e chegaria tarde.
Desliguei o telefone e abri o aplicativo na hora. O rastreamento mostrou ela parando em vários endereços, ficando tempo demais em lugares que não eram shopping. Quando ela chegou em casa por volta de 21h10, veio me beijar toda animada inventando desculpa que não achou nada.
Eu fiquei olhando pra ela, sorri por dentro sabendo de tudo, sentindo o cheiro de perfume masculino nela, e só disse:
— Tá bom... cansaço bateu, vou dormir. Mas sonha comigo, gostosa.
A NOITE DO SIM, AS DROGAS E A SURPRESA
Sexta-feira. O dia tão esperado. Eu cheguei em casa e ela já estava no banho se preparando. Fiquei na sala, bebendo meu uísque, tentando acalmar o coração que batia a mil.
Ela desceu as escadas e eu perdi o fôlego. Que mulher, meu Deus! Vestido curto de seda, salto alto, cabelo arrumado, brincos que eu tinha dado, perfume que enlouquece qualquer homem. Ela era pura tentação.
— Vai, minha putinha. Vai ser feliz, vai se dar prazer... mas volta logo com a buceta cheia.
Ela entrou no uber. Por volta das 21h, a câmera ligou. A imagem ficou nítida e eu vi ele. O Raul. Meu Deus, o cara era imponente! Alto, forte, cara de homem que sabe o que quer. Eles estavam num restaurante chique, de mãos dadas.
Vi ele se levantar, ir até ela por trás, colocar as mãos grandes na cintura dela, colocar um colar no pescoço e então... se beijaram. Um beijo lento, pegado, apaixonado. Eu senti o pau endurecer de uma forma que doía.
No meio da noite, a transmissão mudou. Agora era na casa dele, iluminação baixa, música romântica. Mas o clima era muito mais pesado! Eles estavam muito chapados! Muita bebida, muito uísque, e a mesa cheia de pedras de cocaína. Eles cheiravam linha atrás de linha, ficando os dois alucinados, olhos vermelhos, brilhantes, sem nenhum freio, completamente soltos.
Ele estava sem camisa, mostrando o peito forte, todo suado e excitado. Mas então... a porta se abriu e entrou outro cara.
Era o Daniel, irmão do Raul! Um verdadeiro alemão, bem alto, forte, corpo definido, um safado nato e um sedutor nato, mas que tinha e tem um respeito enorme por mim. E o pau dele? Meu Deus, é um monstro! Deve ter uns 18, 19 centímetros, muito grosso, coisa de deixar qualquer mulher maluca e meio dolorida mesmo.
Meu coração disparou. Ela tinha me falado do Raul, mas não do irmão! Que surpresa boa! E o Daniel também chegou cheirando, já veio pegando uma linha grossa na hora, ficando os três numa sintonia de droga e prazer insana.
O MOMENTO MÁGICO: DOIS CARAS CHAPADOS E ELA TODA DELES
O clima era de puro erotismo, pesado, alucinógeno, sem violência mas com uma energia absurda. Os dois irmãos cercaram a minha mulher. O Raul beijava a boca dela com paixão, enquanto o Daniel beijava o pescoço, as costas, passando as mãos grandes por todo o corpo dela, apertando a bunda, sentindo a maciez.
Ela estava em transe, chapada igual eles, gemendo baixinho, se entregando aos dois. O Raul tirou a roupa dela devagar, saboreando cada pedacinho, beijando a barriga, a virilha, enquanto o Daniel ficava atrás, acariciando, sussurrando coisas safadas no ouvido dela: "Você é tão gostosa, princesa... hoje vamos te fazer mulher de verdade, com a gente chapado igual você".
Vi ela se ajoelhar primeiro pro Raul, chupar aquele pau grosso com vontade, olhando pra ele com cara de santinha, e depois pro Daniel, sentindo aquele tamanho todo de 18,19 cm na boca, fazendo ele gemer forte, sentindo a garganta dela se apertar. Eles ficavam cheirando linha no meio da transa, voltando com ainda mais fúria, mais tesão, mais vontade de comer ela.
Depois se deitou no meio dos dois, abrindo as perninhas brancas, toda molhada, toda brilhante de tesão e suor, pronta pra receber.
— Você quer, gostosa? Quer sentir os dois dentro de você? Sentir nós dois te enchendo enquanto a gente tá todo mundo chapado? — perguntou o Raul, beijando a barriga dela e passando a cabeça do pau na bucetinha inchada.
— Quero muito... quero os dois dentro de mim... quero me sentir cheia, preenchida... me fode muito... — ela sussurrou, olhando diretamente pra câmera, pra mim, piscando o olhinho safado e drogado.
E foi ali que a magia aconteceu. O Raul se posicionou na frente, encaixou o pauzão grosso na bucetinha dela e entrou devagar, fazendo ela arquear as costas. Ao mesmo tempo, o Daniel se colocou atrás, com muito carinho mas com aquela força de Alpha, foi lubrificando bem, passando a cabeça grossa na entrada do cuzinho e encaixando aquele pau alemão de quase 20cm devagar.
— Vai... relaxa pra mim, amor... deixa eu entrar também... respira fundo, cheira essa linha aqui que relaxa... — sussurrou o Daniel, empurrando de vagar enquanto eles riam alucinados.
Ela deixou. Sentiu a cabeça grossa invadindo ela por trás, sentiu o cu se abrir, e quando menos esperou... ESTAVAM OS DOIS DENTRO!
A cena era de deixar qualquer homem louco. Ela ali, pequenina, sendo esticada, preenchida completamente pelos dois irmãos enormes. Eles mexiam em sintonia, devagar, romântico mas com força bruta, fazendo ela gozar várias vezes seguidas, gritando de prazer, molhando tudo. Eles paravam de vez em quando pra cheirar mais uma pedra, pra bebericar, olhavam pra ela com cara de donos, e voltavam a foder com ainda mais vontade.
— Nossa... como ela é apertada... que cu gostoso... parece que foi feito pro meu pau... — gemia o Daniel, socando devagar e fundo, todo chapado.
— É a melhor buceta e o melhor cuzinho do mundo... ela foi feita pra receber pau grande... pra receber nós dois... — completava o Raul, beijando os pés dela e passando a mão no próprio pau duro.
Era sensualidade pura, o sonho realizado, com a dose perfeita de drogas, bebida e prazer infinito.
A NOITE, A DOR E O CONVITE
No dia seguinte, eu cheguei em casa cedo e o Daniel estava saindo do quarto. Ele me encontrou na porta e com aquela voz grossa, ainda meio alterado da noite anterior, falou:
— E aí, parceiro... a Marina estava sentindo muita dor ontem, o tamanho acaba pesando né? O pau aqui é grande mesmo, uns 19cm pra baixo, ela sentiu bastante, abriu muito, mas gostou pra caralho. Fiquei aqui dando uma atenção, massageando, passando creme nela pra aliviar. Ela tá dormindo agora, mas foi de propósito, eu enchi ela de leite de novo hoje de manhã cedo.
Ele falou que ela já estava bem, a dor tinha passado. Eu, que já conheço o danado e sei que ele adora dar uns "tecos" mesmo depois do serviço, sentindo o clima pesado de tesão e o cheiro de cocaína e homem no ar, chamei ele:
— Vamos lá, fica mais um pouco. Não vai embora agora. Vamos beber uma cerveja gelada aqui comigo, fumar um, preparar umas linhas boas pra gente ficar mais chapado ainda... conversar...
Ele sorriu, aquele sorriso safado de quem sabe o que quer, e aceitou. Fui lá no quarto rapidinho, dei uma olhada nela, ela dormia que nem um anjo, toda marcada, dei um beijo na testa dela, voltei pra sala e ficamos nós dois.
O clima ficou insuportável de tão pesado. Ele estava muito louco, muito excitado, não parava um minuto. Ele ficava o tempo todo acariciando o próprio pau por cima da calça, sentindo o volume daquela coisa enorme de 18,19cm, mostrando que ainda estava cheio de tesão, duro, latejando. Bebíamos, cheirávamos muita cocaína, a linha passava na hora e a tensão só aumentava. Os olhares já não eram mais só de amigos.
Era quase uma hora da manhã de sábado, e eu olhei pra ele, olhei aquela arma que ele carregava na calça, senti o cheiro forte de homem e falei:
— Então Daniel, tu quer ficar hoje aqui? Não precisa ir embora não... a cama é grande, cabe nós dois. Cabe muito pau nela.
Ele parou, me olhou com aqueles olhos brilhantes de droga e desejo, aproximou o rosto do meu, senti a respiração quente e falou:
— Por mim tranquilo... topo ficar. E a gente faz o que vier na cabeça, parceiro. Sem julgamento.
ELE DESCE COM O PAU DURO
Falei pra ele:
— Daniel, vai lá no quarto dá uma última olhadinha nela pra mim, vê se ela tá dormindo bem, se precisa de algo. Vou preparar mais umas linhas boas aqui pra gente, bem grossas, pra gente ficar no talo.
Ele subiu. Fiquei lá embaixo preparando as pedras na mesa de vidro, cortando bem, fazendo linha grossa. Se passaram uns 20 minutos e ele desceu.
Eu olhei pra ele e não teve como não notar: a calça dele estava armada, armada de verdade! O pau daquele tamanho 18,19 cm estava duro, duro, duro, latejando de tesão, fazendo um volume enorme, provando que ele tinha feito mais alguma coisa lá em cima além de ver se ela estava bem... com certeza ele tinha enfiado de novo, tinha metido gostoso na minha mulher mesmo depois que eu saí!
A TRANSAS DOS DOIS CARAS: EU NÃO SOU GAY, MAS...
A tensão foi crescendo, nossos desejos estavam mudando de rumo. A droga e o álcool soltaram nossos instintos mais primitivos. Aos poucos, ficamos só de cueca, sentados um ao lado do outro no sofá, sentindo o calor do corpo um do outro, a pele arrepiando a cada toque acidental.
Confesso de novo
