Era pra ser só uma noite de vídeo game com meu amigo de infância loirin

Um conto erótico de Luizzzz
Categoria: Gay
Contém 824 palavras
Data: 31/05/2026 17:18:09

Mano, se liga em como foi essa noite que era pra ser só de videogame...

O quarto tava todo escuro, só com a luz da TV ligada com o jogo na tela de início fazia horas. Pelo chão, um monte de lata de energético e pacote de salgadinho que a gente detonou na madrugada. Eu e o Biel somos parças desde moleque, daqueles de saber tudo um do outro. Na escola a gente sempre chamou atenção, modéstia à parte. Ele é loiro, olho azul, cabelão bonito de comercial de shampoo, e eu sou moreno, cabelo ondulado, geral sempre fala que a gente é bonito. Mas aquela noite de "dormir lá em casa pra eu não ficar sozinho" acabou tomando um rumo que nenhum dos dois imaginava.

O cansaço bateu e eu apaguei primeiro, capotei na cama.

Do nada, comecei a acordar meio grogue sentindo um negócio quente e meio bizarro na minha boca. Abri o olho assustado e era o Biel com o pau de fora roçando em mim. E o pior é que o moleque sabe que eu tenho fetiche em coisa rosinha, e a dele é bem assim.

— Que porra é essa, mano? — soltei, com a voz rouca de sono e o coração saindo pela boca.

Ele recuou num pulo, ficando vermelho igual um pimentão de tanta vergonha.

— Mano, desculpa... achei que você ia curtir.

— Mas eu tava dormindo, caralho! — falei, mas por dentro eu já tava todo elétrico.

Ele pediu desculpa de novo e se encolheu. Eu virei pro lado e fingi que voltei a dormir, mas a minha cabeça tava a mil. Nisso, senti ele vir vindo de mansinho e passar a mão na minha bunda. Continuei fingindo que tava dormindo, mas virei rápido, dei um bote no pau dele e comecei a bater uma pra ele. O tamanho era igual ao meu, uns 18 cm, bem rosinha e com uns pelinhos loiros.

O quarto ficou num silêncio, só com ele gemendo baixinho e falando que eu mandava bem quando comecei a mamar. Aí ele quis retribuir, foi lá e me mamou também. Ficou nessa troca até ele gozar na minha boca e eu na dele. Depois disso, deu um cansaço e eu apaguei de novo.

Sabe o que é acordar de novo com o cara tentando forçar o pau no meu cu? Acordei meio no susto, mas acabei ficando de ladinho pra ajudar. Na hora que entrou, doeu pra caramba. Mandei parar um pouco, esperei a dor passar e falei: "vai, tenta de novo". Aí ele foi com mais calma, pegando o jeito, e a dor sumiu, virou só prazer. Fiquei de quatro e o moleque pirou: começou a socar forte, me dando tapa na bunda, me chamando de putinha e falando que sempre quis me comer. Foi acelerando até gozar tudo.

Quando ele terminou, eu já virei puto:

— Minha vez agora, mano.

Ele deu uma tremida:

— Vai de boa, vai com calma que eu sou virgem disso.

— Ah, mas você não teve pena de mim né? — mandei a real e mandei ele virar.

Mano, quando ele virou e eu olhei, o cuzinho dele tava todo depiladinho, todo molhado já me esperando. Fiquei até de cara:

— Oxi, tu depila o cu também, é?

— Eu só depilei porque vinha dormir aqui hoje... — ele confessou, mó sem graça.

Aí eu não aguentei. Comecei a chupar e fui botando o dedo, primeiro um, depois dois, até ir três dedos. O Biel gemia muito alto, falou que sempre batia punheta pensando nesse momento. Na hora que eu cavei o pau pra dentro, ele deu um gemido tão alto que eu quase tirei com medo do vizinho acordar. Mas encaixei de novo e comecei a socar rápido. Teve uma hora que eu até parei de me mexer porque ele mesmo tava indo pra frente e pra trás, rebolando no meu pau sozinho. Aí eu segurei firme e comecei a socar muito forte, fazendo mó barulho de carne com carne e ele gemendo gostoso.

Antes de gozar, dei uma tirada pra ver como tava e o cuzinho dele tava todo rosinha e inchado. Botei de novo, dei as últimas bombadas rápidas e gozei tudo dentro. Mano, transbordou tanto leite que começou a melaço a cama toda, mas eu não tava nem aí. Meu pau continuou duro lá dentro, e eu falei:

— Vamos ficar de conchinha assim mesmo?

Ele topou, dormimos grudados com o pau dentro dele. Quando acordei de manhã, o pau já tava mole mas continuava lá dentro. Ele abriu o olho, olhou pra mim e mandou:

— Mano, eu gostei demais disso. Quero fazer sempre.

Eu dei um sorriso e mandei de volta:

— Eu também curti. Sempre que tu quiser, é só chamar que a gente resolve.

[Como eu e ele temos d3zes6eis anos, eu mandei minha história pra IA e ela transformou em um conto, não sei pontuar direito, caso queriam saber como foi na parte da tarde e da noite só pedir]

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Comentários

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Que conto legal, cara. Tenta escrever por você mesmo, usando a IA só como uma ferramenta de correção e ajuste, se for muito necessário. Vou esperar as continuações!

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Sempre quis que isso tivesse acontecido comigo na tua idade, nunca aconteceu, e sou frustrado com isso até hoje, que estou com 65 anos. Vocês tiveram a sorte grande, e vão lembrar dessa deliciosa lembrança pra sempre. Já dei pra maisde 200 paus fácil, e mesmo assim, esta frustração não passa nunca. Mesmo tendo dado pra alguns pauzões de respeito (25 cm, eu medi), esse vazio de não ter feito o que vc fez, na tua idade, não passa nunca. Sou casado com mulher, filhos, netos, etc. Dou desde meus 16 anos, e não aceito rótulos, quando quero buceta, como. Quando quero pau (e sempre mais pau que bucetas, rs) dou. Só me senti realmente realizado quando aceitei que não vou assumir rótulos que os outros querem que eu assuma. Só seja feliz, isso é o que vale na vida.

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Pra ser sincero eu queria que eu e ele fizemos isso mais cedo, mas muito obrigado pelo conselho 🙂

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